CLARO
AMANHÃ, 28, PARE UMA HORA REFORMA TRABALHISTA
O que está em jogo
Para dar continuidade à serie de matérias sobre os impactos negativos da Reforma Trabalhista, caso seja implementada, nesta edição, destacamos um ponto que expõe o trabalhador à insegurança na hora da rescisão do contrato, quando demitido. Ao retirar a obrigatoriedade da homologação ser realizada no sindicato, o trabalhador deixará de ter o respaldo jurídico do mesmo e a ciência do que está recebendo de verbas rescisórias, impedindo-o de reivindicar futuramente algum valor que deixou de ganhar Estabelece mecanismos para a rescisão do contrato de trabalho que fragilizam o trabalhador. Revoga a obrigatoriedade da rescisão de contratos de mais de um ano ser realizada no respectivo sindicato ou perante autoridade do Ministério do Trabalho ou em qualquer outro órgão público, na falta desses; (2) revoga o parágrafo que garante que a assistência na rescisão contratual será feita sem ônus para o trabalhador e empregador; (3) retira a obrigação do pagamento de verbas rescisórias no momento da homologação da rescisão do contrato de trabalho e define o prazo de 10 dias do término do contrato para a liberação das guias para habilitação e saque do seguro-desemprego e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), bem como para o pagamento das parcelas constantes do instrumento de rescisão ou recibo de quitação. Nota Técnica: As alterações nos mecanismos rescisórios reduzem o custo da demissão, em especial em setores onde há variação de remuneração devido a abonos, comissões, gratificações, entre outros itens variáveis na remuneração. As novas regras também fragilizam a proteção ao trabalhador demitido quando eliminam a obrigatoriedade de rescisões de contrato de trabalho com mais de um ano serem realizadas no sindicato ou no Ministério do Trabalho. O trabalhador que precisar e buscar assistência para a realização da rescisão terá que arcar com o ônus desse auxílio. A regra vai dificultar que o trabalhador possa, no momento da rescisão, entender o que está sendo pago e reivindicar futuramente alguma verba que tenha sido paga abaixo do valor.
DIEGO MELO
O Sinttel-Rio estará amanhã, dia 28, em frente ao prédio sede da Embratel (Av. Presidente Vargas, 1012), para uma paralisação de 1 hora, das 8h30 às 9h30. A adesão de todos os trabalhadores é fundamental é indispensável, pois, se não nos mobilizarmos, vamos sair dessa campanha de mãos abanando.
A
Claro volta a negociar dias 3 e 4. Paramos para fazer pressão e exigir uma proposta decente de Acordo à altura da nossa Pauta. Senão nos mexermos, seremos massacrados. Junte-se a nós. Pare! Começamos parando por uma hora e vamos aumentando gradativamente o tempo de paralisação, caso a empresa insista em não atender a nossa Pauta, em manter a enrolação. Pare para ouvir o Sindicato. Pare para exigir respeito, a Claro suspendeu a negociação de PPR/ PLR e agora se recusa a retomá-la. Pare para exigir isonomia de tratamento entre os trabalhadores do Grupo e o fim da discriminação (vale refeição igual para todos). Pare pela inclusão dos trabalhadores da NET nessa negociação e no Acordo da Claro. Pare para mostrar que não vamos nos deixar intimidar. INFLAÇÃO DE 1,73%
A estimativa para o INPC de setembro, que vai corrigir os salários dos trabalhadores com data base em 1º de setembro, é de 1,73%. Um índice claramente manipulado pelo governo golpista que baixa a inflação artificialmente à custa do arrocho salarial e queda no consumo. O resultado dessa política perversa que nós já conhecemos dos governos neoliberais de Fernando Henrique se reflete no bolso do trabalhador. Você acha 1,73% ruim? Nós também. Mas se não fizermos pressão, corremos o risco de ficar com zero.
