FORTE 2016
RELATÓRIO 2016
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“The beauty of a living thing is not the atoms that go into it, but the way those atoms are put together.� Carl Sagan, Cosmos 3
FORTE 2016 // ÍNDICE
06 INTRODUÇÃO 08 ESTRATÉGIA 11 INTERNACIONALIZAÇÃO 13 PROGRAMAÇÃO 17 CONCEITO 18 ARTE GENERATIVA 20 LINGUAGEM 22 INTEGRAÇÃO ESPAÇO vs PÚBLICO 29 NOVAS AUDIÊNCIAS
31 ACTIVAÇÕES DE MARCA 32 ALOJAMENTO 33 TRANSPORTE 35 CAMPING IS LOVE 38 SONICGOODS 39 INTEGRAÇÃO NA COMUNIDADE 40 FEEDBACK DO PÚBLICO 42 SISTEMA CASHLESS 44 INDICADORES 46 PARCEIROS 4
FORTE 2016 FORTE 2016// © PHOTO BY SLEEKLAB
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FORTE 2016 // INTRODUÇÃO
O objectivo de consolidação do Festival Forte como uma referência cultural, à escala mundial, foi a meta alcançada após a conclusão do ano de 2016. A definição estética do Forte 2016 envolveu a investigação de novas linguagens, no sentido de solidificar as características intrínsecas dos seus valores base, alargando o horizonte de expressão através da criação de sistemas digitais autónomos, com capacidade de síntese visual aleatória: a arte generativa.
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FORTE 2016 // INTRODUÇÃO
Após três edições, o Forte é uma referência em território nacional e internacional, apresentando as novas tendências da música electrónica , estabelecendo sinergias importantes com o público e com o próprio espaço físico do festival. A resposta mediática e o apoio das inúmeras pessoas que durante agosto se deslocam a Montemor-o-Velho, permitiu dinamizar o evento à escala mundial.
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FORTE 2016 // ESTRATÉGIA
O Festival Forte aposta no desenvolvimento e inovação na criação de novas abordagens direccionadas a mercados específicos, pela estruturação de novos produtos orientados para a valorização do património territorial existente, pela consolidação da produção de conteúdos culturais, artísticos e multimédia, e pelo desenvolvimento de novas ferramentas e abordagens tendo em vista a promoção do Centro de Portugal como destino turístico, nomeadamente da Vila de Montemor-o-Velho, para estabelecer uma visão de futuro sustentável.
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FORTE 2016 // © PHOTO BY SWEETLIFE FORTE 2016
“Now we are aiming our technologies inward where they will start to merge with our minds, our memories, our metabolisms, our personalities, our progeny, and perhaps our souls.” 9 Joel Garreau, Radical Evolution
FORTE 2016 // © PHOTO BY LOCAL SUICIDE FORTE 2016
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“Turismo Centro de Portugal reforça qualidade do Forte” A captação de novos públicos, nos mercados internos e externos, é uma prioridade do Festival Forte, reforçando a relação entre criatividade e desenvolvimento económico da região de Montemor-o-Velho. Em 2016, o público internacional representou 70% do total, com a presença de mais de 30 países diferentes. Os países com maior incidência de vendas foram: França, Espanha, Alemanha, Reino Unido, Áustria, Holanda e Itália.
