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EM Sintonia
from EM - Dezembro 2021
FUSÃO NUCLEAR
Muitas das 35 companhias britânicas e norte-americanas candidatas a fornecedoras de bens e de serviços ao processo de fusão nuclear para produção de energia elétrica acreditam em operações comerciais a partir de 2030. Assim predizem a Fusion Industry Association (FIA) e a UK Atomic Energy Authority (UKEA).
Nada menos do que 23 dessas empresas dizem operar há cinco anos; outras doze permanecem silenciosas.
TARIFA DE ITAIPU
Não se sabe o quanto a tarifa de energia elétrica cobrada pela Itaipu Binacional poderá cair até 2023, mas pode-se dizer que o potencial de queda é substantivo.
Um modelo indica redução virtual de US$ 22/MW para cerca de US$ 10/ MW. O processo passa pela revisão do tratado internacional que rege a vida da empresa (e que é debatido nos parlamentos de Brasil e Paraguai).
RECUPERAÇÃO DE RESÍDUOS
Aprodução de energia elétrica a partir da reciclagem cresce no mundo. A capacidade média por planta gira em torno de 534 t/dia, na Europa, EUA e Ásia, variando de 119 t/ dia no Japão a 1900 t/dia na Holanda.
Observe-se que 93% das empresas aqui pesquisadas se servem de grelhas de combustão; 5% de leito fluidizado; e 2% de gaseificação e outros sistemas. A incineração acusa alta eficiência em recuperação de calor e eletricidade, baixas emissões, reutilização de diferentes subprodutos, recuperação de escória da indústria da construção e evitação de aterramentos, com baixa quantidade de rejeitos. Essas assertivas são sustentadas por Flavio Matos, conselheiro da Abren - Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos.
SOLAR/ TRANSMISSÃO
Osegundo maior parque de geração de energia elétrica de origem fotovoltaica (Sol do Sertão) começou a operar em Oliveiras do Brejinho, na Bahia. Com capacidade de 475 MWp, a 485 km de Salvador, custou R$ 1,4 bilhão (pertence à Pátria Investimento/Essentia Energia).
A proliferação de usinas solares e eólicas, mormente nas condições favoráveis e atrativas do Nordeste do Brasil, esbarram desde logo na necessidade de harmonização da transmissão que deve servi-la. Se nada mudar no processo de licenciamento prévio, de construção e de operação das linhas indispensáveis de entrega dos kWh novos, o transporte da energia intermitente em pauta pode atrasar entre dois e três anos depois de prontas as geradoras.
ENERGIA TERMELÉTRICA
Afrancesa Engie conseguiu vender sua termelétrica a carvão de 857 MW de capacidade, Jorge Lacerda, em Capivari do Baixo, no sul do Brasil, por R$ 325 milhões, para a Fram Capital, que levou a opção de compra do projeto da futura térmica a gás de Santa Catarina.
O vendedor está alinhado com a Comunidade Europeia de descarbonizar a atmosfera, desfazendo-se de ativos movidos a combustíveis fósseis, com reaplicações em insumos renováveis. Mas o comprador certamente aposta que a crise mundial que assola a escassez de carvão mineral combustível lhe dará com folga retorno sobre o investimento. Por ora, vê-se que os investimentos mundiais na produção de petróleo mal chegam à metade para preservar a produção dos próximos anos nos atuais 100 milhões de barris diários.
BATERIAS E RENOVÁVEIS
Armazenar é o futuro da produção de energia intermitente solar e eólica. Há estudos para nova bateria de ferro (em vez de vanádio e zinco), sal e água. Se vierem a alcançar viabilidade técnica, serão competitivamente baratas. Hoje as de manganês se candidatam a durar até 20 anos.
QUESTÕES JURÍDICAS
No simpósio jurídico da ABCE - Associação Brasilei ra de Companhias de Ener gia Elétrica, a modernização do se tor é tema perene; a novidade foi a abordagem de riscos e obrigações da contratação de energia de reserva (recém leiloada e comprada pelo governo). A geração distribuída ainda está sendo metabolizada pelas distribuidoras que passam a ser operadoras de entrega de energia aos prosumidores (novo formato de consumidores-geradores proativos no sistema).
Outra abordagem foram dos “invasores”: Estados, ANA - Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico, ANP - Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis e outras num papel interveniente na regulação da energia elétrica. Questões de barragens, licenciamento ambiental e reforma tributária no Congresso não ficaram ao largo dos debates.
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Os Produtos do Ano
Com base em informações coletadas junto as revendas de materiais elétricos do Brasil, o levantamento mostra o desempenho das marcas de diversos produtos para instalações elétricas e de iluminação
da Redação de EM
Apartir de respostas fornecidas por diversos revendedores de materiais elétricos, que são o elo entre os fabricantes e os consumidores finais, a pesquisa “Os Produtos do Ano”, publicada há mais de 40 anos pela revista Eletricidade Moderna, mostra o desempenho relativo das marcas no mercado, apontando as marcas mais vendidas de diversos itens comercializados nesses estabelecimentos. Os produtos pesquisados são de uso corrente em instalações elétricas, como lâmpadas LED, luminárias e equipamentos auxiliares de iluminação, proteção contra descargas atmosféricas, caixas, quadros, contatores e vários outros itens.
Nesta edição, a pesquisa é composta por 36 produtos. O número menor em relação às edições anteriores reflete a preocupação da pesquisa em destacar os produtos mais comercializados pelos pesquisados e, consequentemente, os mais encontrados em um maior número de revendas.
No total, 173 revendedores e distribuidores de materiais elétricos de todas as regiões do território nacional participaram do levantamento. A lista com os nomes dessas empresas e onde estão sediadas está disponível na página de EM na Internet, no endereço https://www.arandanet.com.br/assets/pdfs/ PA_2021_consultados.pdf. Por sua vez, o gráfico ao lado informa, percentualmente, em que Estados ou regiões do Brasil estão localizados esses revendedores que responderam ao levantamento.
Os resultados de desempenho das marcas, ou seja, a proporção de revendedores que apontaram determinada marca como a mais vendida, são publicados na forma de tabelas, uma para cada produto pesquisado. Além disso, para permitir aos leitores avaliar a evolução de uma marca de um ano para outro, são divulgados os dados da pesquisa de 2021 e 2020. Um resumo das marcas vencedoras em cada um dos 36 produtos pesquisados pode ser conferido na tabela ao lado.
Vale destacar que cada tabela tem seu universo específico, pois nem todos os revendedores comercializam todos os itens que compõem a pesquisa. Ou seja, o universo específico corresponde ao número de revendedores pesquisados que declararam comercializar o produto em questão, e não ao universo total, que seria o número total de respostas recebidas. Outro ponto importante é que as tabelas não trazem todas as marcas citadas pelos revendedores, tendo sido excluídas da apresentação as que não atingiram pelo menos 2% de indicações, considerando o universo de cada produto.
Além das marcas mais vendidas em cada um dos produtos, as respostas dos participantes de “Os Produtos do Ano” fornecem outras informações sobre o mercado de material elétrico. Uma delas é quais são os produtos mais presentes nas lojas, independentemente de marcas, levando em conta o universo total da pesquisa. Essa informação pode ser conferida na tabela I. Por sua vez, a tabela II mostra as dez marcas indicadas como as mais vendidas pelos revendedores, em relação ao universo total da pesquisa, com os produtos associados a tais indicações.
As marcas vencedoras de “Os Produtos do Ano 2021”
Produto Marca
Abraçadeiras e identificadores para fios e cabos Hellermanntyton
Blocos autônomos para iluminação de emergência Segurimax
Bornes/conectores para trilhos Weidmüller/Conexel e WEG
Botões, botoeiras e sinalizadores WEG e Schneider Electric
Cabos MT Corfio e SIL
Caixas de ligação (caixas de derivação) Tramontina, Legrand e Wetzel
Caixas para medidores TAF
Canaletas para instalação aparente Schneider Electric
Chaves seccionadoras de baixa tensão (ação rápida)
Comutadores (chaves rotativas)
Conduletes WEG
WEG
Tramontina
Conectores e terminais BT
Contatores Intelli
WEG
Dimmers (variadores de luminosidade) Legrand
Disjuntores industriais em caixa moldada WEG e Soprano
Dispositivos de proteção contra surtos (DPS) Clamper
Dispositivos DR (proteção diferencial-residual) WEG, Steck e Schneider Electric
Eletrocalhas, perfilados e acessórios Perfil Líder, Dispan, Real Perfil, Eletropoll e Inecel
Eletrodutos isolantes e acessórios
Eletrodutos metálicos e acessórios Tigre
Elecon
Ferragens para redes de distribuição
Fios e cabos BT
Fusíveis tipo D e NH
Hastes de aterramento Romagnole
Corfio e SIL
WEG
Intelli
Interruptores e tomadas para instalação predial Legrand
Lâmpadas LED Avant
Leitos para cabos Eletropoll, Perfil Líder, Dispan e Real Perfil
Luminárias, projetores e refletores
Material elétrico blindado Olivo
Wetzel
Minidisjuntores (disjuntores modulares) WEG
Minuterias Exatron
Plugues e tomadas industriais Steck
Quadros de distribuição para instalação predial Legrand
Relés fotoelétricos Exatron
Sensores/detectores de presença
Sistemas de para-raios prediais (sistema completo) Exatron Distribuição geográfica dos revendedores que responderam à pesquisa
Tabela I – Os produtos mais presentes nas revendas
Produto
Revendedores pesquisados que o comercializam No % de 173
Abraçadeiras e identificadores para fios e cabos 147 85,0
Minidisjuntores (disjuntores modulares) 147 85,0 Dispositivos DR (Proteção Diferencial-Residual) 145 83,8 Fios e cabos BT 145 83,8
Plugues e tomadas industriais 145 83,8
Dispositivos de proteção contra surtos (DPS) 144 83,2 Lâmpadas LED 143 82,6 Disjuntores industriais em caixa moldada 142 82,1 Interruptores e tomadas para instalação predial 142 82,1 Quadros de distribuição para instalação predial 140 80,9
Tabela II – As marcas mais vendidas
Marca
Intelli
Intelli
HellermannTyton Produto Revendedores que apontaram a marca como a mais vendida
No % de 173
Hastes de aterramento 92 53,2
Conectores e terminais BT 72 41,6
Abraçadeiras e identificadores para fios e cabos 63 36,4
Steck Plugues e tomadas industriais 63 36,4
Tramontina Conduletes 60 34,7
Clamper Dispositivos de proteção contra surtos (DPS) 49 28,3 Exatron Relés fotoelétricos 44 25,4
WEG Contatores 43 24,9
Segurimax Blocos autônomos para iluminação de emergência 42 24,3 Exatron Sensores/detectores presença de 41 23,7
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OS CLIENTES CONFIAM, OS ESPECIALISTAS INDICAM, E O MERCADO RECONHECE.
