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nº 327 • março 2014

Mulheres em campo Odebrecht Ambiental e Odebrecht Infraestrutura – Brasil: aumento da oferta de água potável em Minas Gerais

Programa Estágio de Férias: complemento à teoria das universidades

Itaipava Arena Fonte Nova tem recorde de público na turnê brasileira de Elton John


sumário nº 327 • março 2014

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ODEBRECHT AMBIENTAL NA PPP PARA ATUAR NO SISTEMA RIO MANSO, EM MINAS GERAIS

42 expediente ODEBRECHT NOTÍCIAS é um informativo eletrônico quinzenal, enviado às quartas-feiras, de circulação interna, produzido e editado pela equipe de Comunicação da Odebrecht S.A. PRODUÇÃO E EDIÇÃO DE CONTEÚDO: Bárbara Rezendes FOTOS: Arquivo Odebrecht ARTE: Criativos JORNALISTA RESPONSÁVEL: Bárbara Rezendes SUGESTÕES: brezendes@odebrecht.com DISTRIBUA O ODEBRECHT NOTÍCIAS EM SUA EMPRESA!

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DIA INTERNACIONAL DA MULHER: UM PERFIL DAS MULHERES QUE ATUAM NA ORGANIZAÇÃO


34 RÁPIDAS 50 OLEX AGORA

CHAMA-SE ODEBRECHT SERVIÇOS DE EXPORTAÇÃO (OSE)

54 ELTON JOHN SE A GRANDIOSIDADE DO PORTO MARAVILHA

APRESENTA NA ITAIPAVA ARENA FONTE NOVA

59 PESSOAS 64 PROGRAMA ESTÁGIO

DE FÉRIAS FORMA A PRIMEIRA TURMA DE 2014

69 AÇÕES SOCIAIS 72 CAIA NA REDE TEM SUA ATUAÇÃO AMPLIADA NA BAHIA

PRÓXIMA EDIÇÃO:

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MARÇO


capa

A vez delas: mulheres na operação

N

os 14 Negócios que integram a Organização, a presença de mulheres vem aumentando. Muitas vezes, são elas que harmonizam o ambiente de trabalho mesclando profissionalismo a seu jeito característico. Em funções operacionais ou de liderança, elas somam 24.871 integrantes trabalhando nos 26 países em que a Odebrecht atua. O número representa 13,7% do total de pessoas que compõem as empresas e áreas de apoio. O número tímido de mulheres é motivado pela ampla presença masculina nos Negócios de engenharia e construção – essas empresas correspondem a 69% dos integrantes. Nos demais Negócios, o percentual feminino cresce: na Odebrecht Ambiental, é de 5%, na Braskem, vai a 6%, na Odebrecht TransPort, representa 7%, e na Odebrecht Agroindustrial, chega a 11%. Como forma de homenagear pelo Dia Internacional da Mulher aquelas que fazem a diferença no dia a dia profissional, o Odebrecht Notícias apresenta uma amostra de quem são as mulheres que compõem a Organização. Confira a seguir.

Há 11 meses, os canaviais da Odebrecht Agroindustrial são frequentados por uma frente de trabalho composta somente por mulheres. O grupo faz parte da equipe de integrantes agrícolas da unidade Rio Claro, localizada no município de Caçu, no Polo Goiás. Nos três turnos de trabalho, são cerca de 60 integrantes, que podem ser identificadas pela camiseta rosa confeccionada e usada por elas por baixo do uniforme com os dizeres “A capacidade da mulher supera a força do homem”. Com idades entre 28 e 40 anos, elas são reconhecidas

A unidade Rio Claro conta com cerca de 2

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AGROINDUSTRIAL por estarem em franco crescimento profissional e serem exemplos de engajamento e disciplina. Isabella Marquez, supervisora agrícola e responsável pela frente feminina na safra 2013/2014, vê vantagens em um grupo formado por mulheres. “Muitas de nós compartilhamos a mesma realidade, como trabalhar e cuidar dos filhos e da casa, o que gera um sentimento de solidariedade e ajuda mútua, sem deixar cair nossa

em atividades antes consideradas masculinas. No setor sucroenergético e, em especial, nas nove unidades da Odebrecht Agroindustrial este é um fenômeno crescente. Para Ricardo Oliveira de Paula, gerente agrícola do Polo Goiás, o empenho e os resultados das mulheres nas atividades são surpreendentes. “Elas conseguem trazer uma leveza para as frentes de trabalho sem que com isso ocorra uma queda de

produtividade no trabalho”. A crescente mecanização das atividades no campo e a demanda por mão de obra qualificada contribuíram para que as mulheres assumissem papel de destaque

produção. Em algumas situações, elas se mostram também mais produtivas que os homens, garantindo melhor qualidade na operação e conservação dos equipamentos”.

2,2 mil integrantes, dos quais 25% são mulheres

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A Odebrecht Ambiental aposta nos diferenciais femininos. Prova disso são os cargos de confiança entregues a algumas delas na Linha: Paula Violante é a diretora de Concessão de Rio Claro e Santa Gertrudes, no interior de São Paulo; Rosemeire Pagni é diretora de Concessão da Unidade de Mairinque, também em São Paulo; e Alaíde Barbosa é diretora de Concessão da Unidade de Jaguaribe, na Bahia. Para Paula Violante a vivência em um ambiente masculino é realidade desde sua formação universitária, em engenharia química. “Sempre fui respeitada em minha trajetória profissional”. Há 19 anos na Organização, ela conta que o resultado da interação entre homens e mulheres é produtivo: “Independente do gênero, o que importa são as relações que construímos, os resultados que alcançamos e o aprendizado que levamos para nós e toda a equipe”. Ela completa: “Os homens são objetivos e focados. Nós mulheres completamos a equipe, pois tendemos

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a ser mais detalhistas, minuciosas, multidisciplinares e empáticas”. Alaíde Barbosa afirma que a presença da mulher exige postura e posicionamento constantes. “Temos que demonstrar nossa capacidade de liderança. Liderar é algo natural para nós, que aprendemos em casa, com as verdadeiras líderes da família”, explica. Para Rosemeire, o desafio está também fora da operação: “O mais difícil é dar conta das outras tarefas que a sociedade espera das mulheres, como a atenção aos filhos e os cuidados com a casa. Felizmente, nós já nascemos ‘multitarefas’ e com a habilidade de gerir vários projetos ao mesmo tempo”, brinca. A diretora de Concessão da Unidade de Mairinque acredita que o cenário em que as mulheres eram vistas com pouca habilidade está ficando no passado: “Alguns anos passarão até que as mulheres se equiparem, em números absolutos, aos homens. Mas os passos rumo a esse futuro não tão distante já estão sendo dados pela Organização”.


A partir da esquerda: Rosemeire Pagni , Paula Violante e AlaĂ­de Barbosa

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Como é ser mulher e integrante da Braskem ? Angélica dos Santos, da área de Controle de Qualidade na unidade PE 8 CUB, em Cubatão, São Paulo ; Gilvana Farias, de Recebimento Fiscal, da unidade de Maceió, em Alagoas; e Yarelly Farias, da área de Manutenção na Braskem Idesa, no México, responderam a essa questão. Seus depoimentos representam a força e as conquistas das mulheres no trabalho e também em suas famílias e na sociedade. Angélica dos Santos, que concilia suas atividades na Braskem e a faculdade de engenharia química, é a única integrante mulher nos turnos na unidade PE 8 CUB. Ela acredita ser o exemplo de que a mulher está alcançando novas áreas de atuação, como a industrial.

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“A Braskem tem sua contribuição para essas conquistas femininas, pois nos dá a oportunidade de ocupar cargos que antes eram dominados por homens”. Para Gilvana Farias, que completou 26 anos atuando na Braskem, é a força feminina que a faz se desdobrar em esposa, mãe e profissional. Ela ressalta ainda a oportunidade que a mulher tem de tomar suas próprias decisões. “Não estamos mais restritas ao lar. Continuamos com a vida pessoal, conciliando turnos e filhos” . No México, para Yarelly, as mulheres têm hoje maior independência para atuar em diferentes áreas de negócio. “Temos demostrado capacidade de desenvolver nosso crescimento profissional além do pessoal” .


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“Há muita cumplicidade e companheirismo entre toda a equipe, o que gera um ambiente bastante favorável e até mesmo familiar” – Angélica dos Santos, da unidade PE 8 CUB

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Com presença cada vez maior nos estaleiros, as mulheres estão ocupando seu espaço e encontrando oportunidades em funções realizadas predominantemente por homens. Este é o caso da Adriana Andrade, que atua como soldadora há cerca de cinco anos. Desde 2012 , ela é uma das 268 mulheres que integram a equipe do projeto de Conversão de Cascos VLCC em FPSO, da Unidade Inhaúma da Enseada Indústria Naval ,

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localizada no Caju, bairro do Rio de Janeiro. Por terem um perfil mais detalhista, de maior organização e trabalharem bem em equipe, algumas áreas como a solda acabaram tornando-se campos em que as profissionais têm se destacado com sucesso. “Mulheres costumam ter uma preocupação maior com os acabamentos, por exemplo, o que as fazem se destacar em uma atividade tão minuciosa como a solda”.


O projeto de Conversão de Cascos VLCC em FPSO da Unidade Inhaúma conta com cerca de 5 mil integrantes. Adriana Andrade é uma das 268 mulheres dessa equipe

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ARGENTINA Romina Bustos atua há quatro anos em obras civis e está no projeto Gasoductos Norte , da Odebrecht Engenharia Industrial na Argentina. Ela conta que a adaptação ao ambiente masculino tornou-se fácil por conviver com integrantes e líderes adeptos a ambientes de trabalho formado também por mulheres.

