Com a entrada na CEE, hoje UE, as empresas portuguesas passaram a ter não só a liberdade de circulação de pessoas, capitais e mercadorias como alargaram o potencial dos seus clientes de 10 milhões para mais de 400 milhões.
A expansão das exportações veio equilibrar a balança de pagamentos das finanças portuguesas, contribuir para o desenvolvimento de novos produtos, processos, novas tecnologias, diminuição do desemprego, aumento na arrecadação de impostos, impulsionou a economia nacional, motivou novos investimentos, e na sua maioria, aportou robustez às empresas exportadoras.
Com tão vasta panóplia de vantagens, adicionadas ao reconhecimento e notoriedade internacional de alguns bons exemplos de produtos âncora, como o vinho, azeite, curtumes, software, têxteis, calçado e pedra, era espectável que o Estado Português apostasse e investisse forte na internacionalização da nossa economia e da marca "made in Portugal". [...]