Quando a qualidade é prioridade, o reconhecimento é consequência. É por isso que, mais uma vez, a WEG conquistou o prêmio “Produtos do ano” oferecido pela Revista Eletricidade Moderna. Melhor do que comemorar o reconhecimento do mercado é continuar evoluindo e conquistando a preferência dos nossos clientes com soluções confiáveis.
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Veja aqui as características das linhas pré-fabricadas oferecidas por 14 empresas do mercado nacional, com dados como tensão e corrente nominais, materiais de barras e invólucro, acabamento, configurações, normas e outros.
Da Redação de EM
Empresa – Telefone Email Tensão nominal (V c.a.) Corrente nominal (A) Corrente suportável nominal (1s) kA (Icw) Nível básico de impulso (kV) Temperatura ambiente (°C) Barras de cobre Barras de alumínio Invólucro em aço Invólucro em alumínio Acabamento zincado Acabamento epóxi a pó Acabamento poliéster a pó
Grau de proteção (IP) Barras espaçadas Barras coladas Ventilado
Configuração
Não ventilado Baixa impedância Para transmissão, sem caixas de derivação Para distribuição, com caixas de derivação extraíveis Barreira corta fogo (min) ABNT NBR IEC
Bbtec – (11) 98366-2696 leandro@barramentosblindados.com.br 690 350 a 6.000 50 5 a 45 ••• 31 a 55 ••••• • • 120 61439-2/6 61439-2/6
Forza – (41) 99891-7236 comercial01@forza-ind.com.br 1.000 4.000 65 10 -20 a 50 •••• •• 42 a 54 • • • • • 60439-1/2 61439-1/6 GPB Barramentos – (11) 96174-4923 vendas@gimipogliano.com.br 1.000 320 a 6.300 120 8 -5 a 40 ••••• • 55 a 65 • •• • • 240 61439-6 61439-6
HB – (15) 3268-1773 vendas@hbindustria.com.br 1.000 320 a 6.000 60 12 -10 a 40 •• ••• 31 a 55 •• •• • • 61439-1, 61439-6 61439-1, 61439-6
Helzin – (11) 2634-3330 orçamento@helzin.com.br 1.000 400 a 5.000 44 1 10 a 40 •• • 54 a 55 • •• • •
Maxbar – (11) 4308-4075 renatomorel@maxbarramentos.com.br 1.000 250 a 5.000 10 a 100 12 35 a 45 ••••• 31 a 55 ••••• • • 120 60439-1, 61-439-2, 61439-1, 61439-6, 16019 60439-1/2
61439-6
MCK – (11) 97323-1357 paulo.vilela@mckautomacao.com.br 690 160 a 6.000 150 3 10 a 40 ••••••• 31 a 65 ••••• • • 120 61439-6 61439-6 Megabarre – (11) 4525-6700 vendas@megabarre.com.br 1.000 a 36.000 160 a 20.000 120 150 -5 a 60 •••••• 31 a 65 ••••• • • •
Novemp – (11) 4093-5300 vendas@novemp.com.br 830 250 a 6.000 87 8 -15 a 50 •••••• 31 a 55 ••••• • • 90 61439-6 61439-6
Prodesbus – (11) 98377-1370 vendas@prodesbus.com.br Sisnergy – (31) 99762-9911 paineis@actemium.com Vepan – (11) 99133-4032 vendas@vepan.com.br
Volga – (62) 3207-6161 comercial@volga.com.br 1.000 160 a 6.300 ••••••• 31 a 66 ••••• • • 120 61439 61439
1 a 36 630 a 6.300 65 170 -5 a 40 • •• •• 54 a 65 • •• • • 60439-1 60439-1 1.000 250 a 5.000
1.000 400 a 6.000 12 a 120 8 -5 a 40 ••••••• 31 a 55 ••••• • • 120 60439-1/2 e 61439-1/6 61439-1/6
25 a 192 8 a 12 15 a 60 ••• •• 31 • • • • • 120 61439-1/6, 60539, 60947-2 61439-1/6
WEG – (47) 3276-4000 automacao@weg.net 690 250 a 5.800 12 a 110 12 5 a 50 ••••••• 31 a 55 ••••• • • 60 a 240 60439-2 e 61439-6 60439-2 e 61439-6
Obs.: Os dados constantes deste guia foram fornecidos pelas próprias empresas que dele participam, de um total de 33 empresas pesquisadas. Fonte: Revista Eletricidade Moderna, novembro/dezembro de 2021. Este e outros guias EM estão disponíveis on-line, para consulta.
Acesse www.arandanet.com.br/revista/em e confira. Também é possível incluir a sua empresa na versão on-line de todos estes guias.
PRATICIDADE E EFICIÊNCIA NA
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DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA
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Barramento Blindado - Linha BWW
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J Faixas de corrente nominal de 250 A a 5.000 A com barras de alumínio ou até 6.300 A em cobre. J Opções com barras separadas ou coladas e grau de proteção IP31, IP54 ou IP55. J Homologado em todas as concessionárias brasileiras para uso em edifícios (energia não medida) e atendendo a 100% dos requisitos em aplicações industriais. J Economia significante se comparada com as instalações convencionais por cabos em cobre. J Ocupando menor espaço físico e otimizando tempo de instalação, em comparação com instalações feitas com cabeamento. J Compatibilidade total com painéis e transformadores WEG em fornecimentos integrados. J Ensaiado e certificado conforme normas NBR IEC 60439-2 e IEC 61439-6, garantindo qualidade, segurança e performance da instalação. J A WEG possui um amplo portfólio de produtos para instalações elétricas, entregando uma solução completa desde a entrada de energia até o acabamento final. IP55.
Iluminação no entorno de um shopping center
Katrin Labus (Holanda) Stratford-upon-Avon é uma pequena cidade no condado inglês de Warwickshire, famosa principalmente por ser a terra natal de William Shakespeare. Os mais de dois milhões de turistas que a visitam anualmente encontram, ao lado de muitas atrações, um pitoresco centro urbano com intenso comércio. Um dos mais vibrantes shopping centers é o Bell Court, cuja praça frontal recebeu recentemente um novo projeto luminotécnico.
Durante o ano inteiro, afluem turistas de toda parte para conhecer Stratford-upon-Avon e assistir à obra do grande poeta num dos melhores palcos do mundo, o da prestigiosa Royal Shakespeare Company, que tem sede nessa cidade. O turismo fomenta o comércio local. No centro da cidade histórica, o Bell Court oferece múltiplas opções de compra. Construído com um orçamento de £30 milhões, o shopping center dispõe de elegantes butiques, restaurantes e cinemas. Entretanto, apesar da moderna infraestrutura, a antiga iluminação da área de acesso às lojas, de concepção técnica modesta, não propiciava uma experiência de compra positiva.
Identidade e atmosfera
Graças a um moderno projeto de iluminação, a praça do shopping, antes monótona e sem vida, foi transformada num agradável espaço para passeio cercado de um pitoresco ambiente. Uma combinação de diversas fontes de luz precisamente coordenadas assume a iluminação funcional, ao mesmo
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Fig. 1 – As paredes de tijolo aparente são iluminadas por uplights e downlights. Projetores nas árvores encenam o brilho do luar no chão. A interação das fontes de luz produz um caráter mágico – quase como no “Sonho de uma noite de verão”, de Shakespeare
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Fig. 2 – A iluminação indireta dos bancos compõe ilhas de luz, que servem de ponto de encontro e convidam a permanecer. As luminárias a LED são do tipo VarioLED Flex Venus (LED Linear)
Fig. 3 – A artista plástica Louisa Forbes criou um pequeno Puck, elfo do “Sonho de uma noite de verão”, de Shakespeare. Seu posto, no exuberante jardim do estacionamento, foi bem escolhido e faz a ligação com a floresta mágica
tempo que proporciona um toque de criatividade. Luminárias embutidas no teto com óptica wallwasher iluminam suavemente a área de acesso ao Bell Court e recebem os visitantes numa atmosfera acolhedora.
No entorno do prédio, o revestimento de tijolos vermelhos, parcialmente realçado por uplights e downligths, compõe a fachada a intervalos verticais simétricos. Do alto, a iluminação é realizada por sistemas suspensos imperceptíveis, equipados em quase toda a sua extensão por luminárias downlight. Como elementos de composição, guirlandas de LEDs com óptica halógena compartilham a iluminação do alto, complementada por pequenas uplights integradas no piso, que simulam cintilações de luz na superfície de um rio.
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Fig. 4 – Pequenas uplights integradas ao piso, da série MayaR da Aldabra, cintilam em certos pontos, emulando reflexos na superfície de um rio
Uma ilha de luz para relaxar
No centro da praça, bancos redondos iluminados indiretamente convidam a uma pausa. Nas árvores, luminárias Gobo projetam no chão uma luz brilhante como o luar, e a interação harmoniosa de todas essas fontes de luz produz um caráter mágico. De fato, um pequeno Puck de bronze recepciona os visitantes e guarda nesse posto a herança do famoso poeta. [Nota da Redação: Puck = elfo personagem da peça “Sonho de uma noite de verão”, de Shakespeare.] A arquitetura das lojas é convidativa e a iluminação clara e não ofuscante das áreas de acesso proporciona uma discreta orientação. A harmonia da concepção luminotécnica aumenta não apenas a impressão de segurança, mas principalmente a sensação de bem-estar. O espaço outrora sem vida transformou-se ao escurecer num movimentado calçadāo, onde os visitantes podem desfrutar do charme do Bell Court.
Ficha técnica
Projeto luminotécnico:
Lighting Design International, Londres, www.lightingdesigninternational.com
Fabricantes das luminárias:
ACDC Lighting, www.acdclighting.co.uk; Aldabra, www.aldabra.it; Derksen Lichttechnik GmbH, www.derksen.de; iGuzzini, www.iguzzini.com; LED Linear, www.led-linear.de; Orluna, www.orluna.com; Tokistar, www.lightprojects.com.uk.
Fotos:
Gavriil Papadiotis Photography, www.gavriilux.com
Artigo publicado originalmente na revista alemã “Licht”, edição 09/2019. Copyright Richard Pflaum Verlag, München. Publicado por EM sob licença dos editores. Tradução da Redação de EM.
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Vantagens dos sistemas de fluxo de refrigerante variável para edifícios
Heitor B. Silva Bezerra. José Luiz da Silva Junior e Lorena K. Agra Fernandes - Departamento de Engenharia Elétrica, Universidade Federal do Rio Grande do Norte O sistema de fluxo refrigerante variável (variable refrigerant flow – VRF), largamente usado na refrigeração de edificações, garante menor consumo de energia elétrica e melhor conforto térmico, ainda que sua implementação seja mais onerosa. A partir de medições elétricas, o artigo analisa o investimento e aspectos relacionados à qualidade de energia quando da utilização do sistema, exemplificando com um caso real.
