Ano 02 Edição 06 2012
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Especial Transmissão > Harris
Força na
Os transmissores digitais Harris Maxiva UAX, com refrigeração a ar, são fabricados em Campinas, interior de São Paulo
A TV Vanguarda realiza transmissões digitais desde 2009, em São José dos Campos e Taubaté (SP), com equipamentos Harris de codificação/multiplexação NetVx, transmissores de refrigeração líquida Maxiva, sistemas de micro-ondas digitais bidirecionais, sistemas de processamento de sinais digitais de linha 6800+ e X50, servidores Nexio, roteadores Premium e Master Control Icon Master. Neste ano, a emissora anunciou que irá expandir a sua rede de distribuição digital, novamente em parceria com a Harris, que irá fornecer mais 12 transmissores digitais, sendo dois Maxiva ULX refrigerados a líquido – fabricados em Quincy, IL, nos Estados Unidos – para as geradoras e 10 transmissores digitais Maxiva com refrigeração a ar, e linha UAX – fabricados em Campinas – para as retransmissoras. A Harris também é responsável pe-
los equipamentos para adaptação de rede SFN, equipamentos para transporte de BTS sobre rede IP e mais de 20 enlaces de micro-ondas digitais bidirecionais IP, além de sistemas modulares para processamento de vídeo e áudio para as geradoras. Também afiliada da TV Globo, a TV TEM está ampliando a cobertura com sinal digital para 70% do seu mercado - no total são 318 municípios paulistas, com uma população aproximada de 8 milhões de habitantes. Para isso, ela adquiriu 45 transmissores da linha Maxiva. A emissora irá usar os transmissores da Harris em sete pontos da rede da TV TEM, interligados em arquitetura SFN (SingleFrequency Networking), com recursos que otimizam a largura de banda necessária para transportar os sinais via satélite e, dessa forma, permitem reduzir os custos operacionais do projeto. “A
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PHA e tec Pha
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Especial Transmissão > Harris
distribuição dos sinais de TV digital, incluindo a programação e a interatividade, será via satélite, o que é uma inovação”, destaca Ewerton Maciel, gerente de engenharia da rede TV TEM. As transmissões digitais em HDTV começaram em Sorocaba, no primeiro semestre de 2009 - a cidade foi a quarta do interior paulista a receber o sinal digital. Também nesse caso foram utilizados equipamentos da Harris. Posteriormente, a emissora adquiriu mais sete transmissores da linha Maxiva, iniciando as transmissões de HDTV nas outras cidades geradoras da rede e também nos municípios de Marília, Araçatuba e Jundiaí. O projeto inclui ainda um link de rádio digital entre as quatro geradoras e oito das unidades da TV TEM para a comunicação e troca de sinais de programação - como os telejornais, por exemplo. Para isso, a emissora adquiriu da Harris rádios de micro-ondas, além de servidores de vídeo de alta definição, matrizes de vídeo, mesas de controle mestre totalmente automatizado, bem como todo o sistema de processamento de sinais.
Compactos
Entre as soluções da Harris adequadas à realidade do Brasil é importante destacar a família de transmissores em estado sólido UHF Maxiva UAX Compact Class, que tem pré-filtros de potência que variam de 5 a 50 W, em um chassi de 2RU. A plataforma pode ser usada tanto an_phase_vislink_230x150mm.pdf
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em transmissão (geradoras) como em gap fillers SFN ISDB-Tb, tendo sido desenvolvida para expandir a área de cobertura ou preencher regiões com sombras na recepção de sinais. Essa capacidade é relevante em áreas urbanas com muitos edifícios, que prejudicam a propagação, mas também em cidades menores com relevo muito acidentado, que sofrem as mesmas dificuldades. A linha mantém o legado da tecnologia Apex M2X, com alto desempenho e rapidez na configuração, mantendo uma interface comum entre os usuários da linha Maxiva e reduzindo o período de treinamento. Ela também usa a função RTAC, um sistema com pré-correção simultânea, adaptativa, linear e não linear, que atende todos os tipos de amplificadores de RF. Com a RTAC, é possível monitorar continuamente a saída do transmissor e qualquer filtro, adaptando simultaneamente as não-linearidades do sistema e maximizando sua cobertura.
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Especial Transmissão > Gap Filler
O estudo para utilização de Gap Fillers para retransmissão de TV Digital no Rio de Janeiro avaliou áreas em que o sinal da torre principal é deficiente, seja por questões topográficas, seja por conta da diversidade local. Através do software EDX, foi possível verificar o desempenho do sistema SBTVD na cobertura da área de sombra e de sobreposição de sinais, a partir de um sistema ativo de repetição de sinal, composto de uma antena de recepção, uma antena de transmissão e um módulo reforçador de sinal (ISG5P0), que constituem o “Gap Filler”
Gap Filler para por Laisy Rebelo Caroba da Silva e Leonardo Henrique G. F. da Silva
A digitalização da televisão terrestre traz consigo uma série de desafios no planejamento de cobertura ainda desconhecidos por grande parte das emissoras. A tecnologia digital permite uma qualidade de imagem praticamente perfeita, sempre que uma relação sinal/ruído for garantida ao receptor. Porém, esta relação pode ser insuficiente, devido às características topográficas de uma área onde existem edifícios que obstruam a visibilidade com a torre transmissora ou em situações em que o relevo forme uma concavidade que dificulte a cobertura da área. Caso isto aconteça, o decodificador irá falhar totalmente na recuperação da imagem. Este trabalho chegou a uma proposta para as emissoras de TV aberta, que pode ser implementada para repetições de sinais de TV Digital no Brasil, com base em modulações que utilizam o sistema COFDM. Baseado nisso, temos um estudo comparativo entre as tecnologias SFN e Gap Filler em que, para fins experimentais, será utilizada a tecnologia Gap Filler. Através do software EDX, será possível verificar o desempenho do sistema SBTVD na cobertura da área de sombra e de sobreposição de sinais, a partir de um sistema ativo de
repetição de sinal, composto de uma antena de recepção, uma antena de transmissão e um módulo reforçador de sinal (ISG5P0), que constituem o “Gap Filler”.
Sistema SFN (Single Frequency Network)
A ideia de uma rede SFN é que uma antena retransmissora receba o mesmo sinal da antena transmissora principal, que por sua vez transmite o sinal da rede e repite na mesma frequência. Mas, para que uma rede SFN funcione perfeitamente, é necessário que haja um aprimoramento dos filtros de cancelamento de realimentação LFC (Loop Canceller Filter). A rede SFN também pode operar com Gap Filler para que haja uma melhoria de recepção de sinais em locais que existam áreas de sombra.
