Bem-vindas à nossa revista TamoJunta! Aqui, nossa missão é fortalecer cada mulher que está no corre diário, especialmente aquelas que estão trilhando o seu caminho no empreendedorismo da economia criativa. Sabemos que os desafios são muitos, mas acreditamos que, juntas, podemos transformar cada obstáculo em oportunidade.
A TamoJunta é mais que uma revista. Somos uma comunidade que vive e respira criatividade, sustentabilidade, sociedade, inovação e empoderamento. Queremos que cada edição inspire você a transformar suas ideias em ação e seus sonhos em realizações, podendo fazer uma diferença no seu dia a dia, e até mesmo no mundo. Acreditamos na força do coletivo e queremos que, a cada página, você se sinta acolhida e impulsionada a crescer cada vez mais. Nosso compromisso é trazer conteúdos que vão direto ao ponto, práticos e estratégicos, feitos para atender às suas necessidades de forma genuína. Aqui, cada conquista é celebrada, e cada passo adiante é motivo de orgulho para todas nós. Estamos aqui para impulsionar você, porque sabemos que quando uma de nós cresce, todas nós crescemos.
Esperamos que curtam cada página e lembrem-se, TamoJunta nessa jornada!
quem tá junto com a gente:
ANA FORTES
Referência no empreendedorismo feminino no Brasil, Ana Fontes fundou a Rede Mulher Empreendedora (RME), a maior rede de apoio a mulheres empreendedoras no país, que oferece capacitação, mentorias e eventos para promover negócios liderados por mulheres e o empoderamento econômico feminino.
NATHÁLIA RODRIGUES
Mais conhecida como Nath Finanças, é uma criadora de conteúdo especializada em educação financeira acessível. Com dicas práticas e linguagem descontraída, ela ensina finanças pessoais nas redes sociais e no YouTube, ajudando principalmente mulheres jovens e pessoas de baixa renda a administrar melhor seu dinheiro. É também autora do livro Orçamento sem Falhas.
ELAINE DIAS
Jornalista e empresária, fundadora do Portal Mulheres Empreendedoras, dedicado a apoiar e dar visibilidade a mulheres no empreendedorismo. No portal, ela compartilha histórias inspiradoras e conteúdo sobre inovação, liderança feminina e gestão de negócios, criando uma plataforma para fortalecer a presença feminina no mercado.
BEL PESCE
Conhecida como “a menina do Vale,” é empreendedora, autora e palestrante que populariza o empreendedorismo e a inovação entre jovens brasileiros. Fundadora da escola FazINOVA e autora de livros como A Menina do Vale, Bel compartilha uma abordagem prática para transformar ideias em negócios.
sumário
NESSA EDIÇÃO
cola comigo | Cartela de adesivos trocando ideia | Entrevista com Marciele Delduque black power | A mulher preta empreendedora no mercado economia criativa | Espaço para pequenos negócios desenrolando | Mulheres na economia criativa pegada leve | Empreendedorismo sustentável
QUERIDINHOS
tamo juntas | Carta às leitoras quem tá junto com a gente | Colaboradoras
s.o.s | Dúvidas das leitoras vamos juntas | Empreendimentos das leitoras faça você mesma | Passo a passo: serigrafia e crochê no astral | Perfil empreendedor de cada signo deixa fluir | Poema visual
PARA CONFERIR
se liga nessa | Indicação de podcasts elas no comando | Inovação encontra tradição quebrando a banca | Planejamento financeiro saca só | Dicas para as mães empreendedoras dia após o outro | Hábitos para mudar sua vida cresce e aparece | Como cuidar da saúde mental engaja aí | Tráfego pago para impulsionar seu negócio
tá na vibe | Tendências que impulsionam mulheres empreendedoras juntas mais fortes |Apoio às jovens empreendedoras periféricas mandou bem | Importância social do empreendedorismo feminino
Letícia Vidica | Poder do pódio preto e escolha da solitude Carolina Dieckman | Autocuidado
Você pergunta, e a gente responde
Manda sua dúvida pra gente no e-mail revistatamojunta@tmja.com.br
Como eu posso começar um negócio com pouco dinheiro?
Comece com o que você tem disponível. Use redes sociais como Instagram e WhatsApp para divulgar suas criações e oferecer seus produtos. Se precisar de materiais, busque alternativas sustentáveis e econômicas, como reutilizar ou comprar de produtores locais. Ferramentas gratuitas, como o Canva para design ajudam a estruturar seu negócio sem grandes investimentos iniciais.
Que estratégias posso usar para me destacar em um mercado tão competitivo ?
Seja autêntica! Aposte em um estilo e identidade únicos que representem você e sua marca. Conte sua história e compartilhe o processo de criação nas redes sociais para criar conexão com seus clientes. Parcerias com outros negócios criativos também podem ajudar a aumentar a visibilidade e o alcance do seu próprio negócio.
Como vou definir o preço dos meus produtos criativos?
Para definir o preço, considere o custo de materiais, o tempo que você leva para criar cada peça e o valor do seu trabalho. Pesquise os preços praticados no mercado para produtos semelhantes e encontre um valor que cubra seus custos e te dê lucro. Com o tempo, você pode ajustar os preços conforme seu público-alvo e a demanda.
Como eu posso organizar meu tempo entre criação, vendas e divulgação?
Planeje uma rotina simples, dividindo suas tarefas semanais. Por exemplo, reserve um dia para criação, outro para divulgação nas redes sociais e um para entrar em contato com clientes ou enviar produtos. Usar uma agenda ou aplicativos gratuitos como Trello pode te ajudar a manter tudo organizado e evitar as diversas sobrecargas desnecessárias.
Quais práticas sustentáveis posso adotar no meu negócio?
Planeje uma rotina simples, dividindo suas tarefas semanais em blocos organizados. Reserve um dia para atividades criativas, outro para divulgação nas redes sociais e um para contato com clientes, envio de produtos ou planejamento financeiro. Usar uma agenda ou aplicativos gratuitos ajuda a organizar tudo, aumentar a produtividade, cumprir prazos importantes e evitar sobrecargas.
Vale a pena fazer um plano de negócios mesmo sendo um negócio pequeno?
Sim! Mesmo que simples, um plano de negócios ajuda a clarear seus objetivos e estruturar seu caminho. Ele te dá uma visão sobre metas, público-alvo, estratégias de divulgação e finanças, o que facilita a tomada de decisões, orienta seu planejamento diário e ajuda seu negócio a crescer com mais segurança, eficiência e resultados a longo prazo.
Como lidar com as dificuldades de ver minhas artes como negócio?
Planeje uma rotina simples, dividindo suas tarefas semanais. Por exemplo, reserve um dia para criação, outro para divulgação nas redes sociais e um para entrar em contato com clientes ou enviar produtos. Usar uma agenda ou aplicativos gratuitos como Trello pode te ajudar a manter tudo organizado e evitar as demais sobrecargas.
Como posso divulgar meu trabalho sem investir em anúncios pagos?
Invista em conteúdo nas redes sociais! Use Instagram e TikTok para compartilhar vídeos do seu processo criativo e das suas criações. Participar de feiras locais e eventos comunitários também ajuda a ganhar visibilidade. Se possível, busque parcerias com influenciadoras locais ou troque divulgação com outros pequenos empreendedores.
Vocês são demais!
Nesta seção, damos destaque a mulheres empreendedoras da economia criativa, compartilhando suas histórias e negócios inspiradores para motivar e fortalecer a comunidade.
Maria Eduarda Lima – “Mãos de Duda”
Instagram: @maosdeduda
Site: www.maosdeduda.com.br
Maria Eduarda, ou Duda, é uma jovem artesã que descobriu a paixão pelo crochê como uma alternativa de renda para sustentar a família. Hoje, com a “Mãos de Duda”, ela cria peças exclusivas e acessíveis, que vão de acessórios de moda a objetos de decoração. Seu estilo descontraído e colorido cativou uma comunidade fiel de seguidores nas redes sociais, que adoram o toque artesanal e criativo de seus produtos. No Instagram, ela compartilha dicas de sustentabilidade e o dia a dia do seu ateliê, sempre incentivando outras mulheres a desenvolverem seu próprio negócio.
Raquel Santos – “Arte na Pele” Instagram: @artenapeletattoo Site: www.artenapele.com.br
Raquel é uma tatuadora autodidata que, após anos de estudo e prática, abriu seu estúdio no bairro onde mora, proporcionando tatuagens personalizadas a um preço acessível para sua comunidade. “Arte na Pele” busca representar diferentes culturas e belezas em sua arte, atendendo especialmente mulheres negras e periféricas que buscam uma expressão visual única. Raquel transforma cada tatuagem em um símbolo de orgulho e empoderamento. Em suas redes, ela compartilha esboços e o processo criativo, além de histórias inspiradoras das clientes.
Podcasts que valem a pena conferir
Se o que você mais precisa agora é aprender sobre negócios, confira esta lista com os melhores podcasts de empreendedorismo
TEXTO AMANZDA NONATO
Aprender deve ser uma atividade constante, mas, com tantos afazeres, nem sempre conseguimos separar tempo na agenda. É por isso que os podcasts se tornaram tão populares: é uma forma de estudar, enquanto trabalha, viaja, realiza uma tarefa doméstica ou se locomove.Os podcasts e os videocasts estão presentes em diversas plataformas gratuitas – como Spotify, Dezzer e YouTube.Se você busca podcasts de empreendedorismo, para se inteirar sobre negócios, inovação, tendências e tecnologia, esta lista vai ajudar:
1. SEBRAE MINAS
Este podcast explica, de forma leve e sem complicação, assuntos de interesse geral para empreendedores de vários segmentos e traz convidados especiais para um bate-papo descontraído, com muitas informações, dicas e conteúdo para quem já tem, ou sonha em ter o seu próprio negócio.
No canal de YouTube do Sebrae Minas, você encontra outras trilhas e formatos de vídeos de assuntos diversos relacionados ao empreendedorismo.
2. MAN IN THE ARENA
Mulher em pé no metrô, usando fone de ouvido
Man in The Arena já ultrapassa mais de 100 episódios, divulgados no formato de videocast, em que aborda sobre empreendedorismo e cultura digital. O apresentador Miguel Cavalcanti recebe convidados de grandes nomes do empreendedorismo nacional, como Joel Jota, Gui Telles (Uber), Cristiane Correa (autora do livro Sonho Grande) e Tiago Yonamine (Trampos.co). Há também recomendações de livros e conselhos de gestão. O canal está no ar, desde 2010, e agora está na sétima temporada! Ouça no YouTube.
disponíveis no formato de podcast. Exemplos: “As oportunidades da economia informal”, com Niti Bhan, “Como me tornei empresário aos 66 anos”, com Paul Tasner.
