PROJETO
ALTO ESTUDOS PRELIMINARES MEMORIAL JUSTIFICATIVO PLANO DE MASSAS ESTUDOS VOLUMÉTRICOS
MEMORIAL JUSTIFICATIVO Após análise dos levantamentos morfológicos e socioeconômicos definiu-se a área para intervenção, utilizando critérios de acordo com o Plano Diretor e restrições urbanísticas (figuras 1 e 2), considerando também as vocações do local que estão de acordo com diretrizes propostas no projeto: Dinamizar o uso e ocupação do solo; Valorizar/criar áreas públicas; Reestruturação dos parques públicos; Reforçar a identidade dos patrimônios culturais; Renovação da App; Ordenar o tráfego e o transporte público; Diminuir a poluição presente no local; Dinamizar os usos das atividades públicas; Viabilizar a conexão dos dois lados da Via Norte. Na primeira etapa do projeto será implantado um conjunto habitacional, ocupando um dos vazios urbanos com finalidade de migrar os habitantes das favelas existentes no entorno (figura 3). Serão implantadas estações de transporte público, além de faixas exclusivas, viabilizando a mobilidade dos transeuntes, proporcionando segurança e conforto aos usuários de transporte coletivo, e incentivando o uso do mesmo (figura 4). Uma grande plataforma de conexão facilitará o acesso de pedestres dos dois lados da via Norte. Além de possibilitar atividades diversas e modificar positivamente a paisagem urbana do local, assim como o parque linear com arborização resgatando o ecossistema do córrego e de suas margens, além de atrair a fauna da região (figura 5). Centro cultural que desenvolverá atividades de cultura, lazer, esporte e entretenimento que atenderá tanto a população dos bairros do entorno, quanto da cidade (figura 6). Conta com a proximidade de uma extensa área de preservação ambiental, favorecendo o clima para pratica de atividades no exterior do Centro Cultural. O projeto desenvolve locais que atuam como elementos de conexão entre pessoas e bairros, bairros e cidade.
MEMORIAL JUSTIFICATIVO
Localização da gleba proposta para intervenção Figura 1 – Mapa de Áreas Especiais RP
Figura 2 - Mapa Hierarquia Viária RP
Figura 3 – Local de Implantação do Conjunto Habitacional (mancha amarela)
MEMORIAL JUSTIFICATIVO
Figura 4 – Faixa exclusiva para transporte público
Figura 5 – Local de Implantação da plataforma e do Parque linear.
Figura 6 – Local de Implantação do Centro Cultural
PLANO DE MASSAS
PLANOS DE MASSAS
LEGENDA ÁREA HABITACIONAL JÁ EXISTENTE ZONA INDUSTRIAL ÁREA DESTINADA A HABITAÇÃO SOCIAL ÁREA DESTINADA AO CENTRO CULTURAL
CÓRREGO PARQUE LINEAR ARBORIZADO ZPM – ZONA DE PROTEÇÃO MÁXIMA
PLATAFORMAS ESTAÇÕES DE TRANSPORTE PÚBLICO
ORGANOGRAMA / FLUXOGRAMA "O projeto de reabilitação do “eixo norte” da cidade de Ribeirão Preto, localizado ao longo da Via Norte, consta com um grupo de conjuntos habitacionais e pequenos comércios e serviços distribuídos nos blocos residenciais, como o Edifício Marselha de Le Corbusier, apresentado como projeto de base. Existem duas tipologias de edifícios, ambos elevados com pilotis que permitem a circulação livre para os pedestres e também terraço jardim: um com o comércio e/ou serviço entre os pavimentos residenciais, destinado aos moradores de devidas residências; e outra, com comércios e/ou serviços maiores no pavimento térreo, destinado a todos os moradores da área. Na segunda tipologia, os blocos de apartamentos estão elevados pelos pilotis e, somente o ambiente destinado ao comércio e ao serviço está no pavimento térreo, além de mais próximos às vias, facilitando assim, o acesso de clientes. Entre os blocos de edifício há uma grande área aberta para o lazer dos moradores, e da população, pois os edifícios elevados por pilotis propiciam acesso a qualquer indivíduo, que podem usufruir das instalações localizadas na área. Mas, para que haja uma maior segurança aos moradores, a localização de cada bloco de edifício foi devidamente pensada, dando uma ideia de grandes paredões. Cada indivíduo é livre para ir e vir em qualquer direção, pois os edifícios elevados e os materiais dos pisos dão a ideia de conexão entre tudo e de liberdade. Além das vastas áreas abertas, criadas entre os blocos dos edifícios e nos edifícios, propiciarem maior oportunidade social entre os moradores, melhorando a qualidade de vida.
