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Os meus avós - Saudades no coração...
Os avós têm tempo, calma, vontade, ousadia... até ao dia em que se transformam em estrelas no céu. A partir desse dia lembramo-nos deles, sempre com muitas saudades no coração.
Ângela Veiga (escreveu) Alexandra Mendes (ilustrou)
OS MEUS AVÓS Saudades no coração
Ângela Veiga (escreveu) Alexandra Mendes (ilustrou)
TÍTULO: Os meus avós - Saudades no coração... TEXTO: Ângela Veiga ILUSTRAÇÃO: Alexandra Mendes REVISÃO: Guida Veiga DESIGN GRÁFICO: Sílvia Ping EDIÇÃO: Edições Berbequim das Letras® (Chancela Sítio do Livro) 1.ª EDIÇÃO Lisboa, novembro 2019 ISBN: 978-989-8711-38-0 DEPÓSITO LEGAL: 462728/19 © Ângela Veiga Todos os direitos de propriedade reservados, em conformidade com a legislação vigente. A reprodução, a digitalização ou a divulgação, por qualquer meio, não autorizadas, de partes do conteúdo desta obra ou do seu todo constituem delito penal e estão sujeitas às sanções previstas na Lei. Declinação de Responsabilidade: a titularidade plena dos Direitos Autorais desta obra pertence apenas ao(s) seu(s) autor(es), a quem incumbe exclusivamente toda a responsabilidade pelo seu conteúdo substantivo, textual ou gráfico, não podendo ser imputadas, a qualquer título, ao Sítio do Livro, a sua autoria parcial ou total, nem quaisquer afirmações, declarações, conjeturas, relatos, inexatidões, conotações, interpretações, associações ou implicações constantes ou inerentes a este conteúdo ou dele decorrentes. PUBLICAÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO:
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Para a Luana e para o Lucas, para que possam lembrar os avozinhos sempre que a saudade apertar. Para a Ana e para o João, para os momentos em que a saudade for maior do que a memória. Por fim, para os avós Laurinda e Segura, pelo companheirismo, pela presença, pela dádiva, por continuarem a viver em nós, tão presentes como dantes.
Era uma vez, na minha vida, a minha avรณ.
A minha avó era doce. Tão doce que eu gostava de lhe dar muitos beijinhos. Tinha a sensação de que os meus lábios ficavam cobertos de açúcar. Que gulodice!
Era uma vez, na minha vida, o meu avĂ´.
O meu avô era divertido. Tão divertido que uma hora com ele era melhor do que uma tarde no circo. Ele fazia piruetas, elevava-me nos seus braços, passava-me por baixo das suas pernas... Eu sentia-me acrobata nas suas mãos!