Agrupamento de Escolas da Damaia ESCOLA E. B. 2, 3 Professor Pedro D’Orey da Cunha
Editorial pág. 2 Página Publicitária pág. 3 e ss Projetos e Clubes pág. 4 e ss Associação de Pais pág. 13 e ss. Atividades pág. 18 e ss Crónica pág. 38 Sabias que… pág. 39 e ss Passatempos pág. 43
dezembro 2016 Edição do 1.º Período
2 EDITORIAL “VOZES DA ESCOLA” Depois de uns tempos de interregno, o Agrupamento volta a ter um jornal. O “Vozes da Escola” vai sair na versão papel. Saudades do “Jornal do Pedro”, mas viva o “Vozes da Escola”. Os sítios das Escolas, os Blogues, o Instagram, o Facebook, vão substituindo os Jornais Escolares. Esse fenómeno, também, aconteceu no nosso Agrupamento. Isto também nos leva a refletir sobre as coisas que vamos deixando de fazer, ou fazemos de forma diferente, consoante as novas tecnologias que vão entrando no nosso dia a dia. E as mudanças nem sempre são para melhor. Sempre se poderá dizer que um jornal digital não tem impacto ambiental, visto não se utilizar o papel. Poderá ainda argumentar-se que é mais interativo, mais atual e até mais duradoiro. Então por que razão publicar em papel visto que inclusive o custo é maior? Uma edição online não pode ser tocada, não tem aquele odor característico, não há aquela sensação de virar a página e, além do mais, o jornal impresso pode levar-se para todo o lado, lerse nos transportes públicos, emprestar-se aos familiares. Por outro lado, as notícias para online são preparadas para um consumo rápido e imediato, o que lhes confere um carácter perecível, que torna os conteúdos rapidamente obsoletos. Neste mundo cada vez mais digital, onde as pessoas não se encontram, não se olham nos olhos e não trocam sorrisos para além do smiley ou do “LOL”, cada vez é mais necessário voltar a sentir, tocar, cheirar e sobretudo estar. Para se produzir este jornal, foi necessário estar com os outros, produzir, escutar, partilhar, conversar, trocar ideias, intervir, propor, decidir e são estas atividades de encontro e partilha com os outros que nos podem tornar melhores pessoas, mais interventivos e mais solidários. Assim, neste primeiro número do “Vozes da Escola” apelo a toda a comunidade escolar que adira a este projeto, colabore, envie os seus contributos, de forma a que o jornal seja cada vez melhor. A todos os mais diretamente envolvidos, apelo a que não desistam e que redobrem esforços para em cada número, aumentar a qualidade e a abrangência do jornal. Malala Yousafzai, uma criança paquistanesa de 16 anos que ganhou o Prémio Nobel da Paz disse um dia “Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo.” Podemos não ir tão longe, mas tenho a certeza que uma criança, um professor e uma caneta poderão ser suficientes para fazer o mais belo jornal do mundo. O “Vozes da Escola” é o mais belo do mundo porque é nosso e porque é o resultado do nosso esforço, trabalho e dedicação. O diretor António Gamboa
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Projetos/Clubes
Os Projetos e Clubes da Escola
Projetos/Clubes Os Projetos e Clubes da Escola The English Drama Club Texto enviado pelo Coordenador: Professor Álvaro Gonçalves
Romeo and Juliet A Story of Love and Death William Shakespeare died on 23rd of April 1616, at the age of exactly 52. After his death, two actor friends published all his plays in 1623. Today, more than 400 years later, he is the most famous English writer in the world, and there are many films of his plays. “Romeo and Juliet” is one of the most famous love stories in the world. The story is still as popular as in Shakespeare’s time. The play is more than a love story: it is about murder, life and death, happiness and sadness, problems between parents and children and the terrible hate between two Verona families: the CAPULETS and the MONTAGUES. The two families are great enemies, caught in a long history of violence and hatred. When, if ever, will it all stop? There is hope, in the shape of two innocent young lovers – but perhaps the violence is too great and the hatred too deep. Can Romeo and Juliet’s love survive?
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Projetos/Clubes
Os Projetos e Clubes da Escola Educação para a Saúde Gabinete de Apoio ao Aluno O Plano Nacional de Saúde Escolar (2006) enfatiza o envolvimento da comunidade escolar, de forma a “desenvolver as suas potencialidades salutogénicas”. A Lei nº 60/2009 e o Despacho Normativo 196-A/2010 de 9 de Abril, que regulamenta a Lei n.º 60/2009, vieram legitimar a atuação que se fazia pontualmente nas escolas, estabelecendo “a aplicação da Educação Sexual nos estabelecimentos de ensino básico e ensino secundário”. A Educação Sexual é agora um assunto de inclusão obrigatória nos projetos educativos das escolas, desde o 1.º ciclo até ao ensino secundário. Face a estas diretrizes, o Agrupamento de Escolas da Damaia promove ações de promoção de saúde e sexualidade.
Estas ações almejam superar as dificuldades dos alunos nestas temáticas, sendo, também, um objetivo do Projeto de Educação para a Saúde desenvolver com os alunos projetos que contribuam para o seu conhecimento e formação integral. Neste contexto, foi criado um Gabinete de Informação e Apoio ao Aluno, como previsto no artigo 10.º do despacho supracitado, no âmbito da Saúde e Educação Sexual, dinamizado pelas professoras Cláudia Moura, Maria Antónia Ramos e Maria Manuela Freire.
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Os Projetos e Clubes da Escola Educação para a Saúde Gabinete de Informação e Apoio ao Aluno Este gabinete trabalha em articulação com as unidades de saúde. Os alunos podem ter acesso a informação sobre todos os temas suscetíveis de dúvidas, tais como: sexualidade, métodos contracetivos, gravidez na adolescência, infeções sexualmente transmissíveis, violência em meio escolar, obesidade, diabetes, hábitos de higiene, anorexia, bulimia, alimentação e atividade física, prevenção do consumo de substâncias psicoativas; saúde oral, entre outros. As questões colocadas pelos alunos têm uma resposta célere, são adequadas ao seu nível de compreensão e é garantida a confidencialidade e privacidade de cada aluno. O Projeto de Educação para a Saúde promove ainda sessões dirigidas a todas as turmas do 3º ciclo subordinadas aos temas: Morfologia e Fisiologia do Aparelho Reprodutor Masculino e Feminino, Mudanças Pubertárias, Higiene e Saúde dirigidas para os alunos de 7º ano; Conceção e Gravidez e Métodos Contracetivos dirigidas para alunos do 8º ano e Infeções Sexualmente Transmissíveis (IST’S) dirigidas para os alunos do 9º ano de escolaridade.
No Gabinete de Apoio ao Aluno, poderás esclarecer-te sobre aspetos relacionadas com a tua saúde, tais como: - Mudanças físicas, psicológicas e fisiológicas que ocorrem no teu organismo; - Conceção; - Métodos contracetivos; - IST´s; - Gravidez; - Alimentação saudável e distúrbios alimentares; - Hábitos de higiene; - Outros….
Por isso, visita-o sempre que tiveres dúvidas !!! Sala B108
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Projetos/Clubes
Os Projetos e Clubes da Escola Intervenção Precoce na Obesidade Infantil como Fator de Risco para Diabetes No presente ano letivo, o Centro de Saúde da Damaia, em parceria com a nossa escola está a desenvolver o projeto: “Intervenção Precoce na Obesidade Infantil como Fator de Risco para Diabetes.” Este projeto vai ser desenvolvido em colaboração com as disciplinas de Ciências Naturais e Educação Física.
