painel Ano XI nº 275 fevereiro/ 2018
Associação de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Ribeirão Preto
Sucessão familiar
Planejar a mudança no comando da empresa familiar é ajustar a engrenagem para mantê-la viva
Viagem
Há vagas para os grupos da AEAARP e Friendship Force
Política
Conheça a Frente Parlamentar de Engenharia, Infraestrutura e Desenvolvimento Nacional
Tecnologia
Impressão 3D torna-se acessível, apesar de ser ainda subutilizada na área tecnológica
AEAARP na rua A programação para os 70 anos da AEAARP inclui eventos técnicos na entidade, orientações para jovens profissionais, eventos sociais, culturais e públicos. O intuito é festejar a nossa história, promover conhecimento, cultura e, sobretudo, dialogar com a população.
palavra do presidente
Eng. civil Carlos Alencastre
Dentre os ideais fundadores da entidade, ao menos um chama a atenção em razão de sua contemporaneidade: a valorização profissional combatendo a atuação de leigos em atividades técnicas. Esse propósito está longe de ser sinônimo de reserva de mercado ou de disputa com profissionais que desempenham com maestria as suas funções. Significa muito mais garantir que a população tenha conhecimento sobre as atribuições de profissionais habilitados pelos conselhos de classe – CREASP e CAU-SP, no nosso caso. A população sabe, por exemplo, que não é possível fazer um tratamento dentário com alguém que não seja dentista, e ser habilitado pelo conselho desta classe é garantia de segurança para o cliente. Sabe também que na medicina é possível recorrer ao conselho dessa classe profissional quando algo dá errado, e igualmente ninguém confia sua saúde a alguém que não está regiamente habilitado para tratá-la. Mas, não raro, essas mesmas pessoas confiam em um leigo para levantar uma casa ou executar trabalhos que deveriam ser feitos por técnicos da área. Neste caso, nós, habilitados pelo CREA e CAU. A AEAARP jamais se furtou de sua obrigação de orientar a população, expor as qualidades dos profissionais que representa e valorizar suas profissões. Neste ano, porém, vamos abrir um diálogo maior com a população e expor a diferença real que fazemos em suas vidas cotidianas, não só nos grandes projetos, mas em todas as ações que necessitem de pessoas que saibam projetar, planejar, calcular e garantir economia e segurança ao investimento de pessoas em todas as classes sociais.
painel Rua João Penteado, 2237 - Ribeirão Preto-SP - Tel.: (16) 2102.1700 Fax: (16) 2102.1717 - www.aeaarp.org.br / aeaarp@aeaarp.org.br
Eng. civil Carlos Eduardo Nascimento Alencastre Presidente
índice
Eng. eletr. Tapyr Sandroni Jorge 1º Vice-presidente
especial 05 Quando chega a hora de passar o bastão
Tecnologia 10 3D em expansão
CONSTRUÇÃO 14 Soldados anônimos na arquitetura e na engenharia
AGRONOMIA 16 Aplicativo ajuda no Manejo Integrado de Pragas
viagem 17 Grupos da AEAARP têm vagas limitadas
EVENTO 18 Expo Revestir 2018: inovando até no formato
Política
20
Social
22
produtividade
23
CREA-sp
24
A Frente Parlamentar de Engenharia, Infraestrutura e Desenvolvimento Nacional
Carnaval na AEAARP
Volta às aulas: vai de Excel!
Decreto detalha atividade sanitária na agricultura
História
25
AEAARP 70 anos
notaS e cursos
26
Eng. civil Fernando Junqueira 2º Vice-presidente Diretoria Operacional Diretor administrativo - eng. agr. Callil João Filho Diretor financeiro - eng. civil Arlindo Antonio Sicchieri Filho Diretor financeiro adjunto - eng. agr. Benedito Gléria Filho Diretor de promoção e ética - eng. civil e seg. do trab. Hirilandes Alves Diretor de ouvidoria - arq. urb. Ercília Pamplona Fernandes Santos Diretoria Funcional Diretor de esporte e lazer - eng. civil Milton Vieira de Souza Leite Diretor de comunicação e cultura - eng. agr. Paulo Purrenes Peixoto Diretor social - eng. civil Rodrigo Araújo Diretora universitária - arq. urb. Ruth Cristina Montanheiro Paolino Diretoria Técnica Agronomia - eng. agr. Alexandre Garcia Tazinaffo Arquitetura - arq.urb. Marta Benedini Vechi Engenharia - eng. civil Paulo Henrique Sinelli Conselho Presidente: Eng. civil João Paulo de Souza Campos Figueiredo Conselheiros Titulares Arq. e urb. e eng. seg. do trab. Fabiana Freire Grellet Arq. e urb. Luiz Eduardo Siena Medeiros Eng. agr. Dilson Rodrigues Cáceres Eng. agr. Geraldo Geraldi Jr Eng. agr. Gilberto Marques Soares Eng. civil Edgard Cury Eng. civil Elpidio Faria Junior Eng. civil Jose Aníbal Laguna Eng. civil e seg. do trab. Luis Antonio Bagatin Eng. civil Roberto Maestrello Eng. civil Ricardo Aparecido Debiagi Eng. civil Wilson Luiz Laguna Eng. elet. Hideo Kumasaka Eng. mec. Giulio Roberto Azevedo Prado Conselheiros suplentes Arq. e urb. Celso Oliveira dos Santos Eng. agr. Denizart Bolonhezi Eng. agr. Jorge Luiz Pereira Rosa Eng. agr. José Roberto Scarpellini Eng. agr. Ronaldo Posella Zaccaro Eng. civil Fernando Brant da Silva Carvalho REVISTA PAINEL Conselho Editorial: eng. civil Arlindo Antonio Sicchieri Filho, arq. urb. Celso Oliveira dos Santos, eng. mec. Giulio Roberto Azevedo Prado e eng. agr. Paulo Purrenes Peixoto - conselhoeditorial@aeaarp.org.br Conselheiros titulares do CREA-SP indicados pela AEAARP: eng. civil e seg. do trab. Hirilandes Alves e eng. mecânico Fernando Antonio Cauchick Carlucci Coordenação editorial: Texto & Cia Comunicação Rua Galileu Galilei 1800/4, Jd. Canadá Ribeirão Preto SP, CEP 14020-620 www.textocomunicacao.com.br Fones: 16 3916.2840 | 3234.1110 contato@textocomunicacao.com.br Editora: Daniela Antunes – MTb 25679 Colaboração: Bruna Zanuto – MTb 73044 Publicidade: 16 2102.1719
Associação de Engenharia Arquitetura e Agronomia de Ribeirão Preto
Horário de funcionamento AEAARP - das 8h às 12h e das 13h às 17h CREA - das 8h30 às 16h30 Fora deste período, o atendimento é restrito à portaria.
Tiragem: 3.000 exemplares Locação: Solange Fecuri - 16 2102.1718 Editoração eletrônica: Mariana Mendonça Nader Impressão e fotolito: São Francisco Gráfica e Editora Ltda. Imagem de capa: Pixabay Painel não se responsabiliza pelo conteúdo dos artigos assinados. Os mesmos também não expressam, necessariamente, a opinião da revista.