Osistema VRF oferece, além de outros recursos, possibilidades de gerenciamento remoto das instalações, maior resistência a situações adversas, conforto térmico e economia considerável de energia elétrica, apesar de requerer um maior investimento inicial. Atualmente, o VRF está sendo amplamente empregado em ambientes comerciais, industriais, hospitalares e em serviços públicos.
Ademais, esse sistema vem sendo exaustivamente pesquisado por fabricantes visando a aumentar a eficiência energética, mas também para assegurar a qualidade da energia elétrica, seja pela mitigação de harmônicos, pela compensação de energia reativa
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Avaliação considera os aspectos de eficiência energética e de qualidade da energia (técnico realiza diagnóstico em unidades condensadoras instaladas em telhado) ou pela redução dos desequilíbrios de tensão. O emprego de controladores e filtros em um sistema VRF assegura a elevação da eficiência energética e a maximização do desempenho dos motores elétricos dos compressores, permitindo o ajuste da velocidade e do torque, para operação em máximo desempenho.
A fim de comprovar essa eficiência energética, foram realizadas medições em dois edifícios de grande porte na Universidade Federal do Rio Grande do Norte ― um utilizando sistema VRF e o outro com sistema convencional de climatização ―, levando em consideração as diferentes tecnologias de climatização e as capacidades instaladas.
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Descrição do sistema VRF
Segundo Goetzler [1], o sistema VRF é caraterizado por sua capacidade de controlar a quantidade do fluido refrigerante remetido para uma ou várias unidades internas (evaporadoras), instaladas em apenas um ou em vários ambientes, através da utilização de uma única unidade externa (condensadora) ou um conjunto dessas unidades interligadas. O controle do fluido refrigerante constitui o núcleo do sistema VRF, com diversas inovações significativas, apresentadas aqui
mais adiante. Ainda de acordo com [1], o VRF oferece inúmeras vantagens com relação às demais tecnologias de climatização, como menor espaço necessário para a instalação e possibilidade de ser instalado em módulos e de expansão da capacidade.
O VRF proporciona também maior conforto térmico e ambiental, de vez que há a variação do fluxo refrigerante, fazendo com que a temperatura do ambiente permaneça praticamente constante. Entretanto, sua principal vantagem encontra-se na eficiência energética mais elevada, alcançada devido à ação de diversos conversores estáticos usados para controlar as partidas dos motores dos compressores.
Recursos do sistema VRF
Filtros de potência – Os filtros de um sistema VRF têm a função de realizar as compensações de energia reativa, visando a elevação do fator de potência, a compensação de desequilíbrios de tensões e a mitigação das distorções harmônicas, através do ajuste da banda passante. Normalmente esses filtros são híbridos, uma combinação de filtros passivos e filtros ativos. Os filtros passivos fazem os ajustes das frequências de corte, visando à mitigação das componentes harmônicas, além de apresentarem as seguintes vantagens: boa confiabilidade, baixos custos de manutenção e de implementação, perdas reduzidas, suporte às grandes correntes e tensões, poucos ruídos gerados, entre outros. Já os filtros ativos apresentam outras vantagens, como as compensações das quedas de tensão e o auxílio na seleção das bandas passantes, por suas características adaptativas (autoajuste), embora seja essa seleção uma propriedade dos filtros passivos (Leão et al. 2014).
Resumidamente, os filtros híbridos unem as propriedades dos filtros ativos e passivos, fazendo com que eles atuem coordenadamente.
Controle de desempenho dos motores elétricos – O sistema VRF possui compressores acionados por motores de corrente contínua sem escovas, os quais necessitam de conversores de potência (retificadores e inverso-
Fig. 1 – Comparativo de velocidade vs. eficiência, com perdas incluídas, das máquinas c.c. inverter e c.a. (adaptado de [2])
res) para o seu funcionamento. Para que haja a comutação de potência de forma satisfatória, faz-se necessário o uso de controladores e filtros nos conversores, que são úteis para o controle de desempenho dos motores, para promover a variação do fluido refrigerante em máximo desempenho nesses compressores e garantir a manutenção dos índices da qualidade da energia elétrica
A comparação das tecnologias empregadas nos motores dos compressores nos aparelhos de ar condicionado pode ser visualizada na figura 1 [2]. No gráfico à esquerda são apresentados os comparativos da eficiência percentual total do motor de acordo com as tecnologias de motores de corrente contínua (c.c.) de neodímio, de c.c. com rotor de aço inoxidável e de corrente alternada (c.a.). À direita, são apresentados os comparativos da eficiência total dos compressores ― motores c.c. e c.a. ― considerando que ambos os compressores são do tipo duplo-rotativo. Os motores c.c. são, como se verifica, mais vantajosos.
Aspectos econômicos
Mercado de climatização e avanços tecnológicos – Em face da evolução tecnológica, o sistema VRF vem apresentando menores custos, tanto de produção quanto de instalação, o que valida a viabilidade econômica dessa tecnologia. Além disso, a cada novo modelo de sis-
Tab. I – Despesas de consumo de energia da instalação de climatização no edifício da ECT
Modalidade tarifária Consumo (GWh/ano)
Despesa anual (R$)
Horária Azul 1,05 383 653,53 tema VRF lançado, as exigências de manutenção corretiva são menores, assim como a tendência de consumir menos energia, aspecto importante vis-à-vis as constantes elevações nos preços da eletricidade. O VRF é, portanto, uma boa solução tanto para novos projetos quanto para a substituição de sistemas de refrigeração mais antigos.
Retorno do investimento – A fim de verificar a viabilidade econômica do sistema VRF, em [3] os autores afirmam a necessidade de considerar diversos fatores para realizar um estudo preliminar sobre a viabilidade inicial do projeto. Para Rebelatto [4], o projeto de investimento leva em consideração, entre outros elementos, o desempenho do equipamento ou sistema, a durabilidade e a necessidade de manutenção e, principalmente, o consumo de energia elétrica.
Para a análise da viabilidade econômica, foi aqui aplicado o Método do Período do Retorno de Capital [4] utilizado por Bezerra [5].
Qualidade de energia elétrica
A qualidade da energia elétrica pode ser definida como a caracterização de fenômenos referentes à qualidade do produto, através do estabelecimento de limites ou valores de referência relativos aos níveis de tensão em regime permanente e às perturbações das formas de ondas de tensão, nos termos do Módulo 8 do Prodist [6]. Esse módulo leva em consideração as variações das formas de onda de tensão, durante a alimentação da carga, e são fontes de perturbações dos sistemas elétricos. Daí reside a necessidade de impor valores limites a esses fatores. Os parâmetros de qualidade de energia discutidos são o fator
Tab. II – Despesas referentes ao consumo da instalação do sistema VRF no edifício do IIF, para a modalidade tarifária Azul
Modalidade tarifária Fator de carregamento (%) Consumo anual (kWh) Despesa anual (R$)
Horária Azul 12 46 707,90
100 (nominal) 389 232,48 17 807,39
148 394,88
Tab. III – Fatores de potência medidos nos edifícios do Campus Central da UFRN Edifício Tipo de Climatização Fator de potência Carregamento (%)
IIF VRF 0,936 12
ECT Exp. direta 0,936 51
de potência, o fator de desequilíbrio da tensão e a taxa de distorção harmônica.
Para a análise das taxas de distorção harmônica, foram utilizados analisadores de grandezas elétricas do modelo ESB-SAGA 4500. A taxa de distorção harmônica (TDH) é calculada a partir dos valores de potências medidos, usando o método de Budeanu [7], que é um método contestado por alguns autores, incluindo Leão et al. [8].
Avaliação das medições elétricas do estudo de caso – Edifícios da UFRN
Para realizar uma comparação entre o sistema convencional e o VRF, foram realizadas medições em dois edifícios do Campus Central da UFRN - Universidade Federal do Rio Grande do Norte. O primeiro edifício, da Escola de Ciência e Tecnologia – ECT, é refrigerado por um sistema convencional. O segundo edifício, do Instituto Internacional de Física – IIF, é equipado com sistema VRF. Ambos possuem áreas superiores a 3000 m2 .
O medidor de grandezas elétricas ESB-SAGA 4500 utilizado mede tensões, potências, correntes e o consumo de energia elétrica, além dos índices da qualidade de energia elétrica como fator de potência e TDH.
Foram avaliadas ainda a eficiência energética dos sistemas de ar condicionado, com base na Portaria Interministerial no 323/2011 [9] e no 410/2013 do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) [10], que regulamentam a Lei no 10.295/2001, a qual dispõe sobre a Política Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia.
Considerações sobre despesas de energia elétrica
O Campus Central da UFRN é alimentado em 69 kV. Com isso, de acordo com a Resolução 414/2010 da Aneel [11], a modalidade tarifária obrigatória é a horária azul e a classe tarifária é a A4. O horário de ponta estabelecido compreende o período entre 17h30 às 20h29. As tarifas praticadas no período em que foi realizado o estudo eram: • consumo ativo na ponta = 0,551 R$/kWh; e • consumo ativo fora de ponta = 0,357 R$/kWh.
Salienta-se que apenas os consumos de energia elétrica foram levados em consideração para a análise econômica nesses edifícios, excluindo-se os custos de demanda.
Medições na Escola de Ciências e Tecnologia – ECT
O sistema convencional de refrigeração, nesse edifício, é predominantemente de expansão direta. Para realizar as medições nas instalações de refrigeração, foram utilizados dois analisadores de grandezas, devido ao grande número de circuitos de climatização.
Tab. IV – Fatores de desequilíbrio de tensão medidos nos edifícios do Campus Central da UFRN Edifício Tipo de climatização Fator de desequilibrio (%)
IIF VRF 0,4 ECT Exp. direta 0,72
Tab. V – Despesas de consumo de energia elétrica em climatização dos edifícios Edifício Tecnologia ∑ Pelet-med (pu) Despesa anual (R$)
IIF Exp. direta 1,0 260 809,95
ECT VRF 0,621 383 653,33
As medidas com os valores nominais mostram que a média da potência elétrica de todos os circuitos analisados é 54,247 kW, a média de potência térmica é de 458 kW e a taxa nominal de eficiência energética (EER, de electrical efficiency ratio), de 2,43. Os desvios padrão das medidas são 17,62 para potência elétrica, 167,12 para potência térmica e 0,23 para EER.