No âmbito do projeto, foram realizadas sessões de esclarecimentos dirigidas a grupos de 2 a 3 turmas, do 2º e 3º ciclos subordinadas ao tema: Excesso de Peso e Obesidade como Fatores de Risco para a Diabetes, entre os dias 10 e 14 de outubro.
Foram, também, realizados inquéritos aos alunos sobre Dieta Alimentar e Estilos de Vida nas aulas de Ciências Naturais.
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Os Projetos e Clubes da Escola Intervenção Precoce na Obesidade Infantil como Fator de Risco para Diabetes – Dia Mundial da Diabetes ORGANIZAÇÃO: Grupo de Educação Física
No dia 16 de novembro, realizou-se, na nossa escola, uma ação no âmbito do “Dia Mundial da Diabetes” celebrado a 14 de novembro, que teve como finalidade primária chamar a atenção da comunidade educativa da nossa Escola, em geral, para a problemática da Diabetes Mellitus e, ao mesmo tempo, mostrar a importância da Atividade Física na redução da Diabetes. Muitos estudos confirmam que é mais eficaz, na prevenção e tratamento, a prática do Exercício Físico do que a Medicação.
Prevalência da Diabetes em Portugal
Face a esta evidência, o Grupo Disciplinar de Educação Física em parceria com a Equipa de Saúde Escolar do Centro de Saúde convidou toda a comunidade educativa (Pessoal Docente, Pessoal Não Docente e Alunos) a participar nesta Ação com o slogan: “VEM PRATICAR EXERCÍCIO FÍSICO NO GINÁSIO DA NOSSA ESCOLA”.
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Projetos/Clubes
Os Projetos e Clubes da Escola Intervenção Precoce na Obesidade Infantil como Fator de Risco para Diabetes – Dia Mundial da Diabetes ORGANIZAÇÃO: Grupo de Educação Física
A problemática da prevalência da diabetes Em 2008, estimava-se que 347 milhões de pessoas no mundo tinham diabetes e a prevalência está a crescer, particularmente em países de baixo e médio rendimento. Em 2012, a doença foi a causa direta de cerca de 1,5 milhões de mortes, com mais de 80% das que ocorrem em países de baixo e médio rendimento. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que a diabetes será a 7ª principal causa de morte em 2030. Em 2014, a prevalência estimada da Diabetes na população portuguesa com idades compreendidas entre os 20 e os 79 anos (7,7 milhões de indivíduos) foi de 13,1%, isto é, mais de 1 milhão de portugueses, neste grupo etário, tem Diabetes. O impacto do envelhecimento da estrutura etária da população portuguesa (20-79 anos) refletiu-se num aumento de 1,4 pontos percentuais da taxa de prevalência da Diabetes entre 2009 e 2014, o que corresponde a um crescimento na ordem dos 12%. Em termos de composição da taxa de prevalência da Diabetes, em 56% dos indivíduos esta já havia sido diagnosticada e em 44% ainda não tinha sido diagnosticada.
Verifica-se a existência de uma diferença estatisticamente significativa na prevalência da Diabetes entre os homens (15,8%) e as mulheres (10,8%). Verifica-se, também, a existência de um forte aumento da prevalência da Diabetes com a idade. Mais de um quarto das pessoas entre os 60-79 anos tem Diabetes.
Projetos/Clubes
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Os Projetos e Clubes da Escola Orquestra Geração Texto enviado pela Coordenadora: Professora Paula Pestana
O projeto Orquestra Geração foi implementado no Agrupamento de Escolas da Damaia, no ano letivo de 2011/2012. Os objetivos deste projeto visam a inclusão social das crianças e jovens, o combate ao abandono e insucesso escolar, a promoção do trabalho de grupo, bem como a disciplina, a autoestima das crianças e das suas famílias com a aproximação ao processo educativo e, por último, o acesso a uma formação musical que seria impossível para a maioria das nossas crianças e jovens que vivem em contextos de exclusão social e urbana. A Orquestra integra sessenta alunos do Agrupamento desde o 2.º até ao 9.º ano. Os alunos têm aulas de formação musical, ensino instrumental individual, em pequenos grupos - naipes e de Tutti – orquestra. Apresentam-se, regularmente, em concertos, em salas como o Auditório da Fundação Gulbenkian, Centro Cultural de Belém, Aula Magna, Recreios da Amadora, etc. Ao longo destes cinco anos de projeto, podemos comprovar a evolução dos alunos que frequentam o projeto, quer pela melhoria dos resultados escolares, quer pela forma como alunos e famílias se relacionam com a escola. Os sons que se ouvem pelos átrios enquanto aguardam as aulas, o corrupio de violinos, contrabaixos ou trombones que se veem e ouvem, a ajuda dos mais avançados aos colegas que começaram agora e toda a azáfama antes de começar o ensaio de orquestra é contagiante à escola inteira. O empenho individual é determinante para que o trabalho da equipa resulte em mais um concerto/sucesso compartilhado pelas famílias e professores, que estão presentes em todos os espetáculos.
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Projetos/Clubes
Os Projetos e Clubes da Escola Orquestra Geração
Como membro da Orquestra Geração, venho falar-vos um pouco da minha convivência com o projeto. Entrei para a orquestra no ano letivo de 2012/2013 e descobri o projeto através de colegas, que haviam entrado um ano antes. Comecei por pensar em tocar contrabaixo, o instrumento mais grave das cordas, mas ao ver um violino fiquei fascinada e não pensei duas vezes. Então, escolhi o violino como instrumento para estudar. Comecei por ter aulas com o professor Juan Magiorani, violinista proveniente da Venezuela. Atuei pela primeira vez na Gulbenkian em 2013, quando ainda fazia parte da iniciação. Passei por entrevistas, concertos, estágios, até chegar o ano em que entrei para a OMGA (Orquestra Municipal Geração Amadora) onde ganhei mais experiência e passei pelas maiores salas de espetáculos do país. A minha experiência com a Orquestra Geração é do melhor que poderia existir. Mudou a minha vida e abriu a minha mente para novos caminhos e sonhos. Todos os anos existem os famosos estágios de verão, onde todas as escolas do concelho da Amadora se juntam, de modo a fazer o grande concerto final de ano. Os estágios costumam ter a duração de 5 a 7 dias, sendo uma semana dura e cansativa, mas como diz o velho ditado: “Quem corre por gosto não cansa”. Hoje aqui estou eu, uma menina com um sonho de fazer da música carreira, em preparação para entrar numa escola profissional, com o desejo de ser bem sucedida e continuar muitos e, muitos anos, neste projeto que mudou a minha vida. Só tenho a agradecer por tudo o que fizeram por mim e, por nunca deixarem de acreditar nas minhas capacidades, entre medos, desatinos, preguiças, nervosismos… nunca deixaram de pensar que eu seria capaz. Não podia deixar de agradecer à minha professora Ana Filipa Serrão que, nos últimos anos, foi insubstituível e que sempre me apoiou. Maria Vieira, 9º D, Violinista na Orquestra Geração
Associação de Pais
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Sim ? Não? Opinião dos pais….. “Saímos à rua” e fomos saber o que pensam os pais da nossa escola, quais as suas maiores preocupações e ambições. Com base nas respostas obtidas, é interessante verificar a diversidade de opiniões! Só num ponto os pais estão de acordo: recomendam a Escola Pedro D’Orey da Cunha a outros pais. Mas há pontos a melhorar, que se identificam nas preocupações evidenciadas. Vamos todos fazer parte da solução?