AEAARP 5
especial
Quando chega a hora de passar o bastão
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O fundador sai, o herdeiro fica: plano de sucessão familiar é uma das ferramentas para garantir a perenidade do negócio após a aposentadoria do líder executivo
S
ucessão familiar é um assunto tão
plano de sucessão e apenas 12% chegam a
que precisam ser discutidas e implantadas
complexo que existe uma rede
terceira geração. O levantamento foi feito
o quanto antes. Em entrevista para o portal
internacional sem fins lucrativos –
em 2016. No Brasil, o número é maior:
da revista Exame, a coach executiva Eva
The Family Business Network – composta
54% das empresas familiares brasileiras
Hirsch Pontes disse que algumas questões
apenas por empresas familiares, com o
não têm plano de sucessão em vigor. Foram
devem ser abordadas antes de passar o
objetivo de reforçar o sucesso dos negó-
entrevistados 2.802 líderes executivos de
bastão para a nova geração. “A pessoa
cios ao longo das gerações. A entidade foi
empresas familiares em 50 países.
que assumirá o principal cargo executivo
criada em 1989, na Suíça, e hoje conta com
está preparada academicamente? Ela tem
mais de 10.380 associados de 65 países.
talento e vocação para a atividade? O lí-
A rede chegou ao Brasil em 2000 e reúne
Veja a pesquisa completa
der que está se afastando já definiu seus
830 membros brasileiros
no endereço eletrônico da
planos pós-aposentadoria?”.
Existem tabus sobre o tema: ego, morte, mudança de poder e dúvidas sobre o futuro do negócio. Segundo a última pesquisa so-
AEAARP, na área Notícias.
www.aeaarp.org.br
bre empresas familiares divulgada pela Pri-
A falta de planejamento estratégico e de um plano de sucessão eficaz são alguns dos fatores que levam muitas empresas familiares ao fracasso. Segundo especialis-
cewaterhouseCoopers (PwC - empresa de
Com mercado mais competitivo e clien-
tas, a empresa deve ter objetivos em longo
auditoria e consultoria de negócios) 43%
tes cada vez mais exigentes, profissionali-
prazo, ser aberta às mudanças, preparar e
das empresas familiares no mundo não têm
zar a gestão e planejar o futuro são ações
qualificar os sucessores.
Revista Painel 6
10 PASSOS PARA UM PLANO DE SUCESSÃO EFICAZ Dominik von Au, líder da prática de Governança em Empresas Familiares da PwC na Alemanha, listou 10 passos que facilitam a sucessão familiar dentro das empresas.
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AEAARP 7
Revista Painel 8
Sucessão no campo
na região Sul do país. Os principais pontos
“Desde pequeno, gosto de fazendas, da
Segundo o CENSO 2011, do Institu-
foram dificuldades em obtenção de terra,
agricultura, das máquinas agrícolas. Fiz
to Brasileiro de Geografia e Estatística
ausência de incentivo por parte dos pais,
estágio na Agrishow na área de montagem
(IBGE), de 1970 até 2010, o número de
comparações entre urbano e rural, desi-
de máquinas e também com o meu tio
jovens com até 29 anos residindo no meio
gualdade de gênero, busca por estudo e
que atua na área de serviços agrícolas.
rural brasileiro reduziu 43,3% entre as
expectativa profissional. Para eles, quando
Meu avô sempre me incentivou a seguir
mulheres e 46,3% entre os homens. Isso
produtores afastam os filhos das ativida-
essa área. Além de mim, meu irmão de 13
levou ao aumento no número de idosos
des e da tomada de decisão, acabam não
anos gosta bastante disso tudo”. Antes de
na zona rural (51,9%). De acordo com
preparando os jovens para administrar a
assumir os negócios, Francisco planeja
o artigo Tomada de decisão e sucessão
propriedade e os desencorajam a perceber
trabalhar em uma multinacional para
na agricultura familiar no sul do Brasil, da
a viabilidade do trabalho rural.
adquirir mais experiência.
zootecnista e especialista em Desen-
De acordo com o engenheiro agrônomo
volvimento Rural Alessandra Matte e
Luis Fernando Franco Zorzenon, assistente
do médico veterinário e especialista em Economia Agroalimentar e Economia Rural João Armando Dessimon Machado, a ausência de sucessores na agricultura familiar tende a gerar incertezas no que diz respeito não apenas à continuidade
Veja o artigo completo na área Notícias, no endereço eletrônico da AEAARP.
www.aeaarp.org.br
das famílias e das atividades produtivas,
de planejamento da CATI-regional (Coordenadoria de Assistência Técnica Integral), são poucas as propriedades rurais que conduzem o negócio de forma empresarial. “Em muitos casos, o negócio é tocado pelo pai que vai dando recursos para os filhos seguirem outras formações. Quando um
mas também às comunidades rurais – que
Na contramão, o estudante de Agro-
filho se interessa pelo negócio, na maioria
gradativamente perdem sua população e
nomia Francisco Rubens Calil Neto está
das vezes, o pai sai do comando quando o
sentem os reflexos da mudança.
sendo preparado pelo avô materno para
herdeiro já é adulto e tem uma vida estru-
assumir as duas fazendas da família – em
turada fora dali”.
Morro Agudo (SP) e Itumbiara (GO). Fran-
PONTOS FORTES DAS EMPRESAS FAMILIARES NO BRASIL
cisco tem 25 anos e vai se formar no final de 2018. Ele acompanha o avô na administração das fazendas – que produzem cana e soja – desde que iniciou a faculda-
A empresa de auditoria e
de, há cinco anos. Ele ajuda na compra de
consultoria KPMG mapeou as
peças e insumos, dentre outras atividades.
principais características das empresas familiares brasileiras. Para o levantamento, foram entrevistadas pessoas de 181 empresas de 15 estados diferentes. Veja na área Notícias, no endereço eletrônico da AEAARP.
www.aeaarp.org.br Neste trabalho, os pesquisadores analisaram quais fatores influenciam a tomada de decisão dos filhos de agricultores fami-
Francisco Rubens Calil Neto e o avô Antonio Maximiano Prez Filho
liares a não continuarem o negócio familiar Designed by Freepik
AEAARP
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9
embalado. Os produtores têm que refletir
o futuro da família e da empresa. É preciso
sobre o futuro: onde e como quero estar
aprender com as empresas familiares que
com 60 anos? Eles precisam entender
são experientes no assunto para executar
que mesmo sem a sua força de trabalho,
bem a tarefa. Para eles, a nova geração tem
a propriedade precisa continuar funcio-
papel cada vez mais importante, tanto no
nando e cumprindo com sua função social:
domínio do mundo digital quanto no pro-
produzir”, lista o agrônomo, repetindo a
cesso de definição de estratégias. Porém,
antiga receita que aparece na academia,
esses jovens precisam ser capacitados e
nos cursos de gestão, nos discursos e que
apoiados para cumprirem seu papel. Os
raramente vê-se na prática.
consultores alertam que a tarefa não é
Segundo especialistas da PwC, há a
fácil, mas se executada de forma correta
necessidade urgente de dedicar tempo
e rápida, as empresas familiares terão a
para realizar um rigoroso processo de pla-
oportunidade de alçar novos voos e me-
nejamento estratégico. Isso inclui planejar
lhorar o que já é feito.
