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Com a nova Honda NC 750X, você trilha o caminho menos percorrido na cidade, na estrada ou na terra. Com a exclusiva tecnologia Dual Clutch Transmission (DCT) e compartimento porta-capacete, as possibilidades são infinitas. Uma crossover que pode ser tudo. Menos óbvia.
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130 Shineray Jef 150 e SHI 175 136 Shineray Guia das motos 146 Suzuki V-Strom 1050XT 155 Suzuki Guia das motos 157 Haojue Guia das motos 159 Kymco Guia das motos 164 Triumph Tiger 1200 GT 169 Triumph Guia das motos 182 Yamaha Fazer FZ15 188 Yamaha Fluo ABS 193 Yamaha Guia das motos 199 Ducati Guia das motos 202 KTM Guia das motos 206 Voltz Guia das motos 208 Mercado 210 Coluna
O ano de 2022 foi bem atípico. Foi o período em que as fábricas de motos do Brasil definitivamente tiraram o atraso em seus lançamentos.
Durante todo o ano participamos de inúmeros eventos de apresentação, que confirmaram o bom momento vivido pelo segmento das motocicletas. Chegaram motos de todos os tipos, cilindradas e preços. Também vimos vários modelos de motos elétricas começarem a circular por nossas ruas e avenidas, o que é um ótimo sinal.
Essa quantidade de lançamentos e novidades faz deste catálogo que chega à suas mãos (seja ele virtual ou impresso), o mais tradicional, completo e fidedigno guia de referência brasileiro do mundo das motocicletas.
Nele você também vai ler algumas das matérias publicadas na Revista MOTOCICLISMO que tiveram repercussão em todas as nossas plataformas digitais.
É uma alegria para a equipe da Revista MOTOCICLISMO presentear você, leitor, com o 21º MOTOCATÁLOGO, esperamos que goste. Boa leitura!
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JORNALISTA RESPONSÁVEL
Motociclismo Magazine ISSN 1415-1863. Publicação mensal da Motor Mídia © Direitos reservados.
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Em 1923 nascia o primeiro veículo da história da BMW - a R32. A motocicleta que adaptou a engenharia dos motores de aviões para as duas rodas deixou marcado para sempre o DNA da BMW Motorrad: essa marca foi concebida para pessoas ousadas, que querem explorar o novo, superar desafios e evoluir suas conquistas. 100 anos depois essa essência permanece viva no Make Life A Ride - definido pela marca como o estilo de vida de quem tem paixão por pilotar. O ronco do motor, o espírito aventureiro, a experiência de acelerar no on ou o -road: tudo está conectado a essa mensagem. Redefinindo as direções do mercado, a marca chegou à frente no Brasil com a fábrica de Manaus, que há seis anos se destaca por ser a única fora da Alemanha dedicada integralmente à produção de motocicletas - resultando, inclusive,
em uma edição especial comemorativa da R 1250 GS com as cores verde e amarelo. Atualmente a BMW Motorrad traz em seu catálogo uma extensa linha de motocicletas para diferentes estilos de pilotagem. Os modelos disponíveis são: G 310 GS, G 310 R, F 750 GS, F 850 GS, F 850 GS Adventure, F 900 R, R 1250 GS, R 1250 GS Adventure, S 1000 RR, R 1250 RT, K 1600 GTL, K 1600 Bagger e a icônica R18. Além disso, para o futuro, o grupo BMW já anunciou novos investimentos e, em três anos, serão mais de 50 milhões de reais dedicados ao crescimento da fábrica de Manaus. Continuar escrevendo a história das duas rodas com o melhor do #MakeLifeARide em cada quilômetro. Esse é o convite que a BMW Motorrad faz para todos os apaixonados por motocicletas. E você, aceita o desafio?
Para criar um clássico, cada detalhe precisa contar uma história. Inspirada no modelo que deu início à trajetória da BMW Motorrad há 100 anos, a R18 chega com visual icônico e o maior motor boxer BMW de todos os tempos - aprimorado diretamente das lendárias R32 e R5. O resultado final é uma experiência inovadora, que reúne tecnologias como Keyless Ride, Hill Start Control, Cruise Control e diferentes modos de pilotagem em um design clássico, com sistema cardã, pintura e tanque inspirados no passado. É definitivamente a evolução do clássico
• Motor 1.802 cm³ • Potência 91 cv a 4.750 rpm • Torque 15,8 kgf.m a 3.000 rpm • Pintura em Black Storm Metallic • Modos de pilotagem Rock, Roll e Rain
• Motor 895 cm³ • Potência 85 cv a 6.750 rpm
• Torque 8,9 kgfm a 6.750 rpm • Cores Blackstorm Metallic e Racing Blue • Diferentes modos de pilotagem • Design, performance e pura emoção
Explorar o novo é o que move a paixão pelas duas rodas. A F 900 R chega com a proposta de ampliar o portfólio da BMW Motorrad no Brasil, desbravar novos segmentos e o principal: satisfazer Riders que desejam uma condução dinâmica e esportiva no dia a dia, com a mais pura essência da performance inserida na rotina. Disponível nas versões Sport e Sport+, o modelo conta com 895 cm³, potência de 85 cv a 6.750 rpm e um amplo pacote de equipamentos de série. Entre os destaques eletrônicos estão: controle de estabilidade, controle de tração, freios ABS PRO, iluminação de LED e painel TFT 6,5” com conectividade.
Leve, robusta e ágil, a G 310 R é uma Roadster com personalidade forte que oferece facilidade de condução e espírito esportivo. Com design marcado pelas dimensões típicas de uma naked, carenagem esportiva do farol, friso dinâmico do tanque de combustível, frente dinâmica, traseira característica e itens que reforçam o acabamento de alta qualidade. Tudo isso entrega uma experiência única para pilotar dentro ou fora das cidades!
• Motor 313 cm³ • Potência 34 cv a 9.250 rpm
• Torque 2,8 kgf.m a 7.500 rpm
• Garfo telescópico invertido anodizado dourado
• Pinça de freio douradas • Acelerador Ride by Wire e manetes reguláveis
G 310 GS
Robusta, versátil e com design que encarna o famoso espírito GS, a BMW G 310 GS não passa despercebida. Disponível em três cores novas (Rallye, Branco e Triple Black), o modelo chama atenção por proporcionar conforto e uma excelente experiência de pilotagem. Além disso, a arquitetura do motor garante bom desempenho e consumo reduzido, com capacidade de 313 cm³ e potência de 34 cv (25 kW) em 9.250 rpm. O resultado? Puro prazer na pilotagem para todo e qualquer tipo de motociclista.
• Torque 2,8 kgf.m a 7.500 rpm
• Garfo telescópico invertido anodizado dourado • Faróis LED com luz diurna de série
• Manetes da embreagem e do freio reguláveis • Cores: Rallye, Branco e Triple Black
Melhor maneira de entrar na classe GS de média cilindrada, a F 750 GS proporciona prazer de pilotagem para qualquer pessoa de um jeito descomplicado. Ela combina tudo o que caracteriza um modelo de entrada na gama e um modelo All-rounder entre as enduro de viagem: motor com bom toque em baixas rotações, o fl yline típico da GS, grande adequação para viagens, altura baixa do assento e manobrabilidade excelente.
• Motor 853 cm³
• Potência 77 cv a 7.500 rpm
• Torque 8,7 kgf.m a 6.000 rpm
A F 850 GS é a mais esportiva na grande família GS, combinando o melhor de dois mundos: as melhores qualidades on-road são expandidas com uma excelente adequação para o o -road, isso é GS! Motor com muito torque em baixa rotação, chassi totalmente redesenhado, com o ajuste automático na suspensão (Dynamic ESA) que oferece ainda mais possibilidades (tanto em estrada quanto em viagens o -road).
• Motor 853 cm³ • Potência 80 cv a 6.250 rpm • Torque 9 kgf.m a 6.250 rpm
R 1250 GS
A rainha das maxitrails de viagem nasceu para andar sobre os terrenos mais difíceis. A R 1250 GS chega com diversas novidades, como motor boxer última geração, aumento de cilindrada para 1.254 cc e presença do sistema ShiftCam, que melhora a entrega do motor em todas as faixas de rotação. Potência e torque também aumentaram. A R 1250 GS agora tem 136 cv de potência máxima a 7.750 rpm e um torque de 14,5 kgf.m a 6.250 rpm. Versatilidade e ótimo desempenho em todos os tipos de terrenos permanecem presentes.
Esportiva, mas sem perder a versatilidade, a S 1000 RR tem quatro modos de pilotagem confi guráveis: Rain, Road, Dynamic e Race. Há também o Modo Pro para os Riders que desejam se desafiar nas pistas. O modelo ainda inclui as tecnologias Lap Trigger, Limitador de Pit-Lane e Shift Assistant Pro. Tudo isso com motor de quatro cilindros, 207cv de potência a 13.500rpm, transmissão de seis velocidades e 11,3 kgf.m de torque máximo a 11.000 giros. Um ícone da performance preparada para estar sempre à frente!
• Cores Motorsport, Mineral Grey e Preto Storm • Controle de Tração Dinâmico (DTC) • Luzes de LED nos faróis
Se você curte acelerar na pista e superar seus limites, a S 1000 RR M Carbon é uma excelente ferramenta para isso
Para quem gosta de velocidade, acompanha as competições e se amarra em fazer um track day, as motos superesportivas de 1.000 cm³ são o sonho de consumo, o nirvana da emoção e a forma mais rápida de fazer o abastecimento no sistema sanguíneo de endorfina, adrenalina e as demais “inas” que causam prazer ao ser humano e estimulam a vida de quem acelera essas motocicletas.
É um verdadeiro vício, e não é preciso ser um piloto profissional para se divertir com elas, agora, tirar 100% de todo o potencial dessas motos é tarefa para poucos pilotos, eu diria que a grande maioria profissionais.
A BMW S 1000 RR M Carbon, não foge à regra, mas a marca alemã fez um grande trabalho e tornou a pilotagem da S 1000 RR mais “fácil”, pela leveza do conjunto e pela quantidade de possibilidades de ajustes para melhorar o feeling do piloto, que ainda assim tem que ter bastante habilidade e sensibilidade para realmente aproveitá-la na pilotagem esportiva e se aproximar dos melhores tempos de volta.
Em meu ponto de vista, nós motociclistas apaixonados por velocidade e motos superesportivas, temos uma grande vantagem sobre os apaixonados por supercarros e desempenho, afinal, com uma moto de 1.000 cm³, como esta BMW S 1000 RR de R$ 158.500 de preço de etiqueta, é possível acelerar de 0 a 100 km/h em pouco mais de três segundos (dependendo de sua habilidade), sem contar as sensações ao pilotá-las e contornar curvas, que nenhum outro veículo é capaz de oferecer. Para ter uma sensação semelhante a essa de aceleração sobre quatro rodas é preciso investir, sei lá, talvez R$ 500.000, uma enorme diferença. Mas paixão é paixão, e os amantes dos supercarros provavelmente vão discordar de mim, e eu entendo, porque também adoro carros.
As possibilidades de acertos na geometria da moto amplia a capacidade de ser mais veloz em qualquer circuito
Na versão M Carbon, os engenheiros da BMW se concentraram em baixar o peso da moto para deixá-la o mais ágil e leve possível na pilotagem. Várias peças em fibra de carbono marcam presença, como o próprio nome da versão indica.
Parte da carenagem, para-lamas dianteiro e traseiro, mas o principal componente no material são as rodas, que são pouco mais de um quilo mais leves que as rodas do modelo sem a letra “M” estampada e fazem grande diferença na agilidade da moto. Mas a leveza não se resume a isso. A bateria de lítio também é mais leve (dois quilos) e as válvulas de admissão de titânio têm o eixo perfurado para aliviar peso. O acionamento das válvulas é feito por corrente diretamente ligada ao virabrequim, sem engrenagens intermediárias.
O chassi de alumínio foi construído para manter o conjunto estreito e oferece um excelente encaixe do piloto no amplo cockpit, que permite a movimentação na pilotagem sem qualquer tipo de restrição ou incômodo. Mas estamos acelerando uma moto esportiva, portanto não espere uma moto confortável para acelerar por muitos quilômetros na estrada. Por outro lado, quanto mais curvas tiver o caminho, mais divertimento a S 1000 RR M Carbon é capaz de oferecer e, chegando ao destino, você nem vai se lembrar do cansaço.
1 O painel de TFT é customizável para mostrar o que interessa na pista 2 No punho esquerdo, acesso total ao menu dos ajustes eletrônicos 3 O punho direito tem o básico e botão de modos de pilotagem
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A S 1000 RR M Carbon tem uma série de componentes em fibra de carbono. O principal é o par de rodas que lhe conferem ótima agilidade
O cockpit da S 1000 RR M
Carbon tem espaço de sobra para a movimentação na pilotagem para qualquer biotipo
A leveza do conjunto impressiona, tal a rapidez com que é possível colocá-la na trajetória que você quiser, e ela chega a ser rápida demais nas inclinações se você estiver em tocada mais lenta, mas basta se acostumar para tirar o melhor proveito de todo seu dote ciclístico.