Susana, Mãe de Aluna de 9º Ano - Quando inscreveu o seu filho, quais eram as suas maiores preocupações? A adaptação. - E atualmente o que acha? As suas preocupações permanecem? Não, faz parte do crescimento. - Recomenda esta escola a outros pais? Porquê? Sim. Como todas as escolas, tem alguns problemas, mas dentro do que é possível, procura sempre o bem- estar dos nossos educandos. - Tecnologia: é difícil encontrar o ponto de equilíbrio? É preciso criar muitas regras para não se tornar um vício para o seu filho? Em minha casa, há tempo para tudo. Os meus filhos brincam com muito mais coisas do que só com a tecnologia. Isso vem da educação! - Atualmente, há pessoas ligadas à área da educação preocupadas por estarmos a criar uma “geração de totós de uma imaturidade inacreditável ”. Por um lado, o receio que as crianças se possam magoar e, por outro, um conjunto de atividades que não lhes deixa tempo livre não estão a permitir que esta geração brinque livremente e se prepare para o futuro. Partilha desta opinião? Como pai\mãe, o que tem feito para evitar esta situação? Pensa que a escola poderia fazer mais? Eu tenho a sorte de ter dois filhos que brincam na rua, jogam à bola, tocam música, estudam e têm tempo para estarem com a família. Por isso, não tenho esse problema. - Hoje, fala-se muito nos TPC´s. Partilha da opinião apresentada por alguns pais que não deviam existir ou deviam ser efetuados na escola? Sim. Os alunos passam demasiado tempo na escola, quando chegam a casa é para poderem brincar e estar com a família. - Ser aluno hoje é mais fácil do que quando estudou? Porquê? Sim, porque há muito menos responsabilidade. Antigamente, éramos muito mais responsáveis e havia mais respeito do que hoje em dia.
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Associação de Pais Sim ? Não?
Pedro, Pai de Aluna de 6º Ano - Quando inscreveu o seu filho, quais eram as suas maiores preocupações? Segurança no recinto escolar, qualidade das instalações, existência de painéis de fibrocimento com amianto, higiene e segurança do recinto escolar. - E atualmente o que acha? As suas preocupações permanecem? Existem algumas preocupações com as aulas que funcionam nos “contentores” (salas dos F´s), nomeadamente a qualidade do espaço e higiene. - Recomenda esta escola a outros pais? Porquê? Esta escola revela algumas qualidades, por exemplo, ao nível das atividades extra curriculares. Apesar da área em que se integra, penso que poderia ser recomendada. - Tecnologia: é difícil encontrar o ponto de equilíbrio? É preciso criar muitas regras para não se tornar um vício para o seu filho? Sim. A tecnologia atual ao nível de dispositivos móveis, jogos eletrónicos e vídeo jogos e a grande oferta de conteúdos aliada às redes sociais podem facilmente tornar-se viciantes e absorver o tempo e a atenção das crianças. - Atualmente, há pessoas ligadas à área da educação preocupadas por estarmos a criar uma “geração de totós de uma imaturidade inacreditável ”. Por um lado, o receio que as crianças se possam magoar e, por outro, um conjunto de atividades que não lhes deixa tempo livre, não estão a permitir que esta geração brinque livremente e se prepare para o futuro. Partilha desta opinião? Como pai\mãe, o que tem feito para evitar esta situação? Pensa que a escola poderia fazer mais? Criar tempos com atividades ao ar livre, potenciando o contacto com a natureza. - Hoje, fala-se muitos nos TPC´s. Partilha da opinião apresentada por alguns pais que não deviam existir ou deviam ser efetuados na escola? Não. Os TPC´s são importantes para consolidar o conhecimento e criação de hábitos de empenho e autoaprendizagem dos alunos. - Ser aluno hoje é mais fácil do que quando estudou? Porquê? É diferente. Existe mais pressão relativamente às notas mas também mais facilidade em encontrar informação (Internet).
Associação de Pais
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Sim ? Não? António, Pai de Aluna de 8º Ano - Quando inscreveu o seu filho, quais eram as suas maiores preocupações? A segurança escolar e alimentação. - E atualmente o que acha? As suas preocupações permanecem? A da segurança será sempre uma preocupação, embora tenha a realçar nunca ter qualquer problema até hoje. A nível da alimentação, uma deixou de comer na escola, a outra assim que for possível, também, deixa. - Recomenda esta escola a outros pais? Porquê? Sim, de qualquer maneira tenho uma criança este ano no 4º ano de escolaridade. A nível de professores e auxiliares (em pouco número) estou muito satisfeito até à data com apoio educacional sempre que é preciso. - Tecnologia: é difícil encontrar o ponto de equilíbrio? É preciso criar muitas regras para não se tornar um vício para o seu filho? Não. Em casa ainda se usa muita brincadeira com amigos e familiares. Em primeiro lugar sempre o estudo e utilizar as novas tecnologias para ajuda no estudo, fazer pesquisas, tirar dúvidas e utilizar exemplos. - Atualmente, há pessoas ligadas à área da educação preocupadas por estarmos a criar uma “geração de totós de uma imaturidade inacreditável ”. Por um lado, o receio que as crianças se possam magoar e, por outro, um conjunto de atividades que não lhes deixa tempo livre, não estão a permitir que esta geração brinque livremente e se prepare para o futuro. Partilha desta opinião? Como pai\mãe, o que tem feito para evitar esta situação? Pensa que a escola poderia fazer mais? Esta situação tem mais a ver com os pais do que com as escolas, não tenho qualquer dúvida que as crianças precisam de rua, de amigos e de tempo para eles. A escola poderia sempre criar atividades desportivas/educativas nos períodos de férias dos alunos. Passar pela escola para fazer atividades diferentes da escola normal seria bom, e seria uma boa maneira de tirar as crianças e jovens de casa. - Hoje, fala-se muitos nos TPC´s. Partilha da opinião apresentada por alguns pais que não deviam existir ou deviam ser efetuados na escola? TPC´s, estudar, tirar dúvidas será sempre necessário para se relembrarem do que deram nas aulas. Não gostam, mas faz bem... Tudo na devida moderação. - Ser aluno hoje é mais fácil do que quando estudou? Porquê? Bem, mais fácil na maior parte dos casos. Pais com mais conhecimentos, a Internet que ajuda imenso quando existem dúvidas. A proximidade à escola que permite poupar imenso tempo nas deslocações e deixa mais tempo para outras atividades.