Segundo o agrônomo, isso gera grande instabilidade no meio rural. “Temos menos pessoas na zona rural e uma série de fatores levam a isso: a visão de que o meio rural é atrasado, insegurança, falta escolas rurais e de acesso à internet. Isso tudo faz com que a sucessão familiar no campo fique estagnada”, acrescenta Luis. Apesar de existir algumas políticas públicas que, na visão de Luis Fernando, respaldam a vida do jovem no campo – como, por exemplo, o Pronaf Jovem, financiamento para agricultores e produtores rurais familiares, desde que os beneficiários sejam maiores de 16 anos e menores de 29 anos – é necessário um trabalho intenso para mostrar aos jovens a viabilidade de se trabalhar no meio rural e capacitar os produtores em geral para que o tema sucessão seja tratado seriamente. Um dos passos para alcançar a valorização, segundo ele, é a adoção de políticas públicas que agreguem valor ao produto e que capacite o produtor para que ele profissionalize a gestão do negócio e a produção. “É preciso deixar de vender alface e começar a vender salada. Deixar de apenas produzir leite e entregar o produto
COMO A GERAÇÃO ATUAL PODE APOIAR A PRÓXIMA Veja as dicas de Sian Steele, líder da prática de Empresas Familiares da PwC no Reino Unido ▪ Planejar com antecedência: é preciso de um planejamento detalhado da carreira dos integrantes da próxima geração. O objetivo é que tenham a chance de adquirir experiências e habilidades certas. Se possível, devem trabalhar fora da empresa da família. ▪ Enfatizar a oportunidade, não a obrigação: muitos membros da nova geração são entusiasmados com a chance de assumir o negócio da família, porém eles não devem encarar isso como obrigação e sim como uma escolha livre sobre seu futuro. ▪ Criar oportunidade para construção de algo próprio: esses negócios podem ser uma oportunidade de dar à nova geração responsabilidade e a possibilidade de explorar novas ideias, além de adquirir novas competências. ▪ Compreender quando é o momento de se afastar: há um equilibro entre estar à disposição para ajudar e nunca deixar o comando. Discutir qual será o papel da geração atual e encontrar algo a mais para fazer é essencial nesse período. ▪ Cuidar da governança familiar: a geração mais velha está na posição ideal para ajudar a gerenciar essa questão e pode assumir essa tarefa para que a próxima geração se concentre em gerir o negócio. Fonte: Pesquisa Global sobre Empresas Familiares 2016, produzido pela PwC (PricewaterhouseCoopers)
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de estímulo, baixa remuneração, falta de
Revista Painel 10
Tecnologia
3D em expansão
Imagem: Wagner Galera
O fim das patentes e o surgimento de novos fabricantes de impressoras 3D têm contribuído com o setor, que demanda cada vez mais por profissionais que dominem a modelagem
Maquete Implantação, com peças móveis impressas em 3D
H
Imagem: Wagner Galera
Imagem: agil3d.com.br
Desenho Perspectiva 3D
Desenho 3D Implantação 3D
omens, entre 25 e 35 anos e interessados em tecnologia.
História da Impressão 3D
tecnologia”. Segundo Ricardo, o mercado
Os primeiros estudos sobre impressão 3D foram desenvolvidos em 1984, pelo inventor norte-americano Charles Hull. Sua técnica era conhecida como Estereolitografia e consistia na impressão de objetos físicos através de dados digitais. O primeiro modelo de impressão 3D do mundo só surgiu dois anos depois, quando Charles fundou sua empresa e lançou comercialmente a Stereolithography Apparatus. Apesar disso, a primeira impressora tridimensional disponibilizada para o público foi a SLA-250, em 1988. Neste ano, Steven Scott Scrump desenvolveu a técnica chamada Fused Deposition Modeling (FDM), utilizada para modelagem e fabricação de protótipos. Em 1989, Steven lançou também a primeira máquina baseada no sistema FDM. Depois disso, outras empresas lançaram equipamentos utilizando diferentes técnicas e tiveram diversas patentes concedidas pelos órgãos americanos
amadureceu, principalmente nos últimos
Fonte: TechTudo
Esse era o perfil das pessoas que
buscavam por impressões 3D em Ribeirão Preto (SP) há poucos anos, segundo o administrador de empresas Ricardo Nisioka Kimura, diretor comercial de uma empresa do setor em Ribeirão. “Isso era em meados de 2015. Poucas pessoas sabiam o que era impressão 3D e como funcionava a
três anos. O lançamento de tecnologias mais acessíveis, a oportunidade de manipular protótipos ou maquetes impressas
De acordo com um estudo da IDC, empre-
mundialmente cerca de 35,4 bilhões de
e o interesse dos profissionais em mode-
sa de inteligência de mercado e consultora
dólares até 2020. A tecnologia não é
lagem de desenhos tridimensionais são
da área de tecnologia da informação, o
recente (tem mais de 30 anos); porém,
alguns fatores que têm alavancado o setor.
setor de impressão 3D deve movimentar
só agora está se tornando competitiva
AEAARP
Imagem: agil3d.com.br
Andrew Reynolds | www.thingiverse.com
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Maquete em impressão 3D Filamento plástico ABS, 10 cm de altura
Tod`s Omotesando Building do escritório Toyo Ito & Associates
porque as patentes estão expirando. Em
Mercado local
com acabamento mais detalhado. “Esse
decorrência disso, nos últimos anos, surgi-
Ribeirão Preto tem empresas que impri-
sistema também oferece 360 mil cores
ram novos fabricantes de impressoras 3D,
mem objetos em gesso, resina ou plástico.
na impressão”. O tempo de impressão
o preço das máquinas caiu e a tecnologia
Áreas como a medicina (reprodução de
varia de acordo com o tamanho do
foi popularizada.
uma ultrassonografia em 3D, protótipos
objeto, sistema de impressão escolhido
“A competitividade no mercado de impres-
de órgãos para estudo, próteses etc.),
e da complexidade e detalhamento da
são 3D aumentou. A tecnologia antes era
indústria (protótipos de maquinários e
peça. Ricardo exemplifica que uma peça
restrita para grandes empresas e institui-
peças), arquitetura, engenharia (maquetes
de 12x12 cm, pode demorar em média
ções. Hoje, uma máquina de R$ 12 mil faz
de edifícios e residências) e design (protó-
três horas para ficar pronta e uma peça
o mesmo que uma máquina de R$ 500 mil
tipos de móveis ou objetos decorativos)
de 20x20 cm pode chegar a 12 horas
fazia há dois anos”, acrescenta Ricardo.
são as que mais buscam pelo serviço. A
de produção.
É possível encontrar impressoras 3D de
impressão de objetos usando o plástico,
Os parâmetros que determinam o
R$ 2 mil até U$S 2 milhões. O que diferen-
por exemplo, é a mais acessível. “Esse
valor da impressão 3D são sistema de
cia esses produtos é a tecnologia aplicada,
tipo de impressora tem uma bobina de
impressão, matéria-prima, tempo e o
o material utilizado e a precisão da peça
plástico em forma de fio, que vai sendo
acabamento necessário pós-impressão,
impressa, dentre outros fatores. Existem
puxado, derretido e empilhado através
dentre outros. “Dependendo da maquete
impressoras que fabricam peças em aço e,
de pequenas lâminas [com espessuras
são necessárias impressões de partes
até mesmo, objetos em chocolate.
próximas ao de um fio de cabelo] que vão
do objeto e depois é preciso juntar esse
sendo aplicadas, uma sobre a outra, até
material e dar um tipo de acabamento”,
formarem o desenho”, explica Ricardo.
explica Jonathan. Ricardo comenta que o
Nesse sistema de impressão, pode ser
custo pode variar bastante. A impressão
usado o filamento acrilonitrila butadieno
de um objeto de 20x20 cm, dependendo
estireno, mais conhecido como ABS, que
do grau de detalhamento e do sistema
da Informação (ABRADISTI)
é um dos sistemas mais baratos, garante
de impressão aplicado, tem preço inicial
publicou em sua página na internet
0,4 mm de precisão e tem um número
de R$ 150.
o levantamento O mercado
limitado de cores para serem impressas
A Associação Brasileira dos Distribuidores de Tecnologia
de impressoras 3D em 2017 e perspectivas para 2018. Veja o resultado no endereço eletrônico da AEAARP, na área Notícias.
www.aeaarp.org.br
no objeto (até três cores diferentes).