4. SACADAS DE EMPREENDEDOR
Apresentado pelo empreendedor e especialista em marketing digital Erico Rocha, este podcast traz pílulas de conteúdo. São áudios curtos de 1 a 8 minutos – com cases de negócios, sacadas sobre negócios, sua história pessoal, processos de vendas e muito mais. Ouça pelo Spotify.
5. GVCAST
O GVCAST é uma iniciativa da Geração de Valor, criado por Flávio Augusto, empreendedor brasileiro fundador da WiseUp e sócio da Escola Conquer. São mais de 60 episódios disponíveis gratuitamente, dentre conteúdos produzidos pelo Flávio e entrevistas com convidados de peso. Infelizmente, essa iniciativa foi descontinuada pelo empreendedor, mas vale a pena conferir os episódios que ficaram salvos!
6. LIKE A BOSS
Este podcast é apresentado por Paulo Silveira (Grupo Caelum Alura) e Rodrigo Dantas (Vindi) e tem um formato diferente, mais parecido com uma série. A cada temporada, seis a dez líderes são convidados para falar sobre seus processos e aprendizado – ou competências necessárias para as pessoas que ocupam cargos de liderança. Convidados como Frederico Trajan (Nubank).
é uma forma de estudar, enquanto trabalha, viaja, realiza uma tarefa doméstica ou se locomove
FOTO
POR ISTOCK
Mulher gravando em
7. RESUMOCAST
Lançado em 2016, o ResumoCast é um dos maiores canais de resumos de livros para empreendedores. A cada segunda-feira, um novo resumo de um livro é publicado, e para os episódios mais recentes, foram disponibilizados também os vídeos. Se você quer ficar por dentro dos temas de livros best-sel lers, essa é uma dica de ouro.
8. CACAO FLOW/GUNCAST
Este é o podcast do empreendedor e professor de criatividade Murilo Gun. Ele oferece informações e opiniões so bre inovação e cultura do empreende dorismo. Os assuntos vão de Singularity a P2P Learning. Caso você deseje algo mais descontraído, porém com muito conteúdo, não deixe de escutar. Já fo ram gravados mais de 300 episódios e toda semana tem conteúdo novo! Na temporada atual, o Gun Cast recebe o nome de “Cacao Flow”.
9. STARTUPS DE ALTO IMPACTO
Este podcast é voltado para quem quer criar uma startup de sucesso. São di cas sobre como crescer, buscar inves timento e tirar a ideia do papel. Quem apresenta é Gerson Ribeiro, fundador de quatro startups. Você vai ouvir dicas de como descobrir o seu recorte de mercado, como gerar vendas e como organizar as finanças da empresa.
10. A MENTE EMPREENDEDORA
Este podcast foca em empreendedo rismo de alta performance e oferece técnicas e dicas para conquistar ha bilidades de um empreendedor avan çado. Gustavo Oliveira, apresentador do Mente Empreendedora, também é empreendedor de sucesso, à frente de quatro empresas. As dicas variam bastante: técnicas de meditação, há bitos de produtividade, como enfrentar dificuldades e como tomar decisões.
Mulher escutando algo com fones de ouvido no celular
11. EMPREENDACAST
É um podcast sobre empreendedorismo, inovação e transformação digital, que traz histórias inspiradoras e reais.
12. FODCAST
O podcast de Fabi e Caio Carneiro em que eles compartilham dicas de com portamento, postura, mindset e histó rias de pessoas acima da média em de terminado assunto. Toda segunda-feira é disponibilizado um novo episódio.
13. PRIMOCAST
O podcast do Primo Rico – Thiago Nigro – sua equipe e convidados, traz dicas e insights sobre empreendedorismo, gestão, investimentos e finanças, liderança e mindset. A cada segunda-feira, um episódio novo é lançado. Já são mais de 200 episódios disponíveis.
14. OS SÓCIOS
O podcast é conduzido pelos sócios no negócio e no matrimônio – Malu e Bruno Perini. Os temas perpassam empreendedorismo, política, filosofia, a temas gerais e são conduzidos de forma muito descontraída.
Gostou da nossa seleção dos 14 melho res podcasts de empreendedorismo? E, se você está em busca de atualização, saiba quais são as habilidades do pro fissional do futuro.
Inovação encontra tradição
A Seiva Amazon Design capacita mulheres ribeirinhas a transformar látex natural e resíduos em acessórios únicos, preservando a floresta
TEXTO CARINA BRITO
Fundada por Lídia Abrahim, a Seiva Amazon Design tem cerca de 40 mulheres artesãs em sua rede, que recebem capacitação para extrair uma “borracha natural” das seringueiras e produzir colares, pulseiras e brincos. A Seiva Amazon Design nasceu em 2021 com a proposta de estimular uma moda sustentável na Amazônia, ao mesmo tempo em que gera renda para uma rede de artesãs que residem em comunidades ribeirinhas e extrativistas em municípios do Pará. A fundadora, Lídia Abrahim, é designer de acessórios e mora em Ananindeua (PA). Ela recebe os itens, que incluem colares, brincos e pulseiras, e se responsabiliza pela venda e divulgação da marca em diferentes mercados.
A rede de artesãs foi criada para fortalecer a economia local, valorizando o trabalho feminino e incentivando a autonomia financeira dessas mulheres. No momento, a Seiva Amazon Design conta com cerca de 40 artesãs em sua equipe, todas treinadas para extrair uma “borracha natural” das seringueiras, um processo tradicional da Amazônia que agora é ressignificado pela moda. O látex extraído é misturado a fibras vegetais, como pó de serragem e resíduos de caroço de açaí, resultando em um material resistente e biodegradável, ideal para a produção de aces-
sórios sustentáveis. “Com isso, obtemos um material biodegradável que não agride a natureza ao ser descartado”, explica Abrahim.
Além da produção sustentável, a Seiva Amazon Design busca reforçar a importância da preservação da floresta, mostrando como a exploração sustentável de recursos naturais pode ser uma alternativa ao desmatamento. Ao optar por matérias-primas locais e técnicas artesanais, a marca também fomenta uma economia mais consciente, em que cada peça traz a história e a identidade da região amazônica. Cada acessório produzido carrega não apenas o trabalho manual das artesãs, mas também o valor cultural de uma tradição que resgata técnicas de um saber ancestral, promovendo um estilo de vida que respeita e preserva a floresta.
Outro diferencial é que a Seiva Amazon Design utiliza materiais que seriam descartados, transformando resíduos em peças de design exclusivo. Para as artesãs, essa é uma oportunidade de se reconectarem com a floresta de forma sustentável, além de fortalecerem a comunidade onde vivem. “O processo de coleta e transformação do látex é algo que nos conecta profundamente com a natureza e com a comunidade,” conta uma das artesãs da Seiva, que vê no trabalho uma chance de ensinar
ções e linhas de produtos.
A Seiva Amazon Design ainda bus ca expandir sua atuação para novos mercados, tanto no Brasil quanto no exterior, promovendo o artesanato amazônico e a importância da moda sustentável. Além de ser uma fonte de renda, a marca se tornou um símbolo de resistência cultural e ambiental, incentivando práticas que ajudam a proteger a biodiversidade e a cultura da região.
O que é planejamento financeiro e como fazer a sua planilha de gastos
Saiba como fazer o planejamento financeiro da sua empresa! Acesse um modelo gratuito de planilha de gastos e aprenda a fazer o controle das suas finanças
TEXTO SEBRAE
Você já ouviu falar sobre planejamento financeiro?
Se você é um microempreendedor ou pequeno empresário, esse é um termo que deve estar sempre em mente. O planejamento financeiro é uma ferramenta essencial para o sucesso dos negócios, pois permite projetar receitas, despesas e avaliar a saúde financeira da sua empresa.
Neste artigo, vamos explorar o que é o planejamento financeiro, suas vantagens e como fazer a sua própria planilha de gastos usando um modelo simples e gratuito disponibilizado pelo Sebrae.
O que é Planejamento Financeiro?
O planejamento financeiro é o ato de organizar e controlar as finanças de uma empresa. É uma maneira de projetar as entradas e saídas de dinheiro a curto prazo, com base no fluxo de caixa.
Mas, mais do que apenas lidar com números, o planejamento financeiro consiste em pensar na saúde financeira do negócio, sua viabilidade e sua perenidade. Ele fornece um mapa para orientação, coordenação e controle dos passos que a empresa tomará para atingir seus objetivos.
É um hábito que deve ser incorporado à sua rotina diária, onde todas as decisões e ações são cuidadosamente
avaliadas e registradas, para que você sempre esteja no controle, evitando surpresas desagradáveis no caminho.
Por que você deve fazer o Planejamento Financeiro da sua empresa?
Realizar um planejamento financeiro traz diversas vantagens para micro e pequenas empresas. Entre elas, destacam-se:
Organização: Um planejamento financeiro bem estruturado ajuda a manter as finanças em ordem, evitando surpresas desagradáveis.
Economia de recursos: Permite identificar e eliminar gastos desnecessários, otimizando o uso dos recursos financeiros disponíveis.
Previsão de necessidades de capital: Ajuda a determinar o quanto será necessário investir, gastar e lucrar para alcançar o sucesso empresarial.
Tomada de decisões: Facilita a tomada de decisões financeiras, baseadas em dados concretos e projeções realistas.
Controle de fluxo de caixa: Mantém o controle do dinheiro que entra e sai da empresa, evitando problemas de liquidez.
Planejamento de crescimento: é possível definir metas claras de expansão e acompanhar os recursos necessários.
transparência, responsabilidade legal, controle de orçamento, facilita o plane jamento financeiro e sustenta o cresci mento do negócio. A separação desde o início é uma decisão crítica para uma gestão financeira eficaz e para evitar complicações futuras.
Se você ainda não fez essa separa ção, comece hoje mesmo e veja como, aos poucos, os seus negócios vão pros perar. Fique tranquilo que este artigo vai te ajudar nisso!
2. Use uma Planilha de Gastos Uma planilha de gastos é uma ferra menta valiosa para acompanhar as finanças da sua empresa. Ela pode ser feita no Excel, Google Sheets ou em qualquer outra plataforma de planilhas.
Planilha de contas a pagar: O controle de contas a pagar é o alicer ce do planejamento financeiro. Ele per mite que o empreendedor mantenha uma visão clara de todas as obrigações financeiras que a empresa tem, como pagamento de fornecedores, despesas operacionais e outros compromissos financeiros.
