"Ser conservador é preferir o familiar ao desconhecido, preferir o tentado ao não tentado, o facto ao mistério, o real ao possível, o limitado ao ilimitado, o próximo ao distante, o suficiente ao superabundante, o conveniente ao perfeito, a... felicidade presente à utópica." Esta é uma das passagens mais relevantes do ensaio On Being Conservative, de Michael Oakeshott, cuja tradução em português (tão difícil de encontrar por essa internet fora) o Gabinete de Estudos Gonçalo Begonha agora disponibiliza. Um trabalho do Rafael Borges, que te possibilitará ler em português uma obra obrigatória!