Estação repetidora de sinal
O equipamento Gap Filler é um repetidor em canal de sinal digital de TV em UHF de 100Wrms no padrão ISDB-TB (Brazilian Integrated Services Digital Broadcasting Terrestrial), com o propósito de propagar sinais para regiões onde impedimentos físicos e geográficos
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Especial Transmissão > Gap Filler
Previsão de cobertura do site principal no Morro do Sumaré, no Rio de Janeiro, feita com o software EDX Wireless
afetem a cobertura de sinal, ocasionando áreas com recepção falha. O Gap Filler foi projetado para minimizar deficiências da cobertura da rede, entregando um sinal de qualidade aos receptores e garantindo uma boa eficiência espectral.
O equipamento usado no teste é constituído dos seguintes módulos:
• 01 Gap Filler – Módulo GV 4593 • 01 Amplificador de potência de 100W • 01 Filtro passa-banda de entrada • 01 Filtro passa-banda de saída O Gap Filler consiste de uma unidade compacta, que, dentro do mesmo encapsulamento possui um módulo
Área de sombra, não atendida pelo transmissor principal devido a obstruções do relevo
Área não atendida pelo site principal
Down Converter RF, uma plataforma de processamento digital e um módulo de Up Converter. O Gap Filler recebe os sinais transmitidos pelo transmissor principal, tratando, amplificando com um mínimo de distorção e retransmitindo no mesmo canal. Todo processamento do sinal é feito digitalmente no nível de frequência intermediária. Um algoritmo do cancelador digital de eco possibilita melhor estabilidade e um maior desempenho de todo o sistema. É ainda constituído de um filtro digital embutido, o qual melhora o desempenho e permite uma maior seletividade em alta frequência (maior robustez e alta performance no processamento digital de interferências de canais adjacentes). Ao equipamento estão incorpora-
Previsão de cobertura referente ao transmissor secundário
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Especial Transmissão > Gap Filler
Previsão de cobertura do transmissor principal e transmissor secundário
dos circuitos de pré-correção não linear para compensar características dos amplificadores de potência.
Requisitos para implementação
Para que seja possível a implementação de um site de retransmissão, é necessário realizar os seguintes procedimentos: a) Verificação da área de cobertura do transmissor principal b) Identificação da região não atendida pela cobertura do transmissor principal (sombras e obstruções) c) Determinação do intervalo de guarda do transmissor principal d) Determinação da relação de proteção do sistema (conforme item 7.2.6 da NBR 15604) e) Dimensionamento da estação que será utilizada para a retransmissão f) Verificação da área de cobertura da estação de retransmissão g) Identificação da área de sobreposição h) Determinação dos pontos a serem verificados na área de sobreposição e área de cobertura O software utilizado para tais experimentos é o EDX Wireless, que nos possibilita visualizar de uma maneira fácil vários tipos de redes de comunicação, dentre elas uma rede de broadcasting.
Área de cobertura do transmissor principal
Devido às obstruções provenientes do próprio relevo, o Rio de Janeiro talvez seja uma das regiões de maior diversidade em termos de cobertura para os serviços de broadcasting. Na primeira figura, pode-se ver a ilustração para uma previsão de cobertura dispondo de um sistema de 2.5 KWatts de potência transmitida e Erp calculada de 0,93kW. Nota-se que a figura apresenta 10 camadas de intensidade de campo para a determinação aproximada de seus níveis em cada ponto a ser verificado.
Identificação da região de sobreposição de sinais
Região não atendida pelo transmissor principal
Devido à diversidade local, nem todas as regiões podem ser cobertas por um único sistema no Rio de Janeiro. O sistema irradiante do site de retransmissão é determinado em função da área não atendida pelo transmissor principal. Potência de transmissão, ganho e características da antena de transmissão são determinados visando privilegiar as áreas destacadas. A região de cobertura atendida pelo site de retransmissão no Mendanha (Zona Oeste do Rio de Janeiro) deve corresponder à área de sombra proveniente de obstruções que impediram a contribuição do site principal.
Área de sobreposição
Uma vez dimensionada, a previsão de cobertura da estação principal e dimensionada a previsão de cobertura da estação secundária, a verificação das duas manchas geradas nos dá uma região de sobreposição entre elas. É necessário mapear o comportamento dos níveis de intensidade de campo da estação principal e estação secundária na região identificada. A relação de proteção recomenda uma razão de 32 dB entre os sinais (lembrando que a relação é uma relação Cocanal Digital / Digital). É sabido que esta relação não será respeitada em toda a extensão da região identificada, e algumas ações devem ser previstas para minimizar qualquer efeito destrutivo para a decodificação dos receptores situados nesta região. Através do software EDX, mostrou-se que teoricamente é possível a utilização da tecnologia Gap Filler para melhora da cobertura do sinal de TV Digital em áreas em que o transmissor principal é deficiente. Foi possível também verificar o desempenho do sistema SBTVD a partir de um sistema de repetição de sinal. página 9
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Especial Transmissão > Screen