A importância desse controle é in questionável. Ele evita que a empresa
FOTO POR MARIA GARCIA
Cofre em formato de porco com dinheiro voando
enfrente situações como caixa negativo, atrasos em pagamentos e, consequentemente, problemas nas finanças que podem levar a dívidas e perda de credibilidade. Além disso, o controle de contas a pagar proporciona uma base sólida para a tomada de decisões.
Planilha de contas a receber: O controle de contas a receber também é fundamental. Ele fornece informações cruciais para a gestão do fluxo de caixa da empresa. As contas a receber incluem todas as receitas esperadas, como também, pagamentos de clientes, vendas a prazo e outros valores a serem recebidos.
Manter um registro preciso das con tas a receber possibilita a projeção de entrada de recursos, permitindo que o empreendedor saiba quando e quanto dinheiro pode ser esperado. Isso é vital para o planejamento financeiro, pois ajuda a evitar surpresas desagradá veis, como a falta de capital para cobrir despesas ou investimentos necessários.
Além disso, o controle de contas a receber oferece informações valiosas para avaliar o desempenho da empre sa e tomar decisões estratégicas, con tribuindo para uma gestão financeira
realizar um planejamento financeiro traz diversas vantagens
Mulher analisando gráfico de finanças
eficaz e mantém a reputação da em presa no mercado.
5. Conte com uma equipe preparada Para uma gestão financeira eficaz, sua equipe deve estar preparada para análise, avaliação e geração de relatórios. Certifique-se de que todos compreendem o planejamento financeiro e suas responsabilidades nesse processo.
Maternidade e bussiness: conciliando os dois
Descubra como mães empreendedoras estão transformando desafios em oportunidades de negócios
TEXTO AMANDA NONATO
Algumas dicas podem ajudar e nortear as mães empreendedoras para começarem a dar o pontapé no próprio negócio a qualquer momento da vida, inclusive, indo contra às expectativas do mercado de trabalho.
É assim que as mães empreendedoras têm a oportunidade de ser sua própria chefe e ter maior autonomia sobre as decisões tomadas. O empreendedorismo permite que se trabalhe em algo que se ama, o que pode trazer uma grande satisfação pessoal.
O empreendedorismo é a possibilidade de ganhos financeiros mais expressivos, já que o sucesso do negócio pode ser diretamente proporcional ao esforço e dedicação investidos. Mas não só isso! Veja algumas dicas:
1. Identifique uma necessidade Comece procurando por uma necessidade ou problema que ainda não foi resolvido no mercado. Se você encontrar uma solução para isso, então você pode ter um negócio rentável em suas mãos, criando um produto ou serviço de destaque e sucesso.
2. Faça uma pesquisa de mercado Depois de identificar a necessidade, faça uma pesquisa de mercado para ver se há demanda suficiente para a solução que você planeja oferecer. Use as mídias sociais, grupos de discussão, pesquisas e outros recursos para obter feedback de potenciais clientes.
3. Estabeleça uma meta realista Defina metas que sejam atingíveis e diretas. Comece sempre com objetivos pequenos e aumente gradualmente à medida que seu negócio desenvolve-se.
Mulher com neném no colo enquanto trabalha
4. Faça um plano de negócios
Escreva um plano de negócios detalhado para ajudar a visualizar seu negócio e estabelecer objetivos claros. Um plano de negócios bem elaborado também é essencial para planejar com antecedência: de curto e longo prazo, estratégias de marketing e um orçamento.
5. Faça um orçamento
Faça um orçamento para saber a quantidade de dinheiro que você precisará investir para começar seu negócio e quanto precisará para manter funcionando. Considere todos os custos envolvidos, incluindo custos operacionais, de marketing e de pessoal.
6. Busque financiamento
Se precisar de financiamento, procure fontes como bancos, investidores anjo ou crowdfunding. Se certifique de ter um plano de negócios sólido para apresentar a possíveis investidores.
7. Use sua rede
Utilize sua rede de contatos para di vulgar o seu negócio e aumentar a sua base de clientes. Isso pode incluir ami gos, familiares e colegas de trabalho, principalmente nas redes sociais.
8. Gerencie o seu tempo
Gerencie seu tempo de forma eficien te para equilibrar seu negócio e sua vida pessoal. Empreender já é difícil, precisando dividir com a maternida de é ainda mais. Mas se for possível organizar o que pode ser controlável, o gerenciamento se torna mais fácil.
9. Construa sua marca
Construa uma marca forte, consistente e impactante, que traduza de forma clara a essência do seu negócio, co nectando-se emocionalmente com o público-alvo e destacando-se no mer cado, independentemente de se tratar ou não de mães empreendedoras.
10. Crie uma rede de apoio
Construa um círculo de contatos e mentores que possam ajudar em seu negócio e oferecer suporte emocional. A família ou os amigos podem fortale cer as mães empreendedoras para dar seguimento ao seu empreendimento.
é assim que as mães empreendedoras têm as oportunidades
Mulher abraçada com uma criança enquanto trabalha
Do bate papo no café para fundação inspiradora
Conversamos com Marciele Delduque, fundadora do grupo Marianas
Mulheres Que Inspiram, sobre inspiração e empreendedorismo feminino
TEXTO INOVAÇÃO SEBRAE
Mulheres empreendedoras enfrentam dificuldades específicas no mercado de trabalho. Desde a falta de apoio em casa até o preconceito e os obstáculos criados apenas em razão do gênero. As mulheres que querem entrar para o mundo dos negócios têm um longo caminho, mas o espaço para elas existe! Para compartilhar sua história de sucesso no empreendedorismo feminino, conversamos com Marciele Delduque, fundadora do grupo Marianas Mulheres Que Inspiram. O grupo de apoio a mulheres empreendedoras mineiras tem como objetivo ajudar a alavancar negócios por meio de estratégias, palestras e dicas diárias. Confira a seguir a entrevista que realizamos com Marciele:
Marciele posando para foto
Como você se descobriu uma mulher empreendedora, e o que despertou essa vontade?
Descobri que já nasci com o DNA em preendedor, pois precisei ter uma fonte de renda para manter meus custos. Eu tinha uns 15 anos, quando assumi a res ponsabilidade da casa, sem formação acadêmica nem idade para ser inseri da no mercado de trabalho na época. Comecei a olhar com atenção amigas que empreendiam. Algumas obtinham sucesso com pequenos comércios, e outras com empreendimentos que não deram certo. Observando todas elas, entendi que deveria experimentar, pois minha vontade era fazer a diferença na vida das pessoas a partir daquela experiência que as pessoas tivessem com o meu produto e serviço.
De onde surgiu a ideia de criar o Marianas
Mulheres que inspiram?
Depois do incidente da Vale, muitas mulheres desabafavam umas com as outras sobre o ocorrido, mulheres que perderam entes queridos, mulheres que – elas mesmas ou os maridos – perderam empregos. Assim, a rede de contatos sempre tinha alguém que ou foi afetada diretamente ou conhecia alguma mulher afetada. Nisso, as conversas
surgiram em um café entre amigas e clientes do salão de beleza do qual eu era proprietária. Por causa do sofrimento de muitas, o grupo se tornou uma oportunidade de rever amigas e, como qualquer bom mineiro, o momento do café e dedo de prosa.Desta maneira despretensiosa, surgiu o grupo Marianas. O café rendeu, e, em pouco tempo, a varanda de minha casa, onde tudo começou, não comportava o número de mulheres que vieram. Hoje somos mais de 620 mulheres que não perderam a essência; permanecemos como aquele grupo para o qual o afago é fundamental, mas somos hoje um grupo que capacita, empodera e dá legitimidade ao protagonismo feminino.
Quais eram seus principais objetivos na criação do grupo?
Ser uma aceleradora não era nem um projeto, não tínhamos essa pretensão. O objetivo era criar um espaço de fala para mulheres trocarem experiências de vida, um lugar onde elas pudessem falar sobre si mesmas, desabafar e encontrar no grupo o aconchego tão necessário em momentos difíceis. Para além do acolhimento, porém, as experiências profissionais e o empreendedorismo sempre estavam na pauta. Quando percebemos, havíamos ido além do que imaginávamos e vimos
ali um grupo de mulheres empreendedoras que auxiliavam outras tantas que desejam empreender e fomentavam a troca de experiência nos negócios. Amadurecemos a ideia, planejamos e hoje somos mais que um grupo, somos de fato uma aceleradora de negócios.
No mercado atual, como você enxerga o cenário e as possibilidades para mulheres que querem empreender?
O mercado hoje se mostra bastante receptivo à criatividade e à inovação, neste momento em que os brasileiros e brasileiras tiveram, mais do que nunca,
as mulheres do mundo dos negócios têm um longo caminho, mas o espaço para elas existe!
Grupo de crianças e adultos
O que você acredita ser indispensável que as mulheres devem ter ou desenvolver para criar empreendimentos de sucesso? ‘Sensibilidade’, ‘curiosidade’ e ‘sede de aprendizado’ são expressões-chave. Você precisa sentir o mercado e seus futuros clientes, não ter medo de errar e buscar sempre o network, o conhecimento, pois empreender significa estar em atualização constante, e quem não acompanha isso e não se atualiza, acaba ficando pelo caminho.
Que dica você pode dar às mulheres que querem empreender, mas ainda não sabem por onde começar?
Elas devem focar no autoconhecimento, entender sobre a própria capacidade e competência, assimilar isso com alguma necessidade de mercado, conhecer seu futuro público-alvo, praticar a empatia, pensando como o cliente e se colocando no lugar dele. Além disso, cima de tudo, devem acreditar no seu produto e em si mesmas; se jogue sem medo.
Hoje, depois de quatro anos de encontros, o que você mais ensinou e aprendeu com outras empreendedoras?
Acredito que tenho construído um legado de resiliência e protagonismo, trazendo o encorajamento diário. Mesmo com medo, siga!Quanto ao aprendizado, é uma constância diária, nossa Rede é viva e pulsante. Vejo que elas me ensinam a ser a minha melhor versão diariamente; assim pratico a empatia e tenho a sororidade na veia, isto é, a união e a aliança entre mulheres. Assim, seguimos mais unidas em um propósito único de fortalecimento coletivo. Ou seja, ninguém solta a mão de ninguém.
Com base na sua experiência em conversar e capacitar mulheres empreendedoras, quais são as principais dificuldades que elas encontram ao empreender e como podem superá-las?
As principais dificuldades são: o apoio dos seus parceiros e familiares, e a falta de instituições financeiras que viabilizem linhas de crédito específico e diferenciado para o apoio à mulher empreendedora. Vejo que a forma de superar é fazendo parte de Redes, que tragam o acolhimento e entregue a capacitação e a orientação necessárias para iniciar a sua jornada empreendedora.
Marciele no microfone
Como você acredita que as mulheres podem se beneficiar, pessoal e profissionalmente, ao criar o próprio empreendimento?