O motor da S 1000 RR M Carbon não é o mais potente da turma das superesportivas de 1.000 cm³. A moto alemã tem 207 cv, e só para comparação, a Ducati Panigale V4 tem 214 cv, e a recém-chegada Honda CBR 1000RR-R Fireblade tem 217 cv, uma boa diferença em se tratando da briga entre quilos e cavalos.
Ao acionar o motor alemão você pode ser pego de surpresa pelo ruido que ele emana, um som metálico bastante agudo, mas basta fazê-lo subir de giro para começar a se empolgar até que, em movimento, com as rotações em alta, o poderoso ronco tome conta de seus sentidos e você só queira continuar subindo marchas rapidamente com o quickshifter bem calibrado. Ele é explosivo de média para alta rotação, constantemente quando você enfia a mão a roda dianteira teima em apontar para o céu, mas a eletrônica logo a faz encostar de volta.
O comando variável Shift Cam da BMW a faz bastante suave nas faixas mais baixas de giro, ajudando nas reacelerações de saídas de curvas mais lentas, mas a diversão e emoção moram mais para cima.
São quatro modos de pilotagem, Rain, Road, Dynamic e Race, e mais três Race Pro que permitem configurações mais finas em todos os parâmetros, principalmente para quem quer baixar seu tempo de volta na pista.
A eletrônica desta BMW contempla: controle de largada, limitador de velocidade em pit lane, quickshifter para as mudanças de marcha ultrarrápidas sem uso embreagem, além de ABS cornering (também configurável) e controle de tração dinâmico, que permite controlar a subida da roda dianteira nas acelerações.
Todos os parâmetros são controlados pela IMU (Unidade de Medição Inercial) de seis eixos, tudo para tirar o melhor proveito de todo o pacote técnico da S 1000 RR M Carbon. Outro componente eletrônico importante é a suspensão semiativa que é controlada pelo sistema e se ajusta de forma dinâmica, mas também podem receber ajustes mais finos de acordo com as predileções do piloto.
1 O sistema de freios é potente e muito eficaz
2 A balança traseira e seu amortecedor permitem ajustes na distância entre-eixos e na distribuição de peso
3 O escape emana um som inebriante 4 O design é afilado e aerodinâmico
5 A lanterna e os piscas foram integrados para reduzir o peso
O teste foi realizado no circuito de testes da Pirelli, que gentilmente nos cedeu o espaço para sua realização
Se em baixas e médias rotações o comando variável Shift Cam oferece mais suavidade, acima de 8.000 rpm o motor é explosivo e empolgante
O sistema de freios da S 1000 RR M Carbon é muito eficiente. Na dianteira os dois discos de 320 mm mordidos por pinças radiais de quatro pistões são extremamente potentes e permitem frenagens insanas nas aproximações das curvas, e o freio traseiro oferece o equilíbrio necessário nas frenagens. O conjunto combinado com a bomba radial do manete não exige muita força para sentir as pinças trabalhando com pegada firme, potência e muita progressividade.
O conjunto de suspensões semiativas também merece elogio, pois sua capacidade de manter a motocicleta no prumo nas curvas transmite excelente velocidade de passo de curva e nas frenagens mais ríspidas, e, apesar de a frente da moto mergulhar bastante, você percebe que a traseira busca manter o contato com o chão e o melhor desempenho.
A BMW construiu a S 1000 RR M Carbon de forma a oferecer alternativas de ajustes finos eficazes para quem quer baixar o tempo na pista, e através da balança e do amortecedor traseiro é possível combinar distância entre-eixos e altura da suspensão traseira (distribuição de peso), assim o piloto pode variar as respostas na tocada de acordo com as características da pista e suas preferências.
A S 1000 RR M Carbon é uma moto muito equilibrada, cheia de tecnologia e pronta para o alto desempenho para quem buscar superar seus limites na pista, mas também oferece diversão se o negócio for bate-voltas na estrada com muitas curvas. Assim os R$ 158.500 sugeridos parecem ser um excelente investimento.
Circuito Panamericano (Powered by Pirelli)
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A letra “M” é sigla esportiva 2
O quickshifter tem engates rápidos e precisos 3 Detalhe da suspensão eletrônica
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MOTOR
Tipo
Tetracilíndrico
Arrefecimento A líquido Válvulas 16
Alimentação Injeção eletrônica Cilindrada 999 cm³
Diâmetro x curso do pistão 80 x 49,7 mm
Taxa de compressão 13,3:1
Potência máxima 207 cv a 13.500 rpm Torque máximo 11,5 kgf.m a 11.000 rpm
Embreagem Multidisco banhada a óleo Câmbio 6 marchas
Secundária Corrente
CHASSI
Tipo
Tipo dupla trave em alumínio
Balança Balança de alumínio Cáster/trail 23,1° / 93,5 mm
Dianteira Garfo telescópico invertido Curso 120 mm
Regulagens Totalmente ajustável
Traseira Monoamortecida Curso 117 mm
Regulagens Totalmente ajustável
Dianteiro Discos 320 mm
Pinça Radiais monobloco de 4 pistões e ABS
Traseiro Disco de 220 mm Pinça Monobloco de um pistão e ABS
PNEUS
Modelo Pirelli Diablo Supercorsa SP V3 Dianteiro 120/70-17 Traseiro 200/55-17
Comprimento 2.073 mm Largura 848 mm Entre-eixos 1.441 mm Altura do assento 824 mm
Distância mínima do solo n.d. Capacidade do tanque 16,5 litros Peso aprox. (em ordem de marcha) 193,5 kg
Capacidade máxima de carga 210 kg
Potência específi ca 207,2 cv/l
Relação peso-potência 0,93 kg/cv
Relação peso-torque 16,82 kg/kgf.m Consumo/autonomia média 17 km/l / 295 km
CORES
RENDIMENTO 10%
Velocidade máxima 10
Aceleração 10 Retomada 10
MOTOR 15%
Entrega de potência 9,5 Resposta ao acelerador 10 Nível de vibração 9
Aspereza 9
TRANSMISSÃO 5%
Tato e precisão do câmbio 9 Relação de marchas 9,5
COMPORTAMENTO 20%
Estabilidade em retas 9,5 Estabilidade em curvas 9,5 Precisão da direção 9,5
Agilidade 10 Suspensões 9 Suspensões com garupa 8,5 Distância livre do solo 8 Comportamento frenagem 9 FREIOS 10%
Potência 10 Dosagem 10
USO DIÁRIO 20%
Facilidade para manobrar 9 Posição de pilotagem 9 Conforto do piloto 8,5 Conforto do garupa 8 Sensação de qualidade 10 Prazer ao pilotar 10 Autonomia 8,5 Equipamentos 9,5 Acabamento 10 ECONOMIA 20% Preço de aquisição 8,5 Garantia 9 Consumo médio 8,5 Média final técnica
PREÇO R$ 158.500
As respostas do motor de quatro cilindros desta BMW são muito empolgantes. Suavidade em médias e baixas rotações e quase estúpida de média para alta, e o ronco um é show à parte.
Énos circuitos fechados que a BMW S 1000 RR M Carbon está em casa, pelo menos para quem gosta de fazer track day e busca sempre superar os próprios limites e baixar seus tempos em pista. Mas ela também é boa escolha para quem vai competir, seja em campeonatos amadores ou profissionais. Apesar de não ser a mais potente das superesportivas, ela tem vários trunfos a seu favor, como a leveza de seu conjunto, que favorece a agilidade nas entradas de curva e nas mudanças de direção, sempre com muita estabilidade. As muitas possibilidades de ajustes também favorecem a busca por melhor desempenho em pista. Mas se você quer uma para acelerar na estrada, também vai se divertir, só não pode pensar em conforto, afinal a esportividade é seu lema. Os R$ 158.500 pedidos por ela não são uma bagatela, mas sua capacidade de diversão e o status do logotipo da hélice podem fazer jus se seu objetivo é diversão com emoção.
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 4 válvulas, 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 313 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 34 cv a 9.250 rpm TORQUE MÁXIMO 2,9 kgf.m a 7.500 rpm QUADRO Treliça em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 4 válvulas, 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 313 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 34 cv a 9.250 rpm TORQUE MÁXIMO 2,8 kgf.m a 7.500 rpm QUADRO Treliça em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 8 válvulas, 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 853 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 77 cv a 7500 rpm TORQUE MÁXIMO 8,7 kgf.m a 6.000 rpm QUADRO Dupla trave em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS Pro FREIO TRASEIRO Disco com ABS Pro
Bicilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 8 válvulas, 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
853 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 80 cv a 6.250 rpm TORQUE MÁXIMO 9,1 kgf.m a 6.250 rpm QUADRO Dupla trave em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS Pro FREIO TRASEIRO Disco com ABS Pro
•
Bicilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 8 válvulas, 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
853 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 80 cv a 6.250 rpm TORQUE MÁXIMO 9,1 kgf.m a 6.250 rpm QUADRO Dupla trave em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS Pro FREIO TRASEIRO Disco com ABS Pro
•
Bicilíndrico paralelo I 4T I arrefecimento a líquido I DOH I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 895 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 85 cv a 6.750 rpm TORQUE MÁXIMO 8,9 kgfm a 6.750 rpm QUADRO Monocoque em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
•
Bicilíndrico Boxer I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 8 válvulas, 6 marchas, transmissão por cardã I injeção eletrônica
CILINDRADA 1.254 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 136 cv a 7.750 rpm TORQUE MÁXIMO 14,6 kgf.m a 6.250 rpm
QUADRO Treliça em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA BMW Telelever SUSPENSÃO TRASEIRA BMW Paralever FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS Pro FREIO TRASEIRO Disco com ABS Pro
Bicilíndrico Boxer I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 8 válvulas, 6 marchas, transmissão por cardã I injeção eletrônica
CILINDRADA
1.254 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 136 cv a 7.750 rpm TORQUE MÁXIMO 14,6 kgf.m a 6.250 rpm
QUADRO Treliça em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA BMW Telelever SUSPENSÃO TRASEIRA BMW Paralever FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico Boxer I 4T I arrefecimento a ar e líquido I DOHC I 8 válvulas, 6 marchas, transmissão por eixo-cardã I injeção eletrônica
CILINDRADA
1.254 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 136 cv a 7.750 rpm TORQUE MÁXIMO 14,6 kgf.m a 6.250 rpm QUADRO Treliça em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA BMW Telelever SUSPENSÃO TRASEIRA BMW Paralever FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS Pro FREIO TRASEIRO Disco com ABS Pro
Bicilíndrico Boxer I 4T I arrefecimento a ar I DOHC I 4 válvulas, 6 marchas, transmissão por cardã I injeção eletrônica
CILINDRADA
1.802 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 91 cv a 4.750 rpm TORQUE MÁXIMO 16,1 kgf.m a 3.000 rpm QUADRO Berço duplo em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Tetracilíndrico I 4T I arrefecimento a óleo e líquido I DOHC I 16 válvulas, 6 marchas, transmissão corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 999 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 207 cv a 13.500 rpm TORQUE MÁXIMO 11,6 kgf.m a 11.000 rpm QUADRO Dupla trave em alumínio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com Race ABS FREIO TRASEIRO Disco com Race ABS
Seis cilindros em linha I 4T I arrefecimento a óleo e líquido I DOHC I 24 válvulas, 6 marchas, transmissão por eixo-cardã I injeção eletrônica
CILINDRADA
1.649 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 160 cv a 6.750 rpm TORQUE MÁXIMO 18 kgf.m a 5.250 rpm QUADRO Dupla trave em alumínio SUSPENSÃO DIANTEIRA BMW Duolever SUSPENSÃO TRASEIRA BMW Paralever FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS Pro FREIO TRASEIRO Disco com ABS Pro
A vida passa rápido. E cada dia é uma oportunidade única para se aventurar em algo novo com a G 310 GS. Versátil e dinâmica, essa BMW inclui manetes de freio e embreagem com diferentes níveis de ajuste, faróis dianteiros em LED e a configuração de uma autêntica GS. Acelere e viva o #SpiritOfGS todos os dias!
Seis cilindros em linha I 4T I arrefecimento a óleo e líquid I DOHC I 24 válvulas I 6 marchas, transmissão por eixo-cardã I injeção eletrônica
CILINDRADA 1.649 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 160 cv a 6.750 rpm TORQUE MÁXIMO 18 kgf.m a 5.250 rpm QUADRO Dupla trave em alumínio SUSPENSÃO DIANTEIRA BMW Duolever SUSPENSÃO TRASEIRA BMW Paralever FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS Pro FREIO TRASEIRO Disco com ABS Pro
Qual é a origem da BMW? O primeiro veículo da marca foi a R32, que nasceu em 1923 com uma engenharia adaptada dos motores de aviões. Agora, a jornada continua com a BMW R18. Inspirada nas revolucionárias R32 e R5, ela chega com visual icônico e 1.802 cilindradas do maior motor boxer BMW de todos os tempos. Tudo isso com sistema cardã, diferentes modos de pilotagem e tecnologias como Keyless Ride, Hill Start Control e Cruise Control para você continuar escrevendo a história do #MakeLifeARide
ADafra tem parceria de longa data com a Sym e vem diversificando seu line-up. De olho em um dos segmentos mais promissores do mercado, o dos scooter, a marca aposta na remodelação e em novos modelos. A briga é dura, afinal seu renovado scooter, o Cruisym 150, tem que seguir medindo força com as versões atualizadas do Honda PCX e Yamaha NMax. Por isso a Dafra incorporou algumas mudanças no Cruisym para enfrentar esse duro páreo. Bom para quem está pensando em entrar no mundo do scooter com mais uma boa opção de escolha.