Investindo Com o advento da TV Digital no Brasil, emissoras e profissionais da área técnica procuram cada vez mais se aprimorar no assunto e conhecer os desafios e novidades dessa tecnologia. Entre os temas que merecem um conhecimento mais aprofundado, estão o SFN (Single Frequency Network- Rede de Frequência Única) e Gap Filler (Reforçador de Sinal), tecnologias que compõe a implantação do padrão da TV Digital no Brasil. Visando contribuir com o avanço da tecnologia e permitir maior conhecimento na área, é positivo que empresas do setor de broadcasting ofereçam produtos e soluções completas no intuito de promover a maior adesão ao sistema e o aperfeiçoamento dos profissionais do ramo. Nesse sentido, a Screen Service do Brasil tem promovido há mais de dois anos workshops sobre temas como SFN e Gap Filler. “São conceitos suplementares e complementares e técnicas que a empresa domina há mais de 12 anos, por isso conhecemos bem esse tipo de tecnologia. Além disso, desde 2000, a empresa implementa soluções SFN na Europa. É uma tecnologia absolutamente madura”, destaca o gerente de vendas da Screen e engenheiro, Fabrízio Reis. Eventos como esses são uma oportunidade de aprender até para quem já tem muita bagagem, como é o caso de Josafá Dias de Araújo, prestador de serviços da Fundação Rádio Educativa Uberaba, em Minas Gerais. “Tenho mais de 40 anos de experiência em TV analógica, já estava pensando em me aposentar, mas foram aparecendo várias oportunidades de novos trabalhos. Esse workshop é o começo para mim, e uma chance de adquirir conhecimento para continuar trabalhando,” comenta. O tema dos workshops também chamou a atenção de Carlos Henrique Chagas, que saiu de Recife (PE) para se aprimorar ainda mais. “Acho essencial a troca de informações que acontece nesses eventos. Tem muita coisa nova e, o que é solução pra um, pode ser também pra outro. Já conheço o trabalho e os produtos da Screen, já havia participado de outros cursos, mas sempre temos mais a aprender”, enfatiza o supervisor técnico da TV Clube de Recife, afiliada da Rede Record. As duas tecnologias, apesar de gerarem algumas dúvidas, não são nenhum “bicho de sete cabeças”. O que é necessário ter em mente é que o processo de implantação precisa ser muito bem planejado e estudado. Assim, o trabalho fica bem mais fácil e o retorno é garantido. “Procuramos destacar a importância do planejamento para implantação das tecnologias. Partimos do princípio de que não é nada complicado desde que se conheça bem e se planeje, assim fica mais fácil de aplicar”, explica Fabrízio. O especialista em TV Digital do Inatel - Instituto Nacional de Telecomunicações - de Santa Rita do Sapucaí- MG,
Os modelos para transmissão digital da linha ARK-6 compõem o portfólio da empresa no Brasil
Ricardo Augusto da Silva Júnior, define com bastante propriedade a importância do encontro. “Estamos passando por um processo de implantação nacional da TV Digital e infraestrutura e qualificação são ingredientes principais para obtermos sucesso. Então, disseminar esse conhecimento, participar de treinamentos como esses que a Screen realiza, é a chave para nos firmarmos dentro dessa nova tecnologia e fazer essa transição entre o analógico e digital com muito mais consciência e eficiência”, finaliza.
Tecnologias de transmissão
Netas oportunidades, a empresa também apresenta soluções como a linha Ark-6, com cinco front-ends diferentes, a nova série de transmissores SDT ULTRA HE, que garante alta eficiência com desempenho, Combo 200W - com modulador e amplificador juntos em 2 RU -, e o novo OmniLink COFDM - Link de micro-ondas COFDM com NLOS (Quasi-Non-Line-of-Sight). www.screen.it/pt-br
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Especial Transmissão > Betaprints
A fábrica da Betaprints suportará a fabricação de transmissores analógicos e antenas, além de trabalhar em parceria com a italiana Electrosys nos modelos digitais e para rádio FM
Betaprints inaugura A marca foi apresentada pelo Grupo Printscom na inauguração da sua fábrica em Cotia (SP) para a produção de transmissores digitais, que terá como meta o atendimento ao mercado de TV digital em cidades menos populosas, além da significativa demanda por equipamentos analógicos. O grupo assumiu há um ano as operações da Telavo Telecomunicações, tradicional fabricante nacional de equipamento para TV e rádio, com a aquisição de projetos e locação dos equipamentos. Durante a inauguração no mês de novembro, também foi anunciada uma parceria com a empresa italiana Electrosys, além da produção de equipamentos para FM e de estabilizadores. Além do Brasil, o Grupo Printscom pretende atender aos mercados da América do Sul e na África. Em entrevista exclusiva, Luis Mauro Santos da Silva, diretor presidente da empresa, dá detalhes do processo de criação da Betaprints e conta que já investiu R$ 12 milhões. Por que investir no mercado de radiodifusão? O objetivo de investir nesse mercado vem da experiência nesse setor. São vinte anos de atividade em radiodifusão, nos quais eu já tive a oportunidade de ser várias vezes diretor de rede de várias empresas. Passei pela RBN (Rede Boas Novas Brasil), RIT e no Grupo Cristão de Televisão, além de prestar consultoria há mais de cinco anos para a Rede Novo Tempo de Televisão. Também já fui presidente da ABTU - Associação Brasileira de Televisão UHF. Eu comecei a minha carreira solo há seis anos, em 2006, quando montei a Printscom. É uma empresa que começou fazendo projetos de rádio e televisão para a rede Novo Tempo, e se tornou uma das referências no mercado em sinal digital. Hoje os focos da empresa estão em soluções móveis, nos projetos
de cidades digitais (que levam o acesso à internet a regiões carentes), e a divisão de broadcast, com canais de televisão próprios, projetos de rádio e TV e regulamentação. Essa estrutura nos permitiu crescer nos três segmentos e, avaliando as oportunidades na área de TV Digital, vimos que a única tecnologia que ainda não tinha caído na mão de capital internacional era a da Telavo. Mesmo com suas dificuldades financeiras, de modernização de equipamentos, de investimento em tecnologia, ela era a única opção, e nós resolvemos apostar. Eu sabia do risco no primeiro ano (entre a aquisição da tecnologia e a inauguração da fábrica), que era um período de estruturação. Nesta segunda fase, vamos para o mercado, brigar por espaço e ficar. Quantos funcionários vieram da Telavo e quantos foram contratados? Parte da mão de obra demitida pela Telavo foi absorvida neste projeto e a previsão é de ter 50 pessoas trabalhando na fábrica. Quais são os resultados do primeiro ano? Quando adquirimos a tecnologia da Telavo, encontramos a fábrica parada e fizemos a locação dos equipamentos pelo período de cinco anos. Ao longo de 2012, produzimos mais de 40 equipamentos de média e alta potência. São transmissores de 1 a 10 kW que estão em lugares como Brasília, Teresina e Campo Grande. Conseguimos, mesmo com todas as dificuldades da Telavo, girar mais de R$ 6 milhões, além de ter reativado a produção de antenas. Vendemos mais de 30 antenas UHF (painel, slot e Yagi), que acompanham praticamente todos os nossos kits de transmissão e são instalados pela nossa equipe.