FORTE 2016 // INTERNACIONALIZAÇÃO
A internacionalização do Festival Forte, em apenas três edições, deve-se à qualidade da programação, dos serviços oferecidos ao público e à localização única: um castelo medieval que é património nacional. A terceira edição do Festival Forte conta, este ano, com um “reforço” de peso para “atacar” mais um sucesso em Montemor-o-Velho: o Turismo Centro de Portugal. Para Pedro Machado, presidente da comissão executiva, “este município merece todo o apoio do Turismo Centro de Portugal, quer pela sua geografia, como da sua aptidão para os grandes eventos, no sentido de que a edição de 2016 tenha ainda mais êxito do que nos anos anteriores. Sempre que pudermos captar mais estrangeiros que nos ajudem a vender o que é nosso cá dentro, exportando, sem sair daqui, é um valor acrescentado. Diário de Coimbra - 27/07/2016
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BEN FROST w/ MFO live a/v AMULADOR • ANCIENT METHODS live APART live • APPARAT • BEN KLOCK • CABARET VOLTAIRE live a/v DANIEL MILLER • DAVID RODRIGUES • DRUMCELL HELENA HAUFF • KOBOSIL • MANU • MARCEL DETTMANN MICHAEL MAYER • RØDHÅD • RROSE live • RUI VARGAS SEBASTIAN MULLAERT & ULF ERIKSSON live • SILENT SERVANT live SHCURO • TRADE live • TRUNCATE • VIL • VRIL live (aka MINILOGUE)
(aka Blawan & Surgeon)
FORTE 2016 // MENU FORTE 2016
25, 26 & 27 August 2016 // MONTEMOR-O-VELHO CASTLE // PORTUGAL
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“O Forte tem sido sucessivamente apontado por órgãos especializados, como um dos melhores festivais do género.” O Forte promove a arte como meio para impulsionar o património e território. O Festival já fidelizou cerca de 7500 espectadores e em 2016, a 3ª edição foi marcada pela afirmação nacional e internacional do projecto, pela pertinência, qualidade e excelência no contexto da música e de novas linguagens artísticas.
FORTE 2016 // PROGRAMAÇÃO DISTINTA
Em 2016 a programação foi aclamada em todos os meios de comunicação internacionais relevantes do género: a Pitchfork colocou-o entre os 30 melhores festivais no seu Guia Anual de Festivais à escala mundial. As críticas avançadas pela Pitchfork representam um barómetro do cenário musical, sendo citada largamente em vários meios de comunicação. Tem um alcance de cerca de 240.000 leitores por dia, e mais de 1,5 milhões de visitantes únicos por mês, sendo a plataforma online com maior alcance na área da música contemporânea. O Festival Forte estreou-se na comunicação da americana XLR8R - fundada em 1993 em Seattle, que é actualmente uma das plataformas mais influentes na música electrónica, e, voltou ao pódio da Resident Advisor como um dos melhores 10 Festivais de Agosto do mundo, entrando também no top da Trax magazine. Foi considerado pela 6AM como um dos mais belos locais para a realização de um Festival, com grande destaque ao Castelo de Montemor-o-Velho. Raquel Carrilho, Jornal i, 25/08/2016
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Cabaret Voltaire: Guerrilha Techno “Nos últimos anos, Richard H. Kirk tem-se dedicado à recuperação de material perdido de Cabaret Voltaire, libertando gravações de arquivo que já vão no 5º volume. Na prática, Kirk é o único Cabaret Voltaire desde os anos 90 e, recentemente, também retomou as atuações ao vivo como Cabaret Voltaire. Actua pela primeira vez em Portugal no primeiro dia do Festival Forte, o mesmo em que toca outro histórico da musica eletrónica: Daniel Miller, o patrão da Mute Records, editora que lançou Depeche Mode, Fad Gadget, Nitzer Ebb ou Nick Cave. Do cartaz do Forte 2016 fazem ainda parte nomes proeminentes da cena techno como Ben Klock, Marcel Dettmann, Michael Mayer ou Apparat.”
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Isilda Sanches, Antena 3 online, 25-08-2016
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FORTE2016 2016 FORTE // © CASEY REAS INSTALLATTION
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“Computer originated as tool for fast calculations, has evolved into a medium for expression.” A inovação do Forte mostra-se na definição de linguagem em que se expressa, resultando numa estética única. Apoiando-se na criteriosa selecção musical e no dinamismo visual que é preparado para cada espectáculo, o Forte é um reflexo desta convergência e da sinergia entre todos os constituintes do festival.