Os aparelhos de ar condicionado instalados na ECT apresentaram fator de carregamento de 50,72% em relação à potência nominal, em razão do sobredimensionamento da climatização em alguns ambientes. Outro dado a ser considerado é a sobrecarga de 1,2% sobre a potência nominal da climatização em um dos circuitos do edifício, fato explicado pela alta concentração de equipamentos de rede e computadores (laboratórios de informáticas) naquele ambiente específico, demandando maior necessidade da refrigeração. Além do mais, a EER dessa instalação foi de 2,47, coeficiente que não está classificado em nenhuma faixa
Tab. VI – Resumo da projeção para a instalação do sistema VRF na ECT
Itens Qtd. ∑ Pterm (BTU/h) ∑ Peletr (kW) Investimento (R$)
Condensad. 36 4 861 300,00 367,45 1 042 951,49
Evaporad. 163 4 815 500,00 21,69 488 065,87 Peças 35% do custo total dos equipamentos 535 856,08 Total 389,14 2 066 873,44
do Inmetro, o que a caracteriza como instalação energeticamente ineficaz ― segundo a Portaria Interministerial no 323/2011 [9], o coeficiente mínimo da eficiência energética para instalações de climatização é de 2,6 W/W. Os valores de consumo e despesa referentes a essa instalação estão na tabela I.
O prédio do IIF possui 12 unidades condensadoras do tipo VRF modelo Midea MDV-4 Plus, sendo duas unidades de 25,2 kW, três de 33,5 kW, duas de 40 kW e cinco de 45 kW, perfazendo carga térmica total instalada de 455,9 kW.
Nesse edifício, para fins de análise, foram medidos dois circuitos. De acordo com os dados coletados, os valores nominais do primeiro circuito analisado, que alimenta oito condensadoras, foram: média de 78,736kW de potência elétrica, média de 272,6 kW de potência térmica e EER de 3,462. Já o segundo circuito, que possui quatro condensadoras ligadas, apresentou média de 46,018 kW de potência elétrica, média de 163,5 kW de potência térmica e média de 3,553 de EER. Salienta-se que todos esses valores de medições possuem desvio padrão igual a zero.
O fator de potência médio medido foi 0,936 indutivo, portanto superior ao fator
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Tab. VII – Custo da substituição do sistema convencional por sistema VRF no edifício da ECT, mantendo inalterada a potência térmica instalada Tecnologia Expansão direta VRF
Capacidade térmica instalada (BTU/h) 5 667 000 6 099 900 Investimento (R$) 1 070 716,40 2 514 783,55 Horas de operação/ano 3 117,65 3 117,65 Potência nominal (kW) 663,60 492,58 Fator de carregamento (%) 50,72 40 Consumo anual (kWh) 1 049 273,00 614 281,84
mínimo exigido de 0,92 (Aneel, Resolução Normativa no 414/2010 [11]). O fator médio de desequilíbrio é de 0,39%, abaixo do máximo recomendado (Prodist [6]). O fator de carregamento de potência do sistema VRF foi, em média, de 12% em relação à potência nominal, sendo o valor máximo registrado de 22,61%. O consumo médio diário foi de 121,47 kWh. A taxa de distorção harmônica média, verificada pelo ESB-SAGA 4500, foi de 27%. E, por último, o EER nominal para essa instalação foi de 3,51 e sua classificação da eficiência energética é “A” (Portaria no 410/2013, Inmetro [10]). Os valores de consumo e despesas referentes à instalação do VRF para esse edifício são apresentados na tabela II.
Os dados referentes ao fator de carregamento percentual correspondem a valores percentuais das potências de carga absorvidas.
Avaliação das medições elétricas
Discutem-se aqui os resultados das medições realizadas, como também projeções de substituições de climatização em edifícios que não possuem os sistemas VRF instalados.
Fator de potência
Os fatores de potência e os tipos de climatização dos edifícios analisados são apresentados na tabela III. Pode-se observar que ambos os edifícios apresentam fator de potência superior ao mínimo exigido pela Resolução Normativa no 414/2010 da Aneel [11], que é 0,92. Isto se deve ao correto dimensionamento do banco de capacitores, de modo que, em situações de carga mínima, a energia reativa é compensada satisfatoriamente.
Com relação ao fator de carregamento, o do edifício com instalação de climatização com sistema VRF foi inferior a 40%, indicando que os motores elétricos funcionam com potência muito aquém da nominal, fato que conduz à redução considerável do fator de potência. No entanto, essa energia reativa gerada no caso de funcionamento com pouca carga seria compensada pelos filtros híbridos, no caso de sistemas VFR, o que conduz à elevação dos fatores de potência para esse sistema de climatização.
Desequilíbrios de tensão
Os fatores de desequilíbrio de tensão, medidos em cada edificação, são apresentados na tabela IV.
Ambos os edifícios têm fator de desequilíbrio inferior a 3%, que é o fator máximo recomendado pelo Prodist. Mesmo assim, o maior fator ocorreu na ECT, pois a maioria dos aparelhos de ar condicionado instalados é monofásica, contribuindo, desse modo, para o desbalanceamento da instalação elétrica.
Ademais, a aplicação de filtros híbridos em sistemas VRF também compensa desequilíbrios de tensão, visto que o fator de desequilíbrio na instalação do IFF foi inferior a 0,5%. Este fato também contribui
Tab. VIII – Análise do investimento com a instalação do sistema VRF na ECT para potências térmicas próximas Diferença de investimento (R$) 1 444 067,15
Retorno anual (R$) 159 049,07 Tempo de retorno (anos) 9,08
Tab. IX – Projeção para substituição da climatização na ECT para VRF, com adequação da potência instalada Tecnologia Expansão direta VRF
Capacidade térmica instalada (BTU/h) 5 667 000 4 861 300 Investimento (R$) 1 070 716,40 2 066 873,44 Horas de operação/ano 3 117,65 3 117,65 Potência nominal (kW) 663,60 389,14 Fator de carregamento (%) 50,72 40 Consumo anual (kWh) 1 049 273,00 485 867,46
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para o adequado desempenho dos motores elétricos e para a manutenção da qualidade de energia elétrica nas instalações.
Taxas de distorção harmônica
As taxas de distorção harmônica verificadas foram 27,53% no IIF e 12,01% na ECT, superiores aos valores recomendados pelo Módulo 8 do Prodist [6], que é de 10% para harmônicos de tensão. Os valores supracitados foram resultantes dos cálculos de distorção harmônica (TDH%) realizados via software do analisador ESB-SAGA 4500. Além disso, segundo Correia [12], a presença de harmônicos em uma instalação conduz à redução do fator de potência, afetando demasiadamente o desempenho dos motores elétricos e as demais cargas da instalação. Esses efeitos deveriam ocorrer, principalmente, no edifício do IIF, caso o sistema instalado estivesse tão harmonicamente distorcido. Mas não ocorrem, visto que as cargas ali instaladas
Tab. X – Análise do investimento com a instalação do sistema VRF na ECT para potências térmicas próximas Diferença de investimento (R$) 996 157,04
Retorno anual (R$) 206 215,71 Tempo de retorno (anos) 4,83
estão em pleno funcionamento há anos e são constantemente utilizadas.
Verificação de eficiência do sistema VRF
A partir da análise “por unidade” (ou p.u.), é possível verificar se os edifícios com sistemas VRF instalados são energeticamente mais eficazes em comparação com os demais edifícios situados no Campus Central. O edifício escolhido para atribuir a potência de base foi o da ECT, por apresentar a maior capacidade de refrigeração nominal.
Observando-se a tabela V, que mostra as despesas anuais de consumo de energia elétrica, nota-se que, na hipótese em que a potência medida seja a mesma para todos os edifícios, aquele que possui o sistema VRF apresenta despesa de energia elétrica menor que o edifício com sistema de expansão direta. Esse fato atesta que o sistema VRF utiliza energia de forma mais eficiente.
Projeção para substituição das instalações de climatização na ECT
A tabela VI apresenta o resumo do custo de substituição da atual instalação de climatização no edifício da ECT pelo sistema VRF, tendo por base as despesas de consumo de energia elétrica e os investimentos necessários.
A tabela VII estabelece comparações entre as instalações do sistema atual e o custo de substituição por um sistema VRF, na hipótese de que não haja alteração significativa da capacidade térmica atualmente instalada.
A viabilidade econômica da instalação do sistema VRF na ECT foi analisada levando em consideração as diferenças de capital investido, o retorno
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do investimento e o tempo de retorno, conforme a tabela VIII [5]. Observese que a potência térmica instalada é praticamente a existente no sistema convencional.
Ainda que o tempo retorno seja longo, de até nove anos, a carga de climatização seria reduzida preservando-se o conforto térmico, o que conduz a uma compensação financeira mais célere.
Na hipótese de adequação para a potência térmica requerida pelo sistema VRF, ocorre uma significativa redução das potências térmica e elétrica requeridas, conforme tabela IX, além da redução também muito importante do custo da energia elétrica consumida.
O tempo de retorno do investimento neste caso está apresentado na tabela X, onde se verifica considerável redução em relação à tabela VIII.
Conclusões
Conclui-se que, do ponto de vista técnico, todos os indicadores de qualidade da energia com a aplicação do sistema VRF são muito superiores aos do sistema convencional, o que torna o primeiro muito mais atrativo.
Já a análise econômica apresentou um quadro de redução significativa das despesas anuais com energia elétrica quando usado o sistema VRF. No processo de substituição do sistema convencional pelo sistema VRF, mesmo considerando o custo inicial mais elevado, o tempo de retorno do investimento adicional é baixo, seja mantendo-se a energia térmica do edifício, seja reduzindo-se essa potência pela maior eficiência dos sistemas VRF. Convém considerar, portanto, a possibilidade de utilização inicial de sistemas VRF ou mesmo seu emprego em substituição a sistemas convencionais já em operação.
Agradecimentos – Os autores agradecem à Comissão Interna de Conservação de Energia - CICE da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Referências
[1] Goetzler, W. (2007): Variable Refrigerant Flow System. Ashrae Journal, 49(4), 24-31. [2] Futani, T. and Shida, Y. (1994): Study on High-Efficiency Brushless DC Motor for Compressor. International Compressor Engineering Conference. Paper 1062. Disponível em http://docs.lib.purdue.edu/icec/1062. [3] Costa, TC.C., Costa, T.C., Auroca, L.B.P., Almeida, A.G.S., and Carneiro, M.C. (2012): Análise técnica e econômica de um sistema de ar condicionado com fluxo de refrigerante variável. In VII CONNEPI – Congresso Norte Nordeste de Pesquisa e Inovação. [4] Rebelatto, D. (2004): Projeto de Investimento. Editora Manole Ltda. [5] Bezerra, H.B.S. (2018): Levantamento e Diagnóstico de Sistemas de Refrigeração Ambiental e Proposta de Melhoria de Eficiência para Edificios do Campus Central da UFRN. Dissertação, Mestrado Profissional em Energia Elétrica, UFRN, Brasil. [6] ANEEL. (2018): Módulo 8 PRODIST Revisão 8. Brasília: Agência Nacional de Energia Elétrica. [7] Budeanu, C. (1927): Puissances réactives et fictives. Institut Nacional Roumain. Bucharest. Romania. [8] Leão, R. et al. (2014): Harmônicos em sistemas elétricos. 1a Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, Ed. Campos. [9] Portaria Interministerial n°323 (2011): Programas de metas para condicionadores de ar. Ministério de Minas e Energia. [10] Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia – Inmetro (agosto de 2013) – Portaria n o 410. [11] ANEEL, R.N. 414/2010. Brasília: Agência Nacional de Energia Elétrica. [12] Correia, P.J.F. (2007): O Impacto dos Problemas de Qualidade de Energia em Instalações Elétricas - O caso Particular das Perturbações Harmônicas. Faculdade de Ciência e Tecnologia, Universidade de Coimbra.