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Especial Transmissão > Betaprints
A nova planta será usada exclusivamente para equipamentos de radiodifusão? Ela não vai incluir apenas a TV digital e a continuidade do analógico. Também vai incluir produtos na área de metalurgia, de mecatrônica e de estabilizadores de 1 a 40 kVA. Para a linha de estabilizadores, nós compramos uma tecnologia da Tripod e vamos dar continuidade. O que será aproveitado dos projetos para TV Digital da Telavo? Nós adquirimos uma linha de TV digital que precisa de atualização, mas eu não posso perder tempo desenvolvendo, sabendo que o mercado de TV digital está explodindo. Por isso, olhando tanto para os projetos de rádio quanto para TV, o ideal era trazer um parceiro que tivesse essa tecnologia. Por isso que fomos buscar um parceiro internacional. Como funcionará a parceria? Sabendo da dificuldade da Telavo no Brasil, nós criamos a marca Betaprints e, na NAB deste ano, tivemos a primeira reunião com a Electrosys – uma das únicas grandes que não estava no mercado brasileiro e gostaria de estar. Nós contamos sobre o nosso projeto e o investimento, que é totalmente nacional, e começamos um namoro. Fui à Itália participar de uma reunião, conversamos, depois eles estiveram aqui. O acordo foi concluído agora no segundo semestre. Quais contribuições eles darão? Será através de uma linha de transmissores digitais modernos e compactos, que têm refrigeração a ar e refrigeração líquida. Todos os comandos dos equipamentos da Electrosys são modernos, totalmente viáveis com qualquer empreendimento de telecomunicação a longa distância. Outro fator muito importante é podermos acompanhar o desenvolvimento do equipamento. A Electrosys está presente em muitos países e só não tinha força na América do Sul. Ela também dará a sua contribuição na linha de FM. Eles estão mais alinhados ao padrão DVB-T e a solução para ISDB-TB precisará ser desenvolvida? Sim. Esse é um dos nossos desafios e aí é que entra a nossa participação como empreendedora brasileira. Eles vão trazer todo esse know-how, e a nossa equipe de desenvolvimento vai adaptar o produto. O acordo tem prazo de duração? Não. A Electorsys acredita muito na força de venda do Grupo Printscom, que tem muita experiência em trabalhar com empresas como a Motorola, Dell e D-Link, por exemplo. Antes mesmo da inauguração, em novembro, a empresa já havia entregado mais de 40 equipamentos de média e alta potência, em kits que também incluíam as antenas
Luis Mauro Santos da Silva, Diretor Presidente da Betaprints, e Luis Monteiro, Presidente e CEO da Electrosys na inauguração da nova fábrica de transmissores em Cotia
O governo pretende antecipar o desligamento analógico das transmissões analógicas em algumas regiões do Brasil. Essa decisão afeta o negócio da empresa? O governo brasileiro está certo em modernizar, principalmente nos grandes centros. Mas é óbvio que, pela dimensão continental e pelo poder aquisitivo das famílias em pelo menos 40% desse país, o sistema de TV analógico ainda sobrevive por mais de 10 anos. Então, além dos equipamentos digitais, você espera fazer muitos negócios envolvendo a transmissão analógica? O grande mercado é o suporte a essa rede. São mais de seis mil equipamentos vendidos e instalados. Apenas no Maranhão, há uma rede de televisão com 80 canais de RTV, todos com equipamentos analógicos da marca Telavo. Eu não tenho apenas o potencial de venda de produtos, mas eu tenho um potencial de suporte técnico, com manutenção e reposição de peça. É um mercado que não pode ser esquecido. Esse longo processo de migração também tem a ver com a capacidade de investimento dos radiodifusores? O retorno sobre o investimento em radiodifusão chega a 10 anos. Eu diria até que ao longo dos próximos cinco haverá uma readequação da própria indústria no País. A demanda não absorve toda essa indústria (fabricantes de transmissores). Os radiodifusores têm dificuldade de investir e essa dificuldade só será resolvida com o tempo ou com o governo bancando o custo. Será que o radiodifusor que tem uma geradora comercial em Cruzeiro do Sul (Acre) tem patrimônio e bens para chegar no BNDES? Claro que não. Então não adianta dizer “eu tenho uma linha de investimento”. É necessário haver incentivo, quase com custo zero, ou como tem outros projetos no próprio governo, com recursos a perda de vista. Está prevista a manutenção em equipamentos de outros fabricantes? São comentários que eu ainda não amadureci, mas evidentemente que, para nós chegarmos até aqui, eu tenho uma estratégia. Uma coisa é certa: eu aposto sobreviver nesse mercado na hora de readequação. Essa readequação significa a saída de alguns fabricantes? Um, dois ou três vão ficar. É uma análise de quem está no mercado. Demora até que uma multinacional de tecnologia alemã ou japonesa fique adequada ao mercado brasileiro. (FG)
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Especial Transmissão > Rohde & Schwarz
Pés no Seguindo o caminho de outras multinacionais que iniciaram a fabricação de transmissores de TV digital e gap fillers no Brasil, em 2011 a alemã Rohde & Schwarz anunciou que também inauguraria uma fábrica por aqui. O projeto foi consolidado ao longo deste ano e, no final de dezembro, entrará em funcionamento a sua planta na zona sul de São Paulo. Segundo Heitor Vita, diretor presidente da empresa, todo o processo é de responsabilidade direta da empresa, com funcionários e equipamentos próprios, sem nenhuma terceirização. “Não é a nossa praxe, por conta da qualidade e dos procedimentos de produção”, comenta. A empresa está investindo US$ 15 milhões, e o índice de nacionalização dos produtos deve chegar a 65% em dois anos, segundo Vita. Serão contratados entre 20 e 25 funcionários, e a expectativa é dobrar o volume de vendas da empresa neste segmento. Considerando todas as áreas em que a empresa atua – Medição e Teste, Radiomonitoração, Comunicações Seguras e Radiodifusão, o crescimento pode chegar a 30% no Brasil. Embora a capacidade inicial da fábrica seja dedicada apenas aos transmissores para radiodifusão, no futuro devem ser incluídos itens da linha de radiocomunicação para os mercados de Defesa e Governo, além de instrumentos para medição e teste. As primeiras entregas acontecerão no início de 2013, e os novos orçamentos já consideram preços com base no
“Estamos investindo US$ 15 milhões e o índice de nacionalização dos produtos deve chegar a 65% em dois anos”, conta Heitor Vita, Diretor Presidente da empresa
fornecimento local, implicando numa redução de preço de até 40% nos modelos de baixa potência. Segundo o engenheiro Eduardo Distler, gerente de vendas e marketing da empresa, inicialmente serão fabricados transmissores digitais de 10W a 3kW da linha TMU9, apresentada na IBC 2012, além de gap fillers de até 100W. Todas as versões têm refrigeração a ar e os equipamentos acima de 3kW continuarão a ser importados.