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Associação de Pais
Pedro, Pai de Aluno do 8º Ano - Quando inscreveu o seu filho, quais eram as suas maiores preocupações? As preocupações tinham a ver com a estabilidade do corpo docente, a adequação do número de funcionários às necessidades efetivas das infraestruturas da escola, a metodologia e assertividade utilizada na resolução dos problemas disciplinares dos alunos e as oportunidades de acompanhamento e participação por parte dos encarregados de educação na vida escolar, quer a nível organizativo, quer de gestão. - E atualmente o que acha? As suas preocupações permanecem? Sim, com a instabilidade do corpo docente e escassez de funcionários. - Recomenda esta escola a outros pais? Porquê? Recomendo porque com a existência de uma associação de pais ativa, que participa e acompanha junto dos órgãos da escola o planeamento escolar, os pais têm oportunidade de manifestar junto da Associação quais as suas preocupações e sugestões e acompanhar a sua aplicabilidade e obtenção de respostas. - Tecnologia: é difícil encontrar o ponto de equilíbrio? É preciso criar muitas regras para não se tornar um vício para o seu filho? Não é difícil nem é necessário criar muitas regras. Se a tecnologia for entendida como mais uma grande ferramenta de auxílio no processo educativo e que sejam criadas as estratégias corretas para a sua utilização mostrando até a necessidade dela na resolução de problemas quotidianos e facilitando o acompanhamento dos alunos por parte dos encarregados de educação - assiduidade, pontualidade e desempenho escolar - a disponibilização dos conteúdos das disciplinas e agilizador na comunicação dos professores com os encarregados de educação, será certamente um auxiliar na vida escolar. - Atualmente, há pessoas ligadas à área da educação preocupadas por estarmos a criar uma “geração de totós de uma imaturidade inacreditável ”. Por um lado, o receio que as crianças se possam magoar e, por outro, um conjunto de atividades que não lhes deixa tempo livre, não estão a permitir que esta geração brinque livremente e se prepare para o futuro. Partilha desta opinião? Como pai\mãe, o que tem feito para evitar esta situação? Pensa que a escola poderia fazer mais? Não partilho desta ideia, apesar de considerar que em alguns domínios, os jovens são analfabetos funcionais. Considero até que a escola tem evoluído bastante na oferta do ensino tecnológico e profissional que habilitam e capacitam os jovens para o início da sua atividade profissional. A maior responsabilidade nos "problemas identificados" é dos pais que querem transferir para a escola a educação dos seus filhos, quando a principal missão da escola e a de transmitir conhecimento. A civilidade, a urbanidade, a responsabilidade, a gestão e a qualidade dos tempos livres dos jovens depende quase, em exclusivo, do seu agregado familiar - pais, irmãos e avós -. As atividades que deveriam servir para enriquecer o conhecimento e competências dos jovens, são criadas e procuradas pelos encarregados de educação apenas para "entreter" porque os encarregados de educação não têm disponibilidade nem, "paciência”, para a sua principal missão, a educação de um jovem! - Hoje, fala-se muitos nos TPC´s. Partilha da opinião apresentada por alguns pais que não deviam existir ou deviam ser efetuados na escola? Não partilho da ideia de que existem muitos TPC's, nem que estes devam ser feitos na escola, pois, passariam a mais uma atividade. A realização dos TPC's em casa são mais um instrumento que responsabiliza os jovens e os pais, podendo ser utilizados como mais um momento de acompanhamento das atividades escolares por parte dos pais, participando na sua realização, assim como mais uma forma de responsabilidade e objetivo a cumprir para obter qualidade no tempo livre que se segue. - Ser aluno hoje é mais fácil do que quando estudou? Porquê? É diferente, a responsabilidade talvez seja menor hoje em dia, mas os jovens de hoje têm que ter uma capacidade maior para filtrar e descortinar o que é essencial e do que é acessório, tal é a quantidade de informação disponível nos mais variados meios de informação, internet, televisão, rádio, etc.
Associação de Pais
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Sim ? Não? O mercado de Natal foi promovido pela Associação, nos dias 3 e 10 de dezembro, para obter verbas para o baile de finalistas.
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Atividades
Biblioteca Escolar No mês Internacional das Bibliotecas Escolares e para comemorarmos os 20 anos da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE), quisemos saber a opinião de todos os alunos do Agrupamento, sobre a sua BE. Para tal, construímos 3 árvores. Cada árvore tem folhas onde cada aluno escreveu acerca da Biblioteca. Aqui deixamos uma pequena amostra da "Árvore da Biblioteca POC". Até ao final do mês, ficou carregadinha de folhas!!!
Atividades
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Biblioteca Escolar HALLOWEEN na BE da P.O.C. Em parceria com o grupo de Inglês e 1º ciclo da P.H./POC, a Biblioteca esteve cheia de fantasmas, abóboras, chapéus de bruxa, aranhas e teias assustadoras e peganhentas...
Concurso de Chapéus de Halloween O grupo de professores de Inglês propôs aos seus alunos que construíssem chapéus de bruxa e de mago para o Halloween. Os nossos magos e bruxinhas fizeram um trabalho magnífico e vieram expô-lo na BE. Depois de serem apreciados pelos colegas que por ali passaram, foram votados. Os resultados foram: 1º lugar - Eduarda Curto - 6ºB 2º lugar - Adriana Dias - 6ºD 3º lugar - Pedro Bernardo - 6ºB 3º lugar - Joana Silva - 6ºD Parabéns aos quatro alunos vencedores, pela criatividade e talento que demonstraram.
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Atividades
Biblioteca Escolar
Na comemoração dos 20 anos da RBE e no Mês Internacional das Bibliotecas Escolares fizemos um "Lanche com Histórias" na BE, para todo o pessoal docente e não docente, da Escola Sede. O nosso Contador de Histórias favorito, Rodolfo Castro, veio contar as suas fantásticas histórias que puseram toda a gente crescida a rir às gargalhadas. Este nosso amigo/formador/autor/editor/contador de histórias deixa-nos sempre de sorriso nos lábios e a sensação de uma tarde bem passada. Seguiu-se um lanche do qual não mostramos as fotos, para não vos deixar com água na boca!!!
Atividades
No dia 2 de novembro, realizou-se a habitual visita aos bairros, organizada pelo Grupo de Educação Moral e Religiosa Católica. Esta atividade teve como objetivo aprofundar o conhecimento da realidade sociocultural em que vive uma grande parte dos nossos alunos. A visita contou com um almoço típico cabo-verdiano. Após uma “imersão gastronómica”, que cumpriu todos os objetivos e pré-requisitos, mesmo os mais requintados, os professores visitaram, em seguida, os bairros Cova da Moura e 6 de Maio. Foi, sem dúvida, uma experiência gratificante, tanto a nível pessoal, como profissional, pois mostrou-nos a realidade de parte da população escolar, o que será, certamente, uma mais-valia na organização de atividades letivas e não letivas.
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Atividades CONCURSO DE ORTOGRAFIA 1.ª Eliminatória: Realizou-se a 1.ª Fase do Concurso de 07/11/16 a 11/11/16
Professoras de Português: Susana Dias e Dulce Santos
Atividades
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Trabalhos enviados pela professora Susana Dias Olá! Eu chamo-me Carolina Brandão e tenho 12 anos. Nasci, em 8 de maio de 2004, no Hospital da Amadora. Eu tenho 4 irmãos que têm 27, 27, 19 e 8 anos. Eu gosto de praticar judo na nossa escola, todas as terças e quintas. Gosto de ouvir música, dançar, mexer no telemóvel, no Ipad e jogar na Playstation!
Eu sou portuguesa, mas os meus pais e irmãos são cabo-verdianos, então como os meus pais são cabo-verdianos, a minha nacionalidade é portuguesa, mas a minha raça, é cabo-verdiana. Por falar em raça eu tenho uma cadela da raça pitbull, parecida com esta. Chama-se Brenda e é malhada.