Empreender automaticamente obriga você a buscar o seu melhor, o poder da autoanálise, de verificar o que foi feito, analisar erros e acertos e aprender com cada um deles são habilidades que você adquire fundamentais na vida pessoal e profissional Esse é o principal legado que o empreendedorismo traz.
Que dicas você dar para mulheres que estão inseguras sobre empreender ou não?
Entenda seu momento, conheça melhor a si mesma e sempre pese os prós e os contras. Se após esse exercício, você ainda tem aquela chama que a leva a querer algo novo, a inquietude de querer fazer algo seu, se jogue. Não pensar em errar, e sim nas possibilidades de acerto; errar também faz parte do processo. Gostou das dicas da Marciele e quer aprender mais a respeito do empreendedorismo feminino? Conheça mais sobre o Marianas Mulheres Que Inspiram e siga o grupo no Instagram! Empreendedorismo de alta performance e oferece técnicas e dicas para conquistar habilidades de um empreendedor avançado. Gustavo Oliveira, apresentador do Mente Empreendedora, também é empreendedor de sucess. As dicas variam bastante: técnicas de meditação, hábitos de produtividade e como enfrentar dificuldades. Infelizmente, este podcast parou de ser atualizado, mas vale a pena conferir.
Mulheres que empreendem também criam redes poderosas de apoio e colaboração. Essas conexões não apenas ajudam a superar desafios do dia a dia, como também oferecem uma fonte inestimável de aprendizado mútuo e troca de experiências. A construção de comunidades como o Marianas Mulheres Que Inspiram demonstra o quanto o fortalecimento coletivo pode alavancar negócios e promover um senso de pertencimento. A união de mulheres com histórias e trajetórias diferentes resulta em uma troca rica que inspira confiança e encorajamento para todas seguirem em frente.
Além disso, o empreendedorismo feminino é uma forma de transformar vidas e impactar comunidades inteiras. Cada mulher que decide empreender acaba abrindo caminho para outras. Essa transformação vai além do aspecto econômico, trazendo também autonomia, autoestima e um papel ativo na sociedade. Empreender, portanto, não é apenas sobre negócios, mas também sobre construir um legado de empoderamento e mudança social.
FOTO
POR MARIANAMULHERES
Marciele no microfone
Hábitos que vão mudar sua vida (e sua carreira!)
Certas práticas podem transformar sua jornada rumo ao sucesso.
Descubra os hábitos que podem impulsionar seu caminho empreendedor
TEXTO SEBRAE
Você é um dos 61 milhões de brasileiros que sonham em ter o seu próprio negócio? Se respondeu que sim, com certeza sabe que os caminhos do empreendedorismo passam pelo desenvolvimento de habilidades e competências, como ter espírito de liderança, resiliência, persistência, disposição para aprender com erros e acertos, ser curioso e estar sempre em busca de novos conhecimentos, não ter medo do fracasso (sempre é possível recomeçar) e estabelecer metas e estratégias com um bom plano de negócios. É fundamental destacar que essas características natas do empreendedor podem e devem ser aprendidas e desenvolvidas.
O empreendedorismo é um conceito relacionado ao comportamento, ou, à atitude de pessoas que buscam soluções e enxergam oportunidades em cenários não necessariamente favoráveis. Assim, o empreendedorismo pode e deve ser atribuído não as pessoas que
Empreendedora tomando café e falando ao telefone
8. Transparência e sinceridade em re lação a si e aos outros é fundamental, mesmo quando as expectativas não estiverem sendo atendidas.
9. Fortalecer e ampliar sua rede de relacionamentos ou contatos.
Mas, tire também um tempo nos fins de semana para recarregar as energias e desconectar-se do trabalho. Deixe uma parte do domingo, depois que estiver bem descansado, para planejar a semana seguinte, alinhando seus objetivos e atualizando a sua agenda.
O Brasil tem muitas histórias de sucesso de empreendedorismo, como a da empresária Luiza Helena Trajano, que revolucionou a Magazine Luiza, transformando a rede de lojas de Franca (SP) em uma gigante do varejo que se tornou um sucesso, ou do ex-catador Geraldo Rufino, que hoje fatura R$ 50 milhões com uma empresa de desmanche legal de caminhões.
empreender é uma atitude: enxergar oportunidades e soluções onde ninguém mais vê
Como cuidar da sua saúde mental e não pirar em tempos de crise
Encare a realidade e mantenha a calma: adaptar-se, criar novas rotinas e buscar apoio são passos essenciais para superar tempos desafiadores
É essencial falar gestão de crise, planejamento financeiro e saúde do negócio, mas e a sua saúde mental? Você está dando a devida atenção a ela também?
Estamos em um momento que está exigindo muito cuidado, temos que lidar com muitos sentimentos e incertezas, precisamos ficar em casa e mudarmos
Para quem tem um negócio, provavelmente ele já tenha sido afetado de alguma forma, gerando crise financeira ou necessidade de adaptação que
É natural que isso provoque muita ansiedade e preocupação. E pensando nisso, organizamos algumas sugestões para vocês não deixarem esses sentimentos tomarem conta de você e lhe
luções viáveis. Aqui no Blog apresentamos algumas boas práticas para bares e restaurantes, dicas de como lidar com queda financeira, como transformar seu negócio online, entre outras.
2. Sentir receio do que está acontecendo é normal
Se você está com medo do que está por vir, como será o futuro do seu negócio, é normal. A preocupação financeira é até prudente neste momento. Respeite esses sentimentos
3. Lembre-se, vai passar
Quando estiver sentindo angústia pelo momento presente ou então medo do futuro, concentre-se em lembrar que é algo temporário.
Para conseguir lidar com algo, o primeiro ponto é aceitar a realidade. Infelizmente, a pandemia do COVID-19 está aí e concordar que precisamos ficar em casa agora e que provavelmente seus negócios serão afetados é fundamental. Mas lembre-se que é algo mundial, não se culpe pela queda
Ninguém estava preparado para enfrentar a crise, mas agora precisamos manter os pés no chão e encontrar so-
Temos que fazer tantas ações que não estamos nem um pouco acostumados que isso pode gerar momentos de aflição, porém essas mudanças existem para que possamos voltar o quanto antes a nossa normalidade.
Nesse meio tempo você pode fazer algo que te faça bem, como praticar um exercício físico, meditar ou assistir um filme. Atualmente, assim como o Tamo Junto, várias páginas de conteúdo estão fazendo uma programação com lives ao longo do dia.
Também é uma boa opção aproveitar para conversar com outras pessoas, um
aceite a realidade, respeite seus sentimentos e crie uma rotina
Mulher meditando
Mulheres conversando
A mulher preta empreendedora gera representatividade no mercado
TEXTO SEBRAE
empreendedorismo feminino é um movimento que se fortaleceu bastante ao longo dos anos. Hoje, a mulher está mais independente e criando o próprio negócio, seja por necessidade, seja por vontade própria. No entanto, seja qual for a motivação, o mais importante é que o ato de empreender proporciona liberdade e dignidade ao ser humano. Além disso, ajuda a inserir no mercado de trabalho as pessoas menos favorecidas, como é o caso da população negra.
Devido à relevância desse tema, elaboramos este artigo no qual você vai conferir a importância da mulher preta empreendedora no Brasil, quais desafios esse grupo enfrenta e alguns cases de sucesso nos quais se inspirar. Continue lendo!
A mulher preta empreendedora no Brasil
Empreender significa criar novas ideias ou transformar algo que já existe. Para isso, é necessário ter dedicação, comprometimento e preparação para enfrentar uma série de dificuldades. Sem dúvidas, a mulher preta está conquistando liberdade financeira e emocional por meio do empreendedorismo. Segundo uma pesquisa realizada pelo Serviço de
Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) em 2021, 47% das mulheres que empreendem no Brasil são negras. Isso mostra um avanço significativo para esse grupo que, infelizmente, ainda precisa enfrentar diversas barreiras para alcançar o sucesso profissional. Entretanto, de acordo com os dados apresentados pelo mesmo estudo, é possível notar uma diferença clara de renda mensal entre a mulher preta e a branca. Enquanto a primeira recebe, em média, R$ 1.539, a segunda obtém um ganho estimado de R$ 2.035. Ou seja, embora essas mulheres exerçam a mesma função, ainda são remuneradas de forma desigual.
A importância da mulher preta empreendedora
Todos nós desejamos ser respeitados e valorizados no ambiente de trabalho. Além disso, precisamos desenvolver ha bilidades e conquistar o nosso espaço
na sociedade. Sendo assim, quando uma mulher preta começa a empreender, ela acaba nos mostrando que tudo isso é possível. Por meio desse acontecimento, inclusive, são quebrados alguns paradigmas referen tes à população negra no Brasil.
Conseguimos enxergar, então, que a mulher preta pode ser empresária, bem-sucedida, ocupar cargos de liderança em grandes corporações, ter a sua independência financeira etc. O empreendedorismo possibilita que ela tenha autonomia para gerenciar a própria vida e deixar de depender do companheiro, por exemplo.
Além do mais, essa empreendedora serve como inspiração para outras meninas, que também têm histórias de vidas parecidas. Ela gera representatividade e tem o papel fundamental de motivar as novas gerações e fazê-las acreditarem que é possível conquistar a prosperidade profissional, independentemente da cor da pele.
Os desafios a serem vencidos
Embora a mulher empreendedora venha alcançando mais oportunidades e ganhando mais espaço no mercado de trabalho, ainda é necessário enfrentar alguns desafios para atingir o sucesso nos negócios.
a mulher preta empreendedora é uma figura que tem um papel muito importante para a sociedade
Falta de incentivo
Quando a mulher preta decide empreender, é comum haver falta de apoio por parte dos familiares, dos amigos e até das instituições financeiras. Ela começa a ter que lidar com comentários negativos de pessoas que insistem em fazê-la acreditar que ela não tem capacidade suficiente para ser dona da própria empresa.
É claro que o empreendedorismo envolve vários riscos, mas isso não significa que você deve desistir na primeira dificuldade. Sempre construa cenários positivos e negativos para que, assim, seja possível reduzir as incertezas.
Oportunidade de estudar
Infelizmente, nem todas as mulheres têm acesso ao Ensino Superior. Embora ter um diploma de graduação não seja um requisito para empreender, quanto mais elevado for o seu grau de escolaridade, maior será o seu leque de oportunidades.
Além do mais, é importante sempre buscar fazer cursos de capacitação para se manter atualizada sobre o mercado no qual você atua. É interessante destacar que você consegue estudar de forma gratuita e a distância por meio de cursos e de treinamentos.