“Não perder a essência e as sutilezas femininas são fundamentais para fazer seu trabalho ter mais valor”, destaca. Para Milena Amengual, que atuou por cerca de dois anos no projeto Reformado Catalítico Continuo - CCR (obra finalizada), o mais importante é a paixão das mulheres pela profissão. “A dinâmica das obras é intensa e demanda esforço. Ser apaixonada pelo o que faz é o maior segredo das mulheres nas grandes obras em que atuam”.

Romina Bustos, do projeto Gasoductos Norte

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MÉXICO No México, o programa Talento XXI, promovido pelo projeto Etileno XXI, capacita moradores das comunidades do entorno das obras em ferreiro, carpinteiro e pedreiro e proporciona aos alunos a oportunidade de integrarem o projeto. Das pessoas já formadas pelo programa, 107 passaram a integrar o Etileno XXI e 25 delas são mulheres. Entre elas, está María Gómez Medina, do bairro Ejído 5 de Mayo, da comunidade de Nanchital. “No programa, pude me capacitar em ajudante de carpinteiro e comecei a trabalhar no Etileno XXI. Sou muito grata à Odebrecht pela formação, que me trouxe uma vida nova”. Pelos bons resultados alcançados pelo programa, ainda em 2014 o Talento XXI passará a integrar o Acreditar, programa de capacitação profissional realizado em diversos Negócios da Organização.

Mulheres do grupo de 2014 do Talento XXI. O programa está em sua quinta edição e já formou 25 mulheres

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A Itaguaí Construções Navais (ICN), empresa da Odebrecht Defesa e Tecnologia responsável pelo Programa de Desenvolvimento de Submarinos ( Prosub), no Rio de Janeiro, conta com três mulheres em sua área de Soldagem. São elas que dão o toque feminino à equipe de 62 soldadores. Patrícia Leme é uma delas. Mantém duas jornadas ao dia, uma como profissional da ICN e outra como mãe de Letícia, de 15 anos. Na empresa, ela trabalha na soldagem das cavernas (anéis estruturais da embarcação) do submarino. Sua escolha pela profissão se deu quando buscava

seu currículo cinco grandes empresas, dentre elas a ICN. Quando questionada como é atuar em um ambiente tão masculino, a soldadora responde que é “tranquilo” e que se identifica com a área. “Tenho uma relação de respeito com os soldadores. Trocamos muito conhecimento durante o dia“. Em setembro de 2013, a ICN enviou as soldadoras à França para participar de qualificações específicas nas instalações e processos da DCNS – empresa sócia da Odebrecht e detentora da tecnologia de construção de submarinos. O objetivo foi capacitá-las durante três

trabalho e soube que a área de soldagem estava em alta entre o público feminino. Ficou interessada e fez um curso de três meses no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI). Em 2014, Patrícia completa cinco anos de atuação na área de soldagem e traz em

meses para que multipliquem o conhecimento com os demais integrantes da ICN. A qualificação consistiu em um tipo de soldagem específica : a solda orbital. A metodologia permite fazer ajustes, calibrar e validar os programas realizados no equipamento. Patrícia


participou do curso na França e afirma que o aprendizado foi muito importante. No treinamento, conheceu novas técnicas de soldagem e voltou ao Brasil ainda mais confiante para trabalhar na ICN. “Os

integrantes da DCNS estiveram disponíveis para nos auxiliar e tirar dúvidas a todo momento. Além disso, conheci peças e processos que usaremos na construção dos submarinos no Brasil”.

O dia de Patrícia Leme começa com a preparação da máquina, a verificação dos componentes do processo de soldagem e a liberação da execução do serviço

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ANGOLA Uma grande parte do efetivo feminino da Odebrecht Infraestrutura - África, Emirados Árabes e Portugal em Angola exerce funções voltadas para a construção civil, como carpinteiras, soldadoras, ferreiras e pedreiras. Para Roberval Fonseca, responsável por Equipamentos no Aproveitamento Hidrelétrico (AH) Cambambe, é preciso quebrar o paradigma de que certos trabalhos são exclusivamente masculinos. “As mulheres vêm mostrando garra e força de vontade e os desafios as tornam mais dedicadas” . Com sorriso e alegria, características das mulheres angolanas, elas contam com o apoio da família e são motivo de orgulho em casa. Amélia Fernandes Mateus sente-se realizada em atuar no projeto Biocom. Com seu trabalho paga a faculdade de Psicologia e

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sustenta seus três irmãos. “Busco me desenvolver para ser uma Supervisora de Colheita Mecanizada na Biocom”. El i s a Co rre i a Ca l u nga , i ntegra nte d a Ofi c i n a I n d u s t ri a l Eq u i p a m e nto s d o A H Ca m b a m b e , fo i a p ri m e i ra m u l h e r a t ra b a l h a r n a e q u i p e d e s o l d age m d o p ro j e to . Pa ra e l a , a d e d i c a ç ã o d o l í d e r e o a p o i o d o s i ntegra nte s fo ra m fu n d a m e nta i s p a ra s e u d e s e nvo lvi m e nto . Há três anos, Antónia Da Costa Santos é técnica média em Recursos Humanos no Vias Expressas de Luanda. “Antes, trabalhar na obra era algo difícil para nós. Hoje, vemos muitas mulheres empenhadas em diversas profissões da engenharia”. Em 2011, ela recebeu a medalha de 25 anos de Odebrecht, onde representou a mulher com mais tempo de Organização no projeto em que está.


Manuela Pedro Mendonça começou como encarregada e passou a integrar a área administrativa do AH Laúca, conciliando o trabalho

estou e sinto orgulho da educação que recebi. Hoje, consigo mais do que nunca ajudar minha família”. Manuela pretende ainda ampliar seu

com o curso de Administração de Empresas. “Sei de onde vim e onde

conhecimento e estudar Engenharia Elétrica.

Amélia Fernandes Mateus é a primeira operadora angolana de colheita de cana-de-açúcar na Biocom

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INFRAESTRUTURA ÁFRICA, EMIRADOS ÁRABES E PORTUGAL MOÇAMBIQUE Em Moçambique, Vanina Loforte Miquidade, engenheira civil no Projeto Moatize Expansão, conta que sua integração em ambientes masculinos começou na faculdade. Na época de estudante, vivenciou um movimento feminino pró-engenharia para incentivar mulheres a concluírem os cursos de engenharia, especialmente o de construção civil. “As complexidades inerentes a estas atividades sempre geram dúvidas e

desconfianças sobre a capacidade da mulher em executar estas funções, mesmo obtendo as mesmas aptidões dos homens, com responsabilidade, zelo e competência ígual ou superior”, destaca. Vanina ressalta que se sente honrada em ser um exemplo feminino no ambiente de trabalho e promover a igualdade social de gêneros. “Quero incentivar aquelas mulheres que ainda têm receio de exercerem suas atividades em um ambiente predominantemente masculino”.

Vanina Loforte Miquidade, engenheira civil no Projeto Moatize Expansão

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INFRAESTRUTURA - AMÉRICA LATINA

COLÔMBIA Tilcia Ochoa é oficial de pavimento no Consórcio Construtor Ruta del Sol (CONSOL) - Trecho Norte. Para ela, são muitos os benefícios e vantagens de ser mulher e desempenhar cargos em obras civis. “Minha família sente orgulho de mim. Desde 2011, quando integrei o consórcio, aprendi coisas que jamais imaginaria poder exercer. Isso tornou-se um desafio e hoje vejo os resultados”. Adriana Quintero lidera uma equipe de 37 integrantes, no CONSOL - Trecho Norte, onde

90% são homens. “Parecia impossível que uma mulher pudesse coordenar uma equipe predominantemente masculina. Esta é a minha realidade e agradeço a meus líderes por acreditarem em mim e na minha capacidade”. Cláudia Patricia Escobar é mestre de obras no trecho Sul do CONSOL. “Tenho como desafio continuar me capacitando e dando o melhor de mim para mostrar a todos que com amor, empenho e valentia, as mãos femininas também constroem o projeto de infraestrutura viária mais importante da Colômbia”.

Para os integrantes com quem trabalha, Claudia Patricia Escobar é um exemplo de liderança

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ARGENTINA Carla Dapice integra há cinco meses o Consórcio Nuevo Sarmiento (CNS), projeto realizado pela Odebrecht Infraestrutura América Latina na Argentina. Para ela, o companheirismo existente entre os integrantes, homens e mulheres,

em seu ambiente de trabalho contribui para que não haja preconceitos. Entre seus objetivos de vida estão o desejo de crescer profissionalmente e construir sua família, aprendendo a equilibrar sua vida profissional com a de mãe.

EQUADOR Flor González, tesoureira no projeto Trasvase Daule-Vinces, realizado em Guayas, destaca que o “toque feminino” é uma importante ferramenta no ambiente de trabalho, mas a presença masculina também contribui. “Homens são mais contidos na forma de se expressar e ajudam as mulheres a

“Ser mulher nos concede serenidade para solucionar da melhor forma os desafios e conflitos” - Maristela Carvalho , do Projeto Hidrelétrico Manduriacu

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desenvolverem virtudes como o controle emocional”. Para Maristela Carvalho, responsável por Sustentabilidade no Projeto Hidrelétrico Manduriacu, as dificuldades existem e trazem às mulheres o desafio de serem profissionais para superá-las. “Quando fazemos o que gostamos, os problemas tornam-se lições aprendidas e nos ajudam a crescer”.