Recentemente a Dafra mostrou seu novo modelo em parceria com a Sym, o Cruisym 300, isso comprova a importância que a Dafra está dando ao segmento de scooter. Também é verdade que suas motos vêm melhorando ano a ano e a parceria com a marca continua firme.
A renovação do Cruisym 150 e chegada do irmão de 300 cm³ comprovam que a Dafra continua sua aposta nos scooter
O design já era bastante arrojado e moderno, com vincos e ângulos marcando sua carenagem, compondo um visual muito agradável. Agora as lentes do moderno bloco óptico duplo receberam iluminação por LED com DRL, marcando sua personalidade com olhar mais raivoso. Os piscas mantiveram as lâmpadas de filamento, mas a composição geral ficou bem interessante.
Sua roupa, digo, suas carenagens, mantêm encaixes bem cuidados e seu porte impõe respeito, sugerindo tratar-se de um scooter de maior cilindrada. Sob o banco há espaço suficiente para guardar um capacete fechado. No escudo frontal interno o porta-objetos tem uma útil tomada USB para carre-
Basicamente as mudanças do Cruisym 150 foram estéticas, com adoção de novo bloco óptico em LED
gar dispositivos. Na linha da coluna de direção, ainda no escudo interno há um gancho retrátil bastante útil para pendurar uma bolsa ou sacola de mercado.
A posição de pilotagem é neutra e há bastante espaço entre o banco e o escudo para as pernas, eu com meu 1,80 metro não fiquei com as pernas encostando na parte frontal. O banco é bastante confortável e os 771 mm de altura permitem colocar os pés no chão com facilidade. Se você for mais baixinho talvez tenha que ficar um pouco de lado para isso, mas definitivamente isso não é um problema.
Eu tenho 1,80 metro de altura e sentado no banco fiquei com as pernas bem posicionadas, praticamente a 90° e com espaço livre até o escudo, permitindo movimentá-las na pilotagem sem bater nele. A distância até o guidão e a sua largura completam a boa ergonomia da Cruisym 150. Condição importante para a pilotagem mais segura.
O Cruisym foi bem projetado, as suspensões tem calibragem que lhe conferem funcionamento progressivo, com rigidez correta sem ser exagerada, permitindo assim uma pilotagem confortável e, mesmo que você seja mais empolgado para contornar curvas, elas responderão bem para você seguir no seu embalo com segurança.
Na dianteira, as bengalas têm 100 mm de curso e atrás os dois amortecedores (com ajuste de pré-carga da mola), percorrem 70 mm no curso. A ressalva vai para o cavalete que raspa com frequência nas curvas para a esquerda.
Outro detalhe importante é o baixo nível de vi-
4 5
1 O painel é digital e tem as informações básicas
2 O banco em dois níveis é confortável
3 Sob o banco há espaço para um capacete fechado
4 No escudo há um porta-luvas e um gancho retrátil
5 O porta-luvas tem tomada USB
bração e pancadas sentidas no guidão, característica que a grande maioria dos scooter apresenta, tornando a pilotagem mais suave.
O motor monocilíndrico tem arrefecimento líquido e 149,6 cm3 de capacidade volumétrica. Ele rende 12,5 cv a 8.000 rpm e 1,22 kgf.m a 6.000 rotações, de potência e torque máximos respectivamente. As respostas ao giro do acelerador são rápidas e o Cruisym 150 acelera com ímpeto nas arrancadas até o 60 km/h, daí em diante segue o aumento de velocidade acontece mais lentamente. Consegui chegar aos 104 km/h de velocidade máxima, marcados no painel. O motor é um pouco barulhento é verdade, mas não chega a ser incômodo, as boas respostas ao girar o punho suplantam essa característica.
O sistema de freios tem funcionamento combinado, ou seja, ao acionar o freio traseiro, parte da força aplicada aciona a pinça dianteira também. O item é obrigatório e ajuda bastante nas frenagens. É possível sentir a frente do scooter dar uma abaixada quando se aciona o freio traseiro com mais força, se você exagerar pode sentir a roda traseira travar, mas o sistema é bem calibrado e permite frenagens competentes.
O Cruisym 150 causou boa sensação e mostrou que nasceu de um bom projeto, é eficiente e divertido de se pilotar, mas a luta no segmento é ferrenha e seus concorrentes são fortes, mas as virtudes do Cruisym permitem enfrentá-los com bravura.
Quem ganha são os motociclistas aspirantes ao mundo do scooter que têm uma opção a mais para colocar na comparação na hora da compra.
• Ergonomia
• Motor PODERIA SER MELHOR
• Nível de ruído
Monocilíndrico I arrefecido a líquido 2 válvulas I câmbio CVT
Cilindrada 149,6 cm³ Potência máxima (etanol) 12,5 cv a 8.000 rpm Torque máximo (etanol) 1,22 kgf.m a 6.000 rpm Diâmetro x curso do pistão n.d. Taxa de compressão n.d. Quadro Tubular em aço Cáster n.d. Trail n.d. Suspensão dianteira Garfo telescópico com 100 mm de curso Suspensão traseira Biamortecida com 75 mm de curso, ajuste de pré-carga da mola Freio dianteiro Disco de 310 mm, pinças radiais de 4 pistões e ABS cornering Freio traseiro Disco de 256 mm, pinça de 1 pistão
Modelo do pneu Pirelli Diablo Scooter Roda dianteira 90/90-14 Roda traseira 100/90-14
Comprimento • 1.990 mm Entre-eixos • 1.350 mm Altura do assento • 771 mm Largura • 730 mm Tanque • 6 litros Peso (seco) • 130 kg
Preço: R$ 16.490
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I OHC I 4 válvulas transmissão tipo CVT I injeção eletrônica
CILINDRADA 278,3 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 27,8 cv a 7.750 rpm TORQUE MÁXIMO 2,8 kgf.m a 6.500 rpm
QUADRO Underbone em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com CBS FREIO TRASEIRO Disco com CBS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I OHC I 4 válvulas transmissão tipo CVT I injeção eletrônica
CILINDRADA 278,3 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 27,6 cv a 8.000 rpm TORQUE MÁXIMO 2,6 kgf.m a 6.000 rpm QUADRO Underbone em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I OHC I 2 válvulas transmissão tipo CVT I injeção eletrônica
CILINDRADA 149,6 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 12,5 cv a 8.000 rpm TORQUE MÁXIMO 1,22 kgf.m a 6.000 rpm QUADRO Tubular em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com CBS FREIO TRASEIRO Disco com CBS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I SOHC I 4 válvulas transmissão tipo CVT I injeção eletrônica
CILINDRADA 278,3 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 27 cv a 7.750 rpm TORQUE MÁXIMO 2,79 kgf.m a 6.750 rpm
QUADRO Tubular em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I OHC I 4 válvulas transmissão tipo CVT I injeção eletrônica
CILINDRADA 399,3 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 33,3 cv a 7.500 rpm TORQUE MÁXIMO 3,2 kgf.m a 5.500 rpm QUADRO Underbone em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I OHC I 2 válvulas 2 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 183 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 18 cv a 8.500 rpm TORQUE MÁXIMO 1,6 kgf.m a 7.500 rpm QUADRO Tipo diamond em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com CBS FREIO TRASEIRO Disco com CBS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I SOHC I 2 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 197,7 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 21 cv a 8.500 rpm TORQUE MÁXIMO 1,85 kgf.m a 6.500 rpm QUADRO Berço duplo dividido em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Há quase 120 anos, a Harley-Davidson vem, através da imaginação e da chama inicial de seus fundadores, revolucionando o mercado de transporte em duas rodas, fazendo dela, uma das marcas de motocicletas mais desejadas do mundo.
Hoje, para garantir que cada piloto possa expressar sua individualidade, a Harley-Davidson oferece uma grande variedade de estilos de motocicletas, divididas em três famílias de produtos, que vão desde as ousadas e modernas Cruisers, até as tradicionais Grand American Tourings, passando pela inovadora e versátil Adventure Touring, com a nova Pan America, grande lançamento da marca neste ano no Brasil. Criada para aqueles que desejam se desconectar do stress do dia a dia, a linha Cruiser apresenta uma grande variedade de motocicletas que combinam o clássico estilo da marca, com tecnologia de ponta, para proporcionar uma experiência pura, seja na estrada, seja na cidade. Com um sistema de suspensão traseira inovador, com monoamortecedor acoplado embaixo do banco e um chassi leve e rígido, a linha Cruiser garante que cada passeio seja uma busca por aventura.
Falando em aventura, a Pan America, que aliás é a primeira H-D no segmento Adventure Touring, já chega ao mercado fazendo barulho, com
tecnologia de ponta e equipamentos exclusivos, como o ARH (Adaptative Ride Height), que ajusta a altura da suspensão da motocicleta nas paradas e saídas e o novo motor Revolution Max, com 150 cv. Desenhada do zero, com a missão de inspirar confiança nos pilotos e inflamar o desejo de aventura e o -Road, a Pan America já desponta como uma das principais motocicletas do segmento, repetindo no Brasil o grande sucesso dos mercados internacionais. E para aqueles pilotos que querem chegar mais longe, não tem como não lembrar da Linha Grand American Touring, segmento criado pela própria Harley, que tem como características as clássicas motocicletas estradeiras e o tradicional espírito de liberdade da marca. Criadas para quem busca ir além do horizonte, com muito conforto e conveniência, a linha Grand American Touring vem equipada com o suave e potente motor V-Twin Milwaukee-Eight™ com 1.868 cc e sistema de segurança do piloto aprimorado, com freios Brembo® combinados Reflex™ com ABS. Hoje, a Harley-Davidson continua a definir a cultura e o lifestyle do motociclismo, evocando fortes emoções em cada produto e em cada experiência, assim como faz há mais de 1 século e como continuará a fazer por muitas gerações, sempre buscando liberdade para a alma.
A Pan America 1250 Special marca a entrada da Harley-Davidson® no segmento Adventure Touring. Essa multi-ferramenta de duas rodas foi desenvolvida para durar, criada para explorar e projetada para a aventura. Equipada com o novo motor V-Twin Revolution Max™, de 1.250 cc e 150 cv de potência, concebido como parte estrutural da moto, o que dispensa o uso de quadro tradicional e reduz significativamente o seu peso, a Pan America é uma ágil e leve Big Trail.
A Pan America não é só uma devoradora de asfalto, mas também uma hábil máquina oroad. Sua suspensão semi-ativa com controle
eletrônico de pré-carga na suspensão traseira, combinada com controles eletrônicos de seus equipamentos de segurança, proporcionam até 8 modos de pilotagem e garantem que o piloto tenha confiança e desempenho adequado em qualquer tipo de terreno.
A Pan America ainda conta com o inovador sistema ARH (Adaptative Ride Height), que ajusta eletronicamente a altura da suspensão, abaixando-a em paradas e subindo para a altura ideal de rodagem assim que o piloto começa a andar. Esse equipamento é uma exclusividade da Pan America no segmento.
Além disso, a vida a bordo da Pan America é muito confortável. Contando com sistema de info entretenimento com tela de TFT 7” e conectividade Bluetooth™, navegação por GPS e Sistema de Iluminação Adaptativa Full Led Daymaker™, com iluminação gradual em curvas. Com ela, qualquer passeio se torna uma desculpa para buscar uma nova aventura.
• Motor 1.252 cm³
• Potência 150 cv a 8.750 rpm
• Torque 13 kgf.m a 6.750 rpm
• Motor 1.868 cm³
• Torque 15,8 kgf.m a 3.500 rpm
A Fat Bob é uma devoradora de ruas. Com seu imponente motor V-Twin Milwaukee-Eight™ de 1.868 cc, a Fat Bob é a última palavra em desempenho e estilo dentro do line-up da Harley-Davidson®.
Seu estilo drag bike, com grandes pneus 150/80 na dianteira e 180/70 na traseira, calçados em rodas de 16”, centro de gravidade baixo e sua suspensão invertida, estilo de corrida, dão a ela uma pegada esportiva e confiante.
A Road King Special é um clássico dentro da linha Grand American Touring da Harley. Seu estilo bagger despojado, com elegantes e espaçosos alforjes, linha de cintura rebaixada e um visual totalmente sombrio, a Road King Special é a moto certa para quem busca estilo e conforto. Seu guidão mini ape de 9”, em conjunto com as pedaleiras avançadas estilo plataforma, propocionam ao piloto uma posição ereta e confortável e seu motor V-Twin MilwaukeeEight™ de 1.868 cc, de entrega constante e vigorosa, certificam a sua majestade.