Modelagem e fechamento de arquivo
O publicitário Jonathan Celestino dos
As extensões de arquivos mais usadas
Santos, responsável pelo departamento
para impressão 3D são STL e OBJ, que
de marketing de uma empresa de impres-
reúnem informações que descrevem todo
são 3D de Ribeirão Preto, explica que as
o objeto tridimensional. Ricardo explica
novas tecnologias tem versões que usam
que o STL é usado quando o objeto tem
impressão à pó, produzindo objetos
poucas cores e o OBJ é mais adequado
Revista Painel 12
para peças muito coloridas. Os programas de modelagem mais usados para gerar esses arquivos são Revit, ArchiCAD e SketchUp. Jonathan acrescenta que para gerar um arquivo de impressão, o desenhista precisa entender o processo de impressão 3D. “Dependendo do objeto, é preciso adaptar a escala do desenho, pois se modelar uma parede muito fina, o objeto pode não ser impresso de forma adequada”, explica.
DESTAQUES DA PAINEL A edição 274 (Janeiro/2018) da revista PAINEL traz uma matéria sobre o sistema de modelagem BIM e as vantagens de se especializar na área. Todas as edições da revista estão disponíveis no endereço eletrônico da
Ricardo acredita que 2018 será o divisor de águas no mercado de impressão 3D. A popularização da tecnologia e o barateamento das impressoras estão aquecendo o setor. Jonathan analisa que muitas pessoas estão investindo e levando as impressoras para suas casas ou escritórios. Mas, em sua visão,
AEAARP, no atalho Revista PAINEL.
profissionais de áreas como arquitetura e en-
www.aeaarp.org.br
de maquetes de edifícios, por exemplo, ainda
genharia, onde é muito comum a produção buscam pouco pela tecnologia na cidade.
Conheça vários programas gratuitos de modelagem listados pelo portal 3D Printing. O conteúdo está disponível no endereço eletrônico da AEAARP, área Notícias.
www.aeaarp.org.br
Desenho 3D. Moeda tamanho real na proporção da maquete
Imagem: Wagner Galera
10 PROGRAMAS DE MODELAGEM 3D GRATUITOS
O engenheiro mecânico Nelis Evangelista Luiz, professor do curso Prototipagem e Impressão 3D da Escola de Inventor, em Ribeirão Preto, acrescenta que a demanda por profissionais que dominem os programas de modelagem está em expansão. Porém, são poucos os profissionais especializados na área. “Não basta saber modelar. É preciso alinhar o projeto com o cliente e identificar quais são os modelos desejados”. Segundo ele, os setores que mais demandam esses profissionais são engenharia, arquitetura e saúde. Nelis comenta que os sistemas de modelagem Imagem: agil3d.com.br
ainda não entraram como disciplinas regulares nos cursos de Engenharia ou Arquitetura. Durante a graduação, o contato dos alunos com essa tecnologia está atrelado aos laboratórios de pesquisas e às atividades de iniciação científica.
Em composto ZPRINT - 8 maquetes coloridas impressas simultaneamente em 3D
AEAARP 13
Revista Painel 14
CONSTRUÇÃO
Soldados anônimos na arquitetura e na engenharia
Imagem: Flickr - Senado Federal
Eles não estão nos holofotes, mas são fundamentais em qualquer empresa
Museu Nacional Honestino Guimarães
A
s curvas dos principais edifícios
dedicação foi determinante para dar vida
concepção estrutural inovadora, inédita
de Brasília (DF) foram assinadas
ao que foi colocado no papel.
e, por que não dizer, atrevida”.
pelo arquiteto Oscar Niemeyer.
O trabalho do engenheiro foi fun-
O paisagismo também tem seus solda-
Para sustentar as curvas, entretanto, os
damental para enfrentar os desafios
dos. O artista plástico e paisagista brasilei-
projetos contaram com os cálculos do en-
construtivos impostos pelos desenhos
ro Roberto Burle Marx, responsável pelo
genheiro civil Joaquim Maria Moreira Car-
de Niemeyer. Segundo o artigo dos ar-
projeto de mais de 2.000 jardins no Brasil
dozo, que não ganhou tanta notoriedade
quitetos Yopanan Rebello e Maria Amélia
e no exterior, teve um grande parceiro em
quanto o arquiteto. Assim como Joaquim,
D’Azevedo Leite, publicado no portal
boa parte de seus trabalhos: o arquiteto
existem vários outros profissionais por
Pini, “a complexidade estática das for-
Haruyoshi Ono. A história deles começou
trás de grandes obras ou de importantes
mas propostas, contrapondo os esforços
em 1965, quando Haruyoshi se deparou
empresas. Muitas vezes, seus nomes não
atuantes às características resistentes do
com a placa do escritório de Burle Marx
são tão conhecidos do público, mas sua
material, impunha a necessidade de uma
em frente ao canteiro de obras do futuro
AEAARP
Catedral de Brasília
Parque do Flamengo (RJ) e se ofereceu
Imagem: Wikipédia
Imagem: Arian Zwegers
15
Palácio da Alvorada
Paulo Mendes da Rocha
que muitos desses profissionais já foram
para trabalhar como estagiário. Formou-
O arquiteto e urbanista brasileiro Paulo
seus alunos. “É uma forma de assegurar
-se em arquitetura e, de estagiário,
Mendes da Rocha é um dos principais
a minha liberdade quanto à ideia de orga-
tornou-se amigo, sócio e parceiro criativo
nomes da arquitetura brasileira e inter-
nização empresarial. Não preciso de um
ao longo de quase 30 anos de trabalho
nacional e traz importantes obras no
grande escritório. Eu constituo um grupo
em conjunto. Foi, portanto, um soldado
currículo. Ele faz parte de uma geração
de trabalho para cada tarefa. Por serem
e também parceiro.
de arquitetos modernistas liderada por
ex-alunos, conhecidos meus, são solidários
Da sociedade nasceram importantes
João Batista Vilanova Artigas. Dentre seus
no modo de pensar”, disse o arquiteto ao
trabalhos que hoje são parte da história
projetos mais conhecidos destacam-se:
portal. Seus projetos ganham a sua assina-
do paisagismo brasileiro como o famoso
a Praça do Patriarca, em São Paulo (SP),
tura, mas por trás de cada trabalho existem
calçadão da Avenida Atlântica, em Copa-
Museu dos Coches, em Lisboa (Portugal),
muitos profissionais envolvidos.
cabana (RJ), o Parque da Cidade de Brasília
Capela de Nossa Senhora da Conceição,
Segundo o arquiteto Celso Santos,
(DF), a Fazenda Vargem Grande, em Areias
em Recife (PE), Galeria Vermelho, em São
conselheiro da AEAARP, todos os escritó-
(SP), o Parque das Mangabeiras, em Belo
Paulo (SP), Museu da Língua Portuguesa,
rios, sejam de engenharia ou arquitetura,
Horizonte (MG), e o KLCC Park na Malásia.
em São Paulo (SP) e Museu das Minas e do
têm os seus “soldados anônimos”. “Esses
Após a morte de Burle Marx, em 1994, Ha-
Metal, em Belo Horizonte (MG).
profissionais são aqueles que trabalham
ruyoshi continuou o legado do paisagista
Entrevistado pelo portal O Globo, o
nos bastidores e nem sempre aparecem.
e ficou à frente do escritório. Após seu
arquiteto capixaba contou que tem a cola-
Porém, seu trabalho é determinante tanto
falecimento em 2017, são seus filhos que
boração de, pelo menos, três escritórios de
para o sucesso das empresas quanto das
tocam o negócio junto a mais um sócio.
arquitetura de diferentes gerações – sendo
obras”, finaliza.
