Do Caos e para o Caos, ergue o que ele chama de Associação para a Anarquia Ontológica.Terrorismo Poético, Paganismo, Arte-Sabotagem, Misticismo, Pornografia, Crime.Estes são apenas alguns dos "pretextos"dos quais Bey parte para nos desafiar com sua linguagem delirante, brutal, absurda por vezes."Dadaísmo/Surrealismo linha-dura", como bem observou um crítico. A linguagem do desejo. Definitivamente, este não é um livro para espíritos conservadores.