Geração Z

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RIO DE JANEIRO, SEXTA-FEIRA, 3 DE MAIO DE 2019 www.metrojornal.com.br

{COMPORTAMENTO

Nativos digitais. Jovens na faixa dos 20 e poucos anos se preparam para mudar o rumo das empresas

GERAÇÃO

Pioneiros digitais

São focados em experiências de vida

PÉ NO CHÃO E TRABALHO DURO

A Geração Z tende a ser mais pragmática, pensando sua educação e carreira diferentemente dos Millenials

Tendem a ser idealistas

72%

Preferem conversar pessoalmente sobre trabalho Cresceram na ascensão econômica

77%

Acham que precisam trabalhar mais duro do que as gerações anteriores

Criados pela Geração X (nascidos entre 1965-1977)

75%

Buscam assumir várias funções dentro de uma empresa

FOT O S:

PEX

ELS

GERAÇÃO MILLENIAL COMPARATIVO

70%

Assistem mais de duas horas de vídeos no YouTube por dia

GERAÇÃO Z Criados pela Geração Y (nascidos entre 1978-96)

Cresceram no recesso econômico

Os Gen Z’s têm uma visão diferente do dinheiro em relação às gerações passadas

80%

Ficam estressados quando estão longe de seus aparelhos eletrônicos

69% Querem trabalho remoto

Tendem a ser pragmáticos

40%

Declaram ser viciados em smartphones São focados em guardar dinheiro

Nativos digitais

Ao chegar no mercado de trabalho, cada geração se comporta de modo singular e apresenta um conjunto único de desafios, impactando o cenário com mudanças de paradigmas. Neste exato momento, descortina-se a vez da Geração Z, que se prepara para começar a dar as cartas. A predominância da abordagem Millenial (ou, Geração Y) vai naturalmente precisar abrir espaço para a nova massa universitária vindo aí. São consideradas pertencentes à Geração Z as pessoas que nasceram entre 1997 e 2010, número que representa 32% da população mundial. Em meio às estatísticas, tomando por base os Estados Unidos, 49% se identificam como não brancas, 5% menos do que os Millenials, nascidos entre 1978-96; 98% têm smartphones e ficam on-line cerca de 10 horas por dia. Sob a educação de pais da Geração Y, a Geração Z cresceu em tempos de recessão, tende a ser pragmática e mais preocupada em economizar dinheiro. Além disso, estamos falando dos primeiros nativos digitais, gente que valoriza marcas pela autenticidade e, nas redes sociais, prefere Snapchat e Instagram do que Facebook. Quem nasceu na virada do século não sentiu na pele o que era a vida antes da Internet e das mídias digitais. Apesar disso, ao menos nos assuntos de trabalho, os Z’s acham melhor conversar pessoalmente do que por intermédio de telas. Eles representam, provavelmente, a geração mais prática de todas, pois leva em conta a estabilidade financeira e profissional de modo que seus pais, mais aventureiros e idealistas, jamais imaginaram. METRO

CHEGA AO

MERCADO DE TRABALHO

*FONTES: MEDIAKIX, HUFFINGTON POST, FORBES, ONU, GLOBAL WEB INDEX, BUSINESS INSIDER, THE DRUM, THINK WITH GOOGLE, INC., DIVERSITY BEST PRACTICES, ADECCO, RYAN JENKINS.

GERAÇÃO X

FILHOS DA REVOLUCÃO

Os progenitores dos Millenials nasceram entre 1965-1977 e viram mudanças nas relações familiares, quando mais mães começaram a trabalhar fora de casa e a conquistar independência financeira. Assim, a ingenuidade hippie dos Baby Boomers (1946-1964) deu lugar a um idealismo realista e à ascensão do consumismo. A Geração X testemunhou a chegada do homem à Lua, o surgimento do videocassete, do walkman, do computador pessoal, e acompanhou nos noticiários televisivos a queda do Muro de Berlim.


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