MORAR E TRABALHAR
FLUXO ENTRE OS EDIFÍCIOS FLUXO PARA COM O ENTORNO
MORAR E TRABALHAR
Na primeira fase do projeto, é efetuada a construção dos blocos de edifícios. Uma vez concluída, é realizada a desapropriação das residências próximas à área, onde serão construídos posteriormente novos edifícios que abrigarão os moradores da favela do Simione, localizada à margem da Via Norte, podendo assim, liberando a área para a construção do parque linear.
MORAR E TRABALHAR
TIPOLOGIAS HABITACIONAIS
TIPO 1
TIPO 2
TIPO 3
DUPLEX
ORGANOGRAMA / FLUXOGRAMA
CIRCULAR
De acordo com os processos de desenvolvimento do fluxograma/organograma abaixo, detectamos no primeiro, um grande confronto que irá acontecer entre os usuários com a entrada e saída do ônibus. Apenas com a reorganizacao dos mobiliários dentro da estação conseguimos um fluxo adequado para maior mobilidade e conforto dentro do mesmo.
LEGENDA Fluxo de entrada Fluxo de saída
DIVERTIR-SE
ORGANOGRAMA / FLUXOGRAMA Na área com maior concentração dos fluxos, serão implantados equipamentos de acesso vertical, além de garantir espaço livre para circulação dos usuários.
Áreas lúdicas Áreas de itinerários jovens
Administrativo
Recreativo
Cultural
Esportivo
Artístico
Serviços
Entrada Saída
Esporte “in situ” Esporte circuito Divulgação de prêmios Homenagem esportivas
Zonas livres para artistas Programa de atividades artísticas
Enfermaria Almoxarifados Instalações de apoio Espaço para funcionários
Locais para atividades culturais Sala de exposições Auditório
Diretoria de Gestão Diretoria de Eventos Diretoria de Operações Diretoria Administrativa e Financeira
RESTAURAÇÃO PAISAGÍSTICA
PAISAGEM URBANA
MORAR E TRABALHAR
Obedecendo a legislação do plano diretor e lei complementar n° 2157/2007 de Ribeirão Preto, faremos toda a recupareação da APP da área do projeto, integrando em todas propostas, buscando o melhoramento de todo ecossistema da área.
Croqui esquemático da vista da paisagem urbana entre a massa verde da APP
VISÃO SERIAL
PAISAGEM URBANA
VISÃO SERIAL: maneira como percebemos visualmente um ambiente na realidade, considerando nossos deslocamentos. A paisagem urbana surge como uma MORAR E TRABALHAR sucessão de surpresas ou revelações súbitas para os transeuntes.
PAISAGEM URBANA
FLUXOGRAMA / ORGANOGRAMA
Sustentabilidade Reestruturação paisagística e do ecossistema natural Lazer Desocupação Lei complementar n° 2157/2007
Alteração na temperatura Paisagem urbana diversa Atrair diversos transeuntes
Sustentabilidade Bloqueio olfativo e sonoro Lazer Reestruturação Paisagistica Purificação da água
Conexão fisica e Social Lazer Vista particular
Desfavelização Valorização do entorno do Rio Lazer Reestruturação do ecosistema natural Lei Complementar n° 2157/2007
LOCAL: considera nossa posição em relação a um conjunto de elementos que conformam nosso ambiente mais imediato. Reações perante nossa posição no espaço – sensações provocadas por espaços (Abertos/ fechados, Acima/Abaixo, dentro/fora... )
Croqui da implantação da plataforma na Via Norte
“Cada indivíduo possui sua própria experiência pessoal, seu aprendizado, seu processo de imaginação e memória, estabelece suas próprias relações com seu espaço, fazendo com que cada indivíduo tenha sua própria Paisagem urbana (Sentido do Lugar).” GALLO JR. (2000)
PAISAGEM URBANA
Perspectiva da vista do observador que trafega pela via norte
Croqui esquemático de acessos à plataforma
PAISAGEM URBANA
Sobreposição de 3 esferas de nossa consciência
Croqui do acesso ao bairro e organização espacial
Croqui de localização da plataforma
MEMORIAL JUSTIFICATIVO
PROJETO
FLUXOGRAMA / ORGANOGRAMA GERAL
MORAR E TRABALHAR
Complexo Cultural Fluxo - Automóvel Fluxo - Pedestre Ciclovia Córrego Paisagem Urbana Habitação existente Unidade Habitacional Plataforma Terminais de ônibus