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EM REVISTA Ano IV - nº 55|Setembro 2018
AQUI O PEDESTRE É RESPEITADO Com apoio e adesão dos moradores, a Associação promoveu uma campanha de conscientização para motoristas e pedestres no bairro. Foram 4 fins de semana de distribuição de material, palestras e a presença da equipe da Operação Lei Seca. Respeitar as leis de trânsito é obrigação de todos.
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EDITORIAL
É de pequeno que se aprende
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alvez essa seja a maior recomendação dos avós quanto à educação das crianças. Há ainda quem diga que “que é de pequeno que se torce o pepino”, mas ambas as frases passam a mensagem que a criança precisa de orientação para aprender e apenas assim será um cidadão de fato.
Sabe aquela máxima que diz “é no presente que se planta o futuro”? Pois é bem por aí mesmo. Os motoristas de amanhã aprenderam um pouco sobre o trânsito e que ele também é perigoso. Lembre-se que é preciso seguir regras, respeitar a lei e ser um cidadão que respeita a vida.
E foi isso que vimos nessa bela campanha de educação no trânsito. Os pequenos interagindo, brincando e aprendendo.
Parabéns a todos os envolvidos! Obrigado pela presença de cada morador que se prontificou a participar e levou os seus filhos. Acreditamos que avançamos quanto à educação no trânsito em nosso bairro.
Foram quatro fins de semana movimentados no bairro. Personagens, instrutores, equipe da Operação Lei Seca, muitos moradores e os pequenos participaram da ação.
A vida sempre pede passagem, por isso, respeite a faixa de pedestre.
ASCIJA
Curiosidade: os agricultores que cultivam os pepinos precisam dar a melhor forma a essas plantas. Por isso, retiram uns “olhinhos” para que os pepinos se desenvolvam. Se não for feita esta pequena poda, os pepinos não crescem da melhor maneira, porque criam uma rama sem valor e adquirem um gosto desagradável. Assim como é necessário dar a melhor forma aos pepinos, também é necessário moldar as crianças o mais cedo possível.
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SUMÁRIO 08 12
www.grupocoruja.com
Reunião do CCS
Entrevista
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Superintendência
Equipe de limpeza
Cidade Jardim em Revista é uma publicação:
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DIRETOR EXECUTIVO Paulo Roberto Mesquita DIRETORA ADMINISTRATIVA Rebeca Maia EDITORA-CHEFE Tereza Dalmacio editora@grupocoruja.com REPORTAGEM Aldi Mafra | Débora Rolim | Katharine Alves FOTOGRAFIA Lourrayne Lima ESTAGIÁRIO DE FOTOGRAFIA Marcos Alcântara REVISÃO Laila Silva DIREÇÃO DE ARTE Rachel Sartori DIAGRAMAÇÃO Marcília Almeida COMERCIAL (21) 3471-6799
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Trânsito
Projeto de costura
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PRESIDENTE Claudio Mandelblatt DIRETOR Fernando Milanez COORDENADORA ADMINISTRATIVA E DE COMUNICAÇÃO
SETEMBRO AMARELO CVV - Centro de Valorização da Vida Ligue 188 www.cvv.org.br
Luciana Garcia AUXILIAR DE COMUNICAÇÃO João Lucas Barbosa
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Busca permanente pela segurança
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Associação está sempre presente em todas as reuniões em que assuntos de interesse do bairro são tratados. A segurança é um deles e, hoje, um dos mais importantes, vide a fase que a cidade vive. A reunião mensal do Conselho Comunitário de Segurança (31º CCS) conta sempre com a presença do Diretor-Geral Fernando Milanez, que vai em busca dos balanços e do trabalho feito pelas polícias Militar e Civil na região. Entre os assuntos destacados estiveram as operações de combate ao crime, roubos de rua e veículos, desordem urbana e ocupação desordenada do solo, que, segundo Adriana Belém, precisa ser combatido com mais veemência desde o início de cada obra e não depois do imóvel construído. Adriana ainda salientou a importância da presença da Polícia Ambiental nas reuniões. Sobre os últimos casos que interromperam suas férias, a Delegada citou o de Denis Cesar Barros Furtado, preso após a morte de Lilian Calisto, 49 anos, que se submeteu a um procedimento estético na casa do doutor, em uma cobertura na Barra da Tijuca, e o da morte de Mayara Silva dos Santos, que a polícia ainda investiga. Ela teria também se submetido a um procedimento estético em outras circunstâncias. “É assim mesmo. O dever me chamou e eu fiz o que tinha que ser feito”, disse Belém.