A edição 268 da revista PAINEL publicou uma matéria que cita o projeto de paisagismo assinado por Roberto Burle Marx e Haruyoshi Ono em um condomínio de Bonfim Paulista (SP), o Country Village. Todas as edições da revista Imagem: Wikipédia
ficam disponíveis no endereço eletrônico da AEAARP, na área Revista Painel.
www.aeaarp.org.br
Palácio do Congresso Nacional
Revista Painel 16
AGRONOMIA
Aplicativo ajuda no Manejo Integrado de Pragas
U
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Com um smartphone é possível comparar os insetos
m aplicativo lançado pela
os que podem causar danos à plantação”,
de que suas larvas e adultos se alimentam
Embrapa Agrobiologia, do Rio
alerta a pesquisadora da Embrapa Ales-
preferencialmente de pulgões, cocho-
de Janeiro, é capaz de identificar
sandra de Carvalho Silva, especialista em
nilhas, ácaros, moscas-brancas, larvas e
inimigos naturais das pragas, uma das
controle biológico de pragas e uma das
também de ovos de diferentes insetos.
maiores dificuldades para os produtores,
idealizadoras do aplicativo.
Portanto, se o produtor encontrar joani-
especialmente para quem pretende
A galeria de imagens do Guia InNat con-
nhas em uma lavoura atacada por pulgões,
utilizá-los como método de controle. No
templa 13 famílias de insetos predadores
ele saberá que brevemente a população
Guia InNat, que é gratuito (disponível para
e mais os parasitoides e as aranhas. São
da praga será reduzida, como explica a
download na loja de aplicativos Google
inimigos naturais generalistas, ou seja,
pesquisadora da Embrapa. “O InNat pode
Play), é possível acessar imagens dos
não são muito específicos e comem uma
facilitar o entendimento sobre quem são
agentes naturais de controle mais comuns.
grande quantidade de insetos-praga. A
os vilões e quais os insetos benéficos para as lavouras”, enfatiza.
Com o smartphone, o produtor pode
ferramenta possibilita, por exemplo, a
comparar um inseto coletado em campo
identificação de um determinado inseto
Se há lagartas na lavoura e o agricultor
com a galeria de imagens. Pode também
visto com frequência na lavoura. “É tam-
encontra o inseto conhecido por “tesouri-
fotografar um inseto presente na lavoura
bém uma forma de o produtor saber se a
nha” na plantação, com o InNat em mãos,
e comparar no mesmo momento a foto
área dele está bem ecologicamente. Se há
ele vai constatar que este é um inimigo na-
tirada com a câmera do celular com as
mais inimigos naturais é porque o manejo
tural muito útil. “[Tesourinhas] São preda-
imagens da galeria do Guia InNat.
está adequado”, explica Alessandra.
dores de ovos, pulgões, moscas-brancas,
Além de fotos, o aplicativo contém
O fato de o aplicativo conter informa-
lagartas pequenas”, informa o aplicativo,
informações sobre cada grupo de inimigo
ções sobre o papel dos inimigos naturais
que traz ainda dez fotos desse agente
natural e sua função na natureza. “De nada
como agente de controle ajuda o agricultor
de controle. Na dúvida, basta fotografar
adianta a presença de insetos benéficos na
no momento de tomar decisões. A joani-
o inseto que está presente na lavoura e
lavoura, se o agricultor confundi-los com
nha, por exemplo, vem com a informação
comparar com as fotos do aplicativo.
AEAARP 17
Viagem
Grupos da AEAARP têm vagas limitadas A parceria da entidade com o Friendship Force vai levar profissionais para Inhotim e Belo Horizonte (MG), Dallas e Memphis (EUA)
O
Memphis
Dallas
Inhotim
Belo Horizonte
s dois grupos que viajarão
Belo Horizonte (MG) no primeiro semes-
também são pessoas do grupo. “Todos têm
para Minas Gerais e Estados
tre (embarque previsto para maio). No
a oportunidade não só de visitar lugares
Unidos neste ano, pela parceria
segundo semestre, o grupo irá para Dallas
interessantes, mas também de viver o
e Memphis (EUA).
cotidiano de cada destino, seus costumes,
da AEAARP com o clube Friendship Force, estão praticamente fechados. O
Todos os meses os grupos se encontram
engenheiro Giulio Roberto Azevedo Prado,
na AEAARP para afinar os detalhes. “O in-
Os roteiros, em Minas Gerais e nos Es-
coordenador do projeto, explica que
teressante deste modelo de viagem é que
tados Unidos, são definidos pelos grupos
cada grupo terá, no máximo, 15 pessoas.
é totalmente planejada em conjunto, todo
que sairão de Ribeirão Preto em conjunto
Apenas associados e familiares diretos
mundo participa das decisões tomadas
com os anfitriões locais.
poderão participar.
pelo grupo”, explica Giulio, que há mais
O Friendship Force é um clube que promove experiências culturais e de tu-
alimentação etc.”, explica Giulio.
de 20 anos faz viagens com o clube por todo o mundo.
rismo em todo o mundo. Com a AEAARP,
Os participantes ficarão hospedados
as viagens vão inserir visitas técnicas aos
nas residências de pessoas que partici-
destinos. Os grupos irão para Inhotim e
pam do clube Friendship Force. Os guias
Restam poucas vagas nos grupos de Minas Gerais e Estados Unidos. Para participar, informe-se pelo telefone 16 2102.1700
Revista Painel 18
EVENTO
EXPO REVESTIR 2018: INOVANDO ATÉ NO FORMATO Novas formas de visitação e conteúdos direcionados marcam a 16ª edição da fashion week da Arquitetura e Construção
A
Expo Revestir é sinônimo de
Business Day: dois dias intensos para rodadas de negócios
negócios, inspiração, tendências,
Ao longo dos 16 anos de história, a Expo Revestir consolidou-se como a principal plataforma de negócios no mercado nacional e internacional. Por isso, os dias 13 e 14 de março serão destinados ao atendimento exclusivo para quem quer estreitar relações comerciais e fechar contratos com mais conforto e tranquilidade.
tecnologia e inovação. Por isso,
no setor é considerada a fashion week da arquitetura e construção, que neste ano pretende surpreender o público adotando um novo formato, que impulsiona
Creative Day: tendências e muito conhecimento
negócios, otimiza tempo e estimula o
A feira é o grande momento das marcas lançarem coleções exclusivas, revelarem tendências, além de trazerem novas tecnologias. Portanto, os dias 15 e 16 de março serão orientados para experiências únicas e surpreendentes para quem busca inspiração do que há de mais atual no mercado. Dias certos para profissionais revitalizarem a carteira de fornecedores, ampliarem o relacionamento profissional e mergulharem em uma maratona de conhecimento com temas altamente relevantes.
conhecimento. Os quatro dias de visitação – 13 a 16 de março – foram divididos em duas etapas para públicos específicos e altamente qualificados que visitam a feira. Saiba mais!
