Folha Metalúrgica nº 904

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Editorial Governo Temer aumenta combustíveis pela 5ª vez

Evento Palestra aborda 15 anos do jornal Brasil de Fato

Gratuitos Vagas abertas para mais dois cursos no SMetal

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Informativo do Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba e Região

Nº 904 3ª edição de maio de 2018 Rua Júlio Hanser, 140 Lageado - Sorocaba/SP

CEP 18030-320 Filiado a CUT, CNM e FEM

ILUSTRAÇÃO: METALÚRGICOS DE SÃO CARLOS

ACORDOS COLETIVOS

Negociações do SMetal beneficiam toda a categoria

De janeiro de 2017 até este mês, foram mais de 1.400 acordos fechados pelo SMetal. Além das negociações do Programa de Participação nos Resultados (PPR) e Campanha Salarial, o SMetal também atua pela jornada de 40h semanais, pela valorização dos pisos, por geração de empregos, entre muitas outras ações que beneficiam toda a categoria. PÁG. 3


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Folha Metalúrgica - Maio de 2018 - Ed. 904

editorial

A revelação do golpe no seu bolso e no seu trabalho O que os sucessivos aumentos nos preços de combustíveis interferem na sua vida, além de ter de pagar mais ao abastecer? O governo golpista de Temer anunciou, na semana passada, o quinto aumento nas refinarias em dois anos. Os caminhoneiros estão parados desde segunda, 21, em sete estados do país, em protesto ao novo reajuste nas bombas. Recorde dos recordes. A greve já afeta a produção industrial em Sorocaba. A Kanjiko e a Toyota, mandaram funcionários permanecerem em casa, nesta quarta, 23, por falta de peças para produção. Ou seja, não é apenas o motorista/consumidor, que usa o carro para ir à faculdade ou para o trabalho, que está descontente. Mostra que a população terá de desembolsar muito mais para viver. A logística do país é via rodovias. Os motoristas que transportam grãos como soja, arroz, feijão, diversos outros alimentos, peças e componentes e também as roupas, os eletroeletrônicos, etc. querem aumento nos fretes para cobrir o rombo. Ou seja, o preço do arroz com feijão também encarece. As roupas ficam mais caras. As produções nas indústrias param. O custo de vida aumenta. É o que tem falado os dirigentes do Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba e Região (SMetal)

É preciso, pelo menos, querer entender política, a micro e a macro. Não ser apático a ela

nas portas das fábricas. O SMetal vem ressaltando o projeto do golpe antes, bem antes do impeachment de Dilma. Desde o lançamento do documento do então PMDB (hoje, MDB) “Ponte para o Futuro”, que já previa uma reforma trabalhista, com redução de direitos. Foi o que Temer seguiu à risca, incluindo também o congelamento de investimentos sociais por 20 anos. Agora, o MDB acaba de lançar um novo documento, o “Encontro com o Futuro”. Se em dois anos conseguiram regredir o país em 20 anos, as novas propostas da elite brasileira com o capital

financeiro deve ser a de enxugar mais ainda o Estado. Esse é o projeto que inclui as privatizações dos serviços públicos e das grandes estatais, que ao invés de serem estruturadas são desmontadas para se justificar suas vendas a preços de banana. Como ocorre aqui em nossa terra rasgada (origem indígena do nome Sorocaba). Crespo segue a cartilha neoliberal. Por isso, vai contra os trabalhadores e a população em geral para desmontar as unidades básicas de saúde, a unidade pré-hospitalar da zona norte, ameaça fechar a unidade da zona leste, para quê? Para poder passar o serviço público para uma empresa Oscip (Organização da Sociedade Civil) ou ONG. É preciso, pelo menos, querer entender política, a micro e a macro. Não ser apático a ela. Como diria o teatrólogo e poeta Bertold Brecht, o analfabeto político é o pior analfabeto. O momento é mais que oportuno para participar dos acontecimentos políticos, como uma assembleia, por exemplo. E das passeatas em defesa da democracia, do seu bolso, do desenvolvimento do país. Fora Temer! Fora a ditadura de Toga (dos juízes, principalmente daquele de Curitiba, apadrinhado pelos golpistas).

dias pontes e grade salarial

Marina Selerges / FEM

FEM/CUT já discute Convenção Coletiva em mesas de negociação permanente

Foguinho

CAMPANHA SALARIAL

A Federação dos Sindicatos de Metalúrgicos da CUT São Paulo (FEM-CUT/SP) está utilizando o espaço das mesas de negociações permanentes para apresentar à bancada patronal a proposta de Convenção Coletiva reestruturada - mais condensada e que não retira nenhum direito. Desde março deste ano para cá, os dirigentes da FEM/CUT já tiveram encontros com os grupos Fundição, G2, G3 e G8. De acordo com o secretário-geral da entidade, Adilson Faustino (Carpinha), que é diretor do SMetal, esses espaços de discussão com

representantes do setor patronal está sendo utilizado também para ressaltar a importância de manter a ultratividade da Convenção Coletiva, ou seja, para que nenhum trabalhador fique sem direito após a data base da Campanha Salarial, dia 31 de agosto. “Nosso entendimento é que precisamos ficar imunes a esses retrocessos colocados pela reforma trabalhista e a negociação é o único caminho. É necessário valorizar este espaço de discussão” afirmou o presidente da FEM/ CUT, Luiz Carlos Dias (Luizão).