PERU Rolinda Condezo, integrante da oficina de ferragem da Central Hidrelétrica de Chaglla, encontrou um ambiente de trabalho desafiador que tem ajudado a reconhecer e desenvolver suas capacidades. “Me sinto orgulhosa pelo meu trabalho, ele é a prova de que consigo realizar tudo o que me proponho a fazer. Todos os dias cresço como pessoa e como mulher”. O projeto Avenida Evitamiento, do Consórcio Vías de Cusco, integra a operadora de máquina compactadora, Clara Huamán. Mãe de três filhos, dirigir o veículo pesado não a intimida. “As mulheres também podem. Sou feliz com meu trabalho e me supero a cada dia”. Rolinda Condezo Tolentino, integrante da Central Hidrelétrica de Chaglla

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RONDÔNIA Eliana Xavier Miranda Araújo, operadora de Lançador Telescópico, na Usina Hidrelétrica ( UH E ) Santo Antônio, concilia diversos papéis : ser mãe, esposa, filha e profissional. Nascida em Bacabau, Maranhão, a integrante deixou a sua cidade em busca de novas oportunidades e com o sonho de ser operadora de equipamentos pesados. Na UH E Santo Antônio, projeto da Odebrecht Infraestrutura - Brasil em Rondônia, teve a oportunidade de aprender a operar uma bomba Partek – jato de água de alta pressão que serve para limpeza da superfície já concretada antes de receber uma nova camada de concreto. Foi também operadora de Lançador Telescópico (Telebelt) – equipamento com cerca de 35 toneladas e 38 metros, utilizado no processo de concretagem. Com cerca de cinco anos de obra, a integrante comemora suas conquistas : “Era o que eu queria. A mulher não é apenas capaz de pilotar uma casa, mas também um Telebelt ” .

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Sempre maquiada e de unhas feitas, a operadora espera seguir de obra em obra, mostrando seu talento e a capacidade feminina no mercado de trabalho. “Vejo a obra como uma grande oportunidade e reconhecimento do meu trabalho”.

Eliana Xavier Miranda Araújo considera o trabalho em equipe seu principal aprendizado na obra


RIO DE JANEIRO A construção civil no Brasil está em constante evolução e uma das mais perceptíveis é a presença das mulheres. Habilidosas, caprichosas e detalhistas elas vêm se destacando e encontram no segmento de construção uma forma de ganhar mais dinheiro, comparado a profissões tradicionalmente femininas. Valdicéia Souza de Araujo trabalhava como manicure em Itaguaí, Rio de Janeiro, quando conheceu o Programa Acreditar da Odebrecht e teve a oportunidade de ingressar no PROSUB-EBN – projeto que construirá o estaleiro e a base naval para fabricar submarino de propulsão nuclear. As mãos de Valdicéia dão um toque caprichoso aos serviços de acabamento do projeto. “Pra mim, que faço unha, cabelo e maquiagem, a atenção aos detalhes é fácil” . Após um ano e meio no contrato, ela recebeu a oportunidade de assumir a liderança de uma equipe de armação. “Para uma mulher, ter o trabalho reconhecido na obra é um passo importante para o desenvolvimento. Muitos acham

que não somos capazes ou fortes para este trabalho, mas sou a prova de que somos”.

Valdicéia Souza de Araujo não descuida da aparência nem usando os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs)

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INFRAESTRUTURA - BRASIL

MATO GROSSO A maior grua da construção civil em operação no mundo está na UHE Teles Pires – usina em construção na divisa do Mato Grosso e Pará – e é operada por uma mulher, Dejane Lima Pardal. O equipamento tem 79 metros de altura e capacidade para içar até 60 toneladas a 32 metros. Dejane, mãe de dois filhos, chegou no projeto em junho de 2012, do Pará, para a função de sinaleira. Ela conta que quando viu a grua pela primeira vez, ficou encantada com o equipamento e passou a se dedicar ao sonho de operá-lo. “Quando vi a grua, ainda em fase de montagem, decidi que o que eu realmente queria era dirigir aquele gigante de aço”. Com o apoio de seus líderes, participou de um curso de gruas e guindastes e, há um ano, opera o equipamento, transportando por dia cargas que somam cerca de 100 toneladas. “Operar a grua é uma sensação inexplicável, é o que eu mais amo fazer”.

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Na UHE Teles Pires, Dejane Lima Pardal opera a maior grua do mundo da construção civil


ÓLEO E GÁS

Em janeiro, a Odebrecht Óleo e Gás ganhou sua primeira gerente de plataforma: Clarisse Rodrigues, de 33 anos. Natural de Belo Horizonte (MG), ela possui duas graduações em engenharia (Civil e de Petróleo), além de uma pós-graduação e um mestrado. “De início, minha família se espantou com minha decisão de atuar na indústria offshore. Onde nasci, a maioria das pessoas acaba indo para a área de mineração ou metalurgia”. Para ela, no mercado de petróleo o maior desafio é saber lidar com

pessoas. “Significa saber o que cada um pode fazer e influenciar para que façam bem a sua parte. A humildade é importante também para aprender todos os dias e, a partir daí, melhorar sempre”. Clarisse conta que sente-se lisonjeada, mas acredita que a distinção entre gênero é mais cultural do que real. “Quando vejo mulheres em cargos importantes pela primeira vez, sei que é um grande feito, mas assim como também seria para um homem. Acredito na meritocracia, independe do gênero”.

Clarisse, à esquerda, começou sua carreira na Odebrecht Óleo e Gás em 2008, como Jovem Parceira. Hoje, é líder das operações da plataforma semissubmersível NORBE IX, na Bacia de Campos

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ARENAS Engana-se quem pensa que o mundo do futebol é essencialmente masculino. Com flexibilidade, doçura e organização para resolver as questões mais delicadas, três jornalistas enfrentam o desafio de liderar a área de Comunicação das arenas operadas pela Odebrecht Properties. Na Itaipava Arena Fonte Nova desde as obras de reconstrução do então estádio, Carine Aprile destaca que o desafio de atuar em um mundo predominantemente masculino é grande, mas não intimida. “É instigante e traz novos aprendizados a cada dia. Temos que lidar – no caso da imprensa – com um público específico de radialistas e comentaristas esportivos, que tem uma linguagem e um modo de trabalhar bem peculiar”. A motivação vem também do orgulho de pertencer a um ponto turístico do Estado onde nasceu. “Pensar que estou à frente do primeiro equipamento multiuso da Bahia me dá um frio na barriga, tamanha responsabilidade envolvida. Mas é essa sensação que me impulsiona”. Mariana Scalzo lidera a equipe de comunicação do estádio do Maracanã e encara o desafio de

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cuidar da imagem do ícone do futebol no Brasil. “É sempre uma conquista trabalharmos e sermos reconhecidas nestes espaços. Pode parecer incrível, mas, muitas vezes, os homens ainda se surpreendem em ver uma mulher neste meio”. Para Mariana, todo o cuidado é pouco na hora de lidar com a paixão e a expectativa de quem frequenta o Maracanã: “O tempo todo falamos com nosso público: torcedor, turista ou quem vem realizar o sonho de conhecer o Maracanã! Elas precisam ter informações precisas, prestação de serviços, entretenimento, cultura, e não existe certo ou errado para isso”. Julia Ferreira Kacowicz é a responsável por Comunicação da Itaipava Arena Pernambuco. Antes de assumir a função na Odebrecht, escrevia também para uma editoria de Veículos, por isso, não foi a primeira vez que atuou em um ambiente tido como masculino. Para ela, a chegada das arenas trouxe mudanças em diversas esferas “A cobrança é gigante e tem a mesma dimensão da paixão dos brasileiros por futebol. Está sendo um desafio muito positivo e de grande aprendizado”.


Carine Aprile, Julia Kacowicz e Mariana Scalzo: espaรงo feminino conquistado no mundo do futebol

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PROPERTIES MINAS GERAIS Christini Kubo, diretora de Investimentos da Inova BH, em Minas Gerais, ingressou na Organização há 11 anos, na Braskem. Percorreu a área financeira da então Odebrecht Investimentos em Infraestrutura e Construtora Norberto Odebrecht, e da Odebrecht Óleo e Gás e Odebrecht Trans Port. “Uma oportunidade levou à outra, até que houvesse o convite para atuar na Linha, na Odebrecht Properties” . Para ela, ser mulher na Odebrecht é constatar que o grande talento valorizado pela Organização é a capacidade de empresariar e ter eficácia na geração de resultados. “Na maioria das situações de trabalho, sou a única mulher entre muitos integrantes. Na maioria das vezes, ninguém se dá conta disso, passa despercebido até para mim” .

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Christini Kubo destaca que o dinamismo da empresa e sua imensa capacidade de oferecer novos desafios permitiram a ela crescer como profissional e principalmente como pessoa


REALIZAÇÕES IMOBILIÁRIAS BAHIA Janice do Rosário Silva é encarregada de Rejunte e Limpeza, nas obras do Parque Tropical, em Salvador. “Minha equipe de rejunte é composta apenas por mulheres, o que garante que o trabalho seja feito com cautela”, avalia. “O rejunte deve ser realizado com cuidado e atenção, afinal é uma das últimas etapas até entregarmos a unidade para o cliente”.