Perspectivas
Heitor Vita também considera este passo importante para aumentar a competitividade da empresa, que agora estará sujeita a uma carga de impostos bem menor. “A nossa cadeia de impostos é severa (com os produtos importados) e governo alemão também não permite praticar preços diferentes dos que aplicamos nos Estados Unidos, por exemplo”, explica. Ele acrescenta que a Rohde & Schwarz dispõe de financiamento próprio e através de bancos de primeira linha para grandes projetos, também para facilitar o acesso aos equipamentos. Um dos principais contratos de fornecimento da empresa é com a Rede Vida, que está recebendo equipamentos para mais de 100 pontos de transmissão, além da TV Justiça, Rede Bandeirantes e TV Sul Brasil. Para Eduardo Distler, as vendas em 2012 ficaram aquém do esperado, com grandes redes tratando a migração do padrão analógico para digital sem pressa. “Elas não esA fábrica da R&S na zona sul de São Paulo vai fabricar transmissores digitais de 10W a 3kW com refrigeração a ar, da linha TMU9, além de gap fillers de até 100W
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Especial Transmissão > Rohde & Schwarz
tão investindo como deveriam. Temos centenas de unidades vendidas, mas é pouco comparado com o potencial do país”, complementa Heitor Vita. Para o presidente da empresa, em 2013 o processo deve ser acelerado para que as grandes redes atinjam os municípios com mais de 50 mil habitantes. Segundo os executivos, a demanda por gap fillers no Brasil também é tímida, mas deve crescer com o aumento da cobertura digital. A solução não estará presente apenas em grandes cidades, mas também em municípios com topografia que dificulte a propagação do sinal. “Já percebemos demanda em cidades do Mato Grosso, por exemplo”, conta Eduardo Distler.
Suporte e projetos
Para garantir o suporte aos clientes, a empresa conta com um laboratório avançado, que detecta componentes avariados e faz a substituição localmente. Se houver necessidade de um reparo mais sofisticado em uma placa, por exemplo, ela é trocada por outra e enviada para a Alemanha para reparo. Com a nova fábrica, a intenção é diminuir ainda mais a independência na manutenção, reduzindo ao mínimo o envio de peças para exterior. “Nós teremos um estoque de peças ainda maior e mais agilidade no atendimento”, detalha Distler. Em geral, as emissoras costumam desenvolver internamente os seus projetos para implantação da televisão
Depois de um 2012 abaixo da expectativa, Eduardo Distler espera uma aceleração em 2013, com mais redes e municípios aderindo à transmissão digital
digital terrestre, mas a Rohde & Schwarz também apoia este trabalho quando necessário, e se encarrega da instalação e comissionamento dos equipamentos. (FG) www.rohde-schwarz.com.br
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Especial Transmissão > Jampro
Filtros e A Jampro, mais antiga fabricante de antenas e soluções para transmissão dos EUA, apresentou nos últimos meses novos sistemas para combinação e filtro de canais de TV e FM. Entre os lançamentos está a família de combinadores com impedância constante RCCC-102-FM, que podem ser configurados em pequenas instalações de transmissão graças à sua estrutura compacta. O seu desenho modular permite acomodar frequências adicionais conforme a necessidade, além de dispor de um controle preciso para compensação de temperatura, que mantém os filtros arrefecidos e fixos nas respectivas frequências. A família RCCC-102-FM atende às frequências de 87.5 a 108 MHz. Outro lançamento da empresa é o RCCC-X0X-1UT, que reúne um combinador de frequências UHF com um filtro de máscara espectral. O modelo tem diversas versões indicadas para emissoras de TV que precisam combinar mais de um transmissor UHF. Seu diferencial é a possibilidade de alterar a configuração dos canais a qualquer momento, no local onde o equipamento está instalado. Os canais podem ter banda de 6 ou 8 MHz, com espaçamento mínimo de um canal. Já o filtro de máscara espectral não crítica RCEC-386UM atende todas as opções de transmissão deTV digital em UHF, incluindo o ISDB-T, em frequências de 470-860 MHz. As suas cavidades e o projeto técnico – mecânico e elétrico –
O RCCC-X0X-1UT reúne um combinador de frequências UHF com um filtro de máscara espectral
criaram um equipamento bastante pequeno. Finalmente, vale mencionar a antena UHF “asa de morcego” JAT-U IV/V 470 – 860 MHz, que pode ser montada no topo ou na lateral de uma torre e é indicada para transmissão de um ou vários canais em UHF, pois é resistente à oscilação, mesmo com grandes rajadas de vento. Como todos os produtos da empresa, ela é completamente montada, ligada e testada antes do transporte e vem com garantia de dois anos. www.jampro.com
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Especial Transmissão > Tecsys
O início da produção em Israel foi acompanhado de um reforço na linha de montagem brasileira para fabricação de equipamentos que possam ser comercializados em qualquer país
Plataforma Após adquirir a fábrica da ADI Technology em Israel, a Tecsys passou a fabricar IRDs, (de)codificadores e equipamentos para head-ends fora do Brasil, atingindo o mercado global com os seus equipamentos. Tudo ficou mais fácil graças aos acordos comerciais que o país do Oriente Médio tem pelo mundo. Ainda não se pode falar em aumento substancial no volume de negócios, pois a nova empresa começou a funcionar efetivamente em setembro, mas 280 IRDs (receptores/ decodificadores integrados) já foram fabricados em Israel. Metade deles estava vendida no início de novembro, a um preço que varia de 2,5 a US$ 3,5 mil por equipamento. Para 2013, a expectativa é faturar US$ 3,5 milhões – em torno de 1700 unidades – apenas a partir da nova planta. Outro ponto positivo do negócio é que ele abriu as portas do mercado internacional para produtos fabricados pela Tecsys no Brasil. Agora, encoders, decoders, uplinks de satélite e soluções para head-ends de TV por assinatura poderão chegar a clientes de vários países, fazendo antes uma escala em Tel Aviv. A empresa já participa de concorrências na Índia, China e Rússia e em alguns países da África.