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Stephan Schultz, da R. Stahl (Alemanha) O tipo de proteção segurança intrínseca abrange uma ampla paleta de aplicações e estende-se atualmente de um simples cabeamento ponto-a-ponto até a automação digital em ambiente de Indústria 4.0. Soluções de proteção intrinsecamente seguras possibilitam aquisição de dados diretamente em áreas classificadas, reduzem o volume de instalações, e permitem intervenções para teste ou manutenção com o equipamento em operação.
Já se passaram cerca de 50 anos desde a introdução dos primeiros dispositivos de segurança intrínseca e das respectivas barreiras de segurança. A tecnologia evoluiu, mas características típicas como o sinal analógico 4–20 mA permanecem em uso (figura 1). A multiplicidade e a diversidade das aplicações expandiram-se continuamente. O tipo de proteção por segurança intrínseca (Ex i) está amplamente disseminado.
Manuseio durante a operação
O princípio de proteção da segurança intrínseca consiste em limitar a energia de um circuito a um valor abaixo do limite inferior de ignição, de modo que centelhas ou efeitos térmicos deixem de representar uma fonte de ignição. Portanto, este princípio abrange sempre uma combinação de fonte de tensão e de corrente, equipamento e cabo. Desta forma é alcançado um alto nível de segurança que, desde que adequadamente dimensionado, permite a aplicação até mesmo em áreas de zona 0 com alto risco de explosão. Outra facilidade do tipo de proteção por segurança intrínseca é que ele não requer encapsulamento especial, como é exigido, por exemplo, nos tipos de proteção Ex d e Ex p. Os invólucros devem satisfazer, porém, aos requisitos do ambiente, que na realidade coincidem com os do tipo de proteção Ex e. Para circuitos intrinsecamente seguros, podem ser utilizados geralmente prensa-cabos e conectores de encaixe industriais, o que se mostra vantajoso, por exemplo, nas aplicações de Ethernet ou comunicação sem fio.
Em particular, é prático o manuseio de equipamentos com proteção Ex i durante a operação. Ampliações ou reparos podem ser executados sob tensão (hot work) em áreas potencialmente explosivas, bem como pode-se inserir ou extrair tais equipamentos sem o desligamento completo das instalações ou parte delas
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(hot swap). Esta característica é muito útil para localização de defeitos ou troca de componentes.
Fundamentos da segurança intrínseca
Para circuitos intrinsecamente seguros, valem os requisitos das normas DIN EN IEC 60079-11 [1] e DIN EN IEC 60079-25 [2] para a proteção de equipamentos, bem como para a montagem e ensaios de equipamentos elétricos intrinsecamente seguros. Os valores máximos admissíveis de tensão e intensidade de corrente para garantir segurança intrínseca são determinados por meio de curvas limite de ignição. Há uma curva para cada grupo de explosão. Um circuito é tido como intrinsecamente seguro quando os pares de valores de tensão e corrente localizam-se abaixo da curva limite de ignição da atmosfera explosiva pertinente. Para aplicação em zona 1 ou 0, o valor admissível deve ser reduzido por um fator de segurança 1,5. Por exemplo, um dispositivo elétrico intrinsecamente seguro com uma fonte de tensão de 30 V, destinado à instalação em atmosfera do grupo IIC, zona 1, pode ser alimentado com no máximo 102 mA (figura 2).
Para aplicação em zona 0, estes valores de corrente e de tensão de um equipamento com circuitos de segurança intrínseca ainda devem ser mantidos perante a ocorrência de duas faltas. Para circuitos em zona 1, é necessário mantê-los perante uma falta, e para zona 2 é suficiente mantê-los em operação normal.
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Fig.1 – Circuito típico Ex i para uma aplicação 4–20 mA
De acordo com o local de instalação (zona 0, 1 ou 2), a designação Ex i é complementada por um sufixo a, b ou c. Tal complemento especifica também o nível de proteção do equipamento (Equipment Protection Level – EPL) para aplicação em zona 0, 1 ou 2 (tabela I). O referido EPL, classificado como Ga, Gb ou Gc, é indicado no certificado de ensaio de tipo e na placa de características do equipamento.
Seleção dos equipamentos
Na fase de projeto, o equipamento é selecionado com base na classificação da zona e nas características previstas da atmosfera explosiva (classe de temperatura, grupo de explosão). Esta etapa não se diferencia muito do procedimento para aplicação de componentes que apresentam outros tipos de proteção Ex. Contudo, uma particularidade é que a ligação elétrica entre um equipamento de campo intrinsecamente seguro e o sistema de auto-
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mação geralmente requer um dispositivo que separa o circuito intrinsecamente seguro do circuito “normal”. Isto implica a necessidade de compatibilizar dois dispositivos.
Comprovação da segurança intrínseca
Antes da colocação em serviço de um circuito intrinsecamente seguro é necessário comprovar a segurança intrínseca de acordo com a norma DIN EN IEC 60079-14 [3], a fim de assegurar que a fonte, o cabo e o equipamento atendam às prescrições da norma no quesito interconexão. Para tanto, os valores de tensão e corrente, bem como a bateria, são avaliados com suas capacitâncias e indutâncias. Desde que a tensão, a corrente e a potência (U0, I0 e P0) não superem os valores de entrada do equipamento conectado (Ui, Ii e Pi), e as capacitâncias e indutâncias da carga (Ci, Li) e do cabo (CC, LC) não ultrapassem os limites de C0 e L0, a comprovação da segurança intrínseca é simples.
Esta comprovação deve ser documentada (figura 3), sendo que os valores comprobatórios se encontram nos manuais de operação do respectivo equipamento. Para os cabos podem ser adotados os parâmetros da folha de dados, ou valores típicos da norma. O valor final depende do comprimento do cabo.
Algo mais complexa é a comprovação de equipamentos sob influência simultânea da capacitância e da indutância (Ci, Li). Nestas circunstâncias, o usuário pode recorrer aos valores da fonte para esta aplicação, ou dividir os valores limite para C0 e L0 conforme a regra dos 50%. Casos singulares de maior complexidade — por exemplo, circuitos alimentados por múltiplas fontes — demandam um cálculo detalhado, que deve ser executado por especialistas.
Exceção: equipamentos simples
Para o tipo de proteção segurança intrínseca, determinados equipamentos considerados “simples” podem ser instalados sem o certificado de ensaio de tipo da União Europeia (EU). No entanto, esta opção exige cautela, porque pressupõe uma avaliação própria completa desses dispositivos, tais como chaves, LEDs, termopares, ou termômetros de resistência Pt100, de acordo com DIN EN IEC 60079-0 [4] e DIN EN IEC 60079-11 [1]. Conforme o tipo, devem ser avaliados fatores como o desempenho térmico, isolamento contra terra, grau de proteção IP, e diversos outros. O resultado desta avaliação deve ser registrado por escrito. (Perícias desta natureza podem ser executadas por empresas especializadas.)
Variantes de instalação
Entre os requisitos de instalação centrais formulados pela DIN EN IEC 60079-14 [3] para circuitos com segurança intrínseca, figura a proteção contra penetração de energia adicional, por exemplo, por indução de tensões de chaveamento ou outros acoplamentos eletromagnéticos. Portanto, além da correta identificação e instalação dos cabos, devem ser contempladas as distâncias de separação entre partes elétricas condutoras de circuitos de segurança intrínseca e outros sem segurança intrínseca.
Fibras ópticas inerentemente seguras
Para transmissão de sinais digitais a longa distância, cabos de fibra óptica constituem uma alternativa aos cabos de cobre. Dependendo da fibra de vidro utilizada é possível cobrir distâncias de até 30 km livre de perturbações. Para aplicação em ambientes Ex, há diversos tipos de proteção disponíveis. Os fundamentos da radiação inerentemente segura (Ex op is) guardam muitas similaridades com a segurança intrínseca. Este tipo de proteção limita a energia óptica com risco potencial de ignição, mesmo sob condições de falha, a um nível sem risco de ignição. Considerando que fibras ópticas com proteção Ex podem ser ligadas ou separadas
Fig. 2 – Curvas limite de ignição conforme DIN EN IEC 60079-11 [1]. Para 30 V resulta uma corrente máxima de 102 mA para o grupo IIC na zona 1.
Tab. I – Requisitos específicos para o nível de segurança e seleção da segurança intrínseca do circuito conforme a zona Local de aplicação EPL Nível de segurança Ignição não ocorre Segurança intrínseca
Zona 2 Gc Normal Em operação livre de falha ic Zona 1 Gb Alto Em operação livre de falha e com uma falha ib Zona 0 Ga Muito alto Em operação livre de falha e com duas falhas ia
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Fig. 3 – A comprovação da segurança intrínseca deve ser documentada
durante a operação, os serviços de instalação, reforma e manutenção podem ser realizados de modo descomplicado e econômico.
Sistemas sem fio em áreas Ex
Principalmente em instalações temporárias, ou em reformas de redes, e para intercâmbio de dados com dispositivos móveis, a comunicação por rádio é uma solução aprovada. Entre outras possibilidades, há no mercado uma opção que permite atualizar o desempenho de pontos de acesso WLAN convencionais, e outros componentes de rede, para aplicação em áreas classificadas. Além disso, isoladores de alta frequência podem converter sinais de rádio em sinais intrinsecamente seguros, capazes de operar em ambiente Ex com qualquer antena padrão industrial.
Referências normativas DIN EN IEC ABNT correspondente
[1] DIN EN IEC 60079-11 ABNT NBR IEC 6007911:2013 Versão corrigida:2017 - Atmosferas explosivas - Parte 11: Proteção de equipamento por segurança intrínseca “i” [2] DIN EN IEC 60079-25 ABNT NBR IEC 6007925:2021 - Atmosferas explosivas - Parte 25: Sistemas elétricos intrinsecamente seguros [3]DIN EN IEC 60079-14 ABNT NBR IEC 6007914:2016 Versão corrigida:2018 - Atmosferas explosivas - Parte 14: Projeto, seleção e montagem de instalações elétricas [4] DIN EN IEC 60079-0 ABNT NBR IEC 600790:2020 - Atmosferas explosivas - Parte 0: Equipamentos - Requisitos gerais
Artigo publicado originalmente na revista alemã de – das Elektrohandwerk, edição 22/2020. Copyright Hüthig GmbH, Heidelberg e München. www.elektro. net. Publicado por EM sob licença dos editores. Tradução e adaptação de Celso Mendes.