Preconceito
Mesmo com os grandes avanços em relação ao empoderamento da mulher preta, é inegável que ainda há muito preconceito na sociedade. Algumas pessoas não acreditam na capacidade dessas empreendedoras e, inclusive, discriminam-nas pela cor da pele.
Essas questões impactam diretamente a autoestima dessas mulheres,
Mulher olhando laptop
fazendo com que elas pensem em desistir do seu propósito. Além disso, elas precisam provar a todo momento que, de fato, são qualificadas para chefiar as suas empresas.
Os grupos de referência que oferecem apoio a essas mulheres
Para obter sucesso, a mulher empreendedora ne cessita de apoio. Ela precisa de iniciativas que a façam enxergar que ela tem condições de atingir os seus objetivos. Nesse sentido, vale destacar que
FOTO DE ADRIANA BARBOSA
Adriana Barbosa sorrindo
para obter sucesso, a mulher empreendedora necessita de apoio
O que é tráfego pago e como usar para turbinar o seu negócio
Prática ajuda sua empresa a chegar a clientes que não encontraria por conta própria e poderá ver depois
TEXTO LOLA FERREIRA
Movimentar um negócio nas redes O tráfego pago é uma forma de in-
Mulher consumindo redes sociais no celular
e não os novos clientes. Se só fizer o pago, vai perder a chance de ter um site bem posicionado e conseguir um fluxo orgânico de visitas. Então, as duas frentes têm que ser cuidadas.”
Samuel Pereira, especialista em au diência, escala digital e criador da SDA Holding, explica a importância de in vestir em tráfego pago para pequenos empreendedores. “Com um orçamento mais restrito, competir com grandes empresas pode parecer uma tarefa impossível, mas o tráfego de pagamento nivelado é um campo de jogo. Além disso, é uma estratégia que ajuda a construir rapidamente uma base de clientes, testar novos produtos ou até mesmo novos mercados com um risco muito menor”, diz o empresário.
para garantir que seus anúncios sejam exibidos apenas para pessoas nas áreas que você frequenta; Explorar diferentes tipos de anúncios dentro da plataforma de sua escolha
A partir daí, sugere Pereira, é possível alavancar o negócio.
A partir da melhor ferramenta para cada negócio e para cada necessidade, a plataforma, seja o Google, Meta ou outro tipo de ferramenta, pode indicar a melhor forma de analisar os resultados e transformá-los em vendas online. O executivo do Google sugere três pontos importantes:
1. mensurar de forma correta o que cada visita gerou
2. decidir o tipo de mídia: pessoas que já querem ou ainda vão querer o produto.
3. investir em conteúdo criativo. Hoje
“Os resultados mostram quais anúncios estão gerando mais cliques e detalhes, o perfil de seus clientes, comportamento de compra e jornada de decisão. Com esses dados, você pode ajustar sua estratégia de marketing, melhorar a experiência do usuário e até mesmo criar novos produtos ou serviços que atendam melhor às necessidades de seu público. Ou seja, o trafego pago oferece os insights necessários para o crescimento sustentável de uma empresa a longo prazo, colaborando com o desenvolvimento dela.
Tendências do mercado que impulsionam o empreendedorismo feminino
Aproveitar as tendências em alta cria uma conexão mais forte e duradoura com seu público e dar engajamento para marca
TEXTO CARTACAPITAL
Segundo o Sebrae, 34,4% dos proprietários de negócios no Brasil são mulheres, atuando principalmente no setor de serviços. Rio de Janeiro, Ceará, São Paulo e Goiás têm as maiores proporções de mulheres à frente de empresas.
Investimento em ESG e Pessoalidade:
O investimento em ESG (Environmental, Social and Governance) refere-se à incorporação de práticas ambientais, sociais e de governança nas operações empresariais. Aliado à pessoalidade, que é o tratamento humanizado e personalizado em relação a clientes e
mútua, ao invés de conexões puramente transacionais. Essa prática incentiva a colaboração, a empatia e o suporte entre profissionais, criando uma rede sólida onde todos se beneficiam do crescimento coletivo e das oportunidades compartilhadas.
Negócios de Cuidado
Tecnológico:
São empresas que utilizam a tecnologia para desenvolver soluções focadas no cuidado e bem-estar das pessoas. Isso inclui aplicativos de saúde, plataformas de educação, ferramentas de acessibilidade e outros serviços que melhoram a
gualdade, pobreza, educação e saúde, contribuindo para um desenvolvimento mais justo e sustentável.
Investimento Tecnológico:
Envolve a alocação de recursos em novas tecnologias e inovação para impulsionar o crescimento e a eficiência das empresas. O investimento tecnológico permite modernizar processos, lançar novos produtos ou serviços, melhorar a competitividade no mercado e atender às demandas de um mundo cada vez mais digital.
Inovação que Valoriza a Vida:
Trata-se de desenvolver soluções inovadoras que tenham como principal objetivo melhorar a vida das pessoas e o bem-estar da sociedade. Isso engloba produtos e serviços que promovem
Mulher segurando uma seta
A Economia Criativa atrai empreendedores pelo seu rápido crescimento global
TEXTO FA.VELA
Menina segurando uma placa representando a idéia.
Economia Criativa tem chamado cada vez mais atenção de pessoas empreendedoras. Isso porque ela está em grande crescimento em todo o mundo. Há espaço para todo mundo dentro da Economia Criativa, seja grande ou pequeno. O importante é criar e inovar! O conceito de Economia Criativa começou a ser moldado em 1994 e ganhou esse nome em 2001. Porém, com seu rápido crescimento, o termo Economia Criativa já deixou de ser novidade e tem se tornado cada vez mais comum entre as pessoas, principalmente entre as que empreendem. Mas, você sabe o que realmente é?
Economia Criativa é a economia gerada a partir das indústrias criativas. Estas estão relacionadas à criatividade. Ou seja, o principal recurso dos negócios relacionados a essa indústria é a criatividade e inovação, como a música, por exemplo. A criatividade para a criação de letras e melodias é o principal recurso da atividade. Por ter a criatividade, expressões culturais e inovação como recursos principais, pode-se considerar que negócios dentro da Economia Criativa possuem recursos ilimitados. Ao contrário do mercado tradicional, que utiliza de recursos naturais limitados (e escassos) como base de seus negócios.
Por esse motivo, é possível afirmar que dentro da Economia Criativa não há saturação do mercado, ou seja, não há uma área em que já tenha muita concorrência, sem espaço para novos negócios. Pelo contrário, quanto mais gente melhor! Afinal, quanto mais gente atuando, mais pessoas serão atraídas e estimuladas a participar, cada qual com seu diferencial. Só vantagens! Entre as vantagens de se promover negócios da economia criativa estão a diversidade cultural, inclusão social, sustentabilidade e inovação, que são os pilares.
Dentro dessa economia estão negócios relacionados às seguintes atividades: Arquitetura, Artes cênicas e visuais, Artesanatos, Cinema, Design, Mídia e publicidade, Jogos eletrônicos e videogames, Moda, Música, Tecnologia e Turismo. Há um outro grande motivo para que a Economia Criativa tenha chamado bastante a atenção das pessoas que empreendem: é um
setor que está em crescimento. Devido ao potencial de crescimento no Brasil, foi implantada em 2011 a Secretaria da Economia Criativa. Seu objetivo é conduzir a formulação, a implementação e o monito ramento de políticas públicas para o desenvolvimento local e regional, priorizando o apoio e o fomento às pessoas profissionais e aos micros e pequenos em preendimentos criativos brasileiros.
Outro fator relevante é o impacto positivo que a Economia Criativa tem sobre as comunidades lo cais. Ao criar oportunidades dentro dessas indústrias, muitas vezes baseadas em expressões culturais e patrimônio histórico, a economia também estimula a preservação e valorização das tradições. Com isso, além de gerar empregos e renda, contribui para o fortalecimento das identidades culturais regionais. A união entre arte, cultura e inovação é a chave para o sucesso nesse cenário, trazendo novas formas de expressão e comunicação que também atraem um público cada vez mais diversificado.
Bola de papel amassada e desenho de lâmpada
Além do impacto cultural, o setor também se beneficia de um crescente movimento de empreededorismo sustentável, no qual negócios criativos têm explorado práticas ecológicas e responsáveis. A sustentabilidade, um dos pilares da economia criativa, é percebida tanto na escolha de materiais quanto na criação de produtos que respeitam o meio ambiente. Além do impacto cultural, o setor também se beneficia de um crescente movimento de empreendedorismo sustentável, no qual negócios criativos têm explorado práticas ecológicas e responsáveis. A sustentabilidade, um dos pilares da economia criativa, é percebida tanto na escolha de materiais quanto na criação de produtos que respeitam o meio ambiente. Assim, muitos negócios nas áreas de design e moda, por exemplo, têm adotado a economia circular, onde o ciclo de vida dos produtos é pensado para gerar menos desperdício e mais eficiência.
O avanço tecnológico também foi fundamental no crescimento da economia criativa. Plataformas digitais, redes sociais e novas tecnologias de produção facilitaram a democratização do acesso ao mercado para muitos pequenos empreendedores. Com essas ferramentas, pessoas criativas alcançam públicos globais sem a necessidade de grandes estruturas empresariais. O setor de jogos eletrônicos, por exemplo, viu um grande crescimento em pequenas produções independentes que, através de plataformas como Steam e App Store, conseguem competir com gigantes da indústria.
Mesmo assim, um dos principais desafios para empreendedores dentro da economia criativa é a monetização de suas criações. Por se tratar de um setor onde o valor muitas vezes é subjetivo e simbólico, determinar o preço de um produto criativo pode ser difícil. Negócios criativos precisam lidar com o equilíbrio entre a criatividade e as demandas de mercado, que nem sempre são compatíveis. Para superar esse obstáculo, muitos empreendedores buscam estratégias como a diversificação de produtos e serviços, além de parcerias que fortalecem suas marcas e oferecem novas oportunidades de rentabilidade. Por fim, a internacionalização da Economia Criativa brasileira tem se mostrado um caminho promissor para o crescimento do setor. Produtos e serviços com identidade cultural única, têm atraído o interesse de mercados estrangeiros. Esse movimento não apenas expande as fronteiras dos negócios criativos, como também valoriza a riqueza cultural.
Além do impacto cultural, o setor também se beneficia de um crescente movimento de empreen. Assim, muitos negócios nas áreas de design e moda, por exemplo, têm adotado a economia circular, onde o ciclo de vida dos produtos é pensado para gerar menos desperdício e mais eficiência.