Se a empresa onde você trabalha não respeita seus direitos, DENUNCIE ao sindicato. www.smetal.org.br/denuncie (15) 3334-5400/15

Os metalúrgicos da Moto Peças aprovaram, em assembleia realizada no dia 16, a troca de dias para folgarem no feriado de Corpus Christi, dia 31 de maio e 1º de junho. O diretor executivo do SMetal Francisco Lucrécio Saldanha também abordou, na assembleia, as negociações do sindicato com a empresa para grade salarial e para o Programa de Participação nos Resultados (PPR) deste ano.

Comunicação SMetal Diretoria Executiva SMetal Presidente Leandro Candido Soares Vice-presidente Valdeci Henrique da Silva Secretário-Geral Silvio Luiz Ferreira da Silva Secretário de Administração e Finanças: Tiago Almeida do Nascimento

Folha Metalúrgica, Portal SMetal, Revista Ponto de Fusão, redes sociais, comunicação visual e assessoria de imprensa

Jornalista responsável: Fernanda Ikedo

Sede Sorocaba: Tel. (15) 3334-5400

Redação e reportagem: Daniela Gaspari Fernanda Ikedo

Sede Araçariguama: Tel. (11) 4136-3840

Fotografia: José Gonçalves Filho (Foguinho) Projeto Gráfico e Editoração: Lucas Delgado

Secretário de Organização: Izídio de Brito Correia Diretor Executivo: Francisco Lucrécio Junior Saldanha Diretor Executivo: Antonio Welber Filho

Sindicato do Metalúrgicos de Sorocaba e Região Rua Júlio Hanser, 140 - Sorocaba SP - www.smetal.org.br

Sede Iperó: Tel. (15) 99667-5418 Sede Piedade: Tel. (15) 3344-2362 Folha Metalúrgica Impressão: Bangraf Publicação: Semanal Tiragem: 20 mil exemplares


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balanço

SMetal firma mais de 1400 acordos coletivos e garante direitos

Para manter toda uma estrutura de negociação, o Sindicato possui duas formas de participação do trabalhador: a associação à entidade e a cota de custeio negocial, como a de PPR e Campanha Salarial A organização sindical é fundamental para assegurar os direitos dos trabalhadores, visto que sem uma entidade representativa as relações de trabalho se desequilibram. Em sua atuação, o Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba e Região (SMetal) tem lutas diárias na defesa dos direitos, que reforçam a importância da negociação coletiva. Plano de cargos e salários, participação nos Resultados (PPR), jornada de trabalho, medidas de proteção e manutenção de empregos, escalas de turnos, dias pontes e melhorias no transporte, no convênio médico e no vale-compras, são algumas das negociações realizadas pelo SMetal para toda à categoria, que abrange hoje 36 mil metalúrgicos de Sorocaba e região. A Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e os acordos de Campanha Salarial também são importantes ferramentas de defesa da categoria. O SMetal, inclusive, foi o primeiro Sindicato do país a conseguir cláusula de salvaguarda contra a Reforma Trabalhista. No total, foram mais de 1400 negociações e acordos realizados pela entidade desde janeiro de 2017. Para manter toda uma estrutura de nego-

ciação – como economista, jurídico, médico do trabalho, entre outros – o Sindicato possui duas formas de participação do trabalhador: a associação à entidade (1,5% do salário por mês e a cota de custeio negocial, como a de PPR. O secretário geral do SMetal, Silvio Ferreira, lembra que, entre todos os acordos negociados e firmados pelo Sindicato, os únicos que são descontados uma porcentagem do trabalhador são os de PPR e de Campanha Salarial. “Ano passado foi aprovada a cobrança da cota negocial em assembleia, porém, por opção do Sindicato, não foi descontado do trabalhador. Não foi o patrão que pagou pelo metalúrgico”, explica. Para o presidente do SMetal, Leandro Soares, com o desemprego e os constantes ataques aos direitos sociais e trabalhistas, o metalúrgico precisa, mais do que nunca, ter a compreensão da luta de classes. “Se não nos unirmos como classe trabalhadora e termos um sindicato forte e combativo, corremos grandes riscos de que todas as pautas aprovadas pelo governo e pelos patrões sejam para acabar com os nossos direitos”, afirma.

