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Carga & Mercadorias
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12-12-2011
Entrevista
Rui d’Orey – CEO da Horizon View Exportações no horizonte
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A Horizon View, “holding” que concentra as atividades de navegação, trânsitos e logística, tem beneficiado da dinâmica das exportações portuguesas, tendo registado um crescimento de 20 por cento nos primeiros nove meses de 2011, uma tendência que se deverá manter até final, conforme referiu Rui d’Orey, CEO da Horizon View, em entrevista concedida a bordo do “Vento di Tramontana”, um dos quatro navios da linha “Great Pendulum Service” da Tarros Line, que escala semanalmente o porto de Setúbal. A obtenção do estatuto de Operador Económico Autorizado por duas empresas do grupo – Orey Shipping e AtlanticLusofrete – e a aquisição da empresa de agenciamento NAU são dois objetivos estratégicos atingidos em 2011.
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A Horizon View conseguiu alcançar um crescimento de 20 por cento no volume de negócios em relação em 2010, uma tendência que se deverá manter até final do ano. «O balanço é positivo graças ao comportamento das exportações», explica o CEO da “holding” que concentra as atividades de navegação, trânsitos e logística, Rui d’Orey. «Apesar das nossas expetativas terem de ser “temperadas” pelos tempos que vivemos, o balanço destes primeiros nove meses do ano é positivo porque se tem mantido uma tendência de crescimento. Esperemos que assim continue», acrescenta. As exportações têm contribuído «decisivamente» para este crescimento, uma vez que «nas importações estamos a assistir a uma retração», salienta o responsável, adiantando que na «estrutura do nosso negócio, as exportações têm mais peso do que as importações, o que nos é favorável nesta conjuntura económica». No que se refere à carga movimentada, a taxa de crescimento é superior. «O mercado continua a obrigar-nos a sermos mais eficientes e a trabalhar mais competitivamente», adianta Rui d’Orey. As duas atividades que têm um peso predominante na estrutura de negócios da Horizon View são o agenciamento de navios e a atividade transitária. Esta última está a ser aquela que tem demonstrado maior potencial e crescimento em 2011. «A atividade transitária é a que mais beneficia da dinâmica das exportações. No agenciamento de navios, a resposta em termos de capacidade é assegurada pelo aumento ou redução da dimensão dos navios», esclarece o entrevistado. Para o resultado positivo da Horizon View contribuiu igualmente a operação de aquisição das actividades da empresa de agenciamento de navios, NAU. «Nem todo o crescimento é orgânico, fruto dessa operação», salienta Rui d’Orey. A NAU dedicava-se ao agenciamento de navios em consignação e tinha uma posição importante num mercado onde a Horizon View tem vindo a «crescer por aquisição e organicamente», refere o responsável. «Fazia parte dos nossos objetivos estratégicos continuar a reforçar a nossa quota de mercado no agenciamento de navios. O portefólio de clientes da NAU era bastante interessante e complementar ao que já tínhamos, o que contribuía para cumprirmos os nossos objetivos estratégicos de quota de mercado». A aquisição das atividades da NAU levou a Horizon View a entrar na área do despacho de mercadorias, uma atividade que não era coberta diretamente por nenhuma empresa do grupo. «A médio prazo acreditamos que irá alavancar as nossas
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