O avanço tecnológico também teve papel fundamental no crescimento da economia criativa. Plataformas digitais, redes sociais e novas tecnologias de produção facilitaram a democratização do acesso ao mercado para muitos pequenos empreendedores. Com essas ferramentas, pessoas criativas podem alcançar públicos globais sem a necessidade de grandes estruturas empresariais. O setor de jogos
determinar o preço de um produto criativo pode ser difícil. Negócios criativos precisam lidar com o equilíbrio entre a criatividade e as demandas de mercado, que nem sempre são compatíveis. Para superar esse obstáculo, muitos empreendedores buscam estratégias como a diversificação de produtos e serviços, além de parcerias que fortalecem suas marcas e oferecem novas oportunidades de rentabilidade. Por fim, a internacionalização da Economia Criativa brasileira tem se mostrado uma grande oportunidade para empreendedores locais. A crescente demanda global por produtos únicos e autênticos, especialmente em mercados de moda, arte e tecnologia, abre portas para pequenos empreendedores que desejam expandir suas operações para além das fronteiras nacionais. Com políticas públicas que
Mulher olhando post-it
Mas, e como começar um negócio de Economia Criativa do ZERO?
1. Encontre seu Nicho Criativo
Descubra o que você ama fazer e onde pode se destacar, seja em artes, moda, música, design ou tecnologia.
Pense no que você faz de melhor e como pode usar isso para atrair clientes.
Pesquise nas redes sociais e em sites gratuitos para encontrar inspiração e referências.
2. Valide sua Ideia com Amigos e Comunidade
Compartilhe sua ideia com pessoas próximas e peça opiniões sinceras.
Teste suas criações em pequenos grupos e veja como elas são recebidas.
Participe de grupos no WhatsApp e Facebook que reúnam pessoas interessadas em Economia Criativa.
3. Desenvolva um Plano Simples
Defina metas claras: onde você quer chegar em 6 meses? E em 1 ano?
Planeje quanto precisa investir no básico, como materiais e divulgação.
Use uma agenda ou caderno para organizar os passos que precisa seguir e anotar suas ideias.
4. Crie uma Identidade Autêntica
Desenvolva um nome e um estilo que representem você e seu negócio.
Escolha um visual simples e fácil de reproduzir, com cores e logo que marquem presença.
Use aplicativos gratuitos como Canva para criar seu logo e definir uma identidade visual.
5. Use as Redes Sociais a Seu Favor
Aproveite o Instagram e Facebook para divulgar seu trabalho.
Poste fotos, vídeos curtos e bastidores.
Use hashtags que conectem você ao público e aumentem sua visibilidade.
Mulher com vários objetos coloridos no rosto representando a criatividade.
6. Construa um Portfólio Digital
Crie uma galeria com fotos dos seus trabalhos no Instagram ou Facebook.
Aproveite sites como o Behance (gratuito) para mostrar seu portfólio a mais pessoas.
Inclua descrições e preços para facilitar o contato com clientes.
7. Defina uma Estrutura de Preços Justa
Avalie o tempo e o custo dos materiais que você usa em cada produto.
Compare com preços de mercado e adapte para o seu público.
Não tenha medo de valorizar seu trabalho – os preços refletem a dedicação e qualidade.
8. Aproveite as Ferramentas Digitais Gratuitas
Use aplicativos gratuitos como Canva para fazer posts e materiais de divulgação.
Organize suas finanças com planilhas no Google Sheets, que são gratuitas e práticas.
Aproveite aplicativos de edição de fotos para melhorar a apresentação dos seus produtos.
9. Busque Parcerias e Colaborações
Entre em contato com outros pequenos negócios e sugira parcerias.
Participem de feiras locais juntos ou promovam um ao outro nas redes sociais.
Parcerias ajudam a ampliar seu público e dar visibilidade ao seu trabalho.
10. Aprenda com a Prática
Comece aos poucos e aprenda com cada experiência e feedback que recebe.
Ajuste seu negócio e seus produtos de acordo com as necessidades dos clientes.
A economia criativa é um campo rico em possibilidades, e com dedicação, autenticidade e estratégia, você pode transformar sua paixão em um negócio sustentável e bem-sucedido.
As mulheres na economia criativa
As mulheres na economia criativa estão transformando o cenário global com sua inovação, talento e visão
4 ideias de negócios criativos
Coworking
Crie um espaço colaborativo para mulheres compartilharem recursos, projetos e eventos, promovendo inovação e networking
Artesanato
Produza itens de decoração, brinquedos, acessórios e vestuário com materiais sustentáveis, priorizando qualidade e impacto ambiental
Multitarefas
Equilíbrio
Produção de Conteúdo
Ofereça roteiros personalizados, visitas guiadas, experiências gastronômicas únicas e atividades culturais com artistas locais
Crie conteúdos visuais para empresas locais, ajudando-as a aumentar presença online e engajamento, enquanto apoia o comércio local
Aproximadamente 60% das mulheres empreendedoras relatam dificuldades em equilibrar trabalho e vida pessoal, sendo algo que pode impactar sua eficiência
Turismo
Ofereça roteiros personalizados, visitas guiadas, experiências gastronômicas únicas e atividades culturais com artistas locais
Planejamentos
Pesquisas mostram que empreendedoras que utilizam técnicas de planejamento, como listas de tarefas
Carga Horária
Muitas empreendedoras trabalham, em média, 50 a 70 horas por semana, combinando atividades profissionais e responsabilidades familiares
Gestão de Tempo
Força de trabalho feminina
47,8 MILHÕES na força de trabalho
90,6 MILHÕES mulheres com 14 anos ou mais
42,8 MILHÕES fora
43,4 MILHÕES ocupadas 4,4 MILHÕES desocupadas 1,9 MILHÃO desalentadas MULHERES que gostariam de trabalhar mas desistiram de procurar porque acham que não vão encontrar emprego
Mulheres são maioria nos empreendedores em potencial, são 26.044.200 MILHÕES de mulheres que tem vontade de empreender
Os empreendimentos que as mulheres mais fazem parte são relacionados a economia criativa
Atividades das empreendedoras iniciais
Cabeleireiros e outras atividades de tratamento de beleza
Produtos de perfumaria e de higiene pessoal
Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios
Serviços de catering, bufe e outros serviços de comida preparada
Restaurantes e outros estabelecimentos de serviços de alimentação Serviços domésticos
Outras atividades
Iniciativa ajuda empreendedoras periféricas a engatar nas redes
Mulheres no Corre oferece apoio a jovens empreendedoras da periferia com imagens profissionais, consultoria e incentivo à autonomia financeira
TEXTO CLEBER SOUZA, DO VISÃO DO CORRE
cial já atendeu mais de 30 mulheres em dois anos e pode ser expandido. Nasceu em setembro de 2020, ano que deu início à pandemia da Covid-19 no Brasil, o Mulheres no Corre busca atender às -
ras da periferia de São Paulo. Em dois anos, a iniciativa já atendeu pouco mais de 30 mulheres em diversos bairros do
Idealizado por Ana Paula, de 29 anos, cria da periferia e fotógrafa desde 2013, o projeto social tem a finalidade de auxiliar mulheres empreendedoras da quebrada a terem vídeos e fotos profissionais que possa dar ainda mais visibilidade aos seus negócios. Alémre dessas empreendedoras e dar um suporte básico em marketing, mídiassultoria por doação de colaboradoras. Com empreendedores migrando ao ambiente digital durante o período de pandemia, Ana viu a necessidade em-
doras da periferia, queriam desistir de suas empresas, e me ofereci para dar imagens profissionais delas. Com isso, percebi que outras mulheres tinham uma presença digital boa para vender seus produtos e serviços, e foi aí que tive
a ideia de criar o Mulheres no Corre”. Para ela, a principal dificuldade no andamento foi diferenciar uma empresa concentrada em bairros nobres a uma que está enraizada na periferia. “É questão de posicionamento de imagem, porque essas mulheres têm um produto tão bom quanto marcas mais famosas. O que falta é essa notoriedade digital”.
Ana conta que logo no lançamento o projeto recebeu mais de 15 inscrições. O projeto é exclusivo para mulheres (cis ou trans) que empreendem na periferia e que não possuem fotos profissionais do seu negócio. “Ela precisa estar disposta a participar de um projeto intenso. Faço elas pensarem no básico do branding da empresa -- quem elas são, qual o público-alvo, como querem atingir os clientes, que tipo de ilustração querem e o que podemos abordar”.
Fotógrafa lifestyle, Ana faz as imagens no espaço comercial ou na casa da empreendedora. Ela conta que as empreendedoras chegam até o projeto por indicação e que ainda falta uma mídia na periferia que divulgue iniciativas como esta.
“O projeto tem um impacto social gigante, porque além de mostrar e incentivar essas mulheres a se verem como empresas e mudarem a imagem dela com o público-alvo, indiretamente fomentamos as vendas por conta
utilizamos um material biodegradável que não agride a natureza ao ser descartado
Ana Paula, criadora do projeto com sua camera
O empreendedorismo sustentável é visto como uma poderosa ferramenta de transformação econômica e social
TEXTO SEBRAE
O que é empreendedorismo sustentável?
O empreendedorismo sustentável é um modelo de negócio que busca integrar a sustentabilidade ambiental, social e econômica em todas as fases da atividade empreendedora.
Trata-se de um tipo de empreendedorismo que tem como objetivo aliar o sucesso financeiro à responsabilidade ambiental e social, buscando um equilíbrio entre as dimensões econômica, ambiental e social do desenvolvimento.
Um empreendedor sustentável procura criar soluções inovadoras que atendam às necessidades do mercado sem comprometer o meio ambiente e as gerações futuras.
Para isso, adotam ações e processos sustentáveis em todas as áreas do negócio, desde a concepção do produto ou serviço até a entrega ao cliente –sempre colocando criatividade e inovação em prática.
O empreendedorismo sustentável tem se tornado cada vez mais relevante atualmente. Afinal, a sociedade exige uma atitude mais responsável das empresas em relação ao meio ambiente e à sociedade, visando um futuro melhor.
Além disso, a adoção de práticas sustentáveis pode trazer benefícios financeiros para o negócio, como a redução de custos e a atração de consumidores mais conscientes e engajados.
Quais são as vantagens do empreendedorismo sustentável para o empreendedor?
Muitos empreendedores acreditam que ter um ne gócio sustentável não vale a pena, pois isso só traz benefícios externos, além de exigir mais trabalho. Entretanto, a verdade é que existem sim diversas vantagens para o empreendedor que opta pelo em preendedorismo sustentável, tais como:
Diferenciação no mercado: ao adotar práticas sustentáveis, o empreendedor pode se diferen ciar da concorrência, atraindo consumidores que valorizam empresas que se preocupam com o meio ambiente e a sociedade.
• Redução de custos: a adoção de práticas susten táveis, como a redução do consumo de energia e água, pode levar a uma redução significativa nos custos operacionais do negócio.