Já a Polícia Militar, mais precisamente o 31º BPM, foi representada pelo Comandante Wagner Mello, que, junto com o Tenente Jouberth, apresentou os números do último mês. “Houve, em julho, uma evolução no combate à violência. A polícia apurou uma série de denúncias e se posicionou de acordo com a mancha criminal. O sistema integrado de metas (ISP) evidenciou ainda uma baixa no número de roubo de rua, roubo de veículos e letalidade violenta. O de rua foi o menor desde outubro de 2016 e o de veículo foi o menor desde 2014. Temos implementado o patrulhamento no bairro e fazendo abordagens a veículos em locais estratégicos. Vale lembrar, que não podemos cobrir certas áreas 24 horas por dia, até porque as viaturas voltam para o batalhão pra troca de turnos e para atender eventuais ocorrências na região. Por isso, é essencial que a população registre os casos, para que possamos trabalhar em cima desses números”, ressaltou Mello. Ainda entre as boas notícias estava a do lançamento do projeto Barra Mais Segura, que deve estar vigente até o fim do ano, e o combate à desordem urbana que deve aumentar ainda mais, segundo Flavio Caland, ex-Superintendente de Jacarepaguá e atual Superintendente da Barra, que também anunciou que, em pouco tempo, será lançado um contato direto no WhatsApp da população com a Superintendência. “Dessa maneira, poderemos atender melhor as demandas”, finalizou.
foto: Danielle Medeiros decor: Monica Roias
foto: Studio Couplé
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Encontro com a delegada
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segurança estará sempre na linha de frente e na prioridade do bairro. E dando continuidade às entrevistas com as autoridades locais, entrevistamos Adriana Belém, Delegada titular da 16ª DP da Barra da Tijuca, que falou de sua experiência, da sua linha de trabalho e do compromisso com a população. Adriana foi aprovada no concurso para carcereira em 2000 e de lá pra cá construiu uma carreira sólida. Foram sete anos nessa função na Polícia Civil. Depois estudou, trabalhou, se preparou para ser delegada e conseguiu. Com duas passagens pelas delegacias civis do Recreio e de Jacarepaguá, Adriana assumiu a 16ª em junho deste ano. “Atualmente, na 16ª DP, fazemos 60 registros de ocorrência por dia; desses, 10 são oriundos de Jacarepaguá, muito pelo fato da proximidade com o bairro e pelos moradores de lá transitarem muito por aqui. A Barra tem uma população flutuante que vem ao shopping esporadicamente resolver algum problema, por exemplo. Muita gente prefere registrar as ocorrências na 16ª DP, mas o mais correto seria efetuar o registro na 32ª DP do Tanque, por causa da divisão de área. Mas vale ressaltar que nunca alegamos falta de atribuição à nossa região, fazemos questão de atender a todos e da melhor maneira possível, seja de que bairro for. Depois disso, nos cabe remeter à delegacia de origem”, informou. Moradora da Barra da Tijuca, Adriana destaca o trabalho do Conselho Comunitário, do qual faz questão de participar em todas as edições: “o CCS daqui é espetacular! Dificilmente em outra região da cidade vemos um dessa forma, onde as pessoas se doam tanto, onde os vizinhos batem na porta; muitos têm até meu telefone pessoal. Todavia, se não fosse por alguns deles, a 16ª DP estaria caindo aos pedaços”.
A delegacia passa por uma reforma e, segundo Adriana, quando assumiu o cargo, o chão de uma das salas tinha um buraco e no local era colocado um cone para que as pessoas não quebrassem o pé. Atualmente, ela conseguiu trocar o piso e está prestes a apresentar a revitalização à população em um coquetel. As melhorias são atribuídas por ela graças à ajuda da iniciativa privada e segmentos da sociedade civil. Sobre a intervenção, a Delegada faz questão de ressaltar: “na minha concepção, decidir pela intervenção foi uma boa alternativa, pois era preciso tomar uma medida urgente, e essa foi a melhor encontrada, mas não posso negar que ainda não sentimos os impactos na minha delegacia. Atualmente, eu trabalho com 3 viaturas funcionando com a parceria de amigos, pois como eu moro na região há algum tempo, tenho muito conhecimento, e algumas pessoas vão me ajudando como podem”.