• Motor 1.868 cm³
• Torque 15,8 kgf.m a 3.500 rpm
O máximo em termos de conforto, desempenho e tecnologia. A Ultra Limited é a visão da Harley da estradeira perfeita. Sua silhueta é marcada pela tradicional carenagem estilo Batwing, que proteje o piloto do vento e seu característico Tour-Pak, que acomoda todos os pertences dos ocupantes em uma aventura.
• Motor 1.868 cm³
• Torque 16,7 kgf.m a 3.000 rpm
A Pan America visualmente pode ser controversa, mas a dinâmica merece elogios
A H-D acaba de lançar ofi cialmente a Pan America, a maxitrail que seguramente será um divisor de águas. Ela deve marcar o início de uma nova era da marca norte-americana.
AHarley optou por trazer para o Brasil apenas a versão Special, a topo de linha, que tem alguns equipamentos eletrônicos e acessórios a mais que a standard. A Pan America estará disponível em três cores, preta, cinza e azul metálicos. O preço promocional na pré-venda que se inicia em maio é de R$ 139.955. Logo o preço sugerido será de R$ 143.800.
A promoção de lançamento inclui o equipamento denominado de ARH, sistema adaptativo de ajuste de altura das suspensões, que também facilita o apoio dos pés no chão quando o piloto para a motocicleta.
Confesso que à primeira vista não me empolguei com o design da Harley Pan America, exclusivamente pela carenagem meio retangular que abriga o farol no mesmo formato em seu interior, embora bastante funcional com o farol adaptativo para curvasparticularmente achei estranha.
Esse design tem uma razão, ele mantém a identidade com as Road Glide, forçando uma assinatura Harley-Davidson para o fora de estrada.
A Pan America parece maior do que realmente é. Depois de subir no banco você se encaixa bem, ela não é muito larga entre as pernas e o triângulo formado entre assento, guidão e pedaleiras oferece uma posição de pilotagem bastante neutra e relaxada, inclusive para pilotar de pé sobre as pedaleiras. O banco tem camada de espuma macia é bem confortável para rodar muitos quilômetros sem cansaço.
A Harley-Davidson Pan America tem chassi tipo monochoque e o motor em V a 60° faz parte estrutural da motocicleta. Assim tanto a dianteira do chassi com o conjunto de bengalas como o subchassi e a balança da suspensão traseira da moto estão presos ao motor, solução que, segundo a fábrica, oferece maior rigidez torcional e baixo centro de gravidade para maior controle na pilotagem.
De fato, a Harley Pan America é muito equilibrada, o que pude comprovar no test ride realizado no interior de São Paulo, na fazenda Capuava, rodando nos diferentes modos de pilotagem na pista e em estrada de terra batida com bastantes solavancos.
A engenharia da Harley-Davidson trabalhou muito no novo propulsor, mantendo a característica do motor em V de suas motos, mas com uma personalidade bastante original. Os dois cilindros
estão dispostos a 60°, têm comando DOHC variável, oito válvulas e refrigeração líquida. OS números absolutos de potência e torque máximos são de respeito, 150 cv a 8.750 rpm e 13 kgf.m a 6.750 rpm respectivamente.
O motor é muito elástico e se apresenta em qualquer situação sem hesitar e suas respostas são rápidas e empolgam. As arrancadas são vigorosas e as retomadas bastante rápidas. É fácil se empolgar com um propulsor assim.
Outro ponto positivo do Revolution Max é o baixo nível de vibração, que segundo a fábrica foi pela adoção de dois balanceiros. O ronco do Revolution é bastante instigante, embora contido.
A Pan America Special tem cinco modos de pilotagem que atuam em todos os parâmetros da eletrônica embarcada. Através de um botão no punho direito você pode selecionar os modos Road, Sport, Rain, Off-Road ou Off-Road Firme.
A Pan America tem o firme propósito de superar a acirrada concorrência e mostra que tem cacife para isso
É sensível a mudança de comportamento do motor e das suspensões. Testei os três primeiros modos pelo circuito e, enquanto no modo Road ela se comporta como uma lady, no modo Rain é quase uma Rê Bordosa, tão suave nas reações que parece estar de ressaca, e isso é bom em nome da segurança, principalmente em situações de baixa aderência.
Já no modo Sport é como uma dançarina de pole dance, toda durinha, ela faz você se sentir mais vivo e sem pressa de chegar, permitindo acelerações enérgicas e frenagens surreais. Foi nesse modo que fui seduzido e fiquei impressionado.
A Pan America veste pneus fabricados pela Michelin com nome Scorcher, mas são os conhecidos Anakee, que oferecem muita confiança e segurança na pilotagem. Em conjunto com a eletrônica foi possível sair das curvas com derrapagens muito bem controladas e sem sustos, uma delícia!
As suspensões semiativas Showa são autoadaptativas e ajustam automaticamente o SAG de acordo com o peso e carga sobre a moto. A dirigibilidade da moto é ponto alto na pilotagem. Ela é facilmente controlável e obediente nas mudanças de direção, rápida e precisa.
O funcionamento das suspensões é bom e preciso no asfalto, permitindo frenagens fortes com a moto bem aprumada e o contorno de curvas é feito com extrema estabilidade. Um amortecedor de direção se encarrega da estabilidade em alta velocidade.
Andando no modo Off-road por estrada de terra suave a Pan America se comportou muito bem, quando apareceram alguns buracos mais acentuados e pequenas decolagens ela bateu final de curso na traseira. Não tive tempo de ajustar eletronicamente os cliques hidráulicos da suspensão para ver se a mudança melhoraria essa reação.
1 A agilidade é um dos pontos fortes da Pan America
2 O painel em TFT é sensível ao toque e cheio de funções
3 O sistema de freio tem pinças radiais e excelente pegada 4 O subchassi é preso diretamente ao motor
5 O banco é espaçoso e confortável
A Pan America pode encarar com boa desenvoltura aventuras off-road, inclusive com o piloto de pé
O sistema de freios é Brembo e conta com dois discos de 320 mm de diâmetro na dianteira com pinças radiais de quatro pistões, atrás um disco de 280 mm. Os freios têm ABS cornering, capaz de permitir frenagens com a moto inclinada. Preciso, com muito bom tato e sem exigir muita força para deter a moto, o sistema confere confiança e segurança na pilotagem.
Além desses equipamentos a Pan America ainda tem um belo painel em TFT, sensível ao toque e compatível com smartphones, que pode funcionar como GPS. Além da interação com o celular mostra as informações de praxe que incluem a calibragem dos pneus.
A iluminação é total LED e os faróis são adaptativos, iluminando o lado de dentro das curvas de acordo com a inclinação da motocicleta.
Proteções laterais, de cárter, de mãos, para-brisa ajustável, piloto automático e aquecedor de manoplas também estão no pacote Special.
Tenho que ser sincero, eu estava meio apático em relação à Pan America, mas ela me surpreendeu e me diverti muito acelerando-a no test ride.
O seu preço é mais alto que o da líder de mercado, a BMW R 1250 GS, fortemente sedimentada no Brasil. Agora é esperar para ver como o motociclista brasileiro vai recebê-la.
1 A traseira da moto é esguia e abriga lanterna e piscas em LED
2 O farol, também em LED, é adaptativo, de acordo com a inclinação da moto ilumina o interior da curva
3 Pelo punho direito seleciona-se o modo de pilotagem e o sistema multimídia
4 O amortecedor tem regulagem na pré-carga de mola
Bicilíndrico I arrefecido a líquido SOHC I 8 válvulas I câmbio 6 marchas
Bicilíndrico em V I arrefecido a líquido DOHC I 8 válvulas I câmbio 6 velocidades
150 a 8.750 13 kgf.m a 105 mm x 72 mm
Tipo monocoque em alumínio 25° 157
Cilindrada 1.084 cm³ Potência máxima (etanol) 99,3 cv a 7.500 rpm Torque máximo (etanol) 10,5 kgf.m a 6.000 rpm Diâmetro x curso do pistão 92 mm x 81,5 mm Taxa de compressão 10:1 Quadro Berço semiduplo Cáster 27,5° Trail 113 mm
Garfo telescópico invertido com 190 mm de curso totalmente ajustavel eletronicamente Monoamortecida com 190 mm de curso urso totalmente ajustavel eletronicamente Disco de 320 mm, pinça radial 4 pistões com sistema ABS Disco 280 mm e ABS
Suspensão dianteira Garfo telescópico invertido com 230 mm de curso totalmente regulável Suspensão traseira Monoamortecida com 220 mm de curso, totalmente ajustável Freio dianteiro Discos de 310 mm, pinças radiais de 4 pistões e ABS cornering Freio traseiro Disco de 256 mm, pinça de 1 pistão
Modelo do pneu Bridgestone Batlax Advc./Metzeler Karoo S. Roda dianteira 90/90-21 Roda traseira 150/70-18
POSITIVO
• Agilidade
• Câmbio DCT PODERIA SER MELHOR
• Maciez do banco
Comprimento • 2.328 mm Entre-eixos • 1.574 mm Altura do assento • 870/850 mm Largura • 958 mm Tanque • 18,8 litros Peso (seco) • 206/216 kg
Entre-eixos • 1.580 890 mm Largura • n.d. 21,2 Peso (seco) • 248 kg
Modelo do pneu Michelin Scorcher Adventure Roda dianteira 120/70-19 traseira 150/60-17 Motor Ciclística Design do
Preço: R$ 70.490/ 96.626
Preço: R$ 143.800
Bicilíndrico em V I 4T I arrefecimento a ar I 8 válvulas I 6 marchas, transmissão por correia dentada I Injeção eletrônica
CILINDRADA
1.868 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 94 cv a 5.020 rpm TORQUE MÁXIMO 16,1 kgf.m a 3.250 rpm QUADRO Berço duplo em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico em V I 4T I arrefecimento a líquido I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por correia dentada I injeção eletrônica
CILINDRADA
1.923 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 105 cv a 5.450 rpm TORQUE MÁXIMO 16,9 kgf.m a 3.500 rpm QUADRO Berço duplo em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Biamortecida FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico em V I 4T I arrefecimento a ar I 8 válvulas I 6 marchas, transmissão por correia dentada I Injeção eletrônica
CILINDRADA
1.868 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 93 cv a 5.020 rpm TORQUE MÁXIMO 16,1 kgf.m a 3.250 rpm QUADRO Berço duplo em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico em V I 4T I arrefecimento a ar I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por correia dentada I Injeção eletrônica
CILINDRADA
1.868 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 94 cv a 5.020 rpm TORQUE MÁXIMO 15,8 kgf.m a 3.250 rpm QUADRO Berço duplo em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico em V I 4T I arrefecimento a ar I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por correia dentada I injeção eletrônica
CILINDRADA
1.868 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 94 cv a 5.020 rpm TORQUE MÁXIMO 16,1 kgf.m a 3.250 rpm
QUADRO Berço duplo em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico em V I 4T I arrefecimento a ar e óleo I 4 válvulas 6 marchas, transmissão por correia dentada I injeção eletrônica
CILINDRADA
1.923 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 105 cv a 5.020 rpm TORQUE MÁXIMO 17,1 kgf.m a 3.500 rpm QUADRO Berço duplo em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico em V I 4T I arrefecimento a líquido I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
1.252 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 150 cv TORQUE MÁXIMO 13 kgf.m a 6.750 rpm QUADRO Diamond em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico em V I 4T I arrefecimento a líquido I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por correia dentada I injeção eletrônica
CILINDRADA
1.868 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 87 cv a 5.020 rpm TORQUE MÁXIMO 16,3 kgf.m a 3.000 rpm
QUADRO Berço duplo em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Biamortecida FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico em V I 4T I arrefecimento a líquido I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por correia dentada I injeção eletrônica
CILINDRADA
1.868 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 87 cv a 5.020 rpm TORQUE MÁXIMO 16 kgf.m a 3.000 rpm QUADRO Berço duplo em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico em V I 4T I arrefecimento a líquido I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por correia dentada I injeção eletrônica
CILINDRADA
1.868 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 87 cv a 5.020 rpm TORQUE MÁXIMO 16 kgf.m a 3.000 rpm QUADRO Berço duplo em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico em V I 4T I arrefecimento a líquido I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por correia dentada I injeção eletrônica
CILINDRADA
1.746 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 83 cv TORQUE MÁXIMO 14,2 kgf.m a 3.500 rpm QUADRO Berço duplo em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalasinvertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico em V I 4T I arrefecimento a líquido I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por correia dentada I injeção eletrônica
CILINDRADA
1.868 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 93,8 cv a 5.020 rpm TORQUE MÁXIMO 16 kgf.m a 3.250 rpm QUADRO Berço duplo em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico em V I 4T I arrefecimento a líquido I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por correia dentada I injeção eletrônica
CILINDRADA 1.868 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 87 cv a 5.020 rpm TORQUE MÁXIMO 16 kgf.m a 3.000 rpm
QUADRO Berço duplo em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Precisamos falar sobre paixão por duas rodas, mas não uma paixão qualquer. Mas, sim, pelas motocicletas que carregam os brasileiros para todos os lugares. É praticamente impossível não cruzar com uma no seu caminho do dia a dia. Uma marca que acolhe em sua linha todo tipo de motociclista, desde os entrantes até os mais experientes. Sim, estamos falando das motocicletas Honda. Para acolher tanta pluralidade de gostos e estilos, o nosso line-up oferece um amplo catálogo que
começa pelas motos para o trabalho, com a linha Street, e vai até a linha Adventure para as mais intensas viagens. E que, inclusive, levam para casa medalhas com o time Honda Racing. É assim que a empresa produz ideias inovadoras que a fazem ser a mais lembrada pelos consumidores, a marca 10 anos seguidos Top of Mind. Tudo para levar você cada vez mais longe com segurança, tecnologia e conforto. Características que vêm conquistando cada vez mais pessoas para o seu legado que passa por gerações.