ACORDOS NEGOCIADOS PELO SMETAL DE JANEIRO DE 2017 ATÉ HOJE TOTAL: 1422 ACORDOS

ACORDOS DE PPR FECHADOS Desde o início das negociações de PPR, em março deste ano, o SMetal já fechou acordo com mais de 15 empresas, todos aprovados pelos trabalhadores em assembleias realizadas nas fábricas. Entre elas estão: Edscha, Emerson, Controlflex, Grupo Metso, Furukawa, Kanjiko, Scórpios (Gestamp), Moura Baterias, Johnson Controls e Senior. Todas as negociações seguem os critérios aprovados na assembleia geral realizada na entidade, no dia 9 de março.

notas

Pagamento de PPR sem negociação com o Sindicato é considerado salário Segundo o advogado do departamento jurídico do SMetal, Marcio Mendes, a Lei 10.101, de 2000, determina que para o pagamento de PPR, a negociação deve ser assinada com o Sindicato, por meio de acordo coletivo ou Convenção Coletiva. “Se não for dessa maneira, não é acordo nem Convenção, diante disso, se torna salário”, explica. O secretário geral do Sindicato, Silvio Ferreira, afirma que, caso não concorde com algum ponto da proposta, o trabalhador tem o direito de negociar diretamente com a empresa: “porém, esse valor não pode ser pago a título de PPR, mas sim como um abono. Com o pagamento desse abono, o trabalhador terá um aumento nos descontos de INSS e IRPF e também terá que convencer o patrão a negociar com ele, pois o abono também onera a empresa”. Veja dois exemplos: Exemplo 1: Com o acordo de PPR, o trabalhador não paga IRPF e INSS do valor recebido, e será cobrado apenas 6% de cota de custeio negocial (R$ 270). Se não tiver acordo e for pago como abono, além do desconto de todo mês, terá um incremento de R$ 1.253,06 (INSS e IRPF) no valor do desconto. Exemplo 2: Com o acordo de PPR, o trabalhaQuanto será descontado do meu PPR?

PPR total recebido no ano

Sem acordo com o SMetal

Com acordo com o SMetal

Incorporado ao salário

Não Incorporado ao salário

Inside sobre IRPF

Tabela de IRPF menor (R$ 99,18)

Desconto total: R$ 2.215,56

Cota SMetal R$ 480,00

EXEMPLO: SALÁRIO DE R$ 2,5 MIL COM PPR DE R$ 8MIL

dor não paga INSS do valor recebido, e irá pagar R$ 99,18 de IRPF, mais R$ 480 da cota de custeio. Se não tiver acordo e for pago como abono, além do desconto de todo mês, terá um incremento de R$ 2.215,56 (INSS e IRPF) no valor do desconto. Vale lembrar que hoje, segundo a tabela vigente, trabalhadores que recebem abaixo de R$ 6.677,56 de PPR, no ano, não pagam o imposto de Renda. Faça a sua simulação de cálculo de INSS e IRPF pelo site www.smetal.org.br/simuladorirpf Sem acordo de PPR - pago como abono, é descontoado a mais (IRPF e INSS)

Cota custeio SMETAL

IRPF SALÁRIO

IRPF PPR

INSS SALÁRIO

EXEMPL0 1 R$ 2.500,00

R$ 4.500,00 R$ 27,83

isento

R$ 225,00

R$ 1.253,06

R$ 270,00

EXEMPL0 2 R$ 2.500,00

R$ 8.000,00 R$ 27,83

R$ 99,18

R$ 225,00

R$ 2.215,56

R$ 480,00

Salário

Proposta de PPR é rejeitada na Schaeffler A autopeça Schaeffler, em Sorocaba, tem insistido em apresentar propostas de PPR não satisfatórias aos trabalhadores. Por isso, eles reprovaram pela segunda vez o valor do benefício, em assembleias realizadas na quintafeira, 17. De acordo com o vice-presidente do SMetal, Valdeci Silva (Verdinho), membro do CSE da Schaeffler, a empresa tem se aproveitado do cenário econômico em outros segmentos como desculpa nas negociações. “Mas o setor de autopeças no País só tem crescido. Estudo do Sindipeças mostra que o faturamento do setor, por exemplo, cresceu 23,8% nos primeiros três meses deste ano. Sem contar as exportações que aumentaram 34%”, questionou.