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E sobre a importância do trabalho integrado das polícias que os últimos entrevistados ressaltaram, Adriana confirma e diz ter grandes amigos na polícia, como os delegados Waldeck e Marcia Julião, que ela considera uma irmã. A respeito da incidência de casos de furtos e ação de estelionatários em grandes estabelecimentos da Barra, muitos deles frequentados por você, morador do Cidade Jardim, a Delegada alerta: “cuidado com a bolsa! Deixar seus pertences pendurados ao lado da cadeira não é legal, e nada de celular sobre a mesa. As pessoas acabam se distraindo e isso pode ser a oportunidade para seus pertences serem furtados. Aos que são proprietários também alertamos para ter cuidado com as trocas de cartão! Os criminosos fazem isso em salões de beleza, por exemplo, e todas as vendas daquele comércio, ao invés de ir para a conta do dono, vão para a conta do criminoso. Então, cuidado! Estejam sempre alertas. Eu sei que o ideal é que tivéssemos o direito de ir e vir sem nos preocupar com esse tipo de incidente, mas, infelizmente, acontece e temos que ter certos cuidados”. Questionada sobre seu trabalho e sobre o que a população pode esperar, Adriana frisou que, da parte dela, todos podem contar com muita batalha para solucionar cada caso e que, por isso, pede a todos que não deixem de comunicá-la sobre as ocorrências e de fazer os registros. Para a Delegada, apesar do que muitos pensam, o registro é sempre muito importante. “Infelizmente, sentimos que a prática do crime vem sendo um pouco banalizada e as pessoas estão deixando, em muitos casos, de denunciar. É verdade e, eu preciso falar, que a maioria das pessoas nos procuram quando precisam de ressarcimento, de seguro. Nós precisamos trabalhar por meio da mancha criminal e saber onde é que o delito está acontecendo”, finalizou.
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Nova direção na Superintendência de Jacarepaguá
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ormado em Educação Física, foi através do esporte que Leandro Marques, de 35 anos, ingressou na política há 10 anos. Ele lecionava em escolas da Prefeitura. Hoje se lança em mais um desafio: assumiu há pouco mais de um mês a Superintendência de Jacarepaguá, que cuida de toda região. Também morador da localidade, ele explica os motivos que o levaram a assumir o cargo, os desafios encontrados nos primeiros dias de trabalho e seus planos para reorganizar o que está fora de ordem. “Comecei no meio político dando aula em projetos de esportes para a população, fui coordenador dos projetos de Suderj Informa, depois trabalhei com assessoria do ex-Prefeito Eduardo Paes, e de lá recebi o convite para assumir a Região Administrativa da Barra, logo em seguida atuei em gabinete. Após essa jornada, como eu já tinha um pouco de experiência, o Prefeito atual me convidou para trabalhar aqui”, disse. Em pouco tempo de atividade, Leandro conta que algumas demandas já foram solucionadas: “fizemos uma operação de ordenamento na Estrada Pedro Correa, que tinha muitas placas de comerciantes irregulares no canteiro do BRT e algumas nas saídas de ruas próximas, o que traz insegurança para os motoristas. Também atuamos na questão do furto de grelhas dos ralos e estamos conseguindo repor as que foram retiradas”.
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Algumas questões ainda trazem dificuldades para o bairro, como o aumento de ambulantes na rua. “Agora, o Prefeito fez um decreto para realizar o recadastramento das pessoas que prestam esse serviço. Elas terão crachá com QR Code, assim o fiscal poderá identificar se a região de trabalho está correta e também a procedência do material vendido”, explicou. Outro pedido importante são as vendas irregulares de quentinhas. “No meu segundo dia aqui, tive uma reunião com a ASCIJA para tratar de diversos assuntos, inclusive esse. Como os donos dos carros com comida fecham as portas quando chegamos, estamos fazendo um trabalho conjunto com a vigilância sanitária. Seguimos os vendedores até a sua sede e lá fazemos uma inspeção de todos os procedimentos corretos de saúde para confeccionar essa refeição e identificar se há qualidade para ser comercializado. No momento é essa medida que estamos executando, porém outras formas estão sendo pensadas”, contou. As dificuldades surgem no decorrer desse processo, mas o Superintendente garante que a intensão é contorná-las: “estamos passando por um momento de crise, então alguns contratos da Prefeitura estão sendo reajustados. Para darmos sequência a qualquer tipo de trabalho, precisamos dos contratos renovados. Por isso, a tendência agora é melhorar”. E como ninguém trabalha sozinho, é justamente com a união de forças, que o resultado positivo aparece. “Na primeira semana que assumi o cargo, fiz uma reunião com os órgãos da Prefeitura que abrangem a área. Conseguindo essa aproximação, a solução dos pedidos vem em velocidade maior. A minha função na Superintendência é justamente essa, ser a visão do Prefeito, então tudo o que a população solicita, eu repasso para os órgãos responsáveis”, finalizou o novo Superintendente.