Africa Twin é o verdadeiro sonho de consumo de todo motociclista. Afinal, uma Big Trail que nasceu no deserto topa qualquer desafio. Ela é um mix de tecnologia, conforto e beleza para garantir as melhores histórias pelos caminhos em que você passar. Falando em caminhos de pilotagem, aí vai uma
dica: a moto contempla o novo sistema ABS, que oferece dois modos de condução separadamente, on-road e o -road. Eles trabalham integrados para um melhor desempenho de frenagem em qualquer circunstância, mesmo em superfícies de pouca aderência. Realize o sonho de pilotar essa máquina de 1.084 cc e ganhe um novo estilo de vida.
• Motor 1.084 cm³ • Potência 99,3 cv a 7.500 rpm • Torque 10,5 kgfm a 6.000 rpm
Se tem dúvidas para escolher uma moto, as qualidades da NC 750X vão conquistar você. Ela vem com uma proposta inovadora unida às características de três motos diferentes: Crossover, Street e Scooter, assim como seu próprio nome diz: NC = ‘’Novo Conceito’’. São infinitas possibilidades para explorar caminhos de forma ágil, rápida e segura, devido ao seu bom torque e um ótimo controle no aumento de velocidade. O sistema de iluminação
Full Led é o maior aliado do piloto, pois garante boa visão em qualquer momento do dia. Já na hora de desacelerar, desenvolvemos sistemas de segurança que abrangem toda a moto. Como freio dianteiro, traseiro e alerta de frenagem - uma tecnologia de prevenção de colisões traseiras (já adotada em automóveis de luxo) que agora equipa todas as motocicletas de alta cilindrada da Honda. Depois de conhecer a NC 750X vai ser difícil não ser conquistado por ela.
• Motor 745 cm³ • Potência 58,6 cv a 6.750 rpm • Torque 7,03 kgfm a 4.750 rpm
Quando você vir uma CB 500F na rua, vai querer fazer um pedido: pilotar uma estrela como essa. Isso porque a moto traz inúmeras qualidades, mas vamos contar a você o que a deixa, assim, tão espetacular.
Começando com o seu design robusto e ao mesmo tempo refinado que emana o motociclismo em sua forma mais pura. Os detalhes, como o painel digital com tecnologia blackout, facilitam a visão do piloto, transmitindo ao mesmo tempo elegância e sofisticação a todo o conjunto. E não para por aí. O motor de dois cilindros com 471 cm³ tem excelente entrega de potência em todas as faixas e rotações. Experimente pilotar em alta performance ao som de um motor que é pura música para os seus ouvidos. Conheça o poder das 500 cilindradas e viva um filme de ação por onde pilotar.
• Motor 471 cm³
• Potência 50,2 cv a 8.500 rpm
• Torque 4,54 kgfm a 7.000 rpm
Faça além de stories. Faça histórias com a CB 500X. Explorar seus lugares favoritos com ela dá a você um novo significado. Não apenas pelo conceito de explorar seus mundos, mas todo o conforto e a praticidade que ela traz ao pegar uma estrada de forma econômica, sendo a sua parceira que topa qualquer tipo de terreno. Melhor do que ver paisagens incríveis nas redes sociais é curtir suas próprias aventuras no mundo real. Pronto para explorar seus mundos?
• Motor 471 cm³
• Potência 50,2 cv a 8.500 rpm
• Torque 4,54 kgfm a 7.000 rpm
Se você está pensando em entrar no mundo duas rodas, a PCX pode ser a sua grande oportunidade de começar. Quando o assunto é tecnologia, ela vem sempre em primeiro lugar, pois é uma scooter moderna e cheia de vantagens que facilitam a sua rotina. Painel 100% digital, Smart Key, Idling Stop, Tomada USB - tudo para deixar você conectado e mais confortável durante todo o caminho. E aí, decidiu? É a facilidade que você precisa e ainda não conhecia.
• Motor 798 cm³ • Potência 85 cv a 7.500 rpm • Torque 8,5 kgfm a 5.750 rpm
Inspirada nas motos customizadas Café Racers das antigas corridas clandestinas do Reino Unido, a CB 650R Neo Sports Café traz o espírito de competição no design e na potência para os dias atuais. A esportividade não para por aí: a moto traz o DNA das pistas de competição para as ruas e estradas com seus 649 cc de pura potência. Descubra a emoção que só um piloto das antigas Café Racers poderia sentir.
Uma scooter para quem é urbano, mas aprecia um pouco de aventura com estilo e conforto.
A Honda ADV tem performance para a aventura, com características que misturam dois conceitos: praticidade e agilidade para o dia a dia e robustez e diversão para encarar terrenos o -road.
Ela é inovadora! Conheça a primeira scooter da categoria com suspensão Showa de longo curso. Com mola progressiva de 3 estágios e amortecedor com duplo reservatório externo, ela garante conforto e melhor desempenho para o piloto, mesmo em vias esburacadas e irregulares. Tudo isso para proporcionar conforto e esportividade para qualquer tipo de terreno.
• Motor 649 cm³
• Potência 88,4 cv a 11.500 rpm
• Torque 6,13 kgfm a 8.000 rpm
• Motor 745 cm³
• Potência 58,6 cv a 6.750 rpm
• Torque 7,03 kgfm a 4.750 rpm
Juntos salvamos vidas. *Fornecimento de óleo válido a partir da 3ª revisão. Consulte as concessionárias participantes no 0800 701 3432.
O novo motor de 160 cm3 acelera bem mais que o anterior de 150 cm3
Acesse o site e conheça os benefícios exclusivos dos serviços Você também pode consultar os preços das revisões, das peças e realizar o
Fomos até a cidade de Santos, no litoral paulista, para conferir como se comporta o novo PCX 160, modelo que é líder absoluto de vendas no segmento e que até setembro emplacou pouco mais de 27,5 mil unidades, portanto uma moto estratégica para a Honda.
A marca da asa se esforçou para melhorá-lo, colocar mais tecnologia, aumentar significativamente o desempenho e ainda evoluir o conforto.
Já que era para melhorar, a Honda mudou tudo no PCX, para não dizer que foi tudo, guidão, comandos e sistema de freio foram mantidos.
O chassi do tipo monobloco foi redesenhado, ficou mais leve e ainda permitiu aumentar dois litros no espaço sob o banco, além de receber novos encaixes para as carenagens e o reposicionamento dos dois amortecedores traseiros, que agora trabalham mais na vertical, mas os 100 mm de curso nas duas rodas foi mantido.
Na parte ciclística a Honda também decidiu mudar o tamanho da roda traseira, que agora passa a ser de 13 polegadas de diâmetro; assim foi possível utilizar os bons pneus Pirelli Diablo Scooter, mais largos e de perfil mais esportivo.
O desenho e as linhas do PCX já eram muito atuais, mas a Honda conseguiu deixá-lo mais moderno. O novo bloco óptico em LED mantém a característica e distribuição das luzes DRL e faróis, mas agora um pouco mais angulosos e que ocupam praticamente todo o frontal do scooter. A lanterna traseira, também em LED, manteve o design que o identifica pela retaguarda.
O painel do tipo blackout também está mais imponente e agora ocupa todo o espaço interno atrás da bolha. Ele ganhou nova angulação e está mais inclinado para melhorar sua visualização pelo piloto. Agora o porta-luvas do painel frontal está maior e nele há uma tomada USB para o carregamento de gadgets eletrônicos.
A Honda deu um importante upgrade no PCX com o novo propulsor de 160 cm³ que oferece controle de tração como grande diferencial, além do desempenho bem melhor.
O motor de 156,9 cm³, quatro válvulas e refrigeração líquida gera 16 cv a 8.500 rpm e 1,5 kgf.m a 6.500 rpm de potência e torque respectivamente. Se o aumento de quase 4 cv em relação ao motor de 150 cm³ pode não parecer muito, o comportamento comprova a grande diferença nas acelerações e retomadas.
Os novos amortecedores da suspensão traseira melhoraram a sensação de conforto
As linhas do PCX já eram bem atuais, mas agora estão ainda mais requintadas
1 e 3
O guidão e os punhos não mudaram, assim como o sistema de freio 2 O painel aumentou e foi reposicionado 4 O sistema Smart Key é para todas as versões 5 Há uma tomada USB no porta-luvas 6 As pedaleiras continuam a ser retráteis
A versão F permite a tocada mais esportiva com muita competência
As acelerações nas saídas são mais fortes e noto como alcançar os 60 e 70 km/h é mais rápido, pois o giro sobe rapidamente e empolga. Nas retomadas o motor também responde de forma mais contundente.
A Honda trabalhou para diminuir o arrasto interno do motor, aliviando componentes e utilizando novos materiais. Agora as versões ABS e DLX ganharam controle de tração, o que, apesar de eu não ter sentido sua atuação, é sempre bom saber que ele está lá, principalmente se você estiver rodando na chuva e em piso de baixa aderência.
A dinâmica do PCX na pilotagem também melhorou significativamente. O novo chassi aliado aos novos amortecedores e pneus fazem a pilotagem mais prazerosa. A absorção dos impactos pela suspensão traseira melhorou e agora os amortecedores “conversam” melhor com o asfalto irregular, diminuindo a pancadaria na coluna do piloto.
O PCX também está mais preciso no direcionamento e melhor para contornar curvas; independente do raio, os pneus Diablo Scooter têm grande responsabilidade no controle com excelente aderência, inclusive ajudando no conforto também.
A Honda continua a oferecer três versões, cada qual com sua cor e agora todas elas com o sistema Smart Key, que oferece a possibilidade de ajuste na intensidade e frequência do alarme.
A versão de entrada é a CBS que, como o nome indica, tem sistema de freio combinado e freio a tambor na roda traseira, só está disponível na cor cinza e seu preço sugerido é de R$ 15.460. Aqui em São Paulo apurei em concessionária que o preço final desta versão é de R$ 18.700, já com frete e impostos inclusos.
A versão ABS é de cor branca, logicamente o sistema de freio tem ABS na roda dianteira, com disco atrás e o preço sugerido no site é de R$ 17.000 (R$ 21.650 aqui em São Paulo). Por fim a versão DLX também tem assistência no freio dianteiro, sua cor é azul com detalhes bege e tem preço sugerido de R$ 17.460 (R$ 21.850). Estas duas últimas versões também têm o controle de tração como diferencial.
Sem dúvida, o novo PCX deu um salto significativo de desempenho com o novo motor mais potente e de pegada mais temperada, mas a ciclística também contribui muito no bom desempenho do novo pacote técnico. Agora ela tem ainda mais atributos para seguir firmemente na liderança do segmento de scooter no Brasil.
AGILIDADE
O PCX 160 ganhou em agilidade e precisão na direção
• Motor
• Agilidade
• Conforto
PODERIA SER MELHOR
• Opção de cores
PCX 160 Monocilíndrico I arrefecido a líquido OHC I 4 válvulas I câmbio tipo CVT
Cilindrada 156,8 cm³
Potência máxima (etanol) 16 cv a 8.500 rpm
Torque máximo (etanol) 1,5 kgf.m a 6.500 rpm
Diâmetro x curso do pistão 60 mm x 55,5 mm
Taxa de compressão 12:1
Quadro Monobloco tipo underbone
Cáster n.d. Trail n.d.
Suspensão dianteira Garfo telescópico com 100 mm de curso
Suspensão traseira Biamortecida com 100 mm de curso
Freio dianteiro Disco de 220 mm, pinças axiais de 2 pistões e ABS
Freio traseiro Disco de 220 mm, pinça de 1 pistão (a tambor na versão CBS)
Modelo do pneu Pirelli Diablo Scooter
Roda dianteira 110/70-14
Roda traseira 130/70-13
Comprimento • 1.935 mm Entre-eixos • 1.313 mm
Altura do assento • 764 mm Largura • 742 mm Tanque • 8 litros Peso (seco) • 126 kg
O X-ADV foi uma aposta ousada da Honda, mas o volume discreto de vendas foi compensado pelo sucesso do conceito em outras cilindradas
OX-ADV foi mostrado pela primeira vez no Salão das Duas Rodas de 2017 e inaugurou um segmento inimaginável até então, afinal um scooter com aptidão off-road era inédito e uma aposta, no mínimo, ousada. Já em sua pré-venda em 2018, todas as unidades trazidas pela Honda se esgotaram. O X-ADV não é uma moto/scooter de grande volume, só para ter ideia, ele fechou o ano de 2020 com 136 unidades emplacadas e em 2021 foram 160 unidades, segundo os dados de emplacamento da Fenabrave.