FORTE 2016 // CONCEITO
Partindo desta ideia de convergência e sinergia entre música, imagem, o público e a natureza, o foco dirige-se para a capacidade humana de ver e ouvir. Estas duas habilidades permitem-nos traduzir os estímulos do mundo exterior sob a forma de uma experiência pessoal, única. A convergência destes dois campos tem sido objecto de debate e investigação: duas áreas que nascem separadas, são hoje praticamente indissociáveis. Este é o espaço onde se gera uma dinâmica experimental entre som e imagem, num raro e abundante diálogo criativo, que actualmente define a tendência a nível de comunicação digital. Casey Reas, Processing: A Programming Handbook for Visual Designers and Artists
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FORTE // ARTE GENERATIVA FORTE2016 2016
A arte generativa refere-se a qualquer prática artística que se rege pelo uso de um sistema que obedece a um conjunto de regras linguísticas. Estas linguagens estão maioritariamente associadas à programação e a sua lógica algorítmica tem uma resposta visual não linear. Estes sistemas são autónomos e terrenos férteis para a exploração da multiplicidade da beleza algorítmica. 18
FORTE2016 2016 FORTE // ARTE GENERATIVA
A restrição dimensional dos intervalos de aleatoriedade visual aos quatro elementos, transversais e comuns a todos os seres humanos, estabelece a base da nova linguagem digital do Forte. Os quatro elementos são quatro experiências sensoriais distintas, estas encontram-se delimitadas pelos dois extremos temporais, noite e dia, presentes na dicotomia luz/sombra, da comunicação visual do Forte. Sem se comprometer o desenvolvimento anterior do código visual que caracteriza o festival, procurou-se renovar esta semântica, e inserir novos elementos experimentais de comunicação. 19
FORTE 2016 // LINGUAGEM
A ligação a esta linguagem e identidade do festival baseia-se nos próprios pressupostos digitais, a conceptualização como arte generativa assenta na transformação algorítmica num código visual. A criação de um diálogo entre a variável espaço físico e espaço virtual tende a ser visualmente mutável, seguindo, no entanto, uma linha coerente de identificação de elementos pictóricos.
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FORTE // © PHOTO BY STALKING PROJECT FORTE2016 2016
“Dialogue should simply be a sound among other sounds, just something that comes out of the mouths of people whose eyes tell the story in visual terms.” 21 Alfred Hitchcock
FORTE // © JAYGO BLOOM INSTALLATTION - GENERATIVE CHAPEL FORTE2016 2016
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Uma boa realização desta identidade pressupõe um exercício mental de desconstrução da mensagem comunicada e dos meios através dos quais esta é transmitida. Referente ao código específico que o panorama da música electrónica actual possui e ao espaço físico onde esta será apresentada, este é um local de eleição para ouvir e contemplar um ambiente puro.
FORTE 2016 // INTEGRAÇÃO NO ESPAÇO
O castelo de Montemor-o-Velho, classificado como Património Nacional, possui um relevante valor simbólico e constitui-se como um significativo espaço de memória e cultura. O Festival aposta em instalações que contemplam a relação experiencial de estímulos diferenciados, envolvendo emoções e afectos que marcam a memória dos espaços, particularmente no que se refere ao património arquitectónico. A personal highlight was developing work for the Santa Maria de Alcáçova church. Every evening the crowds would drift towards the green light emanating from the church enclave, inside a pixel perfect mapped structure, visible from the gates a slow, undulating, generative video synthesis, reminiscent of early video engineer Nam June Paik, illuminating the arched screen towering four metres above and suspended two feet from the floor between slender spiral pillars. Jaygo Bloom, Festival Forte Lead AV Developer
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FORTE 2016 // Š JAYGO BLOOM INSTALATTION - GENERATIVE GARDEN
A short walk away in the castle courtyard, I took to the task of mapping twenty large, square paving stones and illuminating these through a random generative sequence, made possible through code and the abstract and complex universe of Fragment Shaders*, mapped by an overhead strobe rigged to a metal frame. As happens so often when making for public interaction, the work soon realised itself as a generative, interactive dance floor; a reworking of those initial coded experiments by John Conway back in the 1960s, the subject of Artificial Life. A-Life for millennial’s, after hours entertainment fuelled by a raw sense of fun and acute acid contortions. One 20-something guy in a red t-shirt tested a paving stone with one foot, as if checking for boobytraps, while others danced from stone to stone in an attempt to keep up with the lights. Jaygo Bloom, Festival Forte Lead AV Developer * http://thebookofshaders.com
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FORTE // © JAYGO BLOOM INSTALLATTION - GENERATIVE GARDEN FORTE2016 2016
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FORTE 2016 // Š JAYGO BLOOM INSTALLATTION - GENERATIVE GARDEN
Situated in the castle gardens with a panorama across the entire Montemor-O-Velho valley, I erected a towering four metre cubed, L- shaped, white monolith, mapped structure. Throughout the night this became a haven for phased out folk, surrounded at times by a few dozen revellers, exploring its minimal form as a place to rest, absorbed within the rich, analogue video synthesis projected on its shape from all sides, punctuating the horizon line from dusk till dawn with a digital, other-worldliness.