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Espaço limpo e bem cuidado
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igura presente nas áreas comuns do bairro, os auxiliares de limpeza têm a missão de manter o patrimônio de todos bem conservado e ainda realizar a manutenção da boa saúde da população. Com uma extensa área externa, constituída por calçadas, ciclovias, parques, quadras de esportes e equipamentos urbanos, como bancos, chafarizes, brinquedos e aparelhos de ginástica, o Cidade Jardim é referência pelo ambiente sempre limpo e cuidado. Os responsáveis por esse serviço são os auxiliares de limpeza da empresa Verzani & Sandrini, comandados pelo encarregado Altamir Santos de Morais. “Nós mantemos uma rotina que funciona
com excelência. Todos os dias varremos o asfalto, cuidamos dos 5 banheiros, fazemos a coleta de lixo e esvaziamos as lixeiras pequenas espalhadas pela região. Nosso dever é passar por todos os pontos, para que os moradores encontrem os ambientes sempre em ótimo estado de uso”, disse Altamir. Para conseguir atender todas as longas e largas vias que compõem o bairro, a equipe dispõe de um total de 22 pessoas. Grupos de 10 auxiliares se revezam entre os dias da semana, sempre supervisionados pelo encarregado Altamir e a líder Maria Helisie, que o substitui em alguma eventualidade. “Geralmente, uma pessoa fica com a máquina varredora, as mulheres cuidam dos banheiros e os
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rapazes dão suporte com a vassoura em toda área externa”, explicou. Altamir elogia ainda o bom relacionamento com o morador, que respeita o momento de trabalho dos limpadores. “Nunca nos deparamos com muito lixo descartado no chão. Os moradores descartam os resíduos corretamente na coletora. O único momento que precisamos fazer mutirões de limpeza é quando há festa de grande porte, onde vemos uma quantidade maior de sujeira. E o morador pode continuar nos ajudando, conservando tudo, não somente o parque linear. As pessoas podem contribuir com o trabalho que fazemos com carinho, evitando jogar lixo no chão, garrafa PET e assim manter o lugar ainda mais valorizado”, finalizou.
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Por um trânsito mais seguro
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respeito às leis de trânsito é uma demonstração de cidadania em qualquer lugar do mundo. No Cidade Jardim não é diferente. Apesar do alto número de veículos circulando diariamente pelas nossas ruas, há uma preocupação para que tanto motoristas quanto pedestres possam conviver em harmonia e sem acidentes. Em busca de conscientizar os moradores e as pessoas que transitam no bairro, foi lançada a campanha de conscientização. “Aqui o Pedestre é Respeitado”, com apoio da CET-Rio - Companhia de Engenharia de Tráfego do Rio de Janeiro e a equipe da Operação Lei Seca, que esteve presente no bairro e realizou palestras para os pequenos cidadãos do Cidade Jardim, conscientizando essa turminha desde cedo sobre o que é cidadania. O trânsito é uma das principais causas de morte e invalidez permanente no Brasil. Mais de 37 mil
pessoas perdem a vida a cada ano por conta de acidentes que poderiam ser evitados. Somente em 2017, foram 41.151 vítimas fatais de acidentes de trânsito no nosso país, segundo dados do DPVAT. A ASCIJA acredita que é importante falar sobre o assunto e atingir o máximo de cidadãos com informações relevantes sobre o tema. E a campanha foi um sucesso! A equipe de reportagem acompanhou as ações no bairro com orientação aos pedestres, motoristas e ciclistas. Com farto material de divulgação (informativos, balões e faixas), a ação contou ainda com a turma da Patrulha Canina. Os personagens percorreram as ruas chamando a atenção de motoristas e pedestres. Fique de olho nas redes sociais e acompanhe as próximas ações. Você também pode contribuir para um trânsito mais seguro.