Se o X-ADV não é um gigante nos números de vendas, seu maior legado foi possibilitar que a Honda, aproveitasse o impacto e o sucesso que o conceito inovador causou no mercado para levar a novidade conceitual para outras cilindradas, caso do ADV 150 (este sim um sucesso de vendas), e mais recentemente o ADV 350 na Ásia. Quem sabe a Honda não decide trazer também este último intermediário.
Se o design do X-ADV chamou a atenção em seu lançamento, com este facelift que recebeu, ele ficou ainda mais chamativo e moderno. Suas linhas estão mais angulosas, agressivas, e ele ficou mais sensual, mas mantém a sua personalidade ímpar.
O escudo frontal ganhou dois faróis em LED com DRL (Daytime Running Lights), aliás toda a iluminação do X-ADV é em LED. O painel é em TFT colorido de cinco polegadas e tem o sistema de conectividade Honda RoadSync, que é acessível por voz, basta ter um fone de ouvido e microfone para comandá-lo sem precisar acionar nenhum botão.
Os engenheiros da Honda modificaram o chassi do X-ADV e aliviaram seu peso, além disso, com o novo desenho do chassi, o espaço sob o banco ganhou um litro, e o banco de perfil mais estreito, melhorou o apoio dos pés no chão ao parar a moto (apesar de seus 820 mm de altura), uma dificuldade para os condutores mais baixos.
O trabalho de suspensões foi confiado a um par de bengalas invertidas com tubos de 41 mm de diâmetro, com regulagens de pré-carga de mola e retorno hidráulico. Na traseira o monoamortecedor é ligado à balança de alumínio assimétrica pelo sistema Pro-Link e só tem regulagem na pré-carga de sua mola.
Por conta da proposta todo-terreno do X-ADV as suspensões estão preparadas para enfrentar quase qualquer parada, o curso de suas suspensões são enormes para um scooter, diga-se, cur-
sos bem maiores que os 120 mm nas duas rodas que os de sua prima, a NC 750X, no X-ADV são 153,5 mm na dianteira e 150 mm na traseira, por isso, em algumas situações são um pouco ríspidas, principalmente na dianteira quando ao passar por buracos maiores no asfalto tende a transferir uma parte da energia para o guidão. Na traseira a sensação é reverberada por conta da posição de pilotagem sentada com os pés apoiados no assoalho, o que dificulta levantar do banco para amortecer as pancadas. Por outro lado, por estradas sinuosas deixam-na bem plantada para atacar e contornar curvas com ímpeto e segurança, alegrando quem estiver no seu comando.
O propulsor de dois cilindros paralelos é o mesmo que equipa a NC 750X e suas mudanças foram significativas nesta nova versão. Os pistões foram substituídos por uma versão mais leve, assim como os balanceiros. O comando de válvulas também foi melhorado. Com todas as modificações a potência foi elevada em 7%, de 54,8 cv a 6.250 rpm para 58,6 cv a 6.750 rpm.
Os engenheiros da Honda também reescalonaram o câmbio, encurtando as três primeiras marchas para deixá-lo mais esperto e com respostas mais rápidas nas arrancadas, ótima solu-
O X-ADV está mais moderno e atraente; repare que esta unidade tem vários acessórios instalados
1 O painel TFT é completo e configurável
2 O punho direito dá acesso aos ajustes eletrônicos
3 A alavanca do freio de estacionamento agora está ao lado do punho direito
4 O botão que liga, desliga e trava o guidão está mais acessível
4
ção para o tráfego urbano, e as três últimas marchas foram alongadas para manter velocidades com giros mais baixos, uma forma de manter as boas médias de consumo.
O som do motor ficou mais rouco e as respostas ao giro do acelerador mais incisivas e interessantes, e a sensação nas acelerações é de que o X-ADV ganhou mais torque, por conta das três primeiras marchas mais curtas. Na nova versão são quatro modos de pilotagem padronizados: Rain, Standard, Gravel, Sport, além do modo User, personalizável. Todos eles atuam na potência do motor, freio-motor, controle de tração e na intervenção do ABS. Os modos Gravel e User facilitam a pilotagem no off-road deixando a roda traseira deslizar nas acelerações e nas frenagens para direcionar a moto nas curvas.
A terceira geração do câmbio automatizado de dupla embreagem, chamado DCT, agora tem funcionamento mais refinado e as trocas são mais suaves. É perceptível a evolução e no modo Sport, que fica mais nervoso, deixando o giro subir próximo da linha de corte para fazer as trocas. Assim eu gostei mais, ele me empolgou, mais ainda quando eu assumi o controle das trocas através dos botões do punho esquerdo.
1
O X-ADV é muito eficiente no asfalto, mas também pode oferecer diversão no off-road
O sistema de freio é consistente e preciso, as duas pinças radiais de quatro pistões tem mordida forte e transmitem boa sensação de tato e segurança. O ABS não é excessivamente intrusivo e o canal traseiro ainda pode ser desligado.
O X-ADV tem chave de presença Smart Key e o novo controle no centro do painel facilita a vida do usuário, já que para travar o guidão e desligar o contato, basta girar o anel externo do acionador. Para destravá-lo e ligar a moto basta apertar o botão central.
O para-brisa tem regulagem de altura e o novo formato para melhorar a proteção contra a cabeça do piloto.
A Honda, para esta versão do X-ADV colocou à disposição uma série de acessórios para quem quer pegar a estrada ou acelerar na terra. Finalmente é possível pilotar de pé no scooter de forma mais natural, pois agora as pedaleiras extras são fornecias como acessório e permitem uma posição de pilotagem bem mais natural de pé, assim como os tubos laterais pa-
ra proteger as carenagens do scooter em caso de queda. Também é possível optar pelo trio de malas se você pretende fazer longas jornadas.
Sem dúvida o X-ADV é um scooter ímpar muito bom para andar no tráfego urbano e capaz de oferecer boas aventuras tanto por estradas asfaltadas como de terra batida. Mas eu diria que para se aventurar em trilhas mais pesadas o dono dessa máquina tem que ter coragem, afinal, diferentemente das motos, ele é pura carenagem e, mesmo com o protetor lateral é bem mais vulnerável às adversidades de um tombo, galhos e pedras pelo caminho, entre tantas outras.
Os quase 90 mil reais (um pouco mais ou menos, dependendo da sua região) crescem um bocado se você optar pelos acessórios, que não são baratos. Isso signifi ca que é uma moto que vai continuar em pequena escala, mas os afortunados proprietários se diferenciarão na multidão e poderão ter boa dose de emoção se assim desejarem. Seguramente ela teria lugar na minha garagem, mas com esse valor eu levaria uma série de outras motocicletas em consideração, acho que ela não seria minha única moto.
1 As pinças radiais têm potência de sobra para boas frenagens
2 O banco é largo e bastante confortável
3 Coroa e corrente têm protetor e estão escondidas
4 A ponteira de escape elevada deixa a balança e a roda à mostra
5 As bengalas têm regulagem na pré-carga das molas e retorno hidráulico
6 O espaço sob o banco aumentou em um litro, mais espaço para carregar e guardar suas coisas
MOTOR
Tipo
Bicilíndrico paralelo
Arrefecimento A líquido Válvulas 8 OHC
Alimentação Injeção eletrônica Cilindrada 745 cm³
Diâmetro x curso do pistão 77 x 80 mm Taxa de compressão 10,7:1
Potência máxima 54,8 cv a 6.250 rpm Torque máximo 6,93 kgf.m a 4.750 rpm
Embreagem Dupla embreagem banhada a óleo Câmbio Automatizado de 6 marchas Secundária Corrente
Tipo Diamond Balança Em alumínio Cáster/trail 27° / 104 mm
Dianteira Garfos telscópicos invertidos Curso 153,5 mm
Regulagens Ajustável na pré-carga e retorno Traseira Monoamortecida Curso 150 mm Regulagens Ajustável na pré-carga e retorno
Dianteiro Duplo disco de 296 mm
Pinça Radiais de 4 pistões e ABS Traseiro Disco de 240 mm Pinça 2 pistões e ABS
PNEUS
Modelo Bridgestone Trail Wing Dianteiro 120/70 R17 Traseiro 160/60 R15
MEDIDAS
Comprimento 2.245 mm Largura 910 mm Entre-eixos 1.590 mm Altura do assento 820 mm
Distância mínima do solo 165 mm Capacidade do tanque 13,1 litros Peso aprox. (em ordem de marcha) 245 kg Capacidade máxima de carga 177 kg
Potência específi ca 73,55 cv/l 4,47 kg/cv 35,35 kg/kgf.m Consumo/autonomia média 19 km/l/248 km
Relação peso-potência PREÇO
RENDIMENTO 10%
Velocidade máxima 9
Aceleração 8,75
Retomada 8,75
MOTOR 15%
Entrega de potência 8,5
Resposta ao acelerador 9 Nível de vibração 9
Aspereza 9
TRANSMISSÃO 5%
Tato e precisão do câmbio 9 Relação de marchas 9
COMPORTAMENTO 20%
Estabilidade em retas 9 Estabilidade em curvas 8,75 Precisão da direção 9
Agilidade 8,75 Suspensões 8,5 Suspensões com garupa 8,5 Distância livre do solo 9 Comportamento frenagem 9
FREIOS 10%
Potência 9 Dosagem 8,75
USO DIÁRIO 20%
Facilidade para manobrar 8,5 Posição de pilotagem 9 Conforto do piloto 9 Conforto do garupa 9 Sensação de qualidade 9,5 Prazer ao pilotar 9 Autonomia 8,5 Equipamentos 9,5 Acabamento 9,5 ECONOMIA 20% Preço de aquisição 8,5 Garantia 10 Consumo médio 8,5
Média técnicafinal
O motor de dois cilindros paralelos do X-ADV é convincente e a terceira geração do câmbio DCT tem engates mais suaves e precisos em qualquer modo de pilotagem.
OHonda X-ADV é um scooter ímpar, não só pelo conceito em si, com aptidão para o todo-terreno, mas também pelo pacote técnico que carrega. O motor de dois cilindros paralelos ficou mais esperto e, embora não seja uma usina de potência exagerada tem bom desempenho e é econômico. O câmbio automatizado teve seu funcionamento melhorado e está mais refinado. As suspensões trabalham bem, mas ainda assim são um pouco ríspidas quando o pavimento é ruim, sensação mais notada, também, por conta da pilotagem em posição sentada. Entre os muitos acessórios oferecidos pela Honda, finalmente estão as pedaleiras para pilotagem de pé, no off-road, o que melhora muito a tocada e a diversão. Porém os mais de R$ 90 mil do seu preço (sem acessórios) a fazem uma opção cara, mesmo que você não se importe e equipe a moto com tudo para sair pela terra, a quantidade de carenagens é um problema em caso de infortúnios, principalmente no off-road, onde invariavelmente acontecem os perrengues. Mas ela é digna de qualquer garagem.
Juntos salvamos vidas.
*O Honda Assistance 24h oferece um conjunto de serviços para apoiar os clientes em situações emergenciais (panes, acidentes e roubos/furtos). A cobertura abrange Brasil, Chile, Argentina, Uruguai, Bolívia e Paraguai. Para entrar em contato, ligue para 0800 777 6686 (Brasil) ou 55 11 4134-5436 (exterior). Consulte as concessionárias participantes pelo 0800 701 3432.
