A indiscriminação de gênero deve ser objeto da construção punk. O gênero sexual não deveria limitar a vivência de outro indivíduo enquanto punk. Entretanto, ainda é percebido que em diversos nichos punks que a ideia de “mina” não é resolvida quanto à percepção da indivíduo punk, levando-as sempre a se depararem na condição do feminino e da “feminilidade” imputada sócio-culturalmente.
O zine a/o/e faz uma reflexão sobre a condição do gênero na construção/ desconstrução e (re)construção dA indivíduo punk. A intenção é de nos afirmarmos como punx, sem a reivindicação do feminino e , de não termos nossas capacidades reduzidas ao preconceito alheio que nos classifica como "minas" (antes do punk), e sim como punk, independente da condição de gênero humana.
A proposta de um punk "agenerista" é levada à uma percepção anti-patriarcal e anti-paternalista. Se ressignificar enquanto Punk, sem a condição do machismo imposto socialmente à fêmea humana.