programa pioneiro de reabilitação melhora qualidade de vida da população em Araçás.
ENTREVISTA Naomar Almeida informa que o interior da Bahia terá 20 mil vagas em universidades federais.
TRANSPORTE Serviço clandestino prejudica empresas e coloca passageiros em perigo.
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municipios
fotos: divulgação
agro & negócios
ANO I
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NÚMERO I
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QUINZENAL
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SALVADOR, 17 DE MARÇO DE 2014 aiba/divulgação
ESPECIAL
‘água milagrosa’ de alagoinhas
riqueza que vem do oeste Projeções do Ministério da Agricultura (MAPA) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), até a safra 2021/22, a área total cultivada com grãos no Brasil deverá atingir 7,7 milhões de hectares.
Quem tem negócios ligados à Agricultura - dentro e fora do Brasil - já ouviu falar da região do BAMAPITO. Esta é a denominação dada à região que mais produz grãos no Brasil e inclui os Estados da Bahia, Maranhão, Piauí e Tocantins. A região é considerada a última fronteira agrícola do país. A singularidade da área tem como base a natureza. Com terras planas, uma grande quantidade de rios e períodos longos de incidência solar, a região tem as características ideais para que se alcance altos índices de produtividade agrícola. Quando a isto se junta
investimento em tecnologia de ponta (e muito trabalho), é quase impossível dar errado. Foi assim que a BAMAPITO tornou-se um oásis para a agricultura brasileira e o Oeste do Estado, um dos pilares da economia baiana. Mas como nem tudo são flores, ou melhor, grãos, a região tem problemas a serem resolvidos para que os agronegócios alcancem patamares ainda mais respeitosos que os atuais - a falta de opções para o escoamento dos grãos, a seca e pragas, a exemplo da temida Helicoverpa, que tirou o sono dos agricultores em 2013. Pg.8
Desde o final da década de 90, grandes empresas de bebidas se instalam na cidade de Alagoinhas (a 110 km de Salvador) em busca de sua especial água subterrânea que garante uma maior produtividade e qualidade dos produtos. Com isso, a cidade e a população - vêm ganhando. Saiba mais sobre essa água ‘mágica’, sobre os investimentos das empresas de bebidas e fornecedores da cadeia produtiva do segmento, sobre o boom industrial de Alagoinhas e próximos investimentos econômicos. Pg.4
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Conheça alguns problemas enfrentados pelos produtores. Pg.8
política
Produção baiana de grãos em detalhes. Pg.9
Mais água, mais empregos. Pg.5
mistério continua no tabuleiro de 2014
divulgação
As três principais chapas que disputarão a sucessão de Jaques Wagner seguem indefinidas. Incógnita maior está na possível chapa única das oposições, cuja briga se dá entre o ex-ministro Geddel Vieira Lima, do PMDB, e o ex-governador Paulo Souto, do DEM. Tarefa árdua de escolher entre os dois é do prefeito de Salvador,
Como começou a ocupação do Oeste baiano. Pg.9
A chegada das empresas. Pg.5
ACM Neto (DEM). O democrata está divido entre o compromisso firmado com Geddel nas eleições de 2012 e a vontade maciça do PSDB e do próprio DEM para que Souto seja o cabeça. O cabeça da chapa da coalizão do governo foi escolhido sem muita celeuma, desde novembro de 2013.
mateus pereira/secom
carlos augusto/jornal grande bahia
Jaques Wagner escolheu o chefe da Casa Civil, Rui Costa, para tentar dar continuidade ao projeto do PT. Para o Senado, também não teve muito problema: o vice-governador Otto Alencar, do PSD, é o escolhido. Mas a vaga de vice de Rui Costa tem dado dor de cabeça a Wagner. PDT e PP estão na briga, mas a julgar pelos desdobramentos
das últimas semanas, tudo indica que vai dar o deputado federal João Leão (PP). Sem briga, a chapa do PSB, surpresa das eleições 2014, já está quase fechada. A senadora Lídice da Mata encabeçará o time, que tem reforço da ex-ministra do STJ Eliana Calmon como candidata ao Senado. Para vice, é
divulgação
possível que o nome saia do PPS, partido que tem aliança nacional com o PSB. Mas não é descartada a possibilidade de o presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, deputado Marcelo Nilo, do PDT, passar para o lado de Lídice. Hipótese é levantada diante da probabilidade de Jaques Wagner escolher João Leão para vice de Rui Costa. Pag. 16