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BEATRIZ TUPINAMBÁ (Reserva do Parque) registrou o momento acompanhada dos filhos, MATHEUS (3 anos) e ANTÔNIO (5 meses). Ela parabenizou a Associação pela iniciativa: “ótima ideia! No bairro existem muitas crianças, por isso, transitar pelas ruas requer a atenção de todos”.
DAIANY MEDEIROS, o marido HUMBERTO (Reserva Jardim) e o filho PEDRO HENRIQUE (4 anos), que agarrou na mão dos personagens e não quis mais soltar. Os pais parabenizaram a Associação pela ideia. “Acho muito válida e ela é essencial não só para os moradores, mas também para as pessoas de fora que transitam por aqui. O legal foi a dinâmica de orientar a todos e não focar apenas em um público”.
MARIANA HAYASHI e o marido RAFAEL SANTOS LIMA (Majestic) disseram que tudo é uma questão de hábito. “Se as pessoas se policiarem a fazer o que é correto, isso vai se tornar hábito, será automático na rotina delas”, disse Mariana.
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MICHELE LIMA ALVES (Maayan) participou do início ao fim da ação com a filha, MARIA CLARA (2 anos e 8 meses). Ela salientou a importância de campanhas como essas serem mais frequentes: “os motoristas não respeitam os quebra-molas e as faixas, os carros param em cima das faixas e nas rampas de acesso aos prédios, prejudicando a passagem de moradores cadeirantes e com carrinhos de bebês. Não gostaria de afirmar isso, mas essas são atitudes recorrentes. Espero que a campanha surta efeito”.
DAVI (3 anos) é tão fã da Patrulha Canina que levou toda a sua coleção para participar da ação também. JULIANA ALVES DE ALMEIDA (Maayan), mãe dele, admitiu: “tenho sempre que ficar de olho, porque o Davi corre muito e tenho medo que aconteça algo grave. Muitos motoristas param em cima da faixa, o que aumenta o risco de acidentes”.
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ÂNGELA KONWAR (Reserva Jardim), os filhos ERIC (2 anos) e ISABELA (3 anos), e a tia das crianças MIRIAM OLIVEIRA não desperdiçaram a oportunidade de fazer uma foto com os cachorrinhos mais amados do Brasil. “Acho fundamental usar a figura dos personagens para atrair as crianças, pois são nesses momentos que ressaltamos para eles a importância de respeitar as regras de trânsito. Infelizmente, muitas pessoas aqui andam em alta velocidade”.
MICHEL BRASIL (Reserva do Parque) é pai de JULIA (10 anos) e BIA (6 anos) e fez questão de salientar: “eu faço a minha parte, mas o problema é que nem todos tomam esse cuidado. Sem contar que são muitas pessoas de fora que transitam por aqui”. Questionadas se seguem o exemplo do pai, as filhas afirmaram: “às vezes, pela facilidade, não atravessamos na faixa”. Elas foram logo corrigidas por Michel, que disse: “a partir de hoje, mesmo que a faixa esteja longe, vamos até ela para atravessar”.
ROBERTO SANTOS (Reserva do Parque) era só animação com o filho, GUSTAVO (4 anos). Ele afirma que falta, em alguns motoristas e pedestres, educação e respeito ao espaço do outro.
MIRIAN CASTRO (Maayan), a sogra RITA CASTRO e o filho HENRIQUE (2 anos) participaram da manhã educativa. “Acho essencial a campanha, pois provoca os moradores. Com o exemplo dos moradores, as pessoas de fora podem seguir o mesmo caminho”, disse Mirian.
Na entrada do Maayan, a família de DANIEL ALVES BARROSO (Reserva Jardim) posou com a Skye, personagem da patrulha e falou: “apoiamos esse tipo de ação, ainda mais com a presença dos personagens que atraem famílias inteiras”.
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Também prestigiaram e participaram da campanha: MOISÉS QUEIROZ (Conselheiro Comunitário do Reserva Jardim), MAURO CEZAR FREITAS FERREIRA (Coordenador do Setor de Educação para o Trânsito e de Relacionamento com o Cidadão da CET-Rio), ANA CALDAS (Conselheira Fiscal) e FERNANDO MILANEZ (Diretor-Geral da ASCIJA).
Já na porta do Majestic, DANIELA SOUZA disse que todos devem fazer sua parte, mas que infelizmente não pode agir pelos outros, já que cada um deve ter a sensibilidade e a consciência de respeitar o outro. Ela conta que, ações desse tipo estimulam que todos façam o certo.