Marcos Freire Martins e Jorge Ganuza, diretores da Tecsys, ao lado da linha de montagem recém-adquirida
Novos produtos
Após a aquisição da fábrica, a Tecsys reforçou a sua produção na planta de São José dos Campos (SP) com a instalação de uma linha de montagem importada da Alemanha para montar circuitos eletrônicos de alta densidade (até 26 camadas). Dali saíram as novas unidades do IRD/ Multi Decryptor/Streamer TS7700, um decodificador de áudio e vídeo em MPEG-2 e MPEG-4, desenhado para atuar nos segmentos de contribuição, distribuição e unidades móveis, em que qualidade e desempenho são vitais. O TS7700 é compatível com os padrões DVB e ATSC, e está disponível em várias configurações, podendo receber o Transport Streams (até 215 Mbps) de fontes RF, ASI e IP, e fazer a decodificação profissional dos sinais. Também estão disponíveis dois ou quatro slots para módulos de acesso condicional (CAM) Irdeto, NagraVision, Viaccess, VideoGuard, MediaGuard, Conax, CriptoWorks, TongFung, SECA, Xcrypt e SmartCrypt, entre outros, até quatro interfaces ASI e uma GigE. No painel frontal existe ainda uma pequena tela para acompanhar as imagens que estão sendo processadas (1080i, 720p, 480p/576p, 480i/576i, por exemplo). Outro produto que entrou na linha de produção foi o Tecsys Media Platform, uma solução IP para digitalização de empresas de TV a cabo e Broadband TV, que reduz o volume de cabos e conexões requeridas, além de utilizar menos espaço e energia elétrica. Usando até seis módulos individuais de entrada e saída por unidade, ele pode processar 6 Gigabit/s de dados. Cada módulo pode ter uma função diferente, como recepção (DVB-S, DVB-S2 e ISDB-T), decoder, encoder, transcoder, criptografia e modulação, além de poder ser removido sem o desligamento da unidade central. Na configuração mais sofisticada, cada unidade desta solução para head-end IP pode modular 40 canais em QAM, fazer a transmodulação de 16 fluxos DVB-C/T/S/S2 para QAM ou contar com 20 entradas/saídas para conversão ASI-IP, entre outras possibilidades. (FG) www.tecsysbrasil.com.br
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Especial Transmissão > RFS
Software de
Entre as novidades apresentadas pela empresa neste ano estão os filtros RFS PeakPower+ e os cabos Heliflex
A Radio Frequency Systems (RFS) lançou neste ano o software de sintonização de filtros RFS PeakPower+, que facilita a configuração e não requer um especialista para opera-lo. Segundo a empresa, até um novato pode sintonizar completamente um filtro complexo usando o novo software. O Broadcast Computer Aided Tuning permite que qualquer pessoa que opere um computador e um analisador de rede possaM sintonizar os filtros em até meia hora. “O software proporciona um passo a passo, indicando claramente os ajustes necessários, transferindo a experiência requerida anteriormente do especialista à ferramenta”, afirma Renato França, diretor comercial de Indústrias Estratégicas – América Latina da RFS. A redução de tempo na sintonização contribui para que os provedores de transmissores possam responder de forma rápida e fácil às mudanças de requisitos e adequar os diversos padrões de tecnologias, o que pode resultar na redução de inventário devido à flexibilidade na alteração de sintonia de canais. “Em todas as etapas, desde o design, desenvolvimento e nas rigorosas fases de testes e processos de fabricação, a RFS foca no aumento de performance e flexibilidade, redução de custos e simplificação das operações para seus clientes. Este software é verdadeiramente único na indústria e a sintonização de canais ficou fácil e rápida”, complementa Renato. Os filtros direcionais da Série CW da empresa já ganharam o Prêmio Emmy, com uma tecnologia patenteada que permite a combinação de canais adjacentes de alta potência. Esta tecnologia permite à indústria televisiva fazer operações conjuntas de sistemas digitais e analó-
gicos, sem implementação de novas antenas e torres. O filtro PeakPower+ da RFS – apresentado neste ano – suporta potências de 50 Watts a 10KWatts e pode ser sintonizado nas bandas UHF e nos canais de 6, 7 e 8 MHz. A empresa também promoveu neste ano a sua antena RD Series, do tipo slot; os cabos Heliflex, que oferecem maior potência e menor perda; conectores EIA, de design robusto e perda de retorno extremamente baixa; e o painel PHP para banda larga UHF, além de produtos utilizados em sistemas de transmissão terrestre, tais como antenas de micro-ondas, cabos especiais e acessórios.
Atuação
A RFS é especialista em infraestrutura de comunicação sem fio e de broadcast. A empresa oferece ao mercado projetos e serviços customizados que abrangem comunicação móvel, micro-ondas, cobertura indoor e broadcast. Também dispõe de completa linha de cabos especiais (Linha kmP), indicados para automação industrial e comercial, áudio e vídeo, sonorização profissional, sistemas de segurança e satélites, dentre outras aplicações. No Brasil, onde está há mais de 35 anos, a empresa possui uma de suas dez unidades fabris, que responde pela demanda de toda a América Latina. A empresa pertence ao grupo RFS, que conta com 32 subsidiárias em todo o mundo e tem, entre seus clientes, operadoras de telefonia móvel e fixa, OEMs, instaladores, integradores de sistemas, emissoras de rádio e TV, utilities (energia, governo, minas e outros), distribuidores e revendas. (FG) www.rfsworld.com
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Desenvolvido na plataforma ST e com características inovadoras, o IRD Tecsys modelo TS 7700 traz a mais avançada tecnologia na recepção e decodificação de sinais via satélite em DVB-S/S2 ou digital terrestre ISDB-T ou DVB-T/T2. Projetado para atender à crescente demanda do mercado, este produto pode ser configurado para operar em sistemas de transmissão, contribuição e distribuição de conteúdo H264 ou MPEG-2, em definição HD ou SD. O IRD TS7700 conta com múltiplas entradas e saídas (RF, ASI, IP, SDI), além de ser compatível com os principais sistemas de criptografia (CAS) existentes no mercado, inclusive BISS e BISS-e. Outra característica a destacar é a função MCD (multi channel decryption), capaz de decriptar diferentes serviços com o mesmo cartão. A monitoração e controle da unidade é garantida por interface gráfica Web intuitiva e de fácil operação, além de permitir acesso aos sistemas de gerenciamento via SNMP. Tudo isso com a confiabilidade da marca Tecsys e aliado à experiência de milhares de unidades vendidas em todo o Brasil. PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS
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Especial Transmissão > TV Digital
Cuidados no projeto para interiorização da TV Digital
Visada direta Local escolhido para instalação do Gap Filler.