Para ela, trabalhar em um ambiente predominantemente masculino não interfere em seu desempenho. “Alguns integrantes se incomodam com o fato de uma encarregada ser mulher, mas isso não atrapalha o trabalho. Vamos chegando aos poucos e conquistamos nosso espaço”. Ela declara que não se sente “melhor ou pior” em ser mulher. “A Odebrecht é uma empresa que oferece oportunidade para todos”.

“Cada vez mais tenho certeza do nosso espaço para crescer e ser reconhecida no mercado de trabalho” – Janice do Rosário Silva

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REALIZAÇÕES IMOBILIÁRIAS DISTRITO FEDERAL Elizangela Alves da Natividade Soares trabalhava como diarista em casas de família, quando, em 2011, uma amiga lhe apresentou uma oportunidade de trabalho no Jardins Mangueiral, a primeira Parceria Público-Privada habitacional do Brasil, em construção

se tratava, mais fui me adaptando às atividades e hoje não me vejo fazendo outra coisa”. Elizangela acredita que não há distinção em relação aos homens para as atividades que desenvolve. “Os encarregados sempre me indicam cursos de capacitação na

pela Odebrecht Realizações Imobiliárias, no Distrito Federal. “Quando comecei a trabalhar na construção civil, não imaginava do que

área de construção civil. Sinto que gostam de trabalhar comigo, pois sou dedicada e detalhista. Coisa de mulher”, destaca.

TRANSPORT PERNAMBUCO

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Na Concessionária Rota do Atlântico, ativo da Odebrecht TransPort, Rafaela Araújo, engenheira civil, lidera a área de

“Somos mais detalhistas, criteriosas e organizadas. Não esperamos ser cobradas, queremos cuidar dos detalhes

Operações. Convive com um número grande de homens e ao longo dos anos percebeu que as mulheres são mais focadas e dedicadas: “Inclusive em situações do dia a dia, em que é preciso superar desafios ou solucionar problemas”, analisa. Hoje, ela lidera homens e mulheres e observa que o diferencial feminino é sempre entregar além do que foi pedido.

e nos antecipar, com determinação e comprometimento”. Ela divide seu dia entre o trabalho e outras duas paixões: seu filho Vitor, de sete meses, e seu marido. “Na vida pessoal, sou tão determinada e cuidadosa quanto para o trabalho. Essa dedicação feminina é importante para os dois ambientes e a mulher sabe conciliar as tarefas”.


TRANSPORT RIO DE JANEIRO Maria Dulce de Castro lidera quatro homens e uma mulher na área de Segurança do Tráfego da SuperVia. Engenheira eletricista, em 1979, ela foi a primeira mulher a trabalhar na oficina da empresa para realizar serviços como instalar equipamentos nos trens, e

Para ela, não há diferença de capacidade entre os gêneros para o trabalho. “Independente do ambiente em que você está, o fluxo entre pessoas se dá pelo respeito mútuo”. Dulce acredita que se há algum diferencial para a mulher, é a intenção de proteger, quase que por extinto. “Nós mulheres trazemos um pouco do

conta que percebeu a resistência dos homens e também de outras mulheres, que faziam atividades mais “delicadas”.

afeto maternal de cuidar de pessoas. Esse toque feminino faz a diferença no meio do monte de ferro, brita e dormente”.

“A liderança flui pelo respeito ao trabalho” – Maria Dulce de Castro.

Na foto, Maria Dulce lidera o Simulado de Acidente da SuperVia, em 2012. Mais de 500 pessoas participaram da ação

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conquista

E

m janeiro, a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa MG) assinou o contrato de Parceria PúblicoPrivada (PPP) com a Odebrecht Ambiental para operação e manutenção do Sistema Rio Manso, em Minas Gerais. A unidade corresponde a 28% da demanda de água tratada da Região

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Metropolitana de Belo Horizonte. Com a parceria, a Copasa prevê ampliar a oferta de água potável na região de 362,8 milhões, para 501,12 milhões de litros por dia. A PPP terá duração de 15 anos, dos quais dois serão dedicados ao projeto de ampliação e modernização do Sistema Rio Manso, que será realizado pela Odebrecht Infraestrutura - Brasil.


O volume adicional de água potável tratada no Sistema Rio Manso após a ampliação será capaz de atender a um aumento de demanda correspondente a 635 mil pessoas por dia

As obras compreendem a expansão da estação de tratamento de água (ETA), das subestações elétricas e elevatórias de água bruta e tratada; a duplicação da adutora em aproximadamente 16 quilômetros; uma central geradora de energia elétrica, capaz de mitigar parte dos custos de energia no sistema; e reservatórios com capacidade total de 45 mil m³, que funcionarão

prioritariamente nos horários de maior consumo. O contrato com a Odebrecht Infraestrutura - Brasil prevê ainda a construção de um moderno centro de operação regional com tecnologia de ponta. O Sistema Rio Manso está instalado em uma bacia de 67 mil hectares (ha), localizada nos municípios de Brumadinho, Rio Manso, Itatiaiuçu, Bonfim e Crucilândia.

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rápidas

Novo complexo multiuso para Santos Em 18 de fevereiro, a Odebrecht Realizações Imobiliárias apresentou o The Blue Officemall, primeiro empreendimento multiuso do Negócio em Santos, São Paulo. O conceito é tendência em grandes metrópoles e reúne uma torre comercial de 14 andares e 481 salas, e um shopping de três andares e 58 lojas. Parceria com a Franz Incorporadora, o condomínio está localizado em uma das principais vias da cidade, que liga a Orla ao Centro e está em fase final de obras. Mais de 300 pessoas, entre clientes, integrantes e imprensa, estiverem presentes no evento, que contou com a apresentação de

um dos maiores pianistas do mundo e principal intérprete do músico Bach, o maestro brasileiro João Carlos Martins, junto com seu sexteto e tenor. “O The Blue Officemall atende a uma região que está em pleno processo de expansão. O empreendimento multiuso garante comodidade e segurança ao oferecer salas comerciais totalmente estruturadas e o conforto de um mall, com lojas e praça de alimentação”, ressalta Marcello Arduin, diretor Regional da Odebrecht Realizações Imobiliárias em São Paulo, para as regiões de Santos, ABC e Litoral.

O empreendimento é um marco para a cidade por disseminar a característica de complexo multiuso

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As obras da Unidade Paraguaçu do Enseada Indústria Naval finalizaram fevereiro com o marco de 55% de conclusão

Estaleiro Unidade Paraguaçu em destaque Em 25 de fevereiro, os principais executivos da Enseada Indústria Naval visitaram o canteiro de obras da Unidade Paraguaçu, localizada em Maragojipe, Bahia. Estiveram presentes os membros do Conselho de Administração do Negócio Márcio Faria, Renato Baiardi, Luis Villar e Rogério Araújo; o diretor executivo e o vice-diretor executivo da Enseada, Fernando Barbosa e Guilherme Guaragna, respectivamente; Humberto Rangel, diretor de Relações Institucionais e Sustentabilidade; Silvio Zen, diretor de Implantação; José Luis Coutinho, diretor de Contrato; Ricardo Lyra, líder de Pessoas & Organização; e Fábio Gandolfo, diretor-Superintendente da Odebrecht para o empreendimento; além de gerentes e coordenadores da Enseada e do Consórcio Estaleiro Paraguaçu (CEP), responsável pelas obras da unidade. Fernando Barbosa apresentou o atual estágio da obra, bem como o andamento da construção das Unidades Paraguaçu e São Roque, na Bahia,

e Inhaúma, no Rio de Janeiro. O diretor executivo da Enseada Indústria Naval abordou ainda o desenvolvimento do município de Maragojipe, destacando a cadeia de fornecedores e a mãode-obra local, que hoje conta com 70% de integrantes da região, inclusive os que estão no Japão, em treinamento no Estaleiro Sakaide, da Kawasaki. Para Luis Villar, o projeto é também transformador: “Futuramente, será um polo de alta tecnologia. Esse é o grande desafio. Para isso, será necessário o apoio de todos [população, governo, empresas]. Estamos fazendo uma obra sofisticada e complexa e conseguindo demonstrar a competência de fazer bem feito e no prazo”. Renato Baiardi destacou a importância do negócio para a região. “Esse é um empreendimento que está gerando oportunidades de trabalho e renda para a população. Além disso, estamos participando da retomada da indústria naval no Brasil e do desenvolvimento dessa região”.

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Bom desempenho retratado em livro

Foram distribuídos 500 exemplares do livro 10 Anos Projeto Braskem, a executivos e integrantes da Organização e entidades do governo local

A Odebrecht Engenharia Industrial celebrou o lançamento do livro 10 Anos Projeto Braskem em comemoração aos anos completados pelo projeto, realizado em Camaçari, na Bahia. A publicação mostra a trajetória do projeto e enfatiza a principal característica do empreendimento, de formar pessoas da comunidade e integrantes. “Ao longo desses anos, o desempenho e qualidade do Projeto Braskem foram condecorados com diversas premiações, tanto da sociedade como empresariais, que ressaltam o nosso respeito com o próximo em tudo o que fazemos”, ressalta Luís Ubirajara, diretor de Contrato. Ele destaca que o grande propulsor do sucesso do empreendimento foi o Mais Ação,

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um programa motivacional que buscou capacitar profissionalmente e desenvolver socialmente os integrantes. O Projeto Braskem teve início em 2004, atuando no segmento de montagem industrial, principalmente em eventos de “parada” da unidade da Braskem. As atividades são específicas para o contrato de aliança firmado entre Odebrecht Engenharia Industrial e Braskem para a Gestão de Paradas e Gestão de Investimentos das Unidades de Negócios da Braskem. É considerado um negócio de grande porte em função da equipe mobilizada nos picos de serviço, podendo chegar a 4.000 integrantes. Durante o ano, o projeto tem em média 1.200 pessoas atuando no contrato.