Eu chamo-me Edinilson Barros, também conhecido como Neco. Eu tenho uma estatura média, tenho crista, sou escurinho e tenho os olhos castanhos escuros.
Eu gosto de Português que é a minha disciplina favorita e, também, gosto de Matemática.
A minha comida preferida é bacalhau com natas.
Já tive uma gata que se chamava Bruta porque ela era mesmo bruta. Eu vivo com a minha mãe e a minha irmã. Eu sou um bom aluno, tenho boas notas, mas reclamo muito e resmungo.
Infelizmente, tivemos de a dar porque ter dois animais de estimação num apartamento não dava muito jeito. Além disso, a minha cadela e a minha gata estavam sempre a lutar. Pronto, é o que eu tenho a dizer de mim! ADEUS!
Carolina Brandão N.º: 7 7º F
Edinilson Barros N.º 7 7º G
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Atividades
Trabalhos enviados pela professora Susana Dias Eu sou a Catarina, tenho 12 anos e sou estudante. Eu sou alta, simpática, engraçada, empenhada e um bocado faladora. Gosto muito de fazer desporto, pratico ténis e também badminton.
Eu chamo-me Inês Viegas Pires e fiz 12 anos no dia 23/09/2016. Eu vivo com o meu pai, com a minha mãe e com a minha irmã que tem 6 anos e está no 2º ano, na Escola Padre Himalaia. A minha casa é a 5 minutos da escola. Toco trompete na Orquestra Geração e, em casa, ainda tenho um órgão, uma guitarra clássica e uma flauta, pois eu adoro Música.
O meu bolo favorito é de bolacha, não sou muito criativa, gosto da escola e a minha disciplina favorita é Educação Física.
Tenho cabelo castanho escuro e comprido, tenho olhos castanhos esverdeados e gosto muito da minha família, amigos e, também, de animais. Adoro ir à praia, à piscina, por isso a minha estação do ano favorita é o verão. Catarina Matias N.º 7 7º E
Pratiquei Ballet, Natação e Badminton. Desde o 4º ano que, depois da escola, vou para um centro de estudos que se chama “Génios & Traquinas”. Esta sou eu!
Inês Pires N.º 12 7º E
Atividades
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Texto enviado pela professora Susana Dias
Estive a entrevistar 4 pessoas para tentar perceber o que alguns colegas gostam nos seus tempos livres. Depois de algumas entrevistas e comentários de amigos e colegas, constatei que o que gostamos mais de fazer para ocupar os nossos tempos livres é de estar com os amigos/passear, brincar e jogar à bola. Concluí que as atividades que gostamos mais de fazer são ao ar livre e não ficar fechados em casa com a tecnologia, com os telemóveis e a ver televisão. Surpreendente, não é?
Tiago Ferreira N.º 17 7º G, Entrevistados: Lenine, Djena, Sandra e Bernardo da turma G do 7º Ano.
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Atividades
O Día de la Hispanidad é uma celebração que se comemora em todos os países de língua espanhola no dia 12 de outubro. Esta data faz referência ao descobrimento da América por Cristóvão Colombo.
Este dia não só é importante em Espanha, mas também, em muitos países hispanoramericanos que celebram tradicionalmente o Día de la Raza como forma de comemorar a fusão de culturas e a língua falada em vinte e um países (Espanha, Argentina, México, Guatemala, Honduras, Chile, Perú, Costa Rica, Colombia, Venezuela, Nicaragua, Ecuador, Cuba, El Salvador, Guinea Ecuatorial, Uruguay, Puerto Rico, República Dominicana, Paraguay, Panamá, e Bolívia), também, chamados de Países Hispanohablantes. Por este motivo, o Español é uma das línguas mais faladas no mundo, aparecendo em terceiro lugar. Com o propósito de apresentar um pouco da cultura do mundo hispânico à comunidade educativa, realizou-se uma exposição no átrio do Pavilhão principal, onde se apresentaram trabalhos realizados pelos alunos, apresentando os países referidos anteriormente e algumas curiosidades dos mesmos. No âmbito da mesma atividade, os alunos do 8ºD durante o intervalo grande da manhã, disfarçaram-se de famosos do mundo hispano, tais como: (Papa Francisco, Frida Kalo; Shakira, Violetta, Penélope Cruz, Picasso, Dali …) e invadiram a escola. Foi um sucesso… Obrigada a todos os alunos de Español pelos seus trabalhos e colaboração nesta atividade! La profe de Español – Mónica Botas
Atividades
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Dia Mundial da Alimentação – 16 de outubro Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza – 17 de outubro Exposição de trabalhos dos alunos das professoras Neusa Cid e Susana Dias
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Atividades
Dia Mundial da Alimentação – 16 de outubro Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza – 17 de outubro Exposição de trabalhos dos alunos das professoras Neusa Cid e Susana Dias
No dia 16 de outubro, comemorou-se o Dia Mundial da Alimentação. Na nossa escola, este dia foi celebrado com uma exposição de trabalhos das turmas A e E do 6º ano; E, F, G e H do 7º ano e C e D do 9º ano. Estes trabalhos tiveram como principal objetivo sensibilizar a comunidade escolar para a adoção de estilos de vida saudáveis, que incluem uma alimentação equilibrada e correta. Esta exposição pretendia, também, alertar a população escolar para doenças que podem atingir o organismo devido a práticas alimentares incorretas, tais como: obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares. Estudos divulgados este ano referem que a obesidade afeta cerca de 641 milhões de adultos ou 13% da população mundial adulta e pode chegar até 20% em 2025, se o ritmo atual da epidemia continuar. Em Portugal, o excesso de peso e a obesidade têm, também, vindo a aumentar. De acordo com o Inquérito Nacional de Saúde, divulgado no final do ano passado, mais de metade (52,8% - 4,5 milhões) dos portugueses têm peso a mais, sendo que 1,4 milhões já estão obesos. Os mais jovens são igualmente afetados por esta doença, sendo Portugal um dos países da Europa com uma maior percentagem de crianças afetadas pelo excesso de peso. Estima-se que 33,3% das crianças entre os 2 e os 12 anos têm excesso de peso, das quais 16,8% são obesas. Os dados, em Portugal, relativos à Diabetes também não são animadores, cerca de um milhão de portugueses com mais de 30 anos sofre de diabetes, doença responsável pela morte de mais de 12 pessoas por dia em Portugal. As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte nos países desenvolvidos e Portugal não é exceção, sendo que o acidente vascular cerebral (AVC) é a principal causa de morte em Portugal, e a hipertensão arterial elevada é um dos principais fatores de risco. Atualmente, em Portugal, 40% da população apresenta uma pressão arterial elevada. As turmas 7º E, F, G e H assinalaram O Dia Mundial de Erradicação da Pobreza, 17 de outubro, com slogans publicitários que apelam à mobilização de esforços no combate à pobreza. Apesar de hoje em dia, os excessos alimentares serem uma preocupação nos países desenvolvidos e responsáveis, em parte, pelas doenças supracitadas existem países em que a fome é uma realidade que a população tenta combater diariamente. Estima-se que o número de habitantes do planeta vai ultrapassar os nove bilhões de pessoas em 2050 e que a produção mundial de alimentos vai ter de aumentar em 60% para conseguir dar resposta às necessidades alimentares da população mundial, no entanto, atualmente há 800 milhões de pessoas desnutridas no mundo, um bilhão de pessoas que passam fome, 30 mil crianças morrem de fome a cada dia e 15 milhões a cada ano. https://www.dgs.pt; www.fpcardiologia.pt; www.apcoi.pt; www.dn.pt; www.tnh1.com.b
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Exposição de trabalhos dos alunos das professoras Maria João Cruz e Susana Dias
«Olhares sobre a Diferença» Um projeto efetuado pela turma 7º H, nas disciplinas de Português e Educação e Cidadania e exposto na Biblioteca Escolar.