por João Paulo Ribeiro*
Área de Sombra
Estação Transmissora
Estação Gap Filler
Fig. 02: A escolha do local onde a Estação Gap Filler será montada é muito importante. Este local deve ter boa visibilidade com a Antena da Estação Transmissora Diagrama Pol. Horizontal Ângulo de 1/2 potência: 24º
Diagrama Pol. Vertical Ângulo de 1/2 potência: 22º
Fig. 01: Caso típico onde existe a necessidade de retransmissão do sinal para cobertura da área de sombra. O padrão ISDBTB permite que as Estações Retransmissoras e a Estação Transmissora Principal utilizem o mesmo canal
A escolha do padrão de TV Digital ISDB-TB permitiu ao Brasil a reutilização de canais na retransmissão do sinal digital, através de redes SFN (Single Frequency Network). Nesta aplicação, os Gap Fillers se mostram uma solução de baixo custo; entretanto, alguns pontos devem ser levados em consideração durante as fases de Projeto e Instalação de uma Estação Gap Filler. Uma estação retransmissora Gap Filler exige diversos cuidados nas fases de projeto e instalação. O fato de um receptor doméstico conseguir demodular o sinal não significa que o mesmo possua qualidade suficiente para ser processado e retransmitido pelo Gap Filler, pois vários parâmetros devem ser medidos, e diversos cuidados devem ser tomados antes de iniciar a instalação. Em primeiro lugar, deve-se escolher o local onde o Gap Filler será instalado. O ideal é que o sinal transmitido pela Estação Principal seja recebido com nível melhor que -50dBm e mínima incidência de multipercursos. Normalmente, este local possui visada direta com a estação principal. A figura 02 mostra um exemplo.
Escolha e posicionamento
Um fator decisivo para o sucesso da instalação do Gap Fil-
Fig. 03: A antena de Recepção de uma Estação Gap Filler deve possuir alta Diretividade e boa Relação Frente Costa
ler é a escolha das antenas de recepção e transmissão. A antena de recepção deve possuir: Alta Diretividade: para minimizar a incidência de multipercursos do sinal; e Boa Relação Frente/Costa: para minimizar o acoplamento ocorrido entre as antenas de transmissão e recepção. Tipicamente utilizam-se antenas de recepção do tipo parábola UHF com Radome. A figura 03 mostra um exemplo do diagrama de irradiação desta antena. Já a antena de transmissão deve possuir um diagrama de irradiação de, no máximo, 180 graus, para que ocorra mínima irradiação do sinal na direção da antena de recepção. Outro bom artifício é escolher uma polarização oposta à utilizada pela antena de recepção. O importante é garantir o menor acoplamento entre as antenas de transmissão e recepção. O posicionamento das antenas é muito importante. Tipicamente, utiliza-se um afastamento mínimo de 15 metros entre as mesmas, além de se buscar um obstáculo físico entre as antenas. A figura 04 mostra alguns casos típicos de posicionamento das antenas.
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Especial Transmissão > TV Digital Antena Tx Antena Rx
Antena Tx
Antena Rx Antena Rx Abrigo
Abrigo
Abrigo Antena Tx
Caso 1
Caso 3
Caso 2
Fig. 04: Casos típicos de posicionamento das Antenas Tx e Rx. Caso 1: posicionamento ideal. Caso 2: apesar de utilizar a mesma torre, a antena Rx foi posicionada no topo para maximizar o sinal recebido. Caso 3: pior situação, pois existe a necessidade da antena Tx ser posicionada no topo. Neste caso, deve-se utilizar algum aparato físico entre as antenas
INCIDÊNCIA DE MULTIPERCURSOS
SEM INCIDÊNCIA DE MULTIPERCURSOS
BOM NÍVEL DE RECEPÇÃO
Fig. 05: Medidas do sinal recebido utilizando um Analisador de Sinais ISDB-TB. Para máxima estabilidade do Gap Filler, o sinal recebido deve possuir uma boa qualidade
RFIN= -45.3dBm
LG = -5.33dB
MERINPUT= 40.7dB
Upper = -47.4dB; Lower = -47.1dB
Pout = 50.2W
MEROUTPUT= 40.1dB
Fig. 06: Medidas do Gap Filler operando com a potência nominal escolhida. Neste caso, o nível de eco está em -5.33dB e a Intermodulação antes do Filtro Máscara de Saída está em torno de -47dBc @ 3.15MHz. Neste exemplo, a MER de entrada está em torno de 40dB e a MER de saída também em torno de 40dB, ou seja, não há degradação entre o sinal recebido e o sinal retransmitido
Análise do sinal recebido
Como já foi dito, o sinal recebido pelo Gap Filler deve possuir boa qualidade. A MER (Modulation Error Ratio) deve estar superior a 30dB. O nível do sinal deve estar superior a -50dBm e deve haver mínima incidência de multipercursos. O ideal é utilizar um analisador de sinais ISDB-TB para realizar o posicionamento da antena de recepção. A figura 05 mostra um exemplo de medição do sinal recebido.