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FORTE // © PHOTO BY LOCAL SUICIDE FORTE2016 2016
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“O Festival Forte trouxe milhares de turistas, como nenhum outro evento realizado no concelho.”
FORTE 2016 // NOVAS AUDIÊNCIAS
O Festival Forte aposta em duas vertentes, por um lado, orienta a programação para um público já com grande conhecimento sobre música electrónica e artes performativas, e por outro, investe na criação de novos públicos. Assim, mais do que divulgar para quem já está familiarizado, pretende-se captar um novo grupo de visitantes, com interesse em conteúdos modernos e pedagógicos. Entrevista a Emílio Torrão, Diário As Beiras, 04-09-2015
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FORTE2016 2016 FORTE // ACTIVAÇÃO DE MARCA
A boa performance do Forte, enquanto conceito e marca, veio revelar-se como um óptimo veículo para activação de outras grandes marcas, numa contínua narrativa de construção, garantindo uma maior competência e envolvimento entre parceiros e público dando azo a um impacto maior nos resultados de cada acção. Em 2016, a Coca-Cola esteve presente com um conceito de combinados com e sem álcool, o Coke n’ Roll. A Burn Energy Drink escolheu o Festival para activar o Lounge e contribuiu na implementação do sistema cashless. A Jameson tem vindo a ser parceira do Festival desde a primeira edição e a sua presença tem vindo a potenciar um saudável diálogo entre os consumidores com a presença da esplanada, oferta de brindes e happy hour entre as 23h e as 03h. A nova receita Jameson Ginger & Lime foi activada no Festival com o objectivo de proporcionar uma experiência memorável com a bebida. A Heineken também já é um parceiro residente do castelo e apresentou o novo sabor de Cidra Strongbow.
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// © PHOTO BY LOCAL SUICIDE
FORTE 2016 // ALOJAMENTO
O Festival Forte reforçou as parcerias de 2014 e 2015. Em 2016 estabeleceu novos laços, com diversos grupos hoteleiros instalados na Figueira da Foz, Montemor-o-Velho e arredores. Estas parcerias resultaram na criação de packs de alojamento constituídos por um bilhete geral, transporte até Montemor-o-Velho, um welcome pack com 1 saco, 1 t-shirt e um roteiro. Estes pacotes foram sobretudo significativos na Figueira da Foz, com os maiores cinco grupos hoteleiros da região.
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FORTE 2016 // TRANSPORTE
No sentido de garantir um maior conforto e facilidade de acesso, o Festival disponibiliza um serviço de descontos nos transportes CP e um serviço gratuito de autocarros para a deslocação Coimbra/Montemor-o-Velho, Alfarelos/ Montemor-o-Velho, Figueira da Foz/Montemor-o-Velho, articulado com a principal empresa nacional de transportes, Transdev. Em 2016 organizou ligações directas dos aeroportos de Lisboa e Porto à vila de Montemor-o-Velho. Estas medidas resultaram numa maior visibilidade a nível nacional e internacional e à inclusão da Vila de Montemor-o-Velho na rota dos destinos turísticos, como Coimbra e Figueira da Foz. 33
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FORTE 2016 // CAMPING IS LOVE
“É a tua casa durante alguns dias, mas é mais do que isso. É no campismo que muitas vezes se forja o ambiente de um festival. E é desse ambiente que vais ter saudades”
Vice Online - 06-09-2016
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O Parque de Campismo é um local de encontro e convívio, sobretudo diurno. Está equipado com um parque de apoio ao campista, junto ao leito do rio, e localizado perto do centro da Vila. Durante o Festival são reforçadas as infra-estruturas existentes e são criadas condições excepcionais para o conforto e dinamização deste espaço. Em 2016 o Camping atingiu uma relevância maior, fruto do esforço da equipa e da programação que evoluiu a par e passo com o conceito do Forte: um lugar onde a interacção espaço/público é mais abrangente, num contexto mais plural, a nível artístico, gastronómico e musical.