Procura a diferença! Encontrarás a igualdade!
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Os “Nossos Artistas� inspirados nos seus passatempos...
Atividades Os “Nossos Artistas” inspirados nos seus passatempos...
José Mendes N.º 16 e Levine Rosário N.º 17 9º C
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Textos enviados pela professora Carla Mariano A minha paixão é a natação
Paixões muito especiais (Estes textos foram redigidos na modalidade de trabalho de casa, em setembro de 2016, correspondendo a uma proposta do manual adotado.) Olá, o meu nome é José e hoje estou aqui para falar da minha atividade desportiva preferida, o futebol. Neste texto, vou explicar porque gosto de futebol e o meu percurso neste desporto. Eu gosto de futebol desde pequeno, esta paixão foi-me transmitida pelo meu pai que já faleceu fez em fevereiro oito anos e o futebol ajudou-me a ultrapassar isso. Já treino futebol há cerca de oito anos no Clube de Futebol Benfica. Apesar de não ser muito habilidoso e de não ter muita velocidade, tenho bastante tática. Por conta de não ter o meu pai, nem irmãos, não tenho ninguém com quem praticar e jogar futebol sem ser na escola e no clube. Mas mesmo assim, eu não vou desistir porque eu sei que consigo melhorar e conquistar a titularidade.
José Gonçalves, n.º 25, 8º D
Pratico esse desporto desde os três meses, altura em que ia acompanhada pela minha mãe. A partir dos três anos, comecei a ir sozinha. Fui às provas da minha irmã, praticamente desde que nasci e queria ser como ela. Aos seis anos, entrei para a pré-competição e depois fui para cadete aos oito anos. Aos onze anos, fui para Os Belenenses através do meu primeiro clube, o CNA (Clube de Natação da Amadora). Agora sou juvenil B e tenho treinos seis vezes por semana, cinco vezes nas piscinas do Restelo e, ao sábado, no Jamor, começando o treino, todos esses dias, às 5h30 da manhã. Adoro fazer natação, sou uma atleta medalhada e espero receber muitas mais medalhas. Sou a única rapariga do meu escalão no Belenenses, mas adoro isso, porque todos os rapazes me tratam como uma princesa, são super simpáticos e divertidos. Em dezembro, já tenho um quarto alugado na Guarda, para ir aos campeonatos zonais. Os zonais são uma competição que reúne todos os clubes de todas as zonas. Graças à prática da natação, tenho vários amigos no Funchal, no Porto, no Algarve e, em outras zonas, amigos esses que, normalmente, competem comigo ou com os rapazes do meu clube. Margarida Moreira, n.º 14, 8º D
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Textos enviados pela professora Carla Mariano
Tenho uma forte paixão pela natação Tudo começou quando tinha cinco anos e comecei as minhas primeiras aulas de natação. Quando nado, esqueço tudo o que está à minha volta. Quando fiz dez anos, fui chamada para ser federada, ou seja, fazer natação de competição. Adoro nadar, fico mais relaxada tanto mentalmente como fisicamente. Gosto de ir às provas, também, porque nos ajuda a socializar entre clubes e entre a própria equipa. Fico sempre nervosa nas provas quando fazem a chamada, mas depois, quando começo a nadar, passa. Não se pense que ser nadador de competição é tarefa fácil, os treinos são puxados. Treinar antes de ir para a escola e, no final do dia, requer muita aplicação e força e vontade do nadador. A natação é, contudo, o melhor e mais completo desporto que há e no final são mais os benefícios que os sacrifícios. Os clubes onde já andei foram o CNA (Clube de Natação da Amadora) e Os belenenses. E foi assim que começou a minha paixão pela natação. Joana Gomes, N.º13, 8ºE
Em torno do Auto da Barca do Inferno (Este texto foi produzido em situação de teste de avaliação, no dia 17 outubro de 2016.) A água negra do rio confundia-se com as rochas. O Companheiro do Diabo batia repetitivamente nas pedras pontiagudas. O nevoeiro entrava nos pulmões, fazendo-os suplicarem por ar. O Fidalgo estava sentado no fundo da barca, parecia estar a falar sozinho. Os lábios mexiam-se e as rugas de tristeza podiam ser vistas a metros de distância. -Terra à vista! – gritou o Diabo de euforia, fazendo acordar e chamar a atenção dos presentes. O barco atracou, a rampa de madeira lascada foi posta entre a terra e o batel. Os passageiros desciam devagar, alguns ainda tinham esperanças de voltar para trás, mas essa hipótese estava tão morta como eles. As almas andavam de um lado para o outro nas ruas lamacentas, alguns entravam nos prédios altos e outros sentavam-se perto da árvore vermelha. Sempre que alguém colocava os pés naquela terra, a árvore chorava. – Vão ficar aí parados ou vão andar? – inquiriu o Diabo, impaciente. – Já vamos, calma! Deixa-nos… – a voz do Fidalgo foi desaparecendo no ar quente – Aquele ali… – disse, apontando para uma das almas perto da árvore. – Sim, é o teu pai. O Fidalgo aproximou-se e deixou-se ser examinado pelos olhos do seu pai. Talvez, agora, pudesse descansar em paz. Joana Silva, n.º 11, 9º D
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Exposição: “Dos Átomos ao Universo” ORGANIZAÇÃO: Grupo de Físico-Química
No âmbito da disciplina de Físico-Química, realizou-se a exposição intitulada “Dos átomos ao Universo”, com trabalhos dos alunos de sétimos e oitavos anos. Estes trabalhos, que consistem em maquetes, foram escolhidos por votação dos alunos das turmas envolvidas.
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Entrevista realizada pelos alunos: Guilherme Real, N.º 10, Inês Reis, N.º 11, Mariana Rodrigues, N.º 18, Wilson Moreno, N.º 26 e Yaroslav Igorovich, N.º 27 da Turma C do 9º Ano
Por vezes, podemos ser levados a fazer coisas aparentemente tentadoras, o final do caminho não é interessante.
Estivemos à conversa com Johnson Semedo, com o objetivo de abordar o tema “Comportamentos de Risco. Como Evitá-los?”. Quem é o Johnson Semedo? Sou o fundador da Sociedade Academia Johnson, tenho 44 anos, tenho 4 filhos e vivo na Cova da Moura desde os 2 anos. O que o fez criar a Academia? Foi o meu passado que me fez criar a Academia. Baseei-me nas minhas experiências de vida e em tudo o que esta me ensinou. Quais foram as suas motivações para criar a Academia? Quando criei a Academia, pensei em não deixar que os miúdos de hoje caíssem nos mesmos erros que eu e que não fossem por “maus caminhos”. Penso que o relato humilde e honesto da minha história de vida e o testemunho em primeira pessoa vai ajudar os jovens a perceberem que têm sempre dois caminhos, um inicialmente mais aliciante e fácil mas cujo final não tem nada de interessante e outro que, apesar de mais difícil, apresenta no final recompensas e não um vazio. Este vazio advém da “prisão” de estar preso às pressões de grupo (fumar, beber, consumir drogas…). Para mim, a Academia não é um trabalho, é a minha missão, a missão que Deus me deu. O que sente quando ajuda os outros? Sinto uma alegria e orgulho por poder ajudar os outros e ver que tudo o que eu construí está a dar certo. Tem outros projetos futuros? Sim, continuar a fazer crescer a Academia, de forma a ajudar os jovens da nossa comunidade a encontrar um rumo com o qual se identifiquem, ou seja, ajudá-los a construir o seu projeto de vida. Para além desse projeto, dedico-me ao projeto do futsal, Associação Academia Johnson Semedo. Incentivo sempre os jovens a trabalharem para os seus estudos e a respeitarem os professores, pois o conhecimento é a chave para o seu futuro.