Início do curso da água Em 21 de fevereiro, a Concessionária Trasvase Olmos (CTO) iniciou a entrega de água a 1.600 hectares do Vale Viejo de Olmos, no Peru, após a autorização da Autoridad Autónoma del Agua (AAA) do país. A empresa pertence à Odebrecht Infraestrutura - América Latina e é responsável por distribuir a água do Rio Huancabamba por meio do sistema de captação em construção pelo projeto Irrigación Olmos, também realizado pelo Negócio.O início do serviço foi antecipado para atender agricultores impactados pela intensa seca que atinge as comunidades de La

Juliana, El Imperial, Filoque e Nitape, em Lambayeque. Giovanni Palacios, diretor de Contrato do projeto Irrigación Olmos, explica que a água será levada até o Rio Lajas, afluente do Rio Olmos, e entregue no reservatório em La Juliana, de onde parte os canais de irrigação dos agricultores beneficiados.

Conheça as obras que compõem o projeto Irrigación Olmos.

Desde a inauguração do túnel Transandino, em 2011, esta foi a primeira vez que a água passou pela estrutura. A iniciativa contribui para amenizar a seca que atinge o norte do Peru

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Prolongamento da rodovia SP-083 A Concessionária Rota das Bandeiras, ativo da Odebrecht TransPort em São Paulo, deu início à segunda etapa das obras de prolongamento do anel viário Magalhães Teixeira (SP-083), em 24 de fevereiro. O trabalho é realizado no acesso à Rodovia dos Bandeirantes (SP-348). Quando finalizado, o trevo, localizado no km 18 da SP-083, vai contar com dois viadutos,

O prolongamento da Magalhães Teixeira prevê 5,8 km de vias que irão ampliar o acesso ao Corredor Dom Pedro e ao sistema Anhanguera-Bandeirantes, facilitar o deslocamento dos moradores da região de Campinas e fomentar a economia local. Hoje, cerca de 45 mil veículos circulam diariamente pelos 12 km de extensão do anel viário, entre as rodovias D. Pedro I (SP-065) e Anhanguera.

um em cada sentido da rodovia, e quatro alças de acesso. No trecho entre o km 12, no entroncamento com a Rodovia Anhanguera (SP-330), e o km 18, na Rodovia Bandeirantes, serão construídas duas passagens inferiores, um viaduto no km 14 e uma ponte sobre o Rio Capivari, no km 17.

Para a Rota das Bandeiras, trata-se de umas das maiores obras a serem realizadas nos 30 anos de concessão, de importância semelhante às marginais da rodovia D. Pedro I (SP-065) em Campinas e a duplicação da rodovia Engenheiro Constâncio Cintra (SP360), que liga Itatiba a Jundiaí.

O prolongamento do anel viário Magalhães Teixeira receberá investimento de R$ 158,8 milhões, custeados pela Rota das Bandeiras

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O novo trem é parte de uma compra de 10 composições nacionais que chegarão ao Rio ao longo do ano. Serão 80 novos carros em circulação

SuperVia recebe terceiro trem Em 27 de fevereiro, a SuperVia, empresa da Odebrecht TransPort, no Rio de Janeiro, recebeu o terceiro trem da das dez unidades nacionais que compõem a nova frota. A composição de oito carros está em fase de montagem, na Unidade Industrial de Deodoro, localizada na Zona Oeste da cidade. O processo de renovação da frota da SuperVia, iniciado em 2012, também conta com a chegada de 280 carros

chineses, adquiridos pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro. Os dois primeiros trens devem entrar em circulação em março deste ano. As unidades estão em período de testes no trecho de Japeri que, por ser reto e plano, favorece as avaliações de velocidade para aceleração e desaceleração dos carros. Os procedimentos incluem ainda testes nos sistemas de tração, freios e portas.

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rápidas

Ícone para celebridades Em 8 de fevereiro, o Maracanã, ativo da Odebrecht Properties, recebeu o tetracampeão mundial de futebol, Mario Jorge Lobo Zagallo, para assinar o Livro de Ouro do estádio, que registrará a visita de atletas consagrados e personalidades ilustres no espaço. No dia 26, foi a vez do maior artilheiro da história do Maracanã, Zico, assinar o livro. O ex-jogador demonstrou alegria ao

ser homenageado. “Aqui sempre foi a minha segunda casa. Com muito orgulho e satisfação deixo meu registro e minha gratidão”. João Borba, presidente do Maracanã, acompanhou a cerimônia. “Zico construiu uma história significativa no estádio. É um presente para nós tê-lo em nosso livro, reservado para pessoas especiais como ele”. O Maracanã recebeu também o ciclista britânico Andy Smith, que está percorrendo de bicicleta as 12 cidadessedes da Copa do Mundo de 2014, em um trajeto de aproximadamente 9 mil km. A viagem tem o objetivo de arrecadar doações para projetos sociais ligados ao fomento da prática esportiva, por meio do projeto Smudger Samba Cycle - Charity Ride Brazil 2014. O ciclista foi recepcionado por Luis Silva, diretor de Operações do Maracanã, e a cônsul-geral do Reino Unido no Rio de Janeiro, Paula Walsh. “Ficamos felizes de poder colaborar com o projeto social de Andy Smith”, declarou Luis Silva. Andy conheceu a infraestrutura do estádio e a Tribuna de Honra e andou de bicicleta ao redor do gramado, pela área de grama sintética. “Agradeço a oportunidade de estar aqui. É uma honra poder estar do outro lado dos assentos”, comentou Andy.  “Toda vez que piso no Maracanã a emoção é grande. Não tenho a dúvida que esta é a minha casa e que aqui fiz minha felicidade”, destaca Zagallo, que pediu especialmente para a segunda página ser dedicada ao Zico

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Nossa Cultura, Nossa Marca Cartão de visita O cartão de visita também é um meio de divulgação da nossa marca e segue a nova identidade visual da Odebrecht. Ele deve ser confeccionado seguindo algumas especificações. Formato: 85x55 mm. Tipo de papel: couchê fosco, 300g/m2, ou similar. Tipo de impressão: relevo silkscreen com tinta vinílica; 2x1 cores, com laminação fosca no verso. Cores: Vermelho Odebrecht (Pantone: 485C; C0 M100 Y100 K0) e Grafite Odebrecht (Pantone: Cool Gray 9; C0 M0 Y0 K70) Modelos: no Território da Marca da Organização Odebrecht estão disponíveis para download os modelos convencional, bilíngue e com dois ou mais endereços. As opções de modelo podem variar de acordo com o Negócio.

Exemplo: modelo convencional Cartão Frente

.

Cartão Verso

Fique atento: • Não altere o layout e não adicione informações ou elementos gráficos na frente ou no verso do cartão. • A impressão da logomarca em verniz é opcional. • A impressão do verso do cartão é opcional. Utilize o modelo ou apenas o fundo branco, sem qualquer informação – exceto no modelo bilíngue. • Adicionar os endereços das Redes Sociais no verso é opcional. Para conferir esta e outras orientações acesse o Território da Marca:

www.odebrecht.com/territorio

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Revitalização

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Porto Maravilha celebra novas etapas

N

o início deste ano, o processo de revitalização da região portuária do Rio

de Janeiro, Porto Maravilha, entrou em uma nova fase. O empreendimento conta com a sinergia de quatro Negócios da Organização: à frente da coordenação está a Odebrecht Properties, na composição da Concessionária Porto Novo, responsável pela administração urbana da região por 15 anos; a Odebrecht Infraestrutura Brasil atua nas obras civis por meio do consórcio Porto Rio; a Odebrecht TransPort integra a Concessionária VLT Carioca S.A. para a operação do novo meio de transporte urbano que passará pelo bairro, o Veículo Leve Sobre Trilhos; e a Odebrecht Realizações Imobiliárias constrói um hotel e o complexo

multiuso Porto Atlântico. Uma das maiores Parcerias Público-Privadas (PPPs) do Brasil, em construção desde 2011, o Porto Maravilha beneficiará cerca de 100 mil pessoas, em média, que circulam pela região, além de aproximadamente 25 mil que moram e trabalham no local. A expectativa é que esse número chegue a 100 mil pessoas em 20 anos. “A região deve se transformar em um dos mais importantes polos de ativos para a Odebrecht Properties, desde a nova sede da Organização no Rio até prédios corporativos e públicos (hospitais e escolas, por exemplo). O Porto Maravilha pode também oferecer espaço a novos empreendimentos na área de entretenimento (como centros de convenções e arenas)”, conta Geraldo Villin, diretorSuperintendente de Propriedades Públicas na Odebrecht Properties.

O Porto Maravilha revitaliza cerca de 5 milhões de m², na região portuária do Rio de Janeiro. Suas obras estão 50% concluídas

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ADMINISTRAR O BEM COMUM

A Concessionária Porto Novo S.A. – que tem como acionistas a Odebrecht Properties (37,5%), a Construtora OAS Ltda. (37,5%) e a Carioca ChristianiNielsen Engenharia (25%) – é responsável pela realização das obras e prestação de serviços contínuos, com o intuito de revitalizar a região portuária do Rio de Janeiro. Os serviços incluem segurança, manutenção e conservação de áreas públicas, galerias de drenagem, coleta de lixo, entre outros. Para isso, a empresa tem estudado e pesquisado soluções inteligentes e sustentáveis no Brasil e em outros países que podem ser adaptadas e aplicadas na operação urbana.