FORTE 2016 // CAMPING IS LOVE
A equipa do Camping criou um novo conceito que espelha a envolvência e proximidade com o público ao fazer do Forte um Festival com mais valor, atendendo à oferta, à integração com a localidade e mesmo com a vida, enquanto dele fazemos parte: Camping is Love.
The camping site is cool and spacious, shaded by the canopy of the trees, there is plenty of space for you to lounge comfortably in, put up your tent and add personality to your camp. The site is host to many intimate chill out areas to socialise in or take time out from and enjoy the festival activities from afar. Jaygo Bloom, Festival Forte Lead AV Developer
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FORTE 2016 // IMPLEMENTAÇÃO DE LOJA ONLINE
No sentido de potenciar as vendas, a Soniculture criou a sua própria loja online, a Sonicgoods, dedicada à comercialização de todos os produtos produzidos com o selo da Soniculture, com uma secção especialmente dedicada a todos os produtos relacionados com o Festival Forte.
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FORTE 2016 // INTEGRAÇÃO NA COMUNIDADE
“(...) Para Emílio Torrão, as intervenções são a prova de que o Festival Forte “não está dissociado da comunidade, pelo contrário, casou-se com os montemorenses” Diário de Coimbra - 20/08/2016
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CASHLESS
FORTE 2016 // IMPLEMENTAÇÃO DE NOVAS TECNOLOGIAS
HOW IT WORKS
CUP DEPOSIT HOW IT WORKS
COLLECT A CASHLESS CARD AT A TOP-UP STATION 1€ DEPOSIT
GET YOUR FIRST DRINK AND PAY 1€ FOR YOUR GLASS
YOU CAN RECHARGE YOUR CARD ANYTIME
DRINK MODERATLY AND EXCHANGE YOUR CUP AT THE BAR.
USE YOUR CARD TO BUY FOOD AND DRINKS
Em 2015, o Festival Forte destaca-se, sendo o primeiro festival em Portugal a introduzir o sistema cashless que utiliza a tecnologia RFID (identificação por radio-frequência) para a gestão dos pagamentos.
GET YOUR 1€ REFUND AND DEPOSITS BACK AT CUSTOMER SERVICES OR TOP-UP STATIONS
O cashless permite o carregamento em cartão, disponibilizando ao público um sistema seguro, cómodo e conveniente em todos os pagamentos durante o festival, beneficiando de um serviço mais rápido nos pontos de venda. 42
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FORTE // INDICADORES: ESTUDO CISCO - REFERÊNCIAS GERAIS DE MEIOS IMPRESSOS, DIGITAIS E SOCIAL MEDIA FORTE2016 2016
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106 8,2M 68K
FREQUÊNCIA REACH AVE
2015
187 21,8M 176K
FREQUÊNCIA REACH AVE
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FORTE2016 2016 FORTE // INDICADORES: ESTUDO CISCO - REFERÊNCIAS GERAIS DE MEIOS IMPRESSOS, DIGITAIS E SOCIAL MEDIA
2016 837
26M
251K
FREQUÊNCIA
REACH
AVE
Número de notícias analisadas.
Número total de impressões produzidas junto do público potencial, em função da audiência acumulada verificada nos OCS - órgãos de comunicação social em que foram identificadas notícias sobre o objecto de análise.
Impacto calculado com base na determinação do valor monetário das notícias (AVE - Advertising Value Equivalence) O valor monetário tem como base o custo publicitário de cada meio onde foram identificadas objecto de análise. A fonte de cálculo são as tabelas de publicidade dos meios.
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SÓ UMA MARCA MUITO FORTE É QUE TE PÕE A DANÇAR.
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