Acesso a financiamento: muitos investidores e instituições financeiras estão interessados em apoiar empresas que adotam um desenvolvi mento sustentável.
Fortalecimento da imagem da marca: o empre endedorismo sustentável pode contribuir para uma imagem positiva da marca, melhorando a reputação do negócio.
Atração e retenção de talentos: muitos profis sionais buscam trabalhar em empresas que se preocupam com questões socioambientais, o que pode facilitar a atração e retenção de talentos.
Oportunidades de negócios: a crescente deman
o empreendedorismo sustentável alia sucesso financeiro à responsabilidade ambiental e social
Mulher segurando uma vela
Como aplicar o empreendedorismo
sustentável na prática?
Gostou das vantagens? Então, aqui estão algumas maneiras de colocar o empreendedorismo sustentável em prática:
1. Identificar oportunidades de negócios sustentáveis: O primeiro passo para ter uma empresa sustentável é a identificação de oportunidades de negócios que sejam socialmente e ambientalmente responsáveis. Por exemplo, negócios que produzem produtos ou serviços que ajudam a reduzir a pegada de carbono ou a promover a economia circular.
2. Desenvolver um modelo de negócios sustentável: Um modelo de negócios sustentável deve levar em consideração o impacto ambiental e social de sua operação, bem como sua rentabilidade financeira. Isso pode envolver a adoção de práticas comerciais sustentáveis, como o uso de energia renovável, a re dução de resíduos e a gestão responsável da cadeia de fornecimento.
3. Construir uma cultura empresarial sustentável
A cultura nas empresas sustentáveis envolve a ado ção de práticas ambientais e sociais responsáveis em todos os aspectos da operação do negócio. Isso pode incluir a educação e o envolvimento dos funcionários sobre a importância da sustentabilidade, bem como a implementação de políticas sustentáveis, como a redução do uso de plásticos e a reciclagem
4. Comunicar sua abordagem sustentável é essencial para a construção de uma marca e a geração de en gajamento dos clientes. Isso pode ser feito por meio de marketing responsável e transparente, incluindo a divulgação de suas práticas de sustentabilidade e o envolvimento dos demais clientes em iniciativas
5. Medir o desempenho sustentável é fundamental para monitorar o impacto de suas práticas de sustentabilidade e identificar áreas para melhorias contínuas do seu negócio.Isso, no entanto, pode envolver a definição de métricas específicas para medir o impacto am biental e social de sua operação, bem como a realização de auditorias regu lares para garantir que sua operação esteja em conformidade com as normas de sustentabilidade.
Concluindo, o empreendedorismo sustentável é uma abordagem respon sável e inteligente para os negócios modernos. É essencial que as empre sas assumam a responsabilidade de
Pessoas segurando terra com uma planta na mão
Mulher em pé segurando um saco sorrindo e posando
Empreendedorismo feminino: qual a sua importância para a sociedade?
Conheça os desafios e as conquistas da mulher no ambiente profissional
TEXTO SEBRAE
As mulheres vêm lutando há anos por igualdade social e por mais espaço no mercado de trabalho. Mas, apesar dos grandes avanços e conquistas, ainda existem muitos desafios a serem enfrentados. Essa luta, entretanto, tem um importante aliado: o empreendedorismo feminino.
Dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), realizada pelo IBGE, mostram que cerca de 9,3 milhões de mulheres estão à frente de negócios no Brasil e que, em 2018, elas já eram 34% dos “donos de negócio”.
O GEM (Global Entrepreneurship Monitor), que é a principal pesquisa sobre empreendedorismo no mundo, com dados de 49 países, mostrou, em sua última edição (2018), que o Brasil ficou em sétimo lugar no ranking de
Quando mulheres alcançam a autonomia financeira, não precisam mais se submeter a relacionamentos abusivos e violentos, pois não dependem mais
As lideranças femininas têm também grande potencial transformador dentro das empresas, diversificando os pontos de vista na tomada de decisões e dando mais visibilidade para questões de gênero. Isso ocorre tanto no cotidiano com os colegas de equipe quanto na relação cliente/prestador de serviço.
Da mesma forma, empresárias empoderadas podem influenciar e inspirar outras mulheres, compartilhando suas histórias e ajudando-as a superar os obstáculos e desafios.
Principais desafios para mulheres empreendedoras:
Mesmo com todo o cenário positivo de crescimento, ainda existem diversos
dades entre os membros da família, a empreendedora encontrará mais har monia entre os papéis que desempenha, ajudando-a conciliar.
Autoconfiança
O medo de falhar aterroriza muitas mu lheres. Mas lembre-se: fracassar faz
o empreendedorismo feminino transforma relações sociais e promove autonomia
Pessoas se abraçando
Serigrafia: a arte da impressão criativa um guia completo
Arte na malha: O Guia Completo da Serigrafia para Estampar sua marca
TEXTO WESTWING
Crochê: tudo o que você precisa para começar
É verdade que para fazer crochê não precisamos de muitos materiais. Linha, agulha e mãos são o básico para começar.
TEXTO LAÍS RIBEIRO, G1
O Guia de Compras conversou com uma especialista para entender o que é importante para dar os primeiros passos no crochê e selecionou opções dos produtos necessários para começar. Veja a lista abaixo e, no fim da reportagem, leia sobre como escolher tamanhos de agulha e de linha e outras dicas. Os produtos selecionados custavam entre R$ 10 e R$ 90, em outubro, nas grandes lojas on-line.
Acessórios
Lanmax - um kit 2 fitas métricas para artesanato e uma tesoura
Por R$ 25,00
“É CARO FAZER CROCHÊ?”
O que acaba afetando mais o preço é o tipo de linha ou lã escolhido. Existem muitas opções nas lojas, então você vai encontrar tanto os mais caros como os mais baratos.
O seu objetivo ao iniciar no crochê também é importante. Se a ideia é fazer peças de roupa, é interessante buscar fios bem macios, para evitar que o resultado final seja desconfortável ou pinique em contato com a pele. A dica é começar a aprender com um cachecol, que é uma peça reta e não é tão grande quanto uma manta.
Linha
Eco Brasil barbante para crochê Nº6 colorido ou kit de duas
Por R$30,00 no Extra
Agulha
Agulha De Tricô 100% Bambu Merita
Escolha O Tamanho
Por R$ 15,00 no Extra
No primeiro trabalho, é interessante você ver o resultado mais rápido. A ideia é não se frustrar. Uma vez que você aprende a fazer os dois pontos básicos do crochê, já começa a melhorar.
O poder do pódio preto
Rebeca, Simone e Jordan: eu me vejo nelas, e isso muda tudo. Não é só uma medalha, não é apenas um recorde
TEXTO LETÍCIA VIDICA ILUSTRAÇÃO ALINE BISPO
Alguns podem dizer que é pretensão, mas quando olho para essas atletas fenomenais, me reconheço profundamente. Não sei dar nem uma estrela, mas me vejo na pele delas, na força que carregam e no brilho que representam. “Os negros estão conquistando o poder. É muito bom escrever isso na história e servir de inspiração”, disse a profissional de judô, Bia Souza, a primeira mulher a trazer o ouro pro Brasil nessas Olimpíadas de Paris. A primeira mulher NEGRA. Sim, o pódio olímpico está ficando mais negro. E tá mais do que na hora da gente ver essa expressão como elogio, como sinônimo de talento e muita grandeza. Negro, esse belo adjetivo carregado de inspiração, história e representatividade.
O amor-próprio é um escudo. E foi tirado de nós em um projeto para diminuir nossa força Eu fui uma criança e uma adolescente negra entre os anos 90 e 2000. Cresci sem referências pretas em quase todas as áreas da minha vida. Não me via nas minhas bonecas, nem nas apresentadoras de TV. Também não me vida nas minhas amigas de uma escola particular, muito menos nas revistas e novelas. Onde estavam as pessoas que se pareciam comigo?
Naquela época, não falávamos muito disso, e fazendo o que dava, tinha na minha família minhas maiores referências. Mas silenciosamente o mundo dizia que não havia espaço para meninas como eu. Era um silêncio ensurdecedor que tentava nos invisibilizar. Nós sempre estivemos nesses espaços, mas as ‘burocracias’ e ‘regras’ impostas dificultavam a abertura das portas e das oportunidades. Não foi diferente na ginástica artística onde mulheres negras estiveram lá ou quase lá, mas sem muita visibilidade.
É impossível não pensar nisso, é impossível não me emocionar ao ver Rebeca Andrade, empoderada com sua coroa de tranças (parecida com a minha) no pódio. Impossível não me encher de orgulho e esperança ao vê-la carregar
Letícia sorrindo descontraída
FOTO POR MINA
o título de maior medalhista de todos os tempos. Elas se curvam, eu me curvo e, espero, que o Brasil todo se curve.
Quando vejo Simone Biles absoluta, com a pele tão retinta como a minha, me empodero. Quando lembro de Daiane dos Santos, a primeira a fazer história na ginástica artística pelo Brasil, levanto a cabeça. Elas são a prova de que somos excelência, sim. E, quando vejo, Bia Souza, trazendo o ouro esbanjando amor próprio em um corpo no qual me reconheço, daí eu me derreto.
Se eu não amar meu corpo, quem vai?
“Aprendi que a melhor coisa que poderia fazer por mim era amar meu próprio corpo”, disse Bia Souza numa bela lição sobre autoestima e aceitação. Eu também aprendi isso – e não faz muito tempo. Não foi nada simples e ver que tem gente no topo do esporte que tem uma história como a minha, faz muita diferença para outras mulheres.
Sempre conto que enfrentei muitas lutas com o meu corpo. Já tentei encaixá-lo em formas nitidamente impossíveis de alcançar simplesmente porque parecia que era a única coisa a fazer. Eu queria ser ‘aceita’. Foram longos anos de batalha com a balança e com a minha mente até entender que sou linda no corpo que tenho. Eu, assim como Bia, sou grande, sou gorda, sou gostosa, sou preta. Você que torce o nariz: aceita que dói menos.
O amor-próprio é um escudo. E, assim como a autoestima, foi tirado de nós em um projeto regido pela escravidão para diminuir nossa força. Minar o autorespeito, o orgulho e o senso de beleza de uma pessoa é minar sua força
Imagina juntas!