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Revendedores e distribuidores de material elétrico
Da Redação de EM Instaladas em 17 Estados do Brasil, 186 lojas apresentam aqui sua oferta de dispositivos de manobra e proteção BT, componentes para linhas elétricas e distribuição terminal, produtos para comando e controle, lâmpadas e luminárias, sistemas de para-raios, ferramentas, UPS, instrumentos, produtos para sistemas fotovoltaicos, etc. As de São Paulo estão divididas em dois grupos: Grande São Paulo (SP-G) e Interior (SP-I).
Empresa Telefone E-mail UF Componentes BT Linhas elétricas Distribuição terminal Comando, controle Iluminação
Painel e quadro BT Minidisjuntor Disjuntor caixa moldada Dispositivos DR (1) DPS (2) Fusível Seccionador (3) Fio/cabo isolado BT Conector, terminal Abraçadeira (4) Eletroduto (5) Canaleta, perfilado Outras linhas (6) Caixas (7) Plugue e tomada
Predial Industrial Interruptor (8) Botão, sinalizador Relé fotoelétrico Minuteria (9) Dimmer Sensor presença (10) Contator, relé (11) Chave partida (12) Lâmpada fluorescente Lâmpada halógena Lâmpada LED Luminária (13) Luminária LED (13) Reator
Outros
Iluminação emergência Pára-raio predial (SPDA) Capacitor (14) Ferramentas elétricas Instrumentos (15) UPS (16) Produtos p/ gerenciamento de energia Produtos fotovoltaicos (17)
Plug Eletricidade – (82) 98836-8081 plugeletricidade@uol.com.br AL ••••••••••••••• • •••••••••••••••••••• • BA Elétrica – (92) 9997-4023 sac@baeletrica.com.br AM •••••••••••• •• • •••••••••••••••••••• • •
Conecta – (75) 3623-1738 conecta.mat.eletrico@hotmail.com BA • •• ••••• •• • ••• •••••••••••• • Costa Bahia – (71) 99125-5701 costabahia@costabahianet.com.br BA • • • • • ••••••• ••• • Enetel – (71) 98131-4025 comercial@enetel.com.br BA • • • •• • Geração Elétrica – (77) 98845-8667 jorge.timbo@gmail.com BA ••••• •• • •• • ••• •••• •• • • Novamat – (75) 3603-5750 novamat@fsonline.com.br BA ••••• ••••• •• • • • • • • • •• Elétrica 109 – (61) 98667-1162 eletrica109@gmail .com DF •••••••••••••• • ••••••••••••••••••• W.L. – (61) 98292-0063 vendas@wlatacadista.com.br DF ••••••••••••••• • ••••••••••••••••••• • Alonso Materiais (28) 99985-9351 constrularmf@hotmail.com ES ••••• ••••• • • ••••••••••••••••
Eletro Life – (27) 3322-1358 eletrolife.es@gmail.com ES ••••• ••••• •• • • • • • •
Eletromix – (27) 98823-9788 compras@eletromixeletrico.com.br ES ••••••••••• •• • ••••••••••••••••••• Ematel – (27) 99316-5526 ematelcompras@gmail.com ES •• ••••••••• •• • ••••••••• ••••••••• • •
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Painel e quadro BT Minidisjuntor Disjuntor caixa moldada Dispositivos DR (1) DPS (2) Fusível Seccionador (3) Fio/cabo isolado BT Conector, terminal Abraçadeira (4) Eletroduto (5) Canaleta, perfilado Outras linhas (6) Caixas (7) Plugue e tomada
Predial Industrial Interruptor (8) Botão, sinalizador Relé fotoelétrico Minuteria (9) Dimmer Sensor presença (10) Contator, relé (11) Chave partida (12) Lâmpada fluorescente Lâmpada halógena Lâmpada LED Luminária (13) Luminária LED (13) Reator
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Evil-Eletro – (27) 3336-3003 evileletrovitoria@gmail.com ES ••••••••••••••• • •• • ••••••••••••• • Adeel – (62) 99103-7479 felipe.adorno@adeel.com.br GO •••• •••••• •• • ••• ••• • •••• Conexão Elétrico (62) 99968-4675 vendas@conexaoline.net GO ••••••••••••••• • ••••••••••••••••••• Dmais – (62) 8153-5145 dmais.multisolucoes@gmail.com GO ••••• ••••• •• • • •••• •••••••• • Eletroutil – (64) 99902-6585 candeialamp@mail.com GO •• • • •• •• • • Mega Electric – (62) 98565-3289 contato@megaelectric.com.br GO ••••••••••• •• • • • •••••• Tecnovolt – (64) 99992-5000 tecnovolt@tecnovolt.com GO •••••••••••• •• • ••• •••••••••••• • • Casa Elétrica Bambuí (37) 98831-1401 casaeletricabambui@yahoo.com.br MG ••••• •••••••• • ••• ••••••• Comercial Comag – (31) 3025-4250
Comercial Elétrica – (38) 99957-5125 financeiro.contas@hmmateriais. com.br MG ••••••••••••••• • ••• ••••••••••••• •
Delcoluz – (31) 99139-3751 fralan1@uol.com.br MG •• • • ••••• •• • • ••••• ••••••• ••
Diskmatel – (31) 3742-2503 diskmat@uol.com.br MG •••••• •••••••• • •••••••••••••••
Edilson Elétrica – (32) 3217-7712 vendas@edilsoneletrica.com.br MG ••••• •••••••• • ••• •• ••••••• • Elétrica Cidade – (34) 3256-4944 eletricacidade@eletricacidade.com.br MG ••••••••••••••• • •••••••••••••••• • Elétrica Jomana – (34) 99927-3178 eletricajomana@terra.com.br MG ••••••••••••••• • •••••••••••••••••••• • • Elétrica Minas – (37) 98813-0844 vendas@eletricaminas.com.br MG ••••• •••••••• • •••••••••••••••••••• • • Eletro Braga – (32) 3371-5926 eletrobragavendas@gmail.com MG •• ••• ••••• •• • • •••• •••••••• ••• Eletro Guimarães (32) 98453-1690 vendas@eletroguimaraesjf.com.br MG ••••• •••••••• • • •••••• • • • • Eletroferragens Lucas (31) 98618-5982 vendas@grupolucas.com.br MG •••••••••••• •• • ••••••••••••••• ••• Eletromac – (34) 99992-3363
Eletromuniz – (37) 98826-2320 vendas@eletromuniz.com.br MG •••••••••••••• • • •• • • • EletroVesp – (31) 99846-0951 eletrovesp.vendas@gmail.com MG ••••••••••••••• • ••••••••••••••• • • Eletrovidros – (35) 99979-0359 eletrovidros@yahoo.com.br MG •••••• •••••••• • ••••••••••••••••••
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Painel e quadro BT Minidisjuntor Disjuntor caixa moldada Dispositivos DR (1) DPS (2) Fusível Seccionador (3) Fio/cabo isolado BT Conector, terminal Abraçadeira (4) Eletroduto (5) Canaleta, perfilado Outras linhas (6) Caixas (7) Plugue e tomada
Predial Industrial Interruptor (8) Botão, sinalizador Relé fotoelétrico Minuteria (9) Dimmer Sensor presença (10) Contator, relé (11) Chave partida (12) Lâmpada fluorescente Lâmpada halógena Lâmpada LED Luminária (13) Luminária LED (13) Reator
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Eletrowatts – (34) 3312-1482 eletrowattsltda@hotmail.com MG •• •• ••••• •• • • ••••••• ••• ••• Exponencial – (31) 3317-5150 vendas@exponencialmg.com.br MG • • • • •• • Itaú Materiais Elétricos (31) 98652-2473 vendas5@itaueletrica.com.br MG ••••• •••••••• • • •• ••••••••
Loja Elétrica – (31) 3218-8000 lojaeletrica@lojaeletrica.com.br MG ••••••••••••••• • •••••••••••••••••••• • • Othon de Carvalho (31) 2103-3000 vendas@othondecarvalho.com.br MG ••••••••••••••• • •••••••••••••••••••• •
Projelmig – (33) 99907-4031 compras@projelmig.com.br MG ••••••••••••••• • •••••••••••••••••••• • Rei Materiais – (32) 99902-1326 wenceslau@reimatel.com.br MG ••••••••••••••• • ••••••••••••••• •• Sistel – (35) 98853-5221 vendas@sistelmaterialeletrico.com.br MG ••••• ••••••••• • ••••••••• ••••• •••• Sulminas – (35) 99198-2193 ademir@sulminasfiosecabos.com.br MG ••••••• • Universo Elétrico (31) 99958-1336 universo@universoeletrico.com.br MG ••••• •••••••• • ••••••••••••••••
Arpoador – (67) 99981-1846 arpoador.msi@terra.com.br MS •
Elétrica Zan – (67) 99675-1107 gerencia1@eletricazan.com.br MS •••••• •••••••• • ••••••••• •••••••••• • • Marques e Borba (67) 99981-9256 vendas@marqueseborba.com.br MS • ••••••• • •• •••• • • •
Dambros – (65) 99983-9534 vendas3@dambroseletrica.com.br MT • •• •••• • •
Eletro Fios – (65) 3618-2500 vendas@eletrofios.com.br MT ••••• •••••• •••••••••••••• •
Eletro Tartari – (65) 3637-8000 vendastartari@hotmail.com MT ••••••••••••••• • •••••••••••••••••••• • • Casa do Eletricista (93) 99192-4664 pg.c@hotmail.com PA •• ••• •• • ••• •• • •
Eletroshopping – (91) 98115-8836 contato@eletroshopping-pa.com PA ••••••••••••••• • ••••••••••••••••• • • Eletro Transol – (91) 3204-7700 vendasbelem@eletrotransol.com.br PA •••••• •• •••••••••••••••• • •
Fácil Construir – (91) 99208-6171 PA •• •• ••••• •• • • •• ••• • •• Reluz – (91) 99983-5837 reluzcapanema@hotmail.com PA ••••• ••••••••• • ••••••••••••••••••• • • Elétrica Lumens (81) 99521-1413 eletricalumens@gmail.com PE •••••••••••• •• • •••• •••••••••• •
Eletroflash – (81) 99411-9503 eletroflash@eletroflash.com.br PE ••••••• •• • • •••••••• •••• •
Empresa Telefone E-mail UF Componentes BT Linhas elétricas Distribuição terminal Comando, controle Iluminação
Painel e quadro BT Minidisjuntor Disjuntor caixa moldada Dispositivos DR (1) DPS (2) Fusível Seccionador (3) Fio/cabo isolado BT Conector, terminal Abraçadeira (4) Eletroduto (5) Canaleta, perfilado Outras linhas (6) Caixas (7) Plugue e tomada