A coleta de lixo, por exemplo, foi inspirada no modelo de coleta seletiva com armazenamento subterrâneo, onde o lixo dos recipientes públicos são descartados diretamente em grandes latões, localizados abaixo do asfalto. O sistema otimiza o trabalho de limpeza pública e reciclagem e desobstrui calçadas. O controle do tráfego também é responsabilidade da Porto Novo, que criou um sistema de monitoramento para as vias da região. Com um Centro de Controle de Operações próprio, a concessionária apoia a CET-Rio e mantem contato direto com o Centro de Operações Rio, da prefeitura, para complementarem-se no monitoramento do local.

Inspirado em experiências europeias, o modelo de coleta seletiva de lixo que está sendo implantado no Porto Maravilha é considerado inovador no Brasil

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EVOLUÇÃO CONTÍNUA

Maravilha e da adutora que ligará o Reservatório do Pedregulho ao Em 17 de janeiro, foi iniciada Reservatório do Morro do Pinto, a segunda fase da remoção além de toda a rede de galerias do Elevado da Perimetral, que de águas pluviais e do coletor de permitirá o avanço das obras dos esgoto. túneis da Via Expressa, hoje com Em 16 de fevereiro, o Mergulhão 537,2 metros escavados. da Praça XV, importante via que Diferente da primeira etapa, liga a zona Sul à zona Norte, foi que foi implodida, o restante fechado e a circulação de carros do Elevado da Perimetral será desmontado pela equipe de obras, particulares na Avenida Rio devido à proximidade da estrutura Branco, uma das principais vias do centro da cidade, paralisada. com prédios residenciais e comerciais. No dia 25 de janeiro, o A interdição foi necessária para último trecho do elevado também readequar o traçado atual dessas foi interditado para dar sequência avenidas e incorporá-lo ao túnel da nova Via Expressa. ao desmonte. Para a Via Binário do Porto, a A retirada da estrutura abre equipe dedica-se à finalização espaço para a continuidade da do túnel, prevista para o segundo implantação do novo sistema semestre de 2014. de mobilidade urbana do Porto

A retirada do Elevado da Perimetral foi dividia em três fases. Hoje, a equipe de cerca de mil pessoas atua na remoção do segundo trecho

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SALA DE VISITAÇÃO DO MUSEU DO AMANHÃ Um dos principais legados da Operação Urbana Porto Maravilha, o Museu do Amanhã está sendo erguido no Píer Mauá, à margem da Baía de Guanabara. Para antecipar a expectativa

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do novo espaço cultural e seu conteúdo, foi inaugurada, em 19 de fevereiro, a sala de visitação do Museu do Amanhã. A atração foi instalada no canteiro de obras e organizada pela equipe de curadoria do museu, que tem como patrono


a Fundação Roberto Marinho. O espaço pretende levar o público a refletir sobre o impacto de suas ações no planeta por meio de conteúdo interativo. No centro da sala de visitação, há uma mesa com um jogo de perguntas e respostas que

apresenta questões como as mudanças climáticas, a biodiversidade e o crescimento populacional e das cidades. Espalhados pela sala, dez tablets aprofundam o conhecimento sobre os temas abordados no jogo e apresentam detalhes sobre o

A sala de visitação do Museu do Amanhã foi aberta ao público no dia 20 de fevereiro. O espaço conta com uma equipe de educadores para o acompanhamento das atividades e também recebe grupos escolares

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projeto curatorial e a expografia do museu. Uma maquete do prédio completa o ambiente, além do mapa da região do Porto Maravilha que detalha as modificações pelas quais o local vem passando com o processo de revitalização. “A abertura da sala aproxima as pessoas do conceito central do Museu do Amanhã: o amanhã não é uma data no calendário ou um lugar onde vamos fatalmente chegar, o amanhã é uma construção que realizaremos como pessoas, cidadãos e membros da espécie humana”, destaca o curador Luiz Alberto Oliveira. Ele completa que a narrativa do museu, refletida na sala de visitação do projeto, convida o visitante a pensar sobre as escolhas que fazemos hoje e que moldarão diferentes “amanhãs” possíveis. “Se empreendermos certas ações, configurações futuras serão favorecidas. Reconhecer que

nosso futuro comum se acha em aberto é o primeiro passo para lidarmos com os desafios e oportunidades que nos aguardam nas próximas décadas”. Estiveram presentes na cerimônia de inauguração da sala de visitação, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes; o secretário municipal da Casa Civil, Pedro Paulo; o secretário municipal de Cultura, Sérgio Sá Leitão; o presidente da Concessionária Porto Novo, José Renato Ponte; o presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro, Alberto Silva; o subsecretário de Projetos Estratégicos e Concessões de Serviços Públicos e Parcerias Público-Privadas, Jorge Arraes; o presidente da Fundação Roberto Marinho, José Roberto Marinho; e o presidente do Santander, Jesús Zabalza, patrocinador do Museu do Amanhã.

A sala de visitação do Museu do Amanhã tem entrada gratuita e está aberta de terça a domingo, das 10h às 17h.

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UM ESPAÇO DIFERENTE

Com inauguração prevista para março de 2015, o Museu do Amanhã será um espaço de ciências diferente. Os museus de ciência atuam normalmente em duas linhas: uns exploram os vestígios do passado, como os de história natural; e outros se voltam para evidências e experiências do presente, como os de ciência e tecnologia. O Museu do Amanhã propõe uma terceira via, a de explorar possibilidades. O público será estimulado a examinar o passado, manipular as várias tendências da atualidade e imaginar futuros possíveis para os próximos 50 anos, por meio de ambientes audiovisuais, instalações

interativas e jogos. Assim, o Museu conduzirá a uma reflexão sobre os sintomas da nova era geológica do Antropoceno, na qual o homem se tornou uma força capaz de alterar o clima, degradar biomas e interferir em ecossistemas. Serão cerca de 30 mil m² com jardins, espelhos d’água, ciclovia e área de lazer. Nessa estrutura, 15 mil m² serão dedicados ao prédio, que terá em sua arquitetura itens sustentáveis pela utilização de recursos naturais, como a água da baía para a climatização do interior e um telhado que se movimenta de acordo com a posição do sol para abastecer as placas de energia solar.

O projeto arquitetônico do Museu do Amanhã foi concebido pelo arquiteto Santiago Calatrava

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Identidade Visual

Novo nome, nova marca: OLEX agora ĂŠ OSE 50


Integrantes do Terminal Penha da OSE, no Rio de Janeiro. O grupo exibe o novo nome e a nova marca da empresa auxiliar da Organização, responsável por apoiar os projetos em serviços de exportação

O

ficializada em fevereiro, a mudança de nome, marca e identidade visual da então Odebrecht Logística e Exportação (OLEX ) para Odebrecht Serviços de Exportação ( OSE) representa mais um marco relevante para os

integrantes da empresa criada há cerca de 30 anos como base de apoio a projetos internacionais. Esta é uma nova etapa da história que vem sendo conduzida com espírito positivo e construtivo por toda a equipe.

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Para Mauro Rehm, líder da OSE, a mudança expressa uma transformação importante: a OSE tornou-se uma empresa auxiliar, juntando-se à Odebrecht Corretora de Seguros ( OCS ), Odebrecht Previdência ( antiga Odeprev), Odebrecht Comercializadora de Energia

empresas da Odebrecht”, ressalta Mauro Rehm. A mudança teve um significado especial principalmente para os integrantes da OSE. “Quando cheguei, há cerca de oito anos, éramos conhecidos como OLEX, a base de apoio. Hoje, vejo

( OCE) e Odebrecht Engenharia de Projetos (OEP ). O início dessa fase também reforça a parceria e o compromisso em potencializar o conceito de Organização de acordo com a Visão 2020. “A atuação de uma empresa auxiliar deve pautar-se pelo domínio de competências específicas para atender a mais de um Negócio da Organização. Portanto, precisamos influenciar para expandir de forma mais incisiva a nossa atuação nas diversas

que crescemos e ganhamos corpo. Sinto-me privilegiada por fazer parte desse momento de mudança. Estamos juntos, trabalhando para alcançar a Visão 2020 com a Organização” , conta Jordana Romão, da área de Finanças da OSE, no escritório do Rio de Janeiro.

E N VO LV I M E N TO D OS I N T EG RA N T E S Para que toda a equipe estivesse alinhada sobre o novo momento da empresa, no dia 24 de fevereiro, os integrantes

Além do novo nome, a OSE adotou a monomarca da Organização, que traz o Vermelho Odebrecht dentro de um boxe com o descritivo nomeando a empresa

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do escritório de Botafogo e dos terminais Penha, no Rio de Janeiro, e Santos, em São Paulo, foram recebidos de um jeito diferente. Em suas mesas de trabalho encontraram novas placas de identificação, camiseta e

caneta, com a nova identidade visual. Na parede do escritório Botafogo, foi colocado um painel ilustrando a atuação da empresa e reforçando o senso de pertencimento de cada integrante à nova realidade e desafios.

No dia 24 de fevereiro, os integrantes da OSE encontraram um novo ambiente de trabalho. Entre os materiais recebidos está o guia com dicas e orientações para a aplicação da marca

A nova marca e identidade visual da OSE estão disponíveis no Território da Marca: www.odebrecht.com/territorio Em “Territórios”, selecione “Empresas Auxiliares”.