“Simone Biles ressaltou a força da so roridade ao falar sobre Rebeca: uma adversária pode trazer o melhor de nós sem ser inimiga. Essa relação en tre duas mulheres pretas no pódio vai além da competição, é sobre estímulo, respeito e celebração. Para quem cres ceu com poucas referências pretas, ver um pódio com três mulheres negras é emocionante, desafiando uma cultura que sempre colocou pessoas pretas em competição umas com as outras, limi tando nosso crescimento. Felizmente, isso está mudando. Hoje, vemos união, apoio e a certeza de que ‘uma puxa a outra’. Como disse Bia: ‘A cor não define nada, podemos tudo.’ Ainda há muito a caminhar, mas já demos passos importantes, mostrando que podemos ser reconhecidas pelo talento e não pelo preconceito. Obrigada, meninas, por inspirarem uma nova geração de me-
Solitude é escolher a si mesma
Se para conquistar os outros a gente abre um vinho ou faz um jantar, fica a pergunta: o que você está fazendo para se conquistar?
TEXTO LETÍCIA VIDICA ILUSTRAÇÃO ALINE BISPO
Não é simples, mas conseguir virar a chave e perceber que somos a nossa melhor companhia é maravilhoso. E é exatamente isso que transforma solidão em solitude. Quando o estar sozinha representa uma pausa necessária, um tempo que você tira só pra você, sem pressa, sem culpa e principalmente, sem dor nenhuma.
Me lembro de quando, lá pelos 20 e poucos anos, uma taróloga me disse que meu número era o 7, o número da solidão. Imagina o choque de uma jovem romântica, cheia de expectativas sobre o amor, ouvindo aquilo? Mas, antes que eu entrasse em pânico, ela me tranquilizou: “Você não vai ficar só, mas precisa aprender a ser feliz sozinha.” Naquele momento, eu ainda não sabia.
Solitude é deixa de suportar os momentos em que está sozinha e passar a curti-los Hoje, aos 40, encho a boca pra dizer: eu amo minha própria companhia. E consegui entender que estar só é muito mais do que sobreviver sem alguém ao lado. É aprender a estar em paz comigo mesma e minimizar aquele sentimento de “preciso de alguém”. Solitude é escolher a si mesma. É o prazer de sentar no sofá com um bom livro, curtir um café devagarzinho na varanda e se sentir completa neste momento.
Isso não significa querer estar sozinha sempre e nem que eu não queria encontrar uma parceria longeva, mas significa, sim, que aprendi a ser feliz comigo mesma. Quando a gente deixa de suportar os momentos em que está sozinha para curti-los, muita coisa fica diferente e o mundo fica todo mais leve. E, olha, isso tem tudo a ver com se valorizar. Parar de depositar a nossa alegria no outro e começar a transbordar por conta própria. Tem alguém ao lado, ótimo. Não tem, tudo bem também.
Solitude não é ser só. É a plenitude de estar só. Optar pela solitude é optar por si. Principalmente quando ela significa não entrar em grandes roubadas ou gastar energia com relacionamentos que não nos fazem bem. Aquietar-se de maneira cautelosa e saudável em
Leticia sorrindo para foto
FOTO
POR
MINA
nosso próprio eu nos deixa mais fortes até para avaliar as companhias que aparecem. Elas valem a pena? Eu quero mesmo? Porque, se curtimos nossa solitude… precisar, não precisamos.
Há quem diga que a solitude é a irmã mais nova e boazinha da velha e malvada solidão. E as diferenças são enormes. Solidão é o estado de espírito de se sentir só até quando estamos no meio de uma multidão. Solidão é aquele vazio no peito, independente de estarmos de fato sozinhas ou não.
Já a solitude envolve estar sozinha de verdade e preencher esse espaço com a alegria da nossa própria companhia. A solidão é a ausência de vida. A solitude é a vida na ausência de pessoas.
Várias vezes me coloquei à prova ao lado da minha própria companhia. Sou daquelas que vai ao cinema sozinha, que viaja sozinha, que vai a resturante sozinha, que sai sozinha e me sinto bem com isso. Gosto da minha companhia.
Só que para gostar de ficar com nós mesmas é preciso treinar e testar. A gente não abre um vinho, faz uma comida gostosa e coloca uma música boa quando quer agradar alguém? Pois é isso que precisamos fazer com nós mesmas. E veja, isso não significa que a solidão não vai nunca mais bater na sua porta. O vazio às vezes vem, a diferença é que ele não vem sempre que estou sozinha. Ele vem quando tem alguma dor e daí, eu cuido dela.
Mas aí vocês me perguntam: como eu coloco solitude onde só sinto solidão?
Aprender a gostar de estar comigo mesma foi um processo longo, cheio de altos e baixos e de muito amadurecimento.
Com o passar dos anos, vamos naturalmente aprendendo que não precisamos de plateia para nos sentirmos completas. As pessoas vêm e vão, as dores e os vazios vêm e vão. Mas sentir que nossa melhor parceria é com a gente mesma, muda tudo. A solitude
Autocuidado é escolha, não comodidade
Olhe em volta, você realmente admira as pessoas com quem convive? Qual é a importância de estar perto de gente
TEXTO CAROLINA DIECKMAN ILUSTRAÇÃO ALINE BISPO
Autocuidado; bastou uma busca rápida no google, pra minha suspeita se confirmar… O que você acha que apareceu? Uma foto bem grande de skincare, claro!
Depois, se você insistir, tem até listas com vários exemplos, e algumas nem citam o tal cuidado com a pele, mas o termo se popularizou assim, e não por coincidência. É mais um reflexo do tempo em que vivemos, pois skincare virou tendência pelas redes.
Longe de mim falar contra isso, já fui relapsa, mas confesso que com a queda do colágeno se agravando, a dermatologista virou minha consulta médica mais assídua. E sim, eu adoro uma farmácia, se tornou um vício. Mas não é do gosto por cuidar da pele que estou falando. Autocuidado vai muito além disso.
Nada merece mais sua atenção do que você mesma Aliás, ele vem bem antes. Ele é primordial para a nossa saúde e deve começar tão logo o indivíduo tenha capacidade de exercê-lo. Uma criança quando aprende a tomar banho sozinha, pentear o próprio cabelo, escovar os dentes… já começou. E quando ela aprende a colocar os seus sentimentos em palavras… também.
Quando chegarmos na vida adulta, já estamos acostumadas com uma lista extensa de itens indispensáveis, e que muitas vezes estão tão acomodados na nossa rotina, que não nos imaginamos sem. Ir à terapia, a academia, ler um livro antes de dormir, desligar o celular, cozinhar, conversar, ver os amigos, fazer viagens, fazer planos… essa lista pode ser infinita, dependendo da sorte e dos privilégios que você tem na vida.
Mas tem um tipo de autocuidado que vem me chamando muita atenção: aquele que passa pelas pessoas, por quem escolhemos para compartilhar nosso dia-a-dia. Dizem que você deve conviver com pessoas com quem gostaria de se parecer, afinal, nós não somos só o que comemos, mas também o que absorvemos – acredite você em energia ou não. Então, a escolha desse grupo é sim tão importante quanto o que você põe pra dentro. E isso, qualquer
Carolina posando para foto
FOTO
POR MINA
um, com sorte ou não, dinheiro ou não, tempo ou não… qualquer um pode, e deve, pensar a respeito.
O marido. A melhor amiga. A colega pra quem você dá, ou pega, carona diariamente. Toda e qualquer pessoa que está na sua vida por sua escolha e responsabilidade deve entrar nessa revisão. É preciso detectar e se proteger do que não te faz bem.
Se você pode estar numa relação tóxica, mas ainda não tem certeza, procure ajuda. Se você está e já sabe, põe a mão na massa e manda a pessoa pro espaço. Olhe ao seu redor… você admira as pessoas com quem convive?
Ou será que anda dividindo seu tempo com as que você está acostumada por pura comodidade? Quando você sai como os amigos, chega de volta em casa melhor do que estava antes? Olhe de novo, pense, reflita… Nada deve ser mais importante na sua vida do que o seu bem-estar. Nada merece mais sua atenção do que você mesma. Pensar sobre as pessoas com quem você convive é um tremendo autocuidado. E acredite em você!
O Empreendedor de cada signo
Descubra como os astros podem guiar sua jornada profissional: cada signo traz um espírito empreendedor único, capaz de inspirar os rumos e objetivos da sua carreira, persista sempre e reconheça suas qualidades
Áries: A principal característica empreendedora dos arianos é a energia. Os nativos desse signo não se contentam com pouco e sempre estão tentando provar seu valor e desafiar seus limites para que possam empreender.
Sagitário: Quando querem empreender, os sagitarianos têm uma característica que lhes dá vantagem: a habilidade de pensar numa perspectiva maior e ficam bastante atentos ao impacto social e ao meio ambiente.
Escorpião: Os escorpianos são bastante ponderados na hora de empreender. Isso é porque a intuição afiada dos nativos do signo os leva a pesar cada fator muito bem antes de investirem em um novo negócio.
Libra: Sempre equilibrados, os librianos se destacam no mundo empreendedor por serem bons conciliadores e terem uma excelente habilidade de fazer networking. Negócios agressivos não fazem o estilo dos nativos do signo.
Gêmeos: O lado empreendedor dos geminianos tem tudo a ver com suas habilidades comunicativas. Os nativos de Gêmeos trabalham muito bem em equipe, pois são capazes de transmitir e coordenar informações com destreza.
Peixes: Muito sensíveis, os piscianos são empreendedores que apostam em sua forte intuição para avançar nos negócios. Bons líderes, sabem ouvir com atenção cada membro da equipe e transmitem boas energias.
TEXTO EDUARDO GUSMÃO
Leão: Os leoninos encaram o mundo empreendedor com destreza e com a confiança que lhes é natural. Eles são bastante independentes, e também gostam de assumir posições de liderança e altruismo para empreender.
Touro: Os taurinos sabem apreciar o valor do trabalho. Adoram, acima de tudo, ver um projeto ao qual deram tudo de si para dar certo. Muito organizados e cuidadosos, eles traçam seus planos com cuidado para se sair bem.
Conheça seu lado empreendedor e dê o próximo passo em direção a um negócio com a sua cara!
Capricórnio: Como empreendedores, os capricornianos são incansáveis. Apostam em várias ideias diferentes e mantêm uma carreira diversificada. Sua dedicação natural garante com que cada projeto seja desenvolvido.
Câncer: A sensibilidade e intuição dos cancerianos são seus pontos fortes na hora de empreender. Eles são excelentes líderes, pois sabem ouvir muito bem e tem uma habilidade única de resolver problemas e incentivar.
Aquário: A característica mais forte dos aquarianos empreendedores é a criatividade. Os nativos do signo têm grande sucesso em desenvolver projetos inovadores, que causam impacto no campo em que atuam.
Virgem: Determinação é a palavra-chave na vida dos virginianos, seja pessoal ou profissional. Então, dedicar-se a projetos desafiadores é a cara deles.É bastante comum que os nativos do signo se tornem