Predial Industrial Interruptor (8) Botão, sinalizador Relé fotoelétrico Minuteria (9) Dimmer Sensor presença (10) Contator, relé (11) Chave partida (12) Lâmpada fluorescente Lâmpada halógena Lâmpada LED Luminária (13) Luminária LED (13) Reator
Outros
Iluminação emergência Pára-raio predial (SPDA) Capacitor (14) Ferramentas elétricas Instrumentos (15) UPS (16) Produtos p/ gerenciamento de energia Produtos fotovoltaicos (17)
Lukma Recife – (81) 99963 -7045 vendas@lukmarecife.com Portela Distribuidora (81) 3447-7004 supervisor.eletrica@portelanet.com.br Matec – (86) 3229-5565 matecteresina@gmail.com RS Elétrico e Solar (86) 99982-1209 vendas@rsinstalacoes.com Arandela – (41) 99153-2225 arandela@netpar.com.br PE ••••••• •• • • • •• •• • • ••• •
PE •••••••••••• •• • ••••••••••••••• ••• • •
PI ••••••••••••••• • •••••••••••••••••••• • •
PI ••••••••••••••• • •••••••••••••••••••• • •
PR ••••• ••••• •• • ••• ••• •
Ceigon – (47) 3023-4466 vendas@ceigon.com.br PR ••••••••••••••• • ••••••••••••••••• •
Comag – (43) 99618-4262 comercial@comagcondutores.com.br PR • •
Coprosid – (44) 99996-4302 coprosid@coprosid.com.br Dínamo – (45) 98404-4884 vendas@dinamo.eng.br PR ••••••••••••••• • ••••••••••••••••
PR ••••••••••••••• • •••••••••••••••••••
Elétrica Dínamo – (41) 99924-2114 vendas@eletricadinamo.com.br PR •••••••••••• •• • •••••••••••••••••••• • • Eletro Painel – (44) 99949-2397 eletropainel@eletropainel.com.br PR ••••••••••••••• • ••••••••••••••••• •• • • Eletro São Marcos (41) 9714-0075 eletrosaomarcos@yahoo.com.br PR • •••• •••••••• • ••••••••••••••• ••
Eletrotrafo – (43) 3520-5000 vendas@eletrotrafo.com.br PR ••••••••••••••• • •••••••••••••••••••• • •
GHG Materiais – (42) 99978-0165 vendas@eletricaghg.com.br PR ••••••••••••••• • ••••••••• ••••••••• Loja Thoms – (42) 99827-2611 atendimento@thoms.com.br PR •••••••••••• •• • •••••••••••••••••••• • Onix – (44) 3233-8500 comercial@onixcd.com.br PR •••••• • •• •• • • •
Patoeste – (42) 3621-3366 roberto@patoeste.com.br PR •••••• •• •• •• • ••••••••• • ••••••• • •
Polilux – (41) 99107-7703 polilux@hotmail.com PR
Promercado – (41) 98409-5401 vendas@promercado.com.br PR •••
Rede Compacta – (41) 3083-1700 redecompacta@redecompacta. com.br PR ••••••••••••••• • • • • • •••••
Arbeit – (21) 99783-6762 siebra@arbeiteletrica.com.br RJ •••••• • • ••••••• • ••• • Eletro Ferragens Souza Claudio (21) 2710-2233 – ajms777@gmail.com RJ • • • • ••• ••••••• Eletrofor Conecta – (21) 96486-3328 eletroforconecta@hotmail.com RJ ••••••••••••••• • ••••••••••••••• • •
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Predial Industrial Interruptor (8) Botão, sinalizador Relé fotoelétrico Minuteria (9) Dimmer Sensor presença (10) Contator, relé (11) Chave partida (12) Lâmpada fluorescente Lâmpada halógena Lâmpada LED Luminária (13) Luminária LED (13) Reator
Outros
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Ledlight – (21) 96423-7293 ledlight@uol.com.br Loufan – (21) 99536-6728 vendas@loufan.com.br RJ ••••••••••••••• • •••••••••••••••••••• • •
RJ •••• •••••••••• • ••• ••• • • •
Lumina – (21) 99599-1958 vendas@luminagroup.com.br RJ •••••••••••• •• • •••• ••• ••• • Polar Componentes (22) 99205-1539 vendas@polarb2b.com RJ ••• • •••• •• • ••• ••••••••• •• Prime Elétrica – (21) 97205-8066
Ivanlux – (84) 99928-0213 vendas@ivanlux.com.br Sol Comercial – (84) 9623-3838 sol.ilumina@uol.com.br CBM – (51) 3714-2122 cbm@cbmlajeado.com.br CCM Automação (53) 99972-9233 vendas@ccmautomacao.com.br RN ••••••••••••••• • ••••••••••••••••••• • •
RN •••••• •••••••• • ••• ••••••••• ••••••
RS •••••••••••• •• • •••••••••••••••• • •
RS ••••••••••••••• • •••••• •••••••••••••
Celetro – (54) 99154-8708 celetro@celetrocaxias.com.br RS ••••••••••••••• • ••••••••••••••• • • • • Cigame – (51) 3356-5555 vitor.ledur@cigame.com.br RS ••••••••••••••• • ••••••••••••••••• •
DT Telecom – (51) 3429-3654 comercial@dttelecom.com.br RS •••
Elétrica Porto Alegre (51) 98311-9382 r.treichel@terra.com.br RS •••••••••••• • • •••••••• • • •
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Painel e quadro BT Minidisjuntor Disjuntor caixa moldada Dispositivos DR (1) DPS (2) Fusível Seccionador (3) Fio/cabo isolado BT Conector, terminal Abraçadeira (4) Eletroduto (5) Canaleta, perfilado Outras linhas (6) Caixas (7) Plugue e tomada
Predial Industrial Interruptor (8) Botão, sinalizador Relé fotoelétrico Minuteria (9) Dimmer Sensor presença (10) Contator, relé (11) Chave partida (12) Lâmpada fluorescente Lâmpada halógena Lâmpada LED Luminária (13) Luminária LED (13) Reator
Outros
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Eletro-Star – (51) 99839-6876 eletrostar1982@terra.com.br RS • •• • ••••
Eletrofar – (54) 3401-3000 eletrofar@eletrofar.com.br RS ••••••••••••••• • •••••••••••••••••••• • •
Eletronor – (54) 98148-3800 suporte.comercial@eletronor.com RS ••••••••••••••• • •••••••••••••••• •• Esprex – (51) 99977-5977 mozar@ciadaslampadas.com.br RS ••••• •••••••• • • ••••••••••••• • Gasima – (51) 99859-4350 contato@gasima.com.br RS ••••••••••••••• • •••••••••••••••••••• • • Instalbento – (54) 99918-0878 instalbento@terra.com.br RS ••••• •••••••• • ••• • ••••• ••• JR Eletro – (51) 3496-1025 jr@jreletrors.com.br RS ••••• ••••••••• • ••• ••• •••• Magnani & Cia – (54) 4009-5255 contato@magnani.com.br RS ••••• ••••••••• • ••••• •• ••• •••••• • • Plenobrás – (51) 2101-6800 vendas@plenobras.com.br RS ••••••••••••••• • •••••••••••••••••••• • • Precimech – (51) 99894-6381 vendas@precimech.com.br RS ••••••• • ••• •• • • Real Center – (51) 99953-5916 realcenternh@realcenter.com.br RS ••••••••••••••• • ••••••••••••••••• • SOS Iluminação – (51) 99991-5278 sosiluminacao@outlook.com RS • • • •• • • • •••
Teutoluz – (51) 98441-8772 cristiano@teutoluz.com.br RS ••••••••••••••• • ••••••••••••••••••• •
Thobe – (51) 98444-6839 thobeltda@terra.com.br RS •• • •
Trento – (54) 99112-1604 comercial@trentocomercial.com.br RS ••••••••••••••• • ••••••••••••••••••• • • Zini – (51) 98202-1111 zinieletro@yahoo.com.br RS ••••• •••••••• • •••••••••••••••••••• • •
Chapecó – (49) 99911-4176 chapecocme@chapecocme.com.br SC ••••••••••••••• • ••••••••••••••••••• Coisarada – (49) 3251-9000 coisarada@coisarada.net SC ••••••••••••••• • •••• ••• •• •••
Elétrica Neuber – (47) 98464-6946 eletricaneuber@netuno.com.br SC •••••• •••••••• • ••••••••• ••• • • • Elétrica TF – (47) 3622-8615 eletricatf@hotmail.com SC •• •• ••••• •• • • • ••••••••• • • • Eletrogêneo – (48) 99133-8173 carlos.contessi@terra.com.br SC ••••••••••••••• • •••••••• •••• ••• • • Hiletrolar – (47) 9848-2544 hiletrolar@hiletrolar.com.br SC ••••• •••••••• • ••• •• •••••••• •
Ilumisul – (47) 3368-5202 vendas.it@ilumisul.com.br SC ••••••••••••••• • ••••••••••••••••••••
Luminus – (49) 3321-3810 luminus@luminusnet.com.br SC ••••••••••••••• • •••••••••••••••••••• •
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Empresa Telefone E-mail UF Componentes BT Linhas elétricas Distribuição terminal Comando, controle Iluminação
Painel e quadro BT Minidisjuntor Disjuntor caixa moldada Dispositivos DR (1) DPS (2) Fusível Seccionador (3) Fio/cabo isolado BT Conector, terminal Abraçadeira (4) Eletroduto (5) Canaleta, perfilado Outras linhas (6) Caixas (7) Plugue e tomada
Predial Industrial Interruptor (8) Botão, sinalizador Relé fotoelétrico Minuteria (9) Dimmer Sensor presença (10) Contator, relé (11) Chave partida (12) Lâmpada fluorescente Lâmpada halógena Lâmpada LED Luminária (13) Luminária LED (13) Reator
Outros
Iluminação emergência Pára-raio predial (SPDA) Capacitor (14) Ferramentas elétricas Instrumentos (15) UPS (16) Produtos p/ gerenciamento de energia Produtos fotovoltaicos (17)
P&R Automação – (47) 99148-5148 vendas@perautomacao.com.br SC ••••••• • • • •• Rossi Materiais – (47) 98807-7338 gerencia@rossimateriaiseletricos. com.br SC ••••••••••••••• • •••••••••••••••••
Solar Materiais – (49) 98818-4821 solar.concordia@hotmail.com SC •••••• ••••• •• • ••••••••• • • ••• Tecnoeletro – (48) 3525-0441 comercial@tecnoeletro.com SC ••••••••••••••• • •••••••• •••••••• •• • • Womatel – (47) 98431-8566 vendas@womatel.com.br SC ••••••••••••••• • ••••••••••••• • • • •
Accesso – (11) 98890-2938 atendimento@accessoinfra.com.br SP-G •
Andra – (11) 95270-7000 andra@andra.com.br Brás Distribuidora (11) 99404-5515 vendas@brasdistribuidora.com.br SP-G ••• ••••••••••• • •••••••••••••••••••• • •
SP-G ••••••••••••••• • ••••••• •••••••••••• • •