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arenas

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Novo recorde de pĂşblico da Itaipava Arena Fonte Nova: os ingressos de seis dos nove setores Ă venda se esgotaram

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E

m 22 de fevereiro, cerca de 40 mil pessoas assistiram, em Salvador, Bahia, ao show da turnê brasileira “Follow the yellow brick road”, de Elton John, ídolo pop britânico. O espetáculo teve como palco a Itaipava Arena Fonte Nova – ativo da Odebrecht Properties – e durou aproximadamente três horas. O cantor, que conquistou o título de um dos maiores vendedores de disco de todos os tempos, registrou recorde de público da arena em eventos. O empreendimento também marcou para Elton John o maior público de sua turnê brasileira, apresentada também no Rio de Janeiro, Goiânia e Fortaleza, entre os dias 19 e 26 de fevereiro. “A apresentação em Salvador superou todas as expectativas e demonstrou que a cidade pode entrar definitivamente na rota dos grandes shows internacionais”, destacou Aluizer Malab, produtor da turnê nacional do artista. Para marcar sua passagem por Salvador, Elton John, fã de esportes, especialmente do futebol, recebeu camisas dos times locais Bahia e Vitória, com seu nome gravado.

CUIDADOS DO INÍCIO AO FIM Os preparativos para o espetáculo de Elton John na Itaipava Arena

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Fonte Nova começaram desde a confirmação do show, em dezembro de 2013. A montagem da arena para a apresentação começou em 16 de fevereiro, seis dias antes da data do show. A pista foi colocada acima do gramado, com a proteção já conhecida e aprovada, o easyfloor plus – estrutura moldada em plástico polipropileno de alta resistência e impacto, formada por aproximadamente 28 mil placas que cobriram os cerca de 7 mil m² de campo e laterais, garantindo proteção e segurança à grama. Para receber o público que aguardava ansiosamente pelo evento, o espaço multiuso contou com equipes de plantão. Foram montados cinco postos de saúde, com seis ambulâncias, 70 brigadistas e 100 agentes de limpeza. A segurança contou com 390 vigilantes, 258 policiais militares do Batalhão Especial para Eventos (BEPE) de Salvador, 12 policiais civis e 99 orientadores. A desmontagem da estrutura durou seis dias e deixou a arena pronta para o evento seguinte.

Durante a montagem da estrutura do show, foram necessárias seis carretas para transportar a base do palco

SIGA A ITAIPAVA ARENA FONTE NOVA NAS REDES SOCIAIS

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Somos uma conexão de seres humanos que pensam, aprendem e contribuem para a transformação das cidades e regiões onde estamos presentes. Chegou a hora de mostrarmos a nossa cara. Está em construção o Núcleo do Conhecimento do Edifício Odebrecht São Paulo, um espaço de integração que vai mostrar o que fazemos, como fazemos, onde fazemos e por que fazemos. Aberto à visitação da comunidade, o Núcleo do Conhecimento Odebrecht terá um painel dedicado às nossas Pessoas, o “Conexões”, com fotos e depoimentos que darão voz a nossa diversidade.

Participe! Envie a sua foto até 11 de Abril pelo site:

odebrecht.com/conexoes

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rápidas•pessoas

Capacitação em equipamentos A área de Apoio Funcional a Equipamentos (AFEq) iniciou, em janeiro, a primeira turma de 2014 da Capacitação de Equipamento (PCE) - Aplicação. O programa está estruturado em três módulos, com fases presenciais e à distância. O p ri m e i ro c u rs o a b o rd a o s e q u i p a m e nto s m óve i s e fi xo s u t i l i za d o s n a m ovi m e nta ç ã o d e te rra e ro c h a , c a rga e p e ss o a s ; i n s ta l a çõ e s i n d u s t ri a i s ; gru p o s ge ra d o re s ; e p avi m e nta ç ã o . O objetivo do treinamento é desenvolver nos integrantes competências técnicas para avaliar a importância de uma configuração de equipamento correta ; identificar o

A segunda turma do PCE terá início no segundo semestre de 2014. Para mais informações, contate a AFEq: treinamentosafeq@odebrecht.com

implemento adequado para a aplicação; conhecer os limites e técnicas operacionais; avaliar os riscos na utilização; e estimar a produção. Sã o a b o rd a d o s i te n s co m o a a p l i c a ç ã o d e Ce nt ra i s I n d u s t ri a i s , Eq u i p a m e nto s d e M ovi m e nta ç ã o d e Ca rga , Eq u i p a m e nto M ovi m e nta ç ã o d e Te rra e Ro c h a , G ru p o G e ra d o r e Vi b ro Ac a b a d o ra ; co m p a c ta ç ã o d e s o l o s e a s fa l to ; e p n e u s . O programa de Capacitação de Equipamento tem duração de cinco meses e é destinado a integrantes que atuam como responsáveis pelas áreas de Equipamentos ou Produção n o s co nt rato s d a O rga n i za ç ã o .

Saiba mais sobre os treinamentos oferecidos pela AFEq: http://www.eadafeq.com/

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rápidas•pessoas

Tecnologia a serviço do integrante

Equipe de orçamentação e acompanhamento de custos da Odebrecht Engenharia Industrial na Venezuela, na sala virtual, em Caracas

A Odebrecht Engenharia Industrial inovou na disseminação do conhecimento, utilizando-se do conceito de Educação à Distância (EAD). Para viabilizar treinamentos, reduzindo custos e tempo gastos com viagens dos participantes, a equipe de Tecnologia da Informação do Negócio adquiriu a ferramenta Cisco Webex, que possibilita a realização de reuniões, cursos e

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treinamentos de forma online e remota. O primeiro teste da nova ferramenta foi realizado em fevereiro, com a capacitação remota das equipes de Engenharia e Suprimentos do escritório de Mercados do Negócio no país, o projeto Gás Anaco (Anaco-AZ) e Complexos Agroindustriais de Derivados de Cana-de-açúcar (CADCA) – para a operação do novo sistema de engenharia, SISENG+.


Novos jovens, parceiros da Organização Em 17 de fevereiro, a equipe do Consórcio Construtor e Concessionária Ruta del Sol (CONSOL), da Odebrecht Infraestrutura - América Latina na Colômbia – e do escritório do Negócio no país reuniramse para dar as boas vindas aos 32 novos integrantes que ingressaram no programa Jovem Parceiro 2014. Além de atuar nos dois contratos, os

referindo-se à atuação nos contratos da Ruta del Sol. Marcelo Piller, diretor de Contrato (DC) no CONSOL – Trecho Sul, expressou sua satisfação em identificar jovens com Espírito de Servir, humildade e simplicidade, dispostos a unir esforços para alcançar os resultados. “Como DCs, temos a responsabilidade de acompanhar

jovens terão a oportunidade de integrar a equipe da área de Mercado do Negócio e participar da conquista de novos projetos para a Organização no país. “O desafio é grande. Com responsabilidade, motivação e bom desempenho podemos apoiar a conclusão da obra de infraestrutura rodoviária mais importante da Colômbia, uma das maiores também na América do Sul”, ressalta Eleuberto Martorelli, diretorSuperintendente da Odebrecht no país,

o desenvolvimento das pessoas, já que o progresso da Odebrecht depende do crescimento de seus integrantes”. Yennit Silva tem 25 anos e atuará na área de Segurança do Trabalho. “O processo para entrar no programa foi enriquecedora, pois nos permitiu demonstrar nossas características e capacidades. Espero dar os resultados esperados com meu trabalho e crescer dentro e junto com a Organização”.  Turma de 2014 do programa Jovem Parceiro na Colômbia. A partir de 2012, o Negócio estabeleceu convênios com universidades locais para atrair novos jovens para atuarem em suas operações

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Para as empresas expositoras, o evento foi uma oportunidade para apresentar lançamentos e dar visibilidade à marca, fortalecendo a comunicação com a obra e possibilitando novos negócios

Inovações de mercado ao alcance da obra Fortalecer o conhecimento sobre o uso adequado de equipamentos, favorecendo a otimização da produtividade e a consequente diminuição dos custos. Esse foi o escopo do 1° Workshop de Ferramentas e Equipamentos Leves, realizado em 19 de fevereiro, no Prosub-EBN – projeto da Odebrecht Defesa e Tecnologia e Marinha do Brasil em construção pela Odebrecht Infraestrutura - Brasil que construirá o estaleiro e a base naval para fabricação do primeiro submarino de propulsão nuclear do Brasil. Empresas como Hilti, Bosh, CSM, Dancor, Fischer e Black & Decker fizeram demonstrações de seus equipamentos e integrantes de diversas áreas do contrato aprovaram a iniciativa. José

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Vandeilson Ventura, encarregado geral de Obras Marítimas, levou seus liderados para visitar a exposição. “Trouxe minha equipe de operadores para conhecer os novos equipamentos apresentados na feira. A participação é muito importante, pois são eles que de fato operam essas máquinas no dia a dia”. Representantes da Marinha do Brasil também estiveram presentes. “Este é um evento muito importante. É a primeira vez que vejo uma obra estreitar o canal de comunicação com as empresas que fornecem ferramentas e trazê-las para o conhecimento dos engenheiros e do pessoal que opera as máquinas. Excelente iniciativa!”, destaca Everaldo de Oliveira, engenheiro da Marinha.