AEAARP 19
“A Expo Revestir entendeu e decifrou
de mais de 250 marcas nos segmentos de
Sanitárias e Congêneres (Anfacer), que
muito bem as necessidades do mercado
cerâmicas, louças sanitárias, metais para
representa a indústria brasileira de cerâ-
e apresentou as tendências mais relevan-
cozinha e banheiro, além de rochas orna-
mica nacional e internacionalmente. As
tes, baseada em um olhar futurista e bem
mentais, mosaicos, madeiras, laminados,
inscrições podem ser feitas pela internet
alinhada com as novidades internacionais.
cimentícios e vítreos.
- Acesse www.exporevestir.com.br.
A cada edição, os profissionais podem
Além dos lançamentos de grandes
conhecer os principais lançamentos de
marcas, os visitantes participarão também
produtos de acabamento; ter contato com
do Fórum Internacional de Arquitetura e
as novas tecnologias associadas a esses
Construção, que acontece paralelamente à
produtos e sistemas construtivos; manter-
feira e oferece uma imersão nos conteúdos
-se atualizado quanto às inovações em
mais importantes da atualidade com pales-
design e arquitetura; absorver conteúdos
trantes internacionalmente reconhecidos.
inéditos e exclusivos; ampliar sua rede
Em sinergia com a Expo Revestir, a 16ª
de relacionamento; e o mais importante:
edição do Fórum também apresenta alte-
gerar negócios”, afirma Antonio Carlos
rações em sua programação e horário para
Kieling, CEO da Expo Revestir.
que os profissionais presentes em cada dia
A iniciativa de direcionamento do públi-
absorvam todo o conteúdo das palestras,
co otimizará a participação de quem visita
seminários e debates e não percam todas
a Expo Revestir que, durante os quatro
as novidades da feira.
Expo Revestir 2018. Nunca paramos de inovar DATA: 13 a 16 de março de 2018, das 10h as 19h 13 e 14 – Business Day 15 e 16 – Creative Day LOCAL: Transamérica Expo Center, São Paulo – SP Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro EVENTO CONJUNTO FÓRUM INTERNACIONAL DE ARQUITETURA E CONSTRUÇÃO SAIBA MAIS: www.exporevestir.com.br
dias, será a maior vitrine de produtos com
A Expo Revestir é promovida pela
cerca de 40 mil m², distribuídos em sete
Associação Nacional dos Fabricantes de
PROMOÇÃO: ANFACER
pavilhões, para apresentar os lançamentos
Cerâmica para Revestimentos, Louças
Exclusivo para profissionais do setor
Revista Painel 20
Política
Divulgação
A Frente Parlamentar de Engenharia, Infraestrutura e Desenvolvimento Nacional
Frente parlamentar mista de engenharia
N
o Congresso Nacional, 240 par-
putado afirma que o “país não valoriza a
medicina e que são importados. Ronaldo
lamentares compõem a Frente
técnica, é um país de bacharéis”. “A carreira
cita outro exemplo: no Brasil existem
Parlamentar de Engenharia, In-
jurídica, por exemplo, é muito valorizada.
montadoras de automóveis, a tecnologia
fraestrutura e Desenvolvimento Nacional.
Medicina [também], porque a saúde é o
não é nacional. Na aeronáutica, pela Em-
É um organismo misto, isto é, composto
maior bem que podemos ter. Mas não por-
braer, e na tecnologia para a perfuração de
por deputados federais e senadores. O en-
que há uma visão técnica e científica em
poços de petróleo, em razão da Petrobrás,
genheiro Ronaldo Lessa, deputado federal,
relação à saúde”, diz. Na área tecnológica,
o país deu um passo à frente, ainda que
preside a Frente, lançada há cerca de dois
avalia, “é pior ainda”.
insuficiente.
anos com o intuito de constituir-se um
A visibilidade internacional conquistada
“A crise ficou muito focada, no começo,
fórum de valorização do desenvolvimento
pela engenharia civil não é compartilhada
na questão da engenharia; as construtoras
e a infraestrutura do país por meio do
pelas outras atribuições da engenharia
foram os grandes corruptores. E foram
conhecimento técnico.
que poderiam, por exemplo, projetar os
mesmo, está comprovado, mas significa
sofisticados equipamentos utilizados pela
dizer os donos das empresas, isso não
Em entrevista à revista Painel, o de-
AEAARP 21
são os engenheiros, não podem prejudicar
parlamentares nos legislativos estadual e
classista, mas fortalecê-lo perante o parla-
milhares de engenheiros que perderam os
municipal em todo o país. A Assembleia
mento. “É lá que são votadas as iniciativas
empregos”, fala.
Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp)
que são necessárias para aperfeiçoar a
O parlamentar dá exemplos para listar
ainda não constituiu a sua. Porém, no ano
educação no Brasil, melhorar os investi-
os problemas enfrentados pelos profissio-
passado foi instituída a Frente Parlamentar
mentos e, por consequência, a valorização
nais do setor, originados principalmente
pelo Fortalecimento e Defesa das Ações
dos profissionais da área tecnológica”, fala.
na falta de valorização profissional, na
do CREA/SP, coordenada pelo deputado
deficiência da formação e na falta de in-
Junior Aprillanti.
vestimento em tecnologia. O trabalho da Frente é o de debater políticas públicas
Em sua opinião, a retomada da atividade econômica e o incentivo à pesquisa são as providências imediatas que poderiam ser to-
Pautas
madas para melhorar o mercado profissional.
que deem respostas positivas para estas
Para o engenheiro Carlos Alencastre,
“O Brasil precisava de engenheiros há alguns
questões e promovam infraestrutura e
presidente da AEAARP, pautar as questões
anos, aumentou o número de interessados
desenvolvimento para o país.
que afetam as carreiras de engenheiros,
na carreira, mas o arrefecimento do mercado
O propósito dos parlamentares é tam-
arquitetos e agrônomos no Congresso
criou uma séria dificuldade entre o sonho, a
bém incentivar a formação de frentes
Nacional não significa politizar o debate
formação e a realidade”, afirma.
Revista Painel 22
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SOCIAL
A combinação sábado à
Rafael Reis, Kleber Bidese, Rodrigo Falcucci, Fernando Correa, Ricardo Ferreira, Carlos Alencastre, Paulo Márcio Araújo, Rodrigo Araújo e Alberto Martinez, Elaine Martinez, Lais Correa, Juliana Araújo, Mariangela Penha, Gislaine Araujo, Denise Ribeiro, Tania, Tatiana Griffo, Rosi Bidese e Natalia Poloni
noite, fantasia, cerveja gelada, amigos e comida boa deu samba na AEAARP no pré-carnaval deste ano. Confira nas fotos.