Casa Ferreira – (11) 94834-5141 contato@casaferreira.com.br SP-G ••• •••••• • •• • •••••••• • • •• Coeme – (11) 99894-6694 coemeengenharia@yahoo.com.br SP-G •• ••••••• •• • • ••••• ••••••• Comercial Elétrica – (11) 2723-8233 vendas@aricanduva.com SP-G •••••••••••• •• • ••••••••••••••••• Comercial Panuncio (11) 98458-9960 cpanuncio@terra.com.br SP-G ••••••••••••••• • ••••••••• ••••••• • • • Dimensional Centelha (11) 95540-7990 jorge.anjos@dimensional.com.br SP-G ••••••••••••••• • ••••••••••••••• Elbran – (11) 98420-8810 contato@elbran.com.br SP-G ••••• ••••••••• • ••••••••••••••• •• Elétrica Osnil – (11) 94764-5551 osfeld@osnil.com.br SP-G ••••••••••••••• • ••••••••••••••• ••• Elétrica Paulista – (11) 97174-0850 andre@paulistalampadas.com.br SP-G •• • •• ••••••• • Elétrica Zona Norte (11) 94763-5676 eletricazonanorte@gmail.com SP-G ••••••••••••••• • •••••••••••••••••••• • • Eletro Terrível – (11) 3959-6872 atendimento@eletroterrivel.com.br SP-G • • • ••••••• • Etelmaster – (11) 95671-6336 vendas@etelmaster.com.br SP-G • ••• Façanha Eletrônica (11) 97236-7230 facanha@facanhaeletronica.com.br SP-G • Giamar Iluminação (11) 95050-8584 contato@giamar.com.br SP-G ••••• •••••••• • •••••••• •••••• •• • Glolani – (11) 2294-1133 glolani@glolani.com.br SP-G ••••••••••••••• • ••• •••• ••• ••
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Empresa Telefone E-mail UF Componentes BT Linhas elétricas Distribuição terminal Comando, controle Iluminação
Painel e quadro BT Minidisjuntor Disjuntor caixa moldada Dispositivos DR (1) DPS (2) Fusível Seccionador (3) Fio/cabo isolado BT Conector, terminal Abraçadeira (4) Eletroduto (5) Canaleta, perfilado Outras linhas (6) Caixas (7) Plugue e tomada
Predial Industrial Interruptor (8) Botão, sinalizador Relé fotoelétrico Minuteria (9) Dimmer Sensor presença (10) Contator, relé (11) Chave partida (12) Lâmpada fluorescente Lâmpada halógena Lâmpada LED Luminária (13) Luminária LED (13) Reator
Outros
Iluminação emergência Pára-raio predial (SPDA) Capacitor (14) Ferramentas elétricas Instrumentos (15) UPS (16) Produtos p/ gerenciamento de energia Produtos fotovoltaicos (17)
GP Cabling – (11) 2065-0800 contato@gpcabling.com.br SP-G • •
Heilind – (11) 3017-8797 sales@kotek.com.br SP-G • • • ••• • • • •••• •••
Iluminadora Transmontana (11) 2204-2129 daniel.dgp@hotmail.com JT Elétrica João Theodoro (11) 3816-5711 e.joaotheodoro@uol.com.br SP-G ••••••••••• •• •••••••••••• • ••
SP-G ••••••••••••••• • ••••••••••••••• ••
Lugo – (11) 98481-1712 vendas@lugo.com.br SP-G •
Manutronik – (11) 95628-4217 vendas@manutronik.com.br SP-G •••••• • • • •• • ••• • • Mastercabos – (11) 2341-3686 vendas@mastercabos.com.br SP-G • MD Policabos – (11) 3955-0550 vendas@mdpolicabos.com.br SP-G • •
Média Tensão – (11) 99455-5056 vendas@mediatensao.com.br SP-G • • •• Netuno – (11) 94076-7455 laerte@netunosp.com.br SP-G ••••••••••••••• • •••••••••••••••••••• • • Nobreak – (11) 96705-6795 contato@nobreakbrasil.com.br SP-G •
Noferco – (11) 3473-3913 orcamento@nofercoex.com.br SP-G ••••• •••••••• • ••• •••••••••• Panda Materiais – (11) 99133-2310 vendas@pandaeletrica.com.br SP-G ••••••••••••••• • •••••••••••••••• •• Pidegal – (11) 2973-4499 pidegal@pidegal.com.br SP-G ••••••••••••••• • •••••••••••••••••••
Portal – (11) 2067-4700 francisco@portaleletrica.com.br SP-G ••••••••••••••• • ••••••••••••••••• PWR – (11) 98181-9810 sergio@pwr.com.br SP-G • • • Revimaq – (11) 99989-8242 vendas@revimaq.com.br SP-G ••••••• • • •• • • • Salto Luz – (11) 4028-6946 danislei@saltoluz.com.br SP-G ••••••••••••••• • ••••••••• •••••• •• Santil Comercial – santil@santil.com.br (11) 3998-3000 SP-G •••••••••••• • •• •••• ••• •• Siro Materiais – (11) 3879-6100 luiz@siro.com.br SP-G ••••••••••••• ••••••• •• Sonepar – (11) 2165-8244 contato@sonepar.com.br SP-G ••••••••••••••• • •••••••••••••••••••• • Supereletrica – (11) 99448-0364 supereletrica@supereletrica.com.br SP-G ••••••••••••••• • •••••••••••••• •• •• • Union Sistemas – (11) 99357-2392 comercial@unionsistemas.com.br SP-G • • UPS Service – (11) 99971-3743 atendimento@upsservice.com.br SP-G ••••••••••••••• • •••••••• • •
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Empresa Telefone E-mail UF Componentes BT Linhas elétricas Distribuição terminal Comando, controle Iluminação
Painel e quadro BT Minidisjuntor Disjuntor caixa moldada Dispositivos DR (1) DPS (2) Fusível Seccionador (3) Fio/cabo isolado BT Conector, terminal Abraçadeira (4) Eletroduto (5) Canaleta, perfilado Outras linhas (6) Caixas (7) Plugue e tomada
Predial Industrial Interruptor (8) Botão, sinalizador Relé fotoelétrico Minuteria (9) Dimmer Sensor presença (10) Contator, relé (11) Chave partida (12) Lâmpada fluorescente Lâmpada halógena Lâmpada LED Luminária (13) Luminária LED (13) Reator
Outros
Iluminação emergência Pára-raio predial (SPDA) Capacitor (14) Ferramentas elétricas Instrumentos (15) UPS (16) Produtos p/ gerenciamento de energia Produtos fotovoltaicos (17)
Vextrom – (11) 3672-0506 atendimento@vextrom.com.br SP-G • • •
APE – (14) 99745-6525 vendas@apebauru.com.br SP-I ••••••• • • •••••••• • •• •
Contato Group – (16) 99607-0999 contato@contatogroup.com.br SP-I ••••••••••••••• • •••••••••••••••••••• • • Da Roz – (19) 97161-3612 vendas1@darozeletricidade.com.br SP-I ••••••••••••••• • •••••••••••••••••••• • Elétrica Noroeste – (17) 3422-6870 atendimento@eletricanoroeste.com.br SP-I •••••• •••••••• • •••••••••••••••••••• • • Elétrica Qualicerto (16) 99798-3939 atendimento@qualicerto.com.br SP-I ••••••••••••••• • ••••••••••••••••• • Eletricenter – (13) 99796-4665
Eletro Força – (18) 3271-3977 contato@eletroforca.com.br SP-I ••••••••••••••• • •••••••••••••••••••• • • Eletrocidade – (17) 99237-6710 vendas@eletrocidade.com.br SP-I ••••••••••••••• • ••••••••••••••••• •• • Eletrotó – (19) 99481-3355 eletroto@eletroto.com.br SP-I ••••••••••••••• • • ••••••••••••• •
Ferlin Gaona – (16) 98170-3339 material@ferlingaona.com.br SP-I ••••• •••••••• • ••••••• • ••••••• Galasso – (13) 97417-5469 galasso@galassosantos.com.br SP-I ••••••••••••••• • •••••••••••••••••• KVA – (17) 98192-0244 contato@kvamateriaiseletricos.com.br SP-I •••••• •••••• •• •• • • • LigBem – (19) 99659-0994 vendas@ligbem.com.br SP-I ••••••••••••••• • •••••••••••••••• ••• • Matesa – (19) 97412-6715 matesa@matesa.com.br SP-I ••••••••••••••• • ••••••••• ••• • Moino – (14) 99741-9769 contato@moino.com.br SP-I •••• • • • ••• •• • • Nardini – (19) 98877-3562 vendas@nardinieletrica.com.br SP-I •••••••• ••••• • •••••••••••••••••••• • • PWR – (17) 98808-6666 comercial@pwrnet.com.br Reducom – Energia (17) 99702-0054 reducon@terra.com.br SP-I ••••••• • • •• •• • •
SP-I ••••••••••••••• • • •• •
Servmontec – (16) 3961-4260 edson@servmontec.com.br SP-I •• • ••
Tecaut – (18) 99702-0367 guimaraes@tecaut.com.br SP-I •••••••••••• •• • ••••••••••••• •••• •
Notas: (1) Dispositivos de proteção diferencial-residual; (2) Dispositivos de proteção contra surtos; (3) Chaves seccionadoras de ação rápida, seccionadores-fusíveis e dispositivos correlatos; (4) Abraçadeiras, marcadores - para amarração e identificação de fios e cabos; (5) Eletrodutos e acessórios; (6) Eletrocalhas, bandejas, leitos; (7) Caixas de ligação, de passagem, conduletes; (8) Interruptores nas suas diferentes versões: simples, paralelo, intermediário; (9) Minuteria e temporizador; (10) Conjugado ou não com luz e/ou minuteria; (11) Relés térmicos e outros relés para proteção de motores; (12) Chaves de partida convencionais (partida direta, estrela-triângulo, compensadoras) e soft-starters; (13) Luminárias convencionais, projetores, spots, etc; (14) Para correção do fator de potência; (15) Amperímetros, multímetros, testadores de continuidade, medidores de isolamento, terrômetros, instrumentos multifunção, etc; (16) Sistemas de energia ininterrupta (no-breaks); (17).Módulos e/ou inversores FV. Obs.: Os dados constantes deste guia foram fornecidos pelas próprias empresas que dele participam, de um total de 1.533 empresas pesquisadas. Fonte: Revista Eletricidade Moderna, novembro/dezembro de 2021. Este e outros guias EM estão disponíveis on-line, para consulta.
Acesse www.arandanet.com.br/revista/em e confira. Também é possível incluir a sua empresa na versão on-line de todos estes guias.
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