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Jovens

A

nualmente, estudantes dos cursos dos ramos da Engenharia, Administração de Empresas, Contabilidade e Economia de universidades do Brasil têm a oportunidade de conhecer a Organização por meio do programa Estágio de Férias, organizado pela Odebrecht Infraestrutura - Brasil. A primeira edição de 2014, realizada em janeiro, contou com

Estudantes da primeira edição de 2014 do Estágio de Férias, que proporciona uma visão ampla da realidade de um canteiro de obras

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120 alunos, de 62 instituições, que atuaram durante um mês no Centro de Serviços Compartilhados (CSC) ou em um dos 23 projetos do Negócio selecionados em diversas regiões do Brasil. Entre as obras estão as Usinas Hidrelétricas Santo Antônio, em Rondônia, Teles Pires, no Mato Grosso, e Baixo Iguaçu, no Paraná; a Rodovia BA-093 e Consórcio Estaleiro Paraguaçu, na Bahia; a Linha


4 do Metrô do Rio e a Estação Multimodal Maracanã, no Rio de Janeiro; a Linha 5 - Lilás do Metrô de São Paulo; o Aeroporto de Goiânia; e as Unidades Escolares em Belo Horizonte, Minas Gerais. O programa Estágio de Férias está em seu quarto ano consecutivo e tem como objetivo apoiar o desenvolvimento dos estudantes oferecendo conhecimento além do ensinado em sala de aula, que permite aos

alunos vivenciarem experiências práticas do dia a dia de um empreendimento. “Os jovens que participaram do programa podem integrar a Organização já com uma visão diferenciada do Negócio, colocando em prática o que aprenderam durante o curto, mas proveitoso, estágio”, ressalta Deivson Nascimento de Jesus, Responsável pelo Programa (RP) de Produção no Morar Feliz II e líder de um dos estagiários.

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Os alunos conheceram as diversas áreas de um contrato e vivenciaram a cultura da Organização – Tecnologia Empresarial Odebrecht (TEO) – por meio da interação com seus líderes temporários e integrantes. Esta edição também teve a participação de oito estudantes bolsistas do Ismart – instituição sem fins lucrativos que visa estimular o desenvolvimento dos talentos acadêmicos de baixa renda no Brasil oferecendo bolsas de estudo em universidades.

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“O programa superou as minhas expectativas. Aprendi muito com as pessoas que conheci, todas tinham uma infinidade de experiências e conhecimento para compartilhar”, conta Ana Luiza Alves Cavalcanti, estudante da Universidade Presbiteriana Mackenzie e estagiária de férias no Prosub-EBN. “Ao participar do dia a dia das áreas, pude relacionar a teoria da faculdade com a prática, além de encontrar


um direcionamento para a minha carreira”, completa. Isabella Stranieri participou do programa no projeto Condomínio Terra Nova, em Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, e também concluiu o estágio satisfeita. A estudante conta que teve a oportunidade de receber treinamento nas áreas de Qualidade, Segurança, Saúde e Meio Ambiente, além de assistir a uma palestra sobre concreto ministrada por um especialista.

Os estudantes bem avaliados durante o estágio serão convidados a participar novamente do programa, em um novo contrato da Odebrecht Infraestrutura - Brasil. A intenção é consolidar a relação desses jovens com a Organização. A próxima edição do Estágio de Férias será em julho deste ano. As inscrições estarão abertas a partir de abril, nas universidades brasileiras cadastradas.

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Corte, costura e artesanato em Perolândia Em 19 de fevereiro, a Odebrecht Agroindustrial, por meio do Programa Energia Social para Sustentabilidade Local, em parceria com a prefeitura de Perolândia e a Cooperativa Mista Agropecuária Integrada dos Produtores Familiares de Perolândia (Cooperfap), inaugurou o Núcleo de Corte, Costura e Artesanato de Perolândia, município de Goiás onde está localizada a unidade Água Emendada.

e associativismo pelo Serviço Nacional de Aprendizado Rural (Senar), e corte e costura industrial pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). Por meio de uma parceria com o Sebratec – serviço em inovação e tecnologia do Sebrae – eles foram familiarizados com conceitos e práticas de empreendedorismo e plano de negócios. “Além de gerar oportunidades de trabalho e

A inciativa tem como objetivo criar oportunidades de trabalho e renda para 70 cooperados assentados da zona rural de Perolândia, criando uma célula produtiva para a confecção de uniformes e artesanato. O evento, que reuniu cerca de 200 pessoas, contou com a presença do prefeito Neldes Beraldo Costa; do superintendente do Polo Araguaia da Odebrecht Agroindustrial, Vitório Bredariol; e de autoridades locais. Ao longo de seis meses, os cooperados receberam consultoria técnica e apoio de infraestrutura para produção, além de qualificação profissional em cursos sobre cooperativismo

renda para os moradores da zona rural, o núcleo possibilita a criação de um novo mercado para a região”, destaca Carla Pires, responsável por Sustentabilidade na Odebrecht Agroindustrial. Para promover visibilidade e a comercialização do artesanato produzido pela cooperativa, haverá o envolvimento e participação em eventos renomados de artesanato, como a Feira de Artesanato de Goiânia, a Feira Cultural de Perolândia e a Feira Cultural de Mineiros.   Confira a atuação do Núcleo de Corte, Costura e Artesanato de Perolândia.

A iniciativa beneficia moradores da zona rural de Perolândia. Há ainda a possibilidade das Unidades da Odebrecht Agroindustrial adquirirem uniformes feitos pela cooperativa

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Atendimento médico à população Em 20 e 21 de janeiro, o 2º Distrito Naval da Marinha do Brasil, em parceria com a Enseada Indústria Naval e a prefeitura do município de Salinas da Margarida, na Bahia, promoveu a Ação Cívico-Social (Aciso) para os moradores da comunidade. A população teve acesso a consultas odontológicas e pediátricas e clínicas médica e endocrinológicas, além de palestras sobre

Maria Rita, de 35 anos, foi acompanhada pelo filho de 7 anos, que aprendeu com profissionais a escovar os dentes da forma correta, prevenindo doenças bucais. “Isso é além do que eu esperava. Tudo é muito organizado e as pessoas são muito educadas. Eu adorei”, afirmou Maria Rita, que aproveitou para medir a pressão arterial e recebeu orientações sobre prevenção e controle da hipertensão.

a prevenção de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), Ética e Cidadania, Patrimônio Histórico e Resíduos, ministradas por integrantes da Enseada Indústria Naval. “Um evento como esse só traz benefícios. Aqui, as pessoas encontram atendimento médico gratuito e participam de palestras que abordam temas relacionados à realidade da região”, destaca Sandra Costa, coordenadora de Responsabilidade Social na Enseada Indústria Naval.

Antônio Carlos Barbosa Nardin Lima, Capitãode-Mar-e-Guerra e diretor do Hospital Naval de Salvador (HNSa), está à frente da Aciso. Segundo ele, além cumprir o dever militar de servir, a iniciativa tem o objetivo de aproximar a Marinha do povo brasileiro. “Esta é uma ação que acontece em todos os lugares onde há distritos no Brasil”, revelou. “Faço isso com prazer. As pessoas de Salinas da Margarida souberam nos acolher e aproveitar a iniciativa”, acrescentou.

A Aciso realizou 487 atendimentos na área de serviço social durante os dois dias, 362 procedimento odontológicos e 661 consultas médicas

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Conheça a história da Organização Odebrecht, iniciada em meados do século XIX. Ao longo das décadas, uma pequena empresa cresceu, consolidou-se no Brasil e lançou âncora em cinco continentes. Faça uma viagem no tempo. Acesse o site: www.odebrecht.com/culturaodebrecht/

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Fundação Odebrecht

Caia na Rede

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ruto da parceria firmada entre Odebrecht S.A., Microsoft, Dell e rede de telefonia Oi, o projeto Caia na Rede tem como objetivo promover a inclusão digital com aulas de informática gratuitas que oferecem para a comunidade informações e aptidões básicas de computação. No Baixo Sul da Bahia, a iniciativa já beneficiou cerca de 4.800 jovens por meio do Programa de Desenvolvimento e Crescimento Integrado com Sustentabilidade do Mosaico de Áreas de Proteção Ambiental do Baixo Sul da Bahia (PDCIS), fomentado pela Fundação Odebrecht e parceiros públicos e privados. Inspirada nos resultados já alcançados com esse projeto, a Concessionária Bahia Norte – ativo da Odebrecht TransPort, responsável por 121 km de rodovias que interligam sete municípios da Região Metropolitana de Salvador – implantou o Caia na Rede na comunidade Menino de Jesus, em Candeias. João Paulo foi um dos 45 formandos, com idades entre 15 e 29 anos, que concluíram o curso no dia

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10 de janeiro. “Pude aprofundar meu conhecimento sobre internet e alguns programas de informática”. A capacitação foi realizada pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável do Baixo Sul da Bahia (Ides), instituição ligada ao PDCIS. Para o coordenador do projeto, Frede Bomfim, o término do curso é o início


Durante o curso, os alunos aprenderam a utilizar os recursos do computador. Cinco jovens formados pelo Caia na Rede da Concessionária Bahia Norte receberam propostas de trabalho

de outra importante etapa para esses jovens. “A entrega do diploma é a consolidação de um trabalho em conjunto, um trunfo que vai levá-los a um mundo cheio de possibilidades”. A iniciativa é uma parceria entre a Concessionária Bahia Norte, Central das Organizações Comunitárias de Menino de Jesus (CORCOMEJ),

Fundação Odebrecht, ITS Brasil e Dell. “Acreditamos que a parceria entre iniciativa privada, poder público e organizações da sociedade civil é um caminho importante para acabar com a exclusão digital”, afirma Leana Mattei, assessora de desenvolvimento socioambiental da Concessionária Bahia Norte.

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