Toyota dá início às negociações de PPR As negociações de PPR na montadora Toyota, em Sorocaba, também já iniciaram e na quinta-feira, dia 24, acontece nova reunião entre o SMetal e CSE com a empresa. O Sindicato, inclusive, realizou uma plenária no último sábado, 19, na sede da entidade, para informar sobre as negociações e tirar dúvidas dos trabalhadores. O economista da subseção Dieese do SMetal, Fernando Lima, apresentou números do mercado automotivo e da Toyota no país, que irão subsidiar as negociações. “Mas só a mobilização e participação massiva dos trabalhadores vão garantir um acordo benéfico ao trabalhador”, afirmou o coordenador do CSE da Toyota, Carlão.


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Folha Metalúrgica - Maio de 2018 - Ed. 904 Foguinho

ciclo de formação

“É preciso entender a comunicação como arma de guerra” A afirmação é do jornalista e doutor em história José Arbex Jr, que abordou o papel da comunicação no convencimento da população para referendar guerras e golpes “A Batalha das Ideias: da resistência à ofensiva” foi o tema de mais uma atividade do Ciclo de Formação, realizado na noite desta terça-feira, dia 22, no SMetal. Em comemoração aos 15 anos do jornal Brasil de Fato (BdF), os jornalistas José Arbex Jr. e Vivian Fernandes abordaram a importância de se fazer um contra ponto à fabricação de consenso da mídia golpista. “O jornalismo tem que ser entendido hoje como arma de guerra”, afirma Arbex, que é fundador do BdF e professor de jornalismo da PUC/SP. Ele deu exemplos históricos de participação da mídia para referendar guerras, como a invasão dos Es-

tados Unidos no Iraque, em 2003. “Inventaram motivos para o ataque. Mesmo todos sabendo que não haviam armas químicas”. “Sem a mídia não teria tido o impeachment da Dilma. Não basta dar o golpe. É preciso convencer a população do golpe”, ressaltou. Por isso a importância de narrativas como as do Brasil de Fato, que é porta-voz dos movimentos sociais. Em sua fala, Vivian Fernandes, que é editora de Internacional do BdF, contou sobre o histórico do jornal, que foi lançado em Porto Alegre, em 2003, durante o Fórum Social Mundial, para mostrar um Brasil que não aparece na mídia convencional.

Presença: O público foi formado por estudantes, professores, metalúrgicos e trabalhadores de outros segmentos

Convidados: Arbex e Vivian abordaram a importância do jornalismo social para a construção de uma sociedade democrática

SOROCABA

Câmara rejeita projeto que fiscalizaria contratos de terceirizadas Apesar da pressão dos trabalhadores de diversos segmentos, como servidores municipais e professores, a Câmara de Sorocaba rejeitou, em sessão extraordinária, no dia 17, o projeto de Emenda à Lei Orgânica nº 04/2018. O projeto tornaria obrigatório o aval do poder Legislativo para a permissão de empresas privadas assumirem serviço público (na prática, a terceirização) em Sorocaba. Com a rejeição a terceirização pode continuar ocorrendo via decreto do prefeito. Os servidores municipais, professores, trabalhadores da saúde, principalmente da UPH da Zona Leste, participaram em peso da sessão. Faltou apenas um voto para que o projeto fosse aprovado.

Protesto: Servidores públicos, trabalhadores da saúde e professores foram em peso à Câmara para pressionar vereadores Leia mais em: www.smetal.org.br

SMetal oferece mais cursos gratuitos Adulto e de Auxiliar Administrativo. As inscrições vão até dia 14 de junho, às 19h. Os cursos são abertos para toda a comunidade, mas associados e dependentes do Sindicato têm

Instrumentos musicais A partir de junho, não associados também poderão fazer aulas de guitarra, violão, contrabaixo e teclado com o músico Rolando Beltran, no SMetal. Exercícios de coordenação motora, instruções sobre os instrumentos e variação dos estilos musicais são algumas das técnicas que Rolando apresenta aos alunos. As inscrições são permanentes e o valor é de R$ 60 por mês para associados e R$ 75 para não associados. Mais informações: (15) 3334-5400/15.

Pacote de veneno

FORMAÇÃO

Em parceria com a escola Rise Cursos e Treinamentos, o Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba e Região (SMetal) abriu vagas para mais dois cursos gratuitos. São eles: o de Informática Essencial

notas

prioridade no sorteio, que acontece dia 15, às 19h. As inscrições devem ser realizadas de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h, na sede do SMetal, na rua Julio Hanser, 140, próximo à Rodoviária.

O Projeto de Lei 6299/02, também conhecido como Pacote do Veneno, facilita ainda mais a comercialização, utilização, armazenamento, transporte, de agrotóxicos no país. Essa proposta libera ainda mais venenos na mesa dos brasileiros e interessa apenas à bancada ruralista do Congresso Nacional. Ela tem recebido críticas de toda sociedade organizada para que não seja aprovada. O projeto está em trâmite, para análise, na Câmara dos Deputados.


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