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Abordado na saída do seu prédio, MARCO SANTIAGO (Reserva do Parque) comentou: “não só o motorista deve respeitar as faixas, mas os pedestres também, que muitas vezes, pela pressa, acabam atravessando em locais inapropriados, aumentando o risco de acidentes”.
SERGIO EDUARDO MARTINS e a filha GABRIELA CARVALHO ALMEIDA, de 7 anos (Reserva Jardim), receberam visita em casa e comentaram sobre a ação. “Meu tio ontem freou em cima da faixa e eu chamei a atenção dele”, disparou Gabriela. O pai confirmou o que disse a filha e complementou: “o pedestre ameaçou que ia atravessar, não foi culpa dele, mas ela fez certo de chamar a atenção. Aqui existe um fluxo grande de carros e requer a atenção de todos”.
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SALVANDO VIDAS A Operação Lei Seca foi criada em 2009 pelo Governo do Rio com o objetivo de salvar vidas nas ruas e estradas do Brasil. O projeto consiste em educar os motoristas, explicando os perigos ao misturar álcool e direção. Ao longo desse período foi notada uma redução de 49% de vítimas fatais a cada 100 mil veículos no Estado do RJ. Um grande número! Fique ligado! O limite de álcool ao se realizar o teste do bafômetro é TOLERÂNCIA ZERO, conforme a Lei nº 12.760/12, e o valor da multa é de R$ 2.934,70, subindo para R$ 5.869,40 em caso de reincidência.
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As crianças do Cidade Jardim participaram de duas palestras bem dinâmicas com a equipe da Operação Lei Seca, uma realizada no Maayan e outra no Majestic. Teve vídeo do Soprinho, circuito simulando a blitz da Lei Seca e depoimento das vítimas de acidentes de trânsito. O grande aprendizado foi a conscientização. Ao testemunharem suas histórias, os agentes mostraram
que a união da bebida alcoólica com a direção não combina. Respeitar as leis de trânsito é primordial para salvar vidas! A participação da criançada foi ótima: interagiram e aprenderam muito! Parabéns a todos os pais que incentivaram seus filhos a participarem dessa ação. Nosso muito obrigado a equipe da Operação Lei Seca.
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Clínica de tênis: sucesso absoluto
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a história do bairro o tênis é um dos esportes mais praticados por moradores de todas as idades e sexos. O Cidade Jardim tornou-se referência na cidade quanto à prática do esporte. O apoio da associação é fundamental para o crescimento da atividade e a realização da Clínica de Tênis mostrou bem isso. Assim no sábado, primeiro de setembro, nas três quadras do eixo, moradores de várias idades marcaram presença na realização da primeira Clínica de Tênis do Condomínio Cidade Jardim. Muita gente nunca tinha pego em uma raquete e passou a ter outra visão sobre o esporte. Os professores envolvidos no projeto, Fabiano Carvalho Medeiros e Carlos José Lima foram fundamentais nesse trabalho de apresentação da comunidade ao tênis, apresentando a atividade também com uma pratica saudável que trabalha os músculos das pernas, braços, costas e abdome de forma prazerosa e desafiadora. Já as crianças tiveram o acompanhamento do professor Willian Pereira dos Santos, que comentou: “a etapa formativa, compreendida entre os 5 e 11 anos, é de fundamental importância no desenvolvimento da criança, pois é a melhor fase para o
desenvolvimento da coordenação e aquisição de habilidades motoras complexas. Crianças que participam de jogos e atividades esportivas durante essa etapa da vida levam vantagens sobre aquelas que não têm as mesmas oportunidades.” A Clínica de Tênis foi totalmente gratuito e no encerramento ocorreu sorteio de brindes para a criançada e para os adultos, que foram fornecidos pela Barra Tênis. Uma das coisas que mais gostamos no tênis, e que ficou evidenciado, é que ele é um esporte social, onde crianças, adolescentes, adultos e mais velhos jogam. É um esporte maravilhoso que faz com que pessoas de todos os tipos se envolvam com um único objetivo: “jogar tênis e se divertir. E foi esse o espírito da primeira Clínica de Tênis do Cidade Jardim.” Tenho a plena certeza que, com o total apoio da Associação de Moradores do Condomínio Cidade Jardim (Ascija), a dedicação do seu Diretor, Sr. Fernando Luiz Milanez, estamos inaugurando um novo tempo para o Tênis do nosso condomínio, afirma Francisco Tavares – Morador e Coordenador do Projeto.