Rubens Biscaro, Maria Inês Cavalcanti, Lali Laguna e Wilson Luiz Laguna
Denise Silveira, Yago Marinceck, Fancini Fulquini, Bel Picarelli e Consuelo Stein
Carlos Eduardo Gallo, Renata Muniz, Suzy Do Val e Ricardo Do Val
Marta Benedini Vecchi, Roberto Vecchi, Antônio Tazinaffo, João Tazinaffo, Jorge Rosa, Alexandre Tazinaffo e Cristiane Atanes
Soraia Silva, Vera Borges, Zilda Mansano, João Mansano, Jucelino Borges e Alan Silva
Vanir Cavarzani, Antônio Cavarzani, Marco Antônio Docioli, João Francisco Tremeschini, Antônio Cavarzani, Mônica Barbosa, Margarida Tremeschini e Marilza Paula
Veja o álbum completo do Facebook.com/ AEAARP e compartilhe com os amigos
Ana Cláudia Marinceck, Giulio Roberto Azevedo Prado e Rosa Angélica Bertini
Regina Jorge, Pedro Panelli, Tapyr Sandroni Jorge, Milton Vieira Leite, Marina Jorge e Antonella Panelli
Facebook.com/ AEAARP
AEAARP 23
produtividade
Volta às aulas: vai de Excel! Adultos que não souberem programar podem ser os ‘analfabetos do século XXI’ Fábio Gatti, especialista em Pacote Office
E
ssa afirmação pode soar exagerada... Mas, vamos entender
Como iniciar meu filho ao estudo prático de Excel?
um pouco o motivo de começar a ensinar seus filhos desde
Há diversas metodologias para transformar o computador – que
cedo a dominar o computador e quais os ganhos futuros
para muitas crianças e jovens é visto somente como ferramenta
que isso pode trazer a eles. Com o passar dos anos e o mundo tornando-se cada vez mais digital, a tendência é que os profissionais de maior sucesso serão os que dominam ferramentas digitais e linguagens de programação. Assim como anos atrás saber inglês era um diferencial significativo em seu currículo, e hoje é apenas um pré-requisito básico, dominar o Pacote Office também o é.
de lazer, jogos, vídeos, filmes e músicas – em uma ferramenta de estudo e trabalho. Algumas dicas que podem ser úteis: 1. Explique cada detalhe, deixe claro o que são linhas, colunas e células e como se organizar na planilha 2. Apresente a pasta de trabalho como se fosse caderno. As páginas são planilhas e a área do papel para escrever são células
Ok... Mas quais os benefícios do aprendizado precoce de Excel?
3. Comece com algo lúdico, por exemplo: peça para listar filmes
A planilha eletrônica da Microsoft é a mais utilizada no mundo desde
que goste em um papel, ou desenhos favoritos, personagens
o início dos anos de 1990 e as constantes evoluções da ferramenta
de animação, jogos, jogadores de futebol, ou quaisquer outros
garantem que a tendência é manter-se assim para os próximos anos.
temas que agradem seu filho. Pegue essa lista e peça para
Além do domínio à ferramenta de maior participação no mercado, o ensino do Excel desenvolve habilidades na escrita, na solução de problemas, na criatividade e também facilita no entendimento de matérias que são complexas como, por exemplo, matemática.
transcrever no Excel e criar uma tabela 4. Demonstre como funcionam as fontes, formatações e cores na tabela, para transformar o visual. 5. Crie filtros e ordenações na tabela, para demonstrar que é possível e fácil ordenar alfabeticamente
Excel vs Matemática Saber resolver as contas que estiverem dispostas no papel é algo
6. Crie um ranking para os itens favoritos e reordene a tabela do ranking
fundamental para o entendimento da matemática, mas o maior proble-
7. Organize uma tabela com itens que ele tenha na mochila, por
ma está em compreender e construir um problema ou uma equação.
exemplo, e preencha a quantidade de cada item na coluna ao
Utilizando de recursos básicos de fórmulas, é possível demonstrar como construir uma equação e assistir ao próprio Excel chegar no resultado.
lado, como aparece na imagem a seguir 8. Faça uma soma da quantidade de itens, com a função =SOMA(), e mostre
Uso prático na graduação
como é fácil calcular com
Responda às seguintes perguntas:
o Excel
• Quando você fez seu TCC, você sabia mexer no Word para formatar seu documento de acordo com as normas ABNT? • Na tabulação de dados de uma pesquisa científica, você sabia organizá-los corretamente? • Para construção de gráficos, você conhecia quais eram os mais indicados para cada análise e sabia criá-los? • Para a apresentação de trabalhos, você sabia criar corretamente
9. Crie um gráfico simples de comparativo desses itens da mochila (pode ser um gráfico de pizza) 10. Refaça os trabalhos, principalmente, de matemática, no Excel. Ele verá o quão fácil é fazer cálculos na planilha
uma apresentação no PowerPoint? O cenário geral é negativo para a maioria das perguntas. Isso
O mercado de trabalho está cada vez mais competitivo e exi-
acontece devido à falta de ensino básico às ferramentas do Pacote
gente. Conhecimento antes de surgir uma necessidade pode ser
Office, que serão utilizadas (e muito) após o colegial.
a diferença entre estar ou não estar empregado.
Revista Painel 24
crea-sp
Decreto detalha atividade sanitária na agricultura Decreto Confea nº 4.074/2002
zenamento e beneficiamento de produtos
CAPÍTULO VI DA RECEITA AGRONÔMICA
florestas, nativas ou plantadas, e de outros
agrícolas, nas pastagens, na proteção de
Art.64. Os agrotóxicos e afins só poderão ser comercializados diretamente ao usuário, mediante apresentação de receituário próprio emitido por profissional legalmente habilitado. Art. 65. A receita de que trata o art. 64 deverá ser expedida em no mínimo duas vias, destinando-se a primeira ao usuário e a segunda ao estabelecimento comercial que a manterá a disposição dos órgãos fiscalizadores referidos no art. 71 pelo prazo de dois anos, contados da data de sua emissão.
ecossistemas e de ambientes urbanos, hídricos e industriais, cuja finalidade seja alterar a composição da flora ou da fauna, a fim de preservá-las da ação danosa de seres vivos considerados nocivos, bem como as substâncias e produtos empregados como desfolhantes, dessecantes, estimuladores e
Art. 66. A receita, específica para cada cultura ou problema, deverá conter, necessariamente:
inibidores de crescimento”.
I - nome do usuário, da propriedade e sua localização;
ficado de expressões como “prestador de
II - diagnóstico; III - recomendação para que o usuário leia atentamente o rótulo e a bula do produto; IV - recomendação técnica com as seguintes informações: a) nome do(s) produto(s) comercial(ais) que deverá(ão) ser utilizado(s) e de eventual(ais) produto(s) equivalente(s); b) cultura e áreas onde serão aplicados; c) doses de aplicação e quantidades totais a serem adquiridas; d) modalidade de aplicação, com anotação de instruções específicas, quando necessário, e, obrigatoriamente, nos casos de aplicação aérea; e) época de aplicação;
O artigo 1° descreve até mesmo o signiserviços” (item XXXII cujo texto é “pessoa física ou jurídica habilitada a executar trabalho de aplicação de agrotóxicos e afins”). A finalidade do detalhamento, esclarece o engenheiro Thiago Marcheti, é a de que não restem dúvidas na aplicação da legislação. “Esta lei tem a importante missão de preservar o meio ambiente e garantir a saúde fitossanitária. Ela tem sido importante na última década, especialmente na
f) intervalo de segurança; g) orientações quanto ao manejo integrado de pragas e de resistência; h) precauções de uso; e
produção de alimentos, preservação de mananciais etc”, fala. Thiago é chefe da
i) orientação quanto à obrigatoriedade da utilização de EPI; e
unidade regional do CREA-SP em Ribei-
V - data, nome, CPF e assinatura do profissional que a emitiu, além do seu registro no órgão fiscalizador do exercício profissional.
de emissão de receituário agronômico o
O
rão Preto e alerta que para a atividade profissional deve recolher ART específica.