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I OHC I 2 válvulas transmissão tipo V-Matic I injeção eletrônica
CILINDRADA 149,3 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 13,2 cv a 8.500 rpm TORQUE MÁXIMO 1,38 kgf.m a 6.500 rpm QUADRO Berço duplo em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Bicilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I OHC I 8 válvulas 6 marchas, câmbio DCT, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 745 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 54,8 cv a 6.250rpm TORQUE MÁXIMO 6,93 kgf.m a 4.750 rpm QUADRO Tipo diamond em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos co ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I OHC I 2 válvulas 4 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 109,1 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 8,33 cv a 7.250 rpm TORQUE MÁXIMO 0,89 kgf.m a 5.500 rpm QUADRO Monobloco em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Tambor com CBS FREIO TRASEIRO Tambor com CBS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I OHC I 2 válvulas 4 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 124,9 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 9,2 cv a 7.500 rpm TORQUE MÁXIMO 1,04 kgf.m a 3.500 rpm QUADRO Monobloco em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com CBS FREIO TRASEIRO Tambor com CBS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I OHC I 2 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 249,5 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 22,6 cv a 7.500 rpm TORQUE MÁXIMO 2,28 kgf.m a 6.000 rpm QUADRO Tipo diamond em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS ou CBS FREIO TRASEIRO Disco com ABS ou CBS
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Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I OHC I 2 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 293,5 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 24,5 / 24,7 cv a 7.500 rpm TORQUE MÁXIMO 2,61 / 2,67 kgf.m a 5.500 rpm QUADRO Tipo diamond em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS ou CBS FREIO TRASEIRO Disco com ABS ou CBS
Bicilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 471 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 50,4 cv a 8.500 rpm TORQUE MÁXIMO 4,55 kgf.m a 6.500 rpm QUADRO Tipo diamond em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 471 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 50,4 cv a 8.500 rpm TORQUE MÁXIMO 4,55 kgf.m a 6.500 rpm QUADRO Tipo diamond em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Tetracilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 16 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 649 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 88,4 cv a 11.500 rpm TORQUE MÁXIMO 6,13 kgf.m a 8.000 rpm QUADRO Tipo diamond em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Tetracilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 16 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 998,4 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 141,4 cv a 10.500 rpm TORQUE MÁXIMO 10,2 kgf.m a 8.000 rpm QUADRO Tipo diamond em alumínio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Tetracilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 16 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
998,4 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 141,4 cv a 10.500 rpm TORQUE MÁXIMO 10,2 kgf.m a 8.000 rpm QUADRO Tipo diamond em alumínio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Tetracilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 16 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 1.000 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 216,2 cv a 14.500 rpm TORQUE MÁXIMO 11,5 kgf.m a 12.500 rpm QUADRO Tipo diamond em alumínio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I OHC I 2 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 162,7 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 14,9 / 15,1 cv a 8.000 rpm TORQUE MÁXIMO 1,40 / 1,54kgf.m a 6.000 rpm
QUADRO Tipo diamond em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com CBS FREIO TRASEIRO Tambor com CBS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I OHC I 2 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 162,7 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 14,9 / 15,1cv a 8.000 rpm TORQUE MÁXIMO 1,40 / 1,54 kgf.m a 6.000 rpm
QUADRO Tipo diamond em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com CBS FREIO TRASEIRO Tambor com CBS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I OHC I 2 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 162,7 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 14,9 / 15,1 cv a 8.000 rpm TORQUE MÁXIMO 1,40 / 1,54kgf.m a 6.000 rpm
QUADRO Tipo diamond em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com CBS FREIO TRASEIRO Tambor com CBS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I OHC I 2 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
162,7 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 14,9 / 15,1 cv a 8.000 rpm TORQUE MÁXIMO 1,40 / 1,54kgf.m a 6.000 rpm
QUADRO Tipo diamond em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com CBS FREIO TRASEIRO Tambor com CBS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I OHC I 2 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 249,6 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 22,2 cv a 7.500 rpm TORQUE MÁXIMO 2,28 kgf.m a 6.000 rpm QUADRO Twin tube em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Bicilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I OHC I 8 válvulas 6 marchas, câmbio DCT, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 1.084 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 99,3 cv a 7.500 rpm TORQUE MÁXIMO 10,5 kgf.m a 6.000 rpm QUADRO Berço semiduplo em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I OHC I 2 válvulas transmissão tipo CVT I injeção eletrônica
CILINDRADA 124,9 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 9,34 cv a 7.500 rpm TORQUE MÁXIMO 1,05 kgf.m a 6.000 rpm QUADRO Underbone SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com CBS FREIO TRASEIRO Tambor com CBS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I OHC I 4 válvulas transmissão tipo CVT I injeção eletrônica
CILINDRADA 330 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 29,2 cv a 7.500 rpm TORQUE MÁXIMO 3,24 kgf.m a 5.250 rpm
QUADRO Tipo underbone em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Seis cilindros tipo Boxer I 4T I arrefecimento a líquido I OHC I 24 válvulas I 6 marchas, transmissão por cardã I injeção eletrônica
CILINDRADA
1.833 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 126 cv a 5.500 rpm TORQUE MÁXIMO 17,3 kgf.m a 4.500 rpm QUADRO Tipo diamond twin tube SUSPENSÃO DIANTEIRA Duplo braço ocilante SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
•
Bicilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I OHC I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 745 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 58,6 cv a 6.750 rpm TORQUE MÁXIMO 7,03 kgf.m a 4.750 rpm
QUADRO Tipo diamond em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I OHC I 2 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
162,7 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 14,7 cv a 8.500 rpm TORQUE MÁXIMO 1,6 kgf.m a 5.500 rpm QUADRO Berço semi duplo em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com CBS FREIO TRASEIRO Disco com CBS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I OHC I 2 válvulas transmissão tipo V-Matic I injeção eletrônica
CILINDRADA
156,9 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 16 cv a 8.500 rpm TORQUE MÁXIMO 1,5 kgf.m a 6.500 rpm QUADRO Tipo underbone em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS / CBS FREIO TRASEIRO Disco com ABS / Tambor com CBS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I OHC I 2 válvulas 4 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 109,1 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 7,9 cv a 7.250 rpm TORQUE MÁXIMO 0,9 kgf.m a 5.000 rpm QUADRO Monobloco SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Tambor com CBS FREIO TRASEIRO Tambor com CBS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I OHV I 2 válvulas 5 marchas + ré, transmissão por cardã I injeção eletrônica
CILINDRADA 420 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 26,9 cv a 6.250 rpm TORQUE MÁXIMO 3,4 kgf.m a 5.000 rpm QUADRO Berço duplo em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bifurcação dupla SUSPENSÃO TRASEIRA Tipo Trailing FREIO DIANTEIRO Dois discos FREIO TRASEIRO Tambor
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I OHC I 2 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 184,4 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 16,3 / 16,4 cv a 8.500 rpm TORQUE MÁXIMO 1,65 / 1,66 kgf.m a 6.000 rpm QUADRO Berço semiduplo em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com CBS FREIO TRASEIRO Disco com CBS
Honda • XRE 300
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I DOHC I 4 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 291,6 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 25,4 / 25,6 cv a 7.500 rpm TORQUE MÁXIMO 2,76 / 2,80 kgf.m a 6.000 rpm QUADRO Berço semiduplo em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Como pioneira no desenvolvimento de motocicletas desde 1903, a Husqvarna Motorcycles tornou-se uma das marcas de motocicletas mais reverenciadas no mundo atualmente.
A história agitada da empresa foi marcada por muitos sucessos e contratempos ao longo do caminho. Um desses eventos decisivos aconteceu na segunda metade da década de 1980, quando dois engenheiros saíram da marca sueca para montar a Husaberg. Nessa mesma época, a italiana Cagiva comprou a divisão de motocicletas da Husqvarna.
A posse da marca passou das mãos da BMW a KTM e, em março de 2013, a Husqvarna e a Husaberg se encontraram novamente, agora sob a bandeira da KTM Group - conhecida como Pierer Mobility. Hoje, a Husqvarna Motorcycles é uma marca que se inspira na era de ouro da cultura motociclística, é
reconhecida por muitas conquistas inovadoras e etapas revolucionárias e únicas, que mudaram o motociclismo para sempre. Nosso objetivo é retomar partindo daqueles dias lendários. Defendendo as virtudes do passado, pois o futuro da marca está atrelado à sua história, onde buscamos sempre novas descobertas para agregar inovação ao motociclismo esportivo. A Husqvarna continua sua trajetória com uma impressionante variedade de modelos e liderança técnica. Além das motocicletas para enduro, motocross, supermoto e esportes competitivos, a marca conta também com modelos travel. Neste ano, a marca lançou a linha Heritage, em comemoração aos 120 anos da marca. Além de possuir um visual único inspirado na herança sueca, é focada para trazer o melhor desempenho nas competições de mais alto nível.
TE 250 2023
A simplicidade do motor 2T de alta performance e as mais recentes inovações técnicas asseguram à TE250 sua posição como uma enduro premium. Equipada com componentes de excelente qualidade, a suspensão WP, pneus Michelin e freios BRAKTEC garantem conforto e controle a pilotos de todos os níveis de habilidade. Uma potência suave é garantida graças à injeção de combustível eletrônica que garante o desempenho em todas as condições com um sistema de autoajuste eliminando a necessidade da pré-mistura de combustível. Para ressaltar ainda mais a evolução contínua da TE250, o visual moderno inspirado no legado sueco dá a essa máquina incrível um visual único.
• Motor 249 cm³
• Peso seco 106,2 kg
• Curso de suspensões D. 300 mm, T. 300 mm
Vá onde poucos já foram antes em uma máquina vencedora de campeonatos mundiais – a TE 300 Heritage. A linha Heritage, lançada em comemoração aos 120 anos da marca, apresenta novos grafismos, nas cores azul e amarelo, inspiradas nos legados da marca sueca, ressaltam a evolução contínua da marca, assim criando um visual verdadeiramente único. Projetada com foco total em performance e capaz de superar as escaladas mais técnicas, esse modelo leve é indiscutivelmente superior em seu habitat natural. Permanecendo na vanguarda do desenvolvimento dos motores 2T, a TE 300 Heritage continua a usar injeção de combustível eletrônica para uma potência suave e controlada e torque impressionante.
• Motor 293,2 cm³
• Peso seco 106,4 kg
• Curso de suspensões D. 300 mm, T. 300 mm
A Norden 901 é uma moto que foi criada para que o motociclista amante das viagens com
possa chegar tão longe quanto puder imaginar
Talvez você não saiba, mas a Husqvarna é uma marca centenária sueca que iniciou a fabricação de motos em 1903 e nos anos 1930 participou dos Gran Prix de velocidade nas categorias de 350 e 500 cm³, quando então a marca competia com motores em V e chegou a conquistar quatro vitórias seguidas no GP da Suécia.
Já nos anos 1950 a Husqvarna direcionou seus esforços ao motocross, modalidade que ganhava expressão e onde a marca, graças a suas inovações tecnológicas, chegou ao final dos anos 1960 como força reconhecida mundialmente, faturando 14 títulos mundiais no motocross e 24 mundiais de enduro.
Hoje nas mãos da KTM, a Husqvarna mantém seu DNA off-road, mas vai ampliando seus horizontes em outros segmentos como o das motos supermotard, das naked, com a Svartpilen e Vitpilen, e agora no concorrido segmento das Maxitrail, com a Norden 901. Uma moto bastante exclusiva por aqui, que a própria marca descreve que nasceu para o turismo de aventura, ou seja, pronta para ir muito além do fim da estrada, e, acredite, ela pode ir além do que você pode imaginar, basta ter os R$ 165.000 da etiqueta.
Com a aquisição pela KTM, a Husqvarna pode compartilhar componentes e tecnologia com a marca austríaca reforçando seu DNA off-road. Um bom exemplo dessa troca entre as marcas é o motor da Nordeon (o mesmo que equipa a KTM 890) e as suspensões WP de longo curso.
O desenho da Norden 901 foi inspirado nas motos do rali Dakar do final dos anos 1990, com o tanque envolvendo boa parte do motor e formando conjunto uníssono com as laterais da moto. No caso da competição, o tanque enorme é para maior autonomia, na Norden ele tem capacidade de 19 litros e é dividido em duas peças para melhor distribuir o peso e baixar o centro de gravidade da moto. Soluções bem acertadas pelo equilíbrio e agilidade que ela demonstrou em nosso primeiro contato com a moto.
DNA Não é à toa que a Norden 901 tem design inspirado nas motos de rali do final dos anos 1990, pois ela tem o off-road em seu íntimo
O tanque dividido em duas metades, além de remeter às motos de grandes ralis, permite melhor distribuição de peso e baixar o centro de gravidade
O farol redondo, além de remeter às motos da época de rali, também vem sendo utilizado pela Husqvarna como assinatura de seus modelos de rua, Svartpilen e Vitpilen. Suas formas arredondadas me agradaram bastante no conjunto da obra.
Como toda boa moto que pretende ter boa capacidade no fora de estrada, a Norden tem porte de cavalo puro-sangue, é alta, o banco está a 854 mm de distância do solo e a traseira, do alto de seus 215 mm de curso de suspensão, exige atenção para subir, descer e apoiar os pés no chão nas paradas, afi nal ela foi feita para superar qualquer obstáculo de frente. Na roda dianteira são 220 mm de curso e regulagens para deixá-la de acordo com o peso, seu gosto e experiência. O banco tem dois ajustes de altura para minimizar essa condição.
A posição de pilotagem sobre o banco é mais de ataque, e o corpo tem distância otimizada para o bom manejo do guidão, que é largo como é nas motos de off-road em geral. O banco avança sobre a base do tanque para permitir que você se desloque um pouco mais para a frente e tenha maior controle do guidão com cotovelos para cima e postura genuína do off-road na pilotagem de pé sobre as pedaleiras.
O banco oferece bastante conforto com boa camada de espuma, e a Power Husq, representante da marca no Brasil, coloca à disposição um banco ergonômico e aquecido como opcional, assim como as manoplas aquecidas, para ampliar as fronteiras de quem não tem medo de chegar a lugares longínquos e frios.
O painel também tem conectividade via Bluetooth
O comando nos punhos parece simplório, mas é funcional
O bocal do tanque mostra capricho no acabamento
Apesar dos pneus de uso misto e do aro 21 polegadas na dianteira, a Norden 901 se sai muito bem no aslfato
O motor que equipa a Norden é o mesmo de dois cilindros paralelos, 889 cm³, comando DOHC, oito válvulas e refrigeração líquida que empurra as KTM 890. Os 105 cv a 8.000 rpm descritos na ficha técnica parecem pouco diante das respostas ao giro do acelerador e à capacidade de aceleração que este propulsor oferece. Se você quiser andar só na “casquinha” do acelerador, ele é suave e até manso, mas, se você torcer o punho com vontade, prepare-se para agarrar o guidão e sentir a roda dianteira separar do chão se você deixar no modo de pilotagem mais permissivo.