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Costurando Alegria
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omemorando 1 ano de existência, o projeto de costura do Majestic ganha força, retalhos, cores, forma e vida a cada dia. Coordenado pela moradora Noêmia Soares, o projeto é uma verdadeira confraternização semanal. “Essa ideia veio ao observar as pessoas de mais idade. Eu comecei a analisar que, mesmo aposentadas, as mulheres continuam produtivas e com algo a oferecer. Também há casos, como o meu, que é a falta de adaptação ao novo ritmo de vida em ficar somente em casa”, contou Noêmia. Saber costurar não é uma exigência para participar do grupo. “Descobrimos habilidades que eram desconhecidas dentro de nós. Tenho alunas que não sabiam dar um ponto, outras que tinham máquina de costura, mas não sabiam mexer. Todas essas hoje fazem necessaire, maleta organizadora, bolsa,
bonecos, guirlanda e muito mais. Quando queremos aprender novidades, a professora Maria das Graças - que está conosco desde o início e é uma verdadeira artista - nos passa seu conhecimento. Mas geralmente nossas aulas funcionam com troca de informações entre alunas”, explicou. O Costurando Alegria virou um grupo de amigas. Elas comemoram as aniversariantes do mês, fazem lanche no final do dia e o encontro se torna uma festa. O momento de integração só virou realidade pela ajuda oferecida pelo Sindico Claudio Marcatto, que abraçou o projeto com carinho, doou uma sala no subsolo para se alocarem, custeia os professores e deu o pontapé inicial também nos materiais. Noêmia revela que a intenção é ampliar o projeto: “queremos começar a fazer doações para instituições de caridade. O plano é fazer um chá beneficente,
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onde iremos vender os convites e reverter o dinheiro em matéria-prima. Com isso, poderemos produzir itens como bonecas, roupas e tudo que as crianças precisam. É um ato de bondade e solidariedade”.
NOÊMIA SOARES, coordenadora do projeto Costurando Alegria.
Antes de participar do grupo, VIRGINIA VAZ não tinha nenhuma relação com a costura: “cheguei aqui sem saber prender um botão, agora faço até bolsa sozinha. Quando não posso vir por algum motivo, sinto falta do grupo, que é formado por pessoas boas e todas viraram minhas amigas”.
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Uma boa notícia para quem tiver interesse em participar: ainda há vagas! É só procurar o grupo, que se reúne todas as quintas em duas turmas, das 8h às 12h e das 14h às 17h, no subsolo.
Aos 94 anos, Dona LUCIA SALDANHA esbanja alegria ao mostrar a árvore de crochê feita por ela: “sempre gostei de costurar, o crochê é a minha paixão. Com a oportunidade das aulas aqui no condomínio, além de distrair a mente, aprendi a fazer bonecas de pano e outros enfeites. A quinta-feira é o dia mais esperado da minha semana”.
MARINA HAYASHI sempre gostou de trabalhos manuais: “como já fiz algumas aulas de moda, quando soube desse projeto aqui no condomínio, me empolguei para participar. Aprimorei os conhecimentos que tinha, aprendi a costurar e colar de uma forma muito agradável”.
Toda minha experiência com costura vem do grupo de costura do Atlântico Sul, onde faço parte há 18 anos. Fiquei feliz em poder fazer o que amo também no meu condomínio. Aqui sempre aprendemos algo novo e o melhor de tudo são as amizades com pessoas que só tinha contato quando encontrava no elevador ou na piscina”, disse ELIANE JOAQUIM.
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Tempo de renascimento A primavera que chega daqui a pouco é a época em que a vida palpita mais forte: época de florir, procriar, acasalar. A natureza está em festa, a vida fica mais colorida e os dias mais iluminados. Aqui, no bairro, os tons já dão o ar da estação. Nos parques e jardins, a primavera espreita e desabrocha.
Para PATRÍCIA MARTINEZ (Reserva do Parque), a primavera é a estação ideal para passear com a filha ANA CAROLINA (1 ano e 6 meses): “nessa época não está tão frio e nem um calor muito forte, além de reduzir a quantidade de mosquitos. Fica bem mais agradável frequentar os parques do bairro”.