Decreto Nº 4.074/2002 é o que
regras para registro, classificação, controle,
regulamenta a Lei Federal nº
inspeção e fiscalização desses produtos.
É essa a legislação que define que “os agrotóxicos, seus componentes e afins
7.802/1989, que dispõe sobre
O texto do decreto, disponível na aba
só poderão ser produzidos, manipulados,
a pesquisa, experimentação, produção,
legislação da página do CONFEA na internet,
importados, exportados, comercializados
embalagem, rotulagem, transporte, arma-
começa descrevendo expressões utilizadas
e utilizados no território nacional se pre-
zenamento, comercialização, propaganda
no meio – aditivo, agente biológico, compo-
viamente registrados no órgão federal
comercial, utilização, importação, exporta-
nentes etc. O item IV detalha “agrotóxicos
competente, atendidas as diretrizes e exi-
ção e destinação final dos resíduos e em-
e afins”: “produtos e agentes de processos
gências dos órgãos federais responsáveis
balagens de agrotóxicos, seus componen-
físicos, químicos ou biológicos, destinados
pelos setores de agricultura, saúde e meio
tes e afins. O documento dita também as
ao uso nos setores de produção, no arma-
ambiente” ambiente” (Art. 8°).
AEAARP 25
História
AEAARP 70 anos
C
Ata da assembleia da AEAARP que elegeu a diretoria permanente e aprovou o primeiro estatuto da entidade
R$ 390 foi o valor que cada um
engenheiro Carlos Alencastre, atual pre-
dos fundadores da AEAARP
sidente da associação. Guilherme havia
desembolsou para as despesas
se especializado em engenharia-sacra na
iniciais da entidade, fundada em abril de
Itália, seu país de origem. Oswaldo Mam-
1948. “As décadas de 40 e 50 do século
prim, que aos 92 anos se emocionou ao
XX representam, para a História do Brasil
recontar a história da AEAARP há 10 anos,
Republicano, a transição do rural para o
disse à época que ele mesmo só soube
urbano, da oligarquia para a democracia.
desse fato muito tempo depois.
Em duas décadas a sociedade brasileira
Na mesma época, o engenheiro agrô-
abandonou seu caráter agrário, rural e
nomo Antônio Junqueira Reis contou que
exportador, enraizado por mais de 400
o intuito da fundação da associação era o
anos, e gestou uma nova forma de orga-
de unir os profissionais para não ficarem
nização política, social e cultural”, diz o
isolados.
texto da monografia Imprensa, educação
O Sistema Confea/Crea, que por muitas
e sociedade no interior paulista: Ribeirão
décadas regulou a atividade de engenhei-
Preto (1948-1959), de Andréa Marcia
ros, arquitetos e agrônomos, fora criado
Sant’anna, na Universidade Estadual
apenas 15 anos antes da fundação da
Paulista Júlio de Mesquita Filho (2010).
AEAARP. Em Ribeirão Preto, a constru-
Naquele cenário, sindicatos, associa-
ção do edifício Diederichsen, o primeiro
ções e partidos políticos começaram a se
da cidade, foi concluída 12 anos antes.
organizar para fortalecer suas categorias,
Duas das empresas que figuram entre os
ideais e reivindicar direitos. Os engenhei-
grandes negócios atualmente em Ribeirão
ros, arquitetos e agrônomos de Ribeirão
Preto foram fundadas naquele período: em
Preto queriam ser escutados pelo poder
1946, a Dabi Atlante e, em 1948, a Coca-
público e pela sociedade. Buscavam
-Cola. Ribeirão Preto começava, naquele
sobretudo a valorização das atividades
mesmo ano de 1948, a discutir o código
que exerciam, combatendo a atuação de
de obras, dois anos depois de naufragar a
leigos no setor.
primeira tentativa de implantar um Plano
Guilherme de Felippe, o primeiro pre-
Diretor no município.
sidente da entidade, chegou à Ribeirão
“A história demonstra que a entidade foi
Preto nos anos de 1940. Não conhecia
vanguardista. A perenidade da instituição
muitas pessoas, e ainda assim liderou
mostra que os ideais fundadores são só-
a formação da entidade. “Ele já fazia
lidos e que, sobretudo, foram vitoriosos”,
networking naquela época”, observa o
finaliza Carlos.
Revista Painel 26
Novos Associados
notas e cursos
Carvão na França Até 2021, a França deverá abolir as usinas de carvão que ainda geram energia no país. No Fórum Econômico Mundial em Davos, o presidente do país disse: “Nós decidimos tornar a França um modelo na luta contra as mudanças climáticas”.
Meio ambiente A França está implementando diversas medidas para reduzir os impactos ambientais, entre elas vai banir veículos movidos à diesel e petróleo até 2040, está proibindo produtos descartáveis feitos de plástico e já inaugurou sua primeira estrada solar.
Estrada A rodovia, primeira do mundo, é pavimentada com painéis solares capazes de fornecer energia para a iluminação pública de Tourouvre, cidade de cinco Designed by Freepik
mil habitantes no noroeste do país, na região comuna da Baixa-Normandia. O trecho é coberto com 2,8 metros quadrados de painéis solares revestidos de resina.
Na China Depois da França, a China também inaugurou sua estrada solar, em Jinan, capital da província de Shandong. O trecho tem dois quilômetros.
Furto Dias depois da inauguração da via, um pedaço dela foi furtado – cerca de 10 centímetros. A suspeita é a de que os criminosos têm interesse em desvendar a tecnologia utilizada. Os painéis são muito finos e ficam no meio de uma camada de concreto translúcido.
Escolha sempre a AEAARP na sua Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). Alínea 46 fortalece a atuação da sua entidade de classe.
46
Luis Carlos Pagliari Arquiteto e urbanista Neusimeri de Lima Rossini Bergamachi Arquiteta e urbanista Paula Caldeira de Oliveira Arquiteta e urbanista Flávio Humberto Soares Engenheiro agrônomo Weber da Silva Ribeiro Engenheiro cartográfico Wesley da Silva Ribeiro Engenheiro cartográfico André Luiz da Costa Engenheiro civil Antônio Sergio Ignácio Engenheiro civil Ciro Nigro Engracia de Oliveira Engenheiro civil Douglas Gasparini Fantaccini Engenheiro civil Elizabeth Rose Carinhani Ribeiro Engenheira civil Sandra Bento da Silva Engenheira civil Antonio Carlos Maconetto Engenheiro eletricista Bernardo Mizael Oliveira da Costa Engenheiro mecânico José Guilherme Pascoal de Souza Engenheiro químico Maria Paula Fernandes de Freitas Engenheira química Adilson Francisco dos Santos Técnico em eletrônica Valentim Ardengui Pavão Técnico em eletrônica Arthur Riul Estudante de agronomia Arthur da Silva Carneiro Estudante de agronomia Gabriel Rebouças de Souza Estudante de agronomia Gustavo Henrique Soares Estudante de agronomia Thiago Antonio Dias Medeiros Estudante de agronomia Beatriz Baldim Noboa Estudante de arquitetura Lucas Silva Hernandez Estudante de arquitetura Matheus Martins Castaldelli Estudante de arquitetura
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