Assista WebTV Sinttel
Sala de visita toda às quintas-feiras sobre a Campanha Nacional Unificada e tire suas dúvidas e mande sugestões para o e-mail da campanha
Vivo oferece 0% e suspende a negociação A campanha das operadoras é unificada e a nossa luta também tem que ser. Não temos dúvidas de que as empresas vão se unir para nos impor mais cortes, mais perdas e cobrar mais trabalho. Nós temos que nos unir para forçá-las a avançar e garantir conquistas. A Vivo, na maior cara de pau, voltou à mesa de negociações e manteve a sua proposta de reajuste ZERO. Isso é inaceitável. É barbárie. É massacre. Não satisfeita, a empresa suspendeu a reunião
marcada para hoje, dia 27, e não agendou uma nova data. Se aproveitando da crise, que, diga-se de passagem, a Vivo passa ao largo da mesma, acumulando ano a ano os melhores lucros e resultados, intimida, chantageia e faz pressão psicológica sobre os empregados com ameaça de transferência e demissão. Não caia nessa. Lute. 6% DA RECEITA PARA PESSOAL - Um dado da BCG Consultoria,
divulgado pelo portal Telesíntese, revela que só 6% das receitas das operadoras de telecomunicações é gasto com pessoal. Esse dado confirma o que diz a economista do Dieese, que presta assessoria à Fenattel, sobre a riqueza gerada por cada trabalhador para as respectivas empresas. Cada trabalhador da Vivo, por exemplo, em 2016 gerou uma produtividade/riqueza de R$ 973 mil reais. Na hora de discutir reajuste de salários e benefícios a Vivo oferece zero.
Oi marca negociação para depois da assembleia de acionistas Os Sindicatos e a federação cobraram insistentemente da Oi a antecipação das negociações salariais para setembro, antes da assembleia de acionistas marcada para dia 9 de outubro. O que fizeram os dirigentes da Oi? Justamente o contrário do que pleiteávamos, marcou o início das negociações para após a assembleia de acionistas, para a semana de 9 a 13 de outubro. Essa informação foi dada aos dirigentes sindicais, inclusive, do Sinttel-Rio, que se reuniram com a direção da empresa no último dia 22, para cobrar dela a antecipação da negociação para setembro.
O Sinttel e a Fenattel insistem com a Oi nas seguintes questões: aantecipação da data base para 1º de setembro afim da coparticipação dos trabalhadores em 12% no valor do vale refeição agarantia da creche como direito da criança e assim a sua concessão aos homens agarantia de todos os postos de trabalho areajuste de salários e benefícios acima da inflação ( INPC + ganho real) ALGAR OFERECE INPC
Na primeira rodada de negociação
realizada dia 21 entre representantes da Algar e a Comissão, a empresa apresentou proposta de reajuste pelo INPC, que fica em 1,73% para salários até R$8000,00, e 0 para salários acima deste valor. O mesmo índice foi proposto para benefícios, como vale refeição, auxílio creche/babá e filhos portadores de deficiência. PLR - O pagamento da PLR 2017 será feito no dia 6 de outubro. TIM VOLTA A NEGOCIAR DIA 2 NEXTEL NEGOCIA DIA 9
Mande sua sugestão para campanha pelo e-mail: campanhaoperadoras@sinttelrio.org.br
FEIRÃO DO FORD ZERO DIAS 5, 6 E 7 NO SINTTEL. PARTICIPE! Descontos de até 14%. Uma vantagem apenas para os trabalhadores sindicalizados de qualquer empresa de telecomunicações (operadoras, prestadoras de serviços, teleatendimento, etc). Essa é a oportunidade que você precisava para comprar o seu carro zero e isso só é possível graças a uma parceria entre o Sinttel, a Ford e a concessionária Bracom. O feirão do Ford Zero será nos dias 5, 6 e 7 de outubro, das 9h às 18h, na sede (Rua Morais e Silva, 94 - Maracanã). Os interessados devem ter em mãos os seguintes documentos: RG, CPF, crachá da empresa. Os sindicalizados que preferirem, podem ligar diretamente para a concessionária Bracom (3418-3969/3418-3968), ou ir direto à loja (Av. das Américas,17050 – Recreio dos Bandeirantes). Basta levar uma carta
delos Ford ka Hatch e Ford ka Sedam, respectivamente, com descontos de 13% e 14% para os sindicalizados. No feirão, os trabalhadores sindicalizados ainda contarão com financiamentos em até 60 vezes, através de bancos parceiros e avaliação do valor do carro usado para entrada, quando for o caso. O seguro e o kit gás também serão financiados. Tudo isso garante aos associados do Sinttel uma vantagem imensa. O trabalhador
de apresentação do Sinttel e o crachá da empresa. FORD KA SEDAN HATCH - A concessionária Bracom oferecerá os mo-
Modelo Ford Ka Hatch Ford Ka Sedan
que optar pela compra fará, sem dúvida, uma boa economia na compra de um dos modelos mais populares. Os trabalhadores da Serede também serão atendidos neste Feirão, que abrangerá todos os sindicalizados das diversas empresas de telecomunicações, tanto das operadoras(Oi, Tim, Vivo, Claro/Embratel/NET, etc),prestadoras, como Serede, Tel, Procisa, Huawei, Logictel, Nokia, entre outras, bem como de teleatendimento (Contax, Atento e outras).
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