“Nessa estação tudo fica mais alegre! As crianças brincam por mais tempo durante o dia e os vizinhos saem mais de casa, o que aumenta a integração entre os moradores”, o comentário é de FELIPE SÁ, pai de ANA CLARA (3 anos), e MARIA DE FÁTIMA, avó de GUILHERME (4 anos), que observam as crianças sendo fotografadas pela reportagem.
“A melhor característica da primavera são os dias mais bonitos. Ótima oportunidade para sair de casa e eu, sempre que tenho uma folga no trabalho, acompanho meus filhos nas brincadeiras”, disse DANIEL HORTEGAS (Maayan), pai de VALENTINA (4 anos) e LORENZO (8 meses).
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CAMILA BASSO (Reserva do Parque) sorriu ao lado da cachorrinha BO e comentou: “essa é a melhor estação do ano! Afinal, faço aniversário na primavera. O Cidade Jardim consegue ficar ainda mais bonito, com os ambientes mais floridos e cheios de vida”.
“Meu filho está na fase de descobrir as coisas. Eu o trago para tomar sol todos os dias e a primavera é a época perfeita para isso, pois a temperatura fica muito mais agradável”, afirmou BÁRBARA PONTES (Reserva do Parque), mãe de THEO (1 mês).
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Essa é a primeira primavera que KETHLEEN CARDOSO (Majestic) e MANUELA (5 anos) vão passar no Rio de Janeiro. “Nós morávamos em Curitiba e lá é frio a maior parte do tempo. Já aqui no Rio, até no inverno faz calor”, contou Kethleen.
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Saia de casa para chorar de rir no teatro!
até duvido você não rir
Produção: Ricardo Fernandes Direção: Fernando Gomes Realização: KolLabora
Vendas:
Teatro dos Grandes Atores SHOPPING BARRA SQUARE
Patrick de Oliveira praticamente nasceu dentro de um set de gravação. Aos 3 anos começou a fazer comerciais e estrelou a famosa propaganda de um protetor solar que marcou gerações com o bordão falado até hoje "garoto esperto, 7 anos de praia". Por vários anos, o menino moreno de cabelo liso e carinha de índio fez trabalhos marcantes na televisão, como novelas e seriados. Em 1992, ele fez um dos papéis mais marcantes da sua carreira, o menino Léo, na novela “Despedida de Solteiro”. Em seguida vieram as novelas "Fera Ferida" (1993), no papel de Romãozinho; "A Próxima Vítima" (1995), como Arizinho; "Pecado Capital" (1998), na pele de Paulo Roberto; a minissérie "A Muralha" (2000), como o índio Tuiu, entre outras obras da TV Globo. Mas não pense que seus trabalhos foram apenas na televisão. O ator também atuou em diversos filmes, peças de teatro e dublagens, onde deu voz ao Simba, do filme "Rei Leão"; Sid, de "Toy Story"; Gasparzinho, entre tantos outros personagens importantes. Trabalhar com televisão e ser reconhecido pelo grande público é maravilhoso, mas nem tudo é fácil e mágico, como a maioria das pessoas pensa. E foi por este motivo que Patrick, por um tempo, resolveu se dedicar a outras áreas. Formado em cinema, hoje ele tem uma produtora de vídeo, dá aulas de dublagem e está por trás das câmeras dirigindo o programa esportivo "Os Donos da Bola", na Band. Agora, depois de alguns anos longe dos palcos, ele está de volta com o espetáculo "Rindo até 2100 - Não é Só Mais um Stand-Up!". A peça conta casos reais de Patrick de Oliveira, onde ele mostra que nem só de vitórias se escreve a história de um homem! Sempre muito engraçado, a ideia da peça surgiu depois de muita insistência de todos que o cercam, acostumados a verem Patrick divertindo todos com suas ótimas histórias. Mas não é só isso, haverá um momento no espetáculo em que a plateia poderá fazer uma dublagem ao vivo juntamente com ele. O público poderá vivenciar de perto essa experiência. Com situações hilárias que vão desde desmaiar no próprio casamento até uma visita desastrada numa casa de swing, o ator conta muitos casos envolvendo anônimos e famosos, afinal de contas, como diz o ditado: "a gente perde o amigo, mas não perde a piada". E aí, será que alguém duvida que a peça fará o público rir até 2100?!
estreia 19 de outubro Sextas e sábados, às 23h
PATRICK de OLIVEIRA