Início da operação
Após todos os cuidados para posicionar e receber o sinal a ser retransmitido, inicia-se a operação do Gap Filler. Espera-se que este sistema opere em tempo integral, sem interrupções. Além disso, o Gap Filler deve garantir uma mínima degradação ao sinal retransmitido. Existem diversas soluções no mercado, entretanto, alguns modelos inserem degradação no sinal, podendo ser observado uma grande diferença entre a MER recebida e a MER retransmitida. O ideal é escolher modelos que garantam
mínima degradação ao sinal retransmitido. Um ponto importante é observar qual o nível de Eco do sistema quando o Gap Filler está em operação com a potência nominal escolhida. A figura 06 mostra um exemplo desta medida, onde o Gap Filler está operando com nível de eco em torno de -5dB, ou seja, o sinal acoplado entre as antenas Tx e Rx está 5dB abaixo do sinal recebido pelo Gap Filler. Esta é uma condição de operação típica após o correto posicionamento das antenas Rx e Tx. A interiorização da TV Digital no Brasil é um novo desafio a ser vencido pelos profissionais das emissoras de TV. O telespectador espera receber em sua casa um sinal de ótima qualidade e estável, independente de seu local de residência. As emissoras devem utilizar redes SFN e estações Gap Filler para garantir maior abrangência de sua área de cobertura, com reaproveitamento de canais. * João Paulo Ribeiro é engenheiro da empresa HKL – Hitachi Kokusai Linear - e atua no departamento de Pesquisa e Desenvolvimento como Gerente de Circuitos de RF. página 23
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Especial Transmissão > Alcance
Flávio de Castro Barbosa dirige a Alcance em Santa Rita do Sapucaí (MG)
Opções para A Alcance Antenas começou as suas atividades há aproximadamente três anos, com a junção de três empresas que já trabalhavam com radiodifusão nas áreas de implantação, projeto e comercialização. “Vendo o grande crescimento do mercado e a falta de alternativas no segmento de sistemas irradiantes de baixo custo e alto desempenho, decidimos criar a empresa”, conta Flávio de Castro Barbosa, diretor da Alcance, que hoje produz antenas, divisores, redutores, conectores e chaves coaxiais para TV analógica e digital de baixa e média potência, além de contar com uma linha de antenas para FM. Entre os destaques da empresa está a antena slot híbrida de polarização horizontal. “Com um melhor VSWR e largura de faixa de 10 e 12 MHz, podendo ser utilizada tanto na TV analógica quanto na TV Digital, o grande atrativo desta antena é que permanece com o mesmo preço acessível da TV Analógica”. A base da Alcance está em Santa Rita do Sapucaí (MG), próxima de grandes fabricantes de transmissores para TV e FM. “Temos ainda parceria com uma empresa de São Paulo, onde produzimos parte de nossos equipamentos quando há muita demanda em um curto espaço de tempo, mas todos os teste e ensaios são feitos em nossa planta em Santa Rita do Sapucaí”, diz Flávio. Quanto a manutenção, ele completa: “realizamos a manutenção em todos os produtos comercializados, mas podemos assegurar que em 2012 tivemos menos de 0,5% de retorno
nos produtos comercializados”. Seus maiores clientes são os fabricantes de transmissores para TV e FM, que já homologaram os produtos da Alcance e os distribuem em conjunto com os seus equipamentos. “Em três anos vendemos algumas centenas de antenas para estes fabricantes, atendendo a diversas emissoras. Temos também vendas diretas para algumas emissoras de televisão e rádio, sem contar que somos fornecedores de um dos principais órgãos do governo”, afirma o diretor da empresa. Flávio também conta que, hoje, há um grande crescimento das emissoras públicas, principalmente de câmaras municipais, para as quais a empresa já fez diversos projetos. Considerando o processo de interiorização das transmissões digitais, a empresa estima que um projeto completo, incluindo equipamentos básicos de estúdio, transmissores, micro-ondas digitais e sistemas irradiantes, pode chegar a R$ 400 mil. Isoladamente, os sistemas irradiantes para transmissores de baixa potência, custam entre R$ 3 mil e R$ 15 mil. Flávio vê com bons olhos a velocidade da migração analógico-digital e não espera atrasos. “Acredito no cronograma de digitalização apresentado pelo nosso governo. Os grandes atrativos da TV Digital fazem com que a implantação seja demandada em todas as regiões do país”. Por conta disso, ele espera um “superaquecimento” do mercado em 2013. (FG) alcance.ind.br
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Especial Transmissão > Smart UPS
Saldo A Smart UPS Solutions é parceira certificada da APC, empresa do grupo Schneider Electric, especializada em sistemas No-break e proteção de energia, e atende há mais de dois anos os segmentos de data centers e radiodifusão. No caso das emissoras, ela emprega as soluções para garantir o funcionamento ininterrupto de estúdios e transmissores. Aníbal Guimarães, diretor comercial da Smart UPS, comemora um ano excelente para empresa, que deve terminar 2012 com um crescimento de 35%. “Fechamos alguns projetos de sistemas modulares para data centers e cargas críticas, investimos na nossa infraestrutura interna e aumentamos nossa área de serviços técnicos e suporte”, conta. O diretor conta que o mercado de broadcast também fez muitos investimentos em sistemas redundantes e modulares. “A região sudeste ainda detém o maior volume, mas tivemos grandes projetos em outras regiões, demonstrando a forte expansão”. O diretor pretende continuar crescendo em 2013, aumentando a presença no mercado de broadcast. “A empresa tem como filosofia trabalhar de forma consultiva, procurando sempre atender com eficiência e agilidade. Dessa forma, conseguimos fidelizar uma grande parte dos clientes, que frequentemente retornam com novos negócios. Também
Após o crescimento de 35% em 2012, a Smart UPS vai aumentar a estrutura de pré e pós-vendas em 2013, conta Anibal Guimarães
pretendemos aumentar nossa atuação em pré e pós-vendas”. Em parte, a explicação para o crescimento nos negócios está nas transmissões digitais, pois, com a implantação dos equipamentos necessários e o aumento de cargas críticas a serem alimentadas, começou a procura por sistemas de proteção de energia que oferecessem flexibilidade de expansão, baixo tempo de reparo (MTTR) e maior confiabilidade. Entre os contratos mais recentes da empresa está o fornecimento da solução Symmetra PX de 500 kVA para a Rede Mirante, afiliada da Rede Globo no estado do Maranhão. www.smartups.com.br
Especial Transmissão > Migração
Governo planeja O Ministério das Comunicações deve encaminhar o plano de desligamento da televisão analógica no país para consulta pública até o fim deste ano. Uma portaria publicada no Diário Oficial da União criou formalmente o grupo de trabalho responsável por planejar o desligamento das transmissões e implantar o sinal digital de TV em todo o território brasileiro. Fazem parte do grupo o Ministério e a Anatel. Os órgãos reguladores poderão convocar, quando necessário, especialistas e representantes de outras entidades do setor e/ ou da sociedade civil. A portaria também prevê um prazo de doze meses para a conclusão do trabalho proposto no plano de desligamento. De acordo com a portaria, o plano deve levar em conta o desenvolvimento do setor de radiodifusão, de modo a propiciar a sua expansão e possibilitar a evolução de serviços decorrentes da tecnologia digital. Também devem ser consideradas as oportunidades para a indústria nacional e a participação dos setores atingidos pelo plano. Com relação à população e cobertura, o documento elaborado pelo governo deve prever o acesso de famílias de baixa renda à televisão digital; a comunicação adequada à popu-
lação dos eventos relativos ao desligamento da televisão analógica; e a cobertura do sinal digital transmitido em áreas servidas anteriormente pelo sistema analógico. Quanto a prazos e estratégias para o cumprimento de metas, o plano de desligamento deverá conter um cronograma para o fim das transmissões do sinal analógico de televisão e a realização de testes-piloto. Também devem ser feitas ações relativas à recepção para acesso ao Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre pelo público em geral; ações relativas à cobertura para o adequado cumprimento das condições de exploração objeto das outorgas; a divulgação do desligamento e ações de atendimento ao cidadão; entre outros aspectos.
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