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Quais foram os seus “cliques” de vida? Quando estava preso, o meu pai só me foi visitar uma vez. Passados oito anos, a minha família disse-me que o meu pai estava muito mal no hospital e eu fui visitá-lo. Quando cheguei lá, foi um choque para mim, pois imaginei um cenário, mas a realidade foi bem diferente. Só estive com o meu pai cinco minutos, não aguentei mais, ele estava todo entubado e ventilado e não se conseguia mexer ou falar. Trocámos foram apenas duas lágrimas que escorreram dos seus olhos e, depois dos meus, mas não foi preciso mais… Eu sabia muito bem o que significavam aquelas lágrimas. Uns dias depois, na cadeia, disseram-me que ele tinha falecido. Comecei aí, a querer que o meu pai tivesse orgulho em mim, passei a ter um melhor comportamento e a aproveitar todas as oportunidades que tinha na cadeia. O meu segundo clique foi quando a minha mãe morreu nos meus braços e, nessa altura, a minha vida deixou de fazer sentido. Então, voltei a consumir droga durante cinco meses para esquecer. Cinco meses depois, eu parei e pensei que tinha de dar a volta à minha vida, por isso fui tratar-me para ela ficar descansada lá em cima. Hoje em dia, eu tenho dois anjos que olham por mim. Qual foi a maior decisão da sua vida? Foi fazer o bem em função do bem e esquecer a minha vida de marginalidade . Acho que foi a melhor escolha da minha vida.
Como foi a sua estadia na prisão? Estava lá fisicamente, mas a minha cabeça estava lá fora. As condições eram péssimas, passava 23 horas fechado e tinha apenas 1 hora de recreio. Quando chovia passava as minhas 24 horas fechado. Tinha muitos problemas na prisão e não tinha o comportamento adequado. Como tem tempo para dar atenção àquelas crianças todas e ainda aos seus filhos? Onde estou é o meu tempo. Qual a diferença do Johnson de antes e o Johnson de agora? Eu sou o mesmo, mas diferente! o Johnson do passado está fechado a cadeado. É como a moeda, tem dois lados e ambos dependem das situações. Eu sei que nunca vou voltar para o outro lado, vou ficar sempre neste lado, pois os meus 4 filhos incentivam-me a isso. Qual o conselho fundamental que dá aos jovens? Estudar é essencial para qualificar o ser humano. Viver na Cova da Moura, 6 de Maio não define o nosso carácter, mas sim a diferença que fazemos na sociedade. O que acha sobre o bullying? Eu acho que o bullying é uma palhaçada, que não faz sentido nenhum e que só acontece porque as pessoas não intervêm e incentivam esta prática. Quando era mais novo, também, fazia, mas, hoje em dia, não o consigo aceitar.
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Exposição de trabalhos natalícios dos alunos, organizada pelo Departamento de Línguas
O NATAL CHEGOU À ESCOLA! chegou na à Escola! ComoO Natal é habitual, época do Natal, alunos e professores enfeitam as Escolas, . tornando-as mais humanizadas e bonitas e, claro, a nossa não foi exceção! Fazendo parte do Plano Anual de Atividades da Escola, muitas foram as atividades realizadas com e pelos alunos nas aulas de Português e nas aulas de Língua Estrangeira, durante as últimas semanas de aulas. Cada turma (do 5º ao 9º ano) preparou pequenas decorações natalícias (bolas, estrelas, velas, sinos, árvores…) e textos criativos que, no seu conjunto, deram lugar a uma exposição de Natal rica de conteúdo e de significado para todos os alunos e restante comunidade educativa. Esta exposição foi dinamizada à entrada e no interior da Biblioteca POC.
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Crónica
Quando estou na escola, imagino-me entre uma frondosa floresta e as águas cálidas do Rio Tejo, empoleirada nos ramos mais altos das árvores, de braços bem abertos. Sinto-me… Uma intelectual, sendo uma artífice… Uma aprendente que confisca saberes e saberes-fazer… Uma operária que traduz os seus conhecimentos em mil linguagens, cores, sabores, palavras… Mas sou, sobretudo, uma mulher expectante, compreensiva e vulnerável! Estas experiências fundadoras são as dádivas mais nobres que dou a mim própria. Faculto ao meu corpo um processo e produtos inacabados de construção da minha identidade… Partilho comigo representações e crenças… Procuro a essência e torno-me na professora e na mulher que hoje sou, porque sou única… Abandono rancores contra as vicissitudes perpetradas, nas últimas décadas, que me distraem da missiva principal “eu”… Procuro a resposta, mas tenho dúvidas…. Então, concluo… A descoberta do meu ser não está formada. Leva anos de estudo e de entrega ao outro! Às perguntas: - “O que faço aqui? Por que estou aqui?” Respondo intrinsecamente: - “Procuro o melhor para mim, a melhor forma de estar na vida e na profissão”. O segredo está no prazer de estar, descobrir o meu “eu" e na procura de uma maior autoestima e estabilidade emocional. Sou psicóloga, ao ouvir as lamúrias dos outros… Sou arquiteta, ao moldar os conhecimentos que me transmitem… Sou mágica ao fazer malabarismos sensoriais, cognitivos, até mesmo, pessoais... Sou analista, interpretando a vida como ela deveria ser, sentindo e transmitindo emoções… Sou médica ao cicatrizar feridas… Simplesmente sou! Este é o grande desafio do professor, assumir-se como aprendiz em tempos de céleres mudanças na escola, aprender consigo e com os outros, numa dança bilateral e partilhada.
Sabias que…
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Texto enviado pela professora Neusa Cid
…A mordedura mais pequena é a mais perigosa...como será que os predadores tóxicos incapacitam as suas presas.... “A ciência será sempre uma busca e jamais uma descoberta. É uma viagem, nunca uma chegada”. Karl Popper
Phylobates terribilis – o vertebrado mais venenoso do mundo. Um único exemplar da espécie produz veneno suficiente para matar 10 homens adultos. Nos nossos dias, assistimos a uma era digital que ultrapassa a tradicional revista científica e o banal jornal em papel “à velocidade da luz”. Perante estas evidências, os professores de ciências dos nossos dias têm em mãos uma tarefa singular e única, conseguir a aliança entre o conhecimento tecnológico, a sociedade e a ciência, pois quanto mais tecnológica é uma sociedade, mais necessita de compensações ao nível dos valores humanos e da afetividade. É aqui que se situa a função chave de uma escola reinventada: dar estrutura a um mundo de diversidade, fornecer os contextos e saberes de base para uma autonomia de sucesso nesse mundo, e fornecer as respostas humanas compensatórias de que as escolas dos nossos dias se estão a distanciar tão perigosamente. É neste contexto que o jornal escolar tenta “dar voz” a todas as áreas do saber e tentando, também, divulgar a ciência num formato acessível a toda a comunidade educativa. A escolha desta edição está relacionado com um tema que suscita interesse a miúdos e graúdos, nomeadamente…”Animais e Venenos”!
