SINOPSE
Há trechos, neste livro, de uma comovida honestidade intelectual e nacionalista. Exemplifiquemos nesta frase de Câmara Cascudo: 'Atenda-se que o brasileiro é devoto da cachaça mas não é cachaceiro'. Predomina em cada página o cuidado de não desfigurar ou fantasiar a realidade de um estudo sério dentro das limitações, às vezes impostas pelos parcos subsídios existentes no campo da pesquisa histórica ou sociológica atinentes ao aparecimento da aguardente de cana no Brasil. Sem constituir-se um alentado volume, Prelúdio da Cachaça vem preencher uma enorme lacuna no seio da literatura do gênero.