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Sabias que… Texto enviado pela professora Neusa Cid
Animais e venenos O veneno é considerado qualquer substância tóxica que, tomada ou aplicada em certas doses a um corpo vivo, lhe destrói ou altera as funções vitais. A diferença entre uma substância venenosa e uma substância farmacêutica é a dose administrada ou acumulada no corpo mas, em geral, um veneno é mortal em determinada dose e sem qualquer função terapêutica. Os venenos, regra geral, são lesivos mesmo em concentrações reduzidas. O veneno é um multiplicador de forças que permite a animais pequenos derrotar presas de tamanho semelhante ou superior ao seu. Classificação dos venenos Os venenos podem classificar-se quanto à sua origem ou do ponto de vista fisiológico. Quanto à origem, os venenos podem ser minerais (ex.º: arsénico); vegetais (ex.º: cicuta); animais (ex.º: venenos das cobras) e artificiais (ex.º : ácido sulfúrico). Fisiologicamente, os venenos podem classificar-se em: caústicos (inflamam as mucosas), neuromusculares (atuam sobre o sistema nervoso e muscular – anestésicos, hipnóticos, convulsionantes e tóxicos cardíacos) e hemotrópicos (alteram a hemoglobina ou lesam as células hepáticas).
Formas de contaminação O ser humano é muito suscetível aos venenos, pois existem variadas formas de contaminação, tais como: via digestiva, via respiratória, via cutânea e via urogenital. Sintomas de envenenamento Os principais sintomas de envenenamento são: náuseas, vómitos, diarreia, transformações do funcionamento mental caracterizadas por alucinações, delírio, convulsões e coma. Como tratar um envenenamento? As principais medidas a adotar em caso de envenenamento são: eliminação do veneno, transformação do veneno numa substância inócua (administração de antídoto), tratamento de combate à dor, colapso circulatório, edema pulmonar e excitação nervosa, entre outros. Quando se encontram no estômago, os venenos podem ser eliminados através de uma lavagem gástrica realizada com os produtos adequados ao veneno que se pretende eliminar, seguindo-se a aplicação de medicamentos e/ou antibióticos. Os antídotos são substâncias ou misturas que neutralizam os efeitos de um veneno por alteração química das suas moléculas ou dos mecanismos de defesa.
Sabias que…
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Texto enviado pela professora Neusa Cid
Animais e venenos – Alguns dos animais mais venenosos do mundo Vespa-do mar (Box Jellyfish) Lidera a lista dos animais mais venenosos do mundo, pois estas medusas possuem o veneno mais potente de entre todos os animais. Podem aniquilar uma pessoa em cerca de 2 minutos. Vivem nas águas do norte da Austrália. O seu veneno ataca o sistema cardíaco e nervoso.
Cobra feroz ou Taipan (Oxyuranus microlepidotus) A cobra feroz tem o veneno mais letal de todos os animais terrestres. Cada mordedura injeta veneno suficiente para matar um ser humano em meio minuto, sendo suficiente para matar 25 homens ou um quarto de milhão de ratos! Vivem em zonas remotas da Austrália.
Polvo-de-anéis-azuis (Hapalochlaena maculosa) Este polvo é um dos mais pequenos, mas também o mais letal. O seu principal veneno é a tetrodotoxina, que é 10 000 vezes mais tóxica que o cianeto. As mordeduras são pequenas e quase inodoras mas suficientes para aniquilar 20 pessoas. O veneno bloqueia a ação de todos os nervos que controlam os músculos, segue-se a paralisia geral e as dificuldades de respiração, no entanto, como o veneno não passa para o cérebro, a vítima fica consciente. Habita a costa australiana e encontra-se usualmente na Grande Barreira de Coral Australiana.
Peixe Pedra (Synanceia verrucosa) O peixe pedra assemelha-se a um coral, mas possui neurotoxinas muito potentes nos espinhos dorsais. É considerado o peixe mais venenoso do mundo. O veneno causa um efeito paralisante, seguido de uma dor muito intensa, que pode durar horas, a qual nem a morfina consegue atenuar. Habita em pedras e corais de águas rasas dos Oceanos Índico e Pacífico.
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Sabias que… Texto enviado pela professora Neusa Cid
Animais e venenos – Alguns dos animais mais venenosos do mundo Aranha Australiana
Aranha Armadeira
Aranha Australiana (Atrax robustus) e Aranha Armadeira (Phoneutria) É conhecida tradicionalmente como aranha-teia-de-funil e é originária do continente australiano. É considerada a terceira aranha mais venenosa do mundo e, na ausência do soro, pode matar uma criança em apenas 15 minutos. O veneno do macho é mais mortífero do que o da fêmea. O seu veneno pode causar enfarte do miocárdio, problemas respiratórios, coma e morte. A aranha brasileira armadeira (Phoneutria) é reconhecida como a mais perigosa do mundo pelo Guinness World Records em 2010. A sua picada possui um veneno que pode causar uma dor violenta. Além da dor, verifica-se inchaço e vermelhidão, podendo ocorrer, em casos mais graves, hipertensão arterial, taquicardia, sudorese, visão turva e vómitos.
Escorpião Sudanês (Leiurus quinquestriatus) É o escorpião mais venenoso. É, também, conhecido como escorpião amarelo da Palestina e é originário do deserto, em países que vão de África até ao médio oriente, como o Sudão ou Israel. O seu cocktail de toxinas provoca insuficiência cardíaca e edema pulmonar (fluido nos pulmões). O antídoto é pouco eficaz comparativamente com o administrado para venenos de cobras.
Baiacu ou Peixe Balão (família Tetraodontidae) Consoante a espécie, pode encontrar-se este espécimen em mares tropicais e temperados em praticamente todo o mundo. O mecanismo de defesa primário que apresentam é a sua capacidade de “inchar” rapidamente através de água que vai enchendo o seu estômago, bastante elástico, ou com ar quando fora de água, podendo dobrar ou triplicar o seu tamanho. Este meio de defesa pode ludibriar um potencial predador, afinal, é muito mais difícil engolir um peixe grande do que um pequeno. Possui a toxina tetrodotoxina. Estima-se que dependendo da espécie, um único espécimen de Baiacu possui veneno suficiente para matar diversos humanos adultos.
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Imagens- Fonte: GOOGLE imagens
Colaboradores: Sr. Diretor António Gamboa
Edição: Neusa Cid e Susana Dias
Alunos Associação de Pais e EE Professores da Escola E. B. 2. 3. Professor Pedro D’Orey da Cunha
Editores Adjuntos: Guilherme Real, N.º 10, 9ºC Inês Reis, Nº 11, 9ºC Mariana Rodrigues, N.º 18, 9ºC Wilson Moreno, N.º 26, 9ºC Yaroslav Igorovich, N.º 27, 9ºC
Paginação: Luís Coelho, Neusa Cid e
Susana Dias Revisão: Neusa Cid e Susana Dias
dezembro 2016