É verdade que ao ligar o motor você pode estranhar o barulho, ele faz mesmo mais barulho do que provavelmente você está acostumado, mas é característico dele, assim como a discreta vibração. Características que são facilmente suplantadas pelo prazer que ele é capaz de oferecer, pois é difícil não se empolgar de esquina à esquina passando suavemente as marchas com leves toques no pedal de câmbio, assistido pelo excelente quickshifter bidirecional.
Outra boa funcionalidade desse equipamento é permitir as reduções sem ter o acelerador totalmente fechado, condição que em algumas motos não permite a redução ou é preciso utilizar força extra no pedal.
As suspensões também são compartilhadas com a KTM 890. O equipamento é produzido pela WP (White Power), marca pertencente à marca austríaca e são do tipo Apex totalmente reguláveis manualmente. É redundante dizer que engolem qualquer coisa e que poderiam equipar qualquer moto de hard enduro de alto desempenho.
As linhas da Norden 901 são harmoniosas. O banco é espaçoso, confortável e pode receber aquecimento como opcional
O sistema de freio é poderoso, tem bom tato e função otimizada para o off-road.
OFF-ROAD A posição de pilotagem de pé sobre as pedaleiras é bem natural
KTM O motor é mesmo das 890 da marca austríaca. Ele é um pouco barulhento, mas sua pegada se sobrepõe
Progressivas e previsíveis no asfalto, na terra também permitem copiar e superar todos os solavancos imagináveis. O longo curso da dianteira (220 mm) em frenagens fortes no asfalto tende a fazê-la mergulhar bastante, mesmo assim mantém a moto estável e aprumada, transmitindo segurança.
As regulagens das bengalas são feitas por pequenas borboletas na extremidade superior, e o amortecedor tem um manípulo para o ajuste rápido da pré-carga da mola e os hidráulicos por chave de fenda.
O sistema de freio, embora estampado com o logotipo da Husqvarna, é assinado pela marca espanhola J Juan, que, embora seja pouco conhecida por aqui, fornece componentes de primeira linha para algumas marcas premium. O sistema tem potência de sobra para fazer frenagens rápidas e precisas e é muito progressivo. O ABS é do tipo cornering e permite sua atuação com a moto inclinada, aumentando a segurança nas frenagens.
Outros importantes componentes eletrônicos estão presentes na Norden 901, como piloto automático, painel em TFT com conectividade via Bluetooth e o modo de pilotagem Explorer, que permite ajuste de nove níveis de controle de tração e diferentes mapas de entrega do motor. Um ajuste manual interessante é o da altura do farol feito por uma pequena roldana que permite corrigir a altura do foco de luz mesmo com a variação por conta do peso carregado.
A Norden 901 é uma moto empolgante para aquele motociclista que gosta de acelerar rápido e se identifica com a agilidade de uma moto que tem corpo e alma aventureiros. Toda sua exclusividade tem um preço, R$ 165.000, o que não é pouco para osegmento, mas faz valer o investimento.
A iluminação é total LED e o câmbio tem quickshifter bidirecional
POSITIVO
• Dinâmica
• Motor
PODERIA SER MELHOR
• Nível de ruído
Bicilíndrico paralelo I arrefecido a líquido 8 válvulas DOHC I câmbio 6 marchas
Cilindrada 890 cm³ Potência máxima 105 cv a 8.000 rpm Torque máximo 10 kgf.m a 6.500 rpm Diâmetro x curso do pistão 90,7 mm x 68,8 mm Taxa de compressão 13,5:1 Quadro Tubular em aço tubular Cáster n.d. Trail n.d.
Suspensão dianteira Garfo telescópico invertido totalmente ajustável e 220 mm de curso Suspensão traseira Monoamortecida com ajuste totalmente ajustável e 215 mm de curso Freio dianteiro Discos de 320 mm com pinças radiais de 4 pistões e ABS Freio traseiro Disco de 260 mm, pinça de 2 pistões e ABS
Modelo do pneu Pirelli Scorpion Rally STR Roda dianteira 90/90-21 54V Roda traseira 150/70-18 70V
Comprimento • n.d. Entre-eixos • 1.513 mm Altura do assento • 854 mm Largura • n.d. Tanque • 19 litros Peso (seco) • 204 kg
Preço: R$ 165.000
Criada para dominar todos os terrenos. A 701 Enduro, atinge o próximo nível de versatilidade. Combinando alta performance com a típica funcionalidade sueca em um design elegante e moderno.
husqvarna_motorcycles_br /husqvarnamotorcyclesbr contato@powerhusky.com.br
Sem limite, o caminho se torna infinito.
Trazendo o puro espírito da Supermoto para as ruas, a 701 oferece desempenho incomparável no asfalto. Perfeitamente equilibrada e equipada com um eletrónica avançada e chassi de última geração, faz com que o piloto aproveite o máximo da potência.
www.powerhusky.com.br
Av. Indianópolis, 564 – São Paulo (011) 5051-1644 | (011) 5051-0483
• FE 250
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 4 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 249,9 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO
Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 4 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 349,7 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO
Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 4 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
449,9 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO
Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 4 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 510,9 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO
Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Husqvarna • TE 150
Monocilíndrico I 2T I arrefecimento a líquido 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 143,9 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO
Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
• TE 250
Monocilíndrico I 2T I arrefecimento a líquido 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 249 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
• TE 300
Monocilíndrico I 2T I arrefecimento a líquido 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 293,2 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO
Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
• TX 300
Monocilíndrico I 2T I arrefecimento a líquido 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 293,2 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Husqvarna
• FC 250
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 4 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 249,9 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO
Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
•
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 4 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
349,7 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO
Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
•
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 4 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
449,9 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO
Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Monocilíndrico I 2T I arrefecimento a líquido transmissão automática de uma velocidade, por corrente I carburador
CILINDRADA 49 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO
Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Husqvarna
• TC 65
Monocilíndrico I 2T I arrefecimento a líquido 6 marchas, transmissão por corrente I carburador
CILINDRADA 64,9 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d.
QUADRO
Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Husqvarna • TC 85
Monocilíndrico I 2T I arrefecimento a líquido 6 marchas, transmissão por corrente I carburador
CILINDRADA 84,9 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Husqvarna
• TC 125
Monocilíndrico I 2T I arrefecimento a líquido 6 marchas, transmissão por corrente I carburador
CILINDRADA 124,8 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO
Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Monocilíndrico I 2T I arrefecimento a líquido 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 249 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO
Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Husqvarna • FS 450
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 4 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
449,9 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO
Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 4 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 249,9 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO
Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 4 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 349,7 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO
Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 4 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
449,9 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO
Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Husqvarna
• TC 125 Heritage
Monocilíndrico I 2T I arrefecimento a líquido 6 marchas, transmissão por corrente I carburador
CILINDRADA 124,8 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO
Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
• TC 250 Heritage
Monocilíndrico I 2T I arrefecimento a líquido 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 249 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
• FE 250 Heritage
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 4 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 249,9 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
• FE 350 Heritage
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 4 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 349,7 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d.
QUADRO
Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 4 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
97,2 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 6 cv a 7 500 rpm TORQUE MÁXIMO 0,61 kgf.m a 5 000 rpm QUADRO Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 4 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 97,2 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 6 cv a 7 500 rpm TORQUE MÁXIMO 0,61 kgf.m a 5 000 rpm QUADRO Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Monocilíndrico I 2T I arrefecimento a líquido 4 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 97,2 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 6 cv a 7 500 rpm TORQUE MÁXIMO 0,61 kgf.m a 5 000 rpm QUADRO Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Monocilíndrico I 2T I arrefecimento a líquido 4 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 97,2 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 6 cv a 7 500 rpm TORQUE MÁXIMO 0,61 kgf.m a 5 000 rpm QUADRO Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Monocilíndrico I 2T I arrefecimento a líquido 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 293,2 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
•
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 4 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 692,7 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO Treliça em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 4 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
692,7 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO Treliça em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Bicilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I OHC I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 889 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 105 cv a 8.000 rpm TORQUE MÁXIMO 10,2 kgf.m a 6.500 rpm QUADRO Dupla viga em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Duplo disco com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Desde que a Kawasaki construiu sua primeira motocicleta em 1953, nunca deixou de trazer a tecnologia que os motociclistas precisam para dominar as ruas. Engenharia avançada, testes exaustivos e paixão incansável pela excelência estão presentes em todas as motocicletas sempre que o pneu toca o asfalto ou a terra. Desde os primeiros recursos do setor até os que evoluíram ao longo dessa história, as inovações da Kawasaki nunca deixarão de alimentar o apetite insaciável dos motociclistas em todo o mundo.
A habilidade exclusiva em criar produtos com performance incomparável se faz possível através da vasta rede de expertise tecnológica, fruto da força coletiva do Grupo Kawasaki.
A filosofia de desenvolvimento está no auto desafio constante em entregar a experiência de pilotagem mais atual e emoções sensoriais que nutrem a alma e enriquecem este espírito.
A Kawasaki traz desempenho extremo à vida cotidiana dos motociclistas e suas motocicletas possuem potência e suavidade, são divertidas e prazeirosas e excedem todas as possibilidades.
Representando as superesportivas de médio porte, a Ninja ZX-6R possui um potente motor de 636 cc, tecnologia avançada e um chassi com novo design. A “636” foi otimizada para estradas e pistas, oferecendo uma emocionante experiência em diversas situações de pilotagem.
• Motor: 636 cm3 • Potência: 136 cv a 13.500 rpm • Torque: 7,2 kgf.m a 11.000 rpm
Você pode derrotar todos os oponentes, mas sempre terá um desafio que você deverá encarar: aquele dentro de você. Para aqueles que, como você, encaram qualquer desafio, desenvolvemos a motocicleta que o verdadeiro campeão merece. A Ninja ZX-10R tem o que é preciso para vencer: carenagem aerodinâmica com asas integradas, farol em LED compacto, painel de instrumentos em TFT colorido, conectividade com smartphones e mais atualizações derivadas da expertise da Kawasaki Racing Team no World Superbike. Agora que você possui a Ninja focada nas corridas, encare-se.
• Motor: 998 cm3 • Potência: 213 cv a 13.200 rpm • Torque: 11,7 kgf.m a 11.400 rpm
A Kawasaki Z650RS combina o estilo retrô com a mais recente tecnologia esportiva. Detalhes com design distinto, como o clássico farol redondo em LED, instrumentação analógica, cores influenciadas nos anos 1970, além de um motor de dois cilindros, criam um impressionante ponto de referência no segmento neo-retrô. A Kawasaki Z650RS está destinada a impressionar todos os motociclistas com seu espírito RETROVOLUÇÃO.
• Motor: 649 cm3 • Potência: 68 cv a 8.000 rpm • Torque: 6,7 kgf.m a 6.500 rpm
Relembrando o estilo clássico da Z1 original, a Kawasaki Z900RS R Edition combina elementos de design atemporais com carroceria mínima e sem carenagem, o icônico tanque em formato teardrop e grafismo Yellowball, resultando em um marcante e puro estilo retrô.
• Motor: 948 cm3 • Potência: 109 cv a 8.500 rpm • Torque: 9,7 kgf.m a 6.500 rpm
O espírito Z encontra sua expressão mais recente na Z900 com estilo Sugomi. Potência ao máximo, manuseio instintivo e controle de tração redefinem a experiência supernaked. Luzes de LED e um display TFT trazem a mais recente tecnologia. Ultrapasse os limites e domine as ruas.
• Motor: 948 cm3 • Potência: 125 cv a 9.500 rpm • Torque: 10,1 kgf.m a 7.700 rpm
A nova Versys 650, foi criada para dominar a cidade ou deixá-la para trás. Projetada para conquistar a selva urbana, seu potencial se torna real com as exclusividades da versão Tourer, transportando você, seu passageiro e sua bagagem para a próxima grande aventura. Novidades como o para-brisa ajustável, painel em TFT colorido e conectividade com smartphones, luzes em LED e controle de tração KTRC garantem que seu passeio diário tenha muita diversão. Para uma rápida passada no escritório ou para viajar durante todo o final de semana, deixe que a Versys 650 seja o seu guia.
• Motor: 649 cm3
• Potência: 67 cv a 8.500 rpm • Torque: 6,2 kgf.m a 7.000 rpm
Ao contrário das demais cruisers, a Vulcan S é projetada para transportar os pilotos para o mundo esportivo com estilo de sobra. Mesclando uma pilotagem mais esportiva com o estilo retrô e um potente motor de 649 cc, ela proporciona uma experiência nunca vista antes. Seja indo para o trabalho ou curtindo um passeio, a Vulcan S é sua parceira confiável para qualquer ocasião.
• Motor: 649 cm3 • Potência: 61 cv a 7.500 rpm • Torque: 6,4 kgf.m a 6.600 rpm
KX250
Com mais títulos no Motocross e Supercross do que qualquer outra montadora, o nome KX é sinônimo de vitória. A KX250 é a máquina comprovada em campeonatos que construímos para que você possa ser o próximo. Seja o próximo campeão. Seja o próximo herói. Seja a próxima lenda. Seja o próximo pioneiro de uma geração inteira de grandeza. Na KX250, sua hora é agora.
• Motor: 249 cm3 • DOHC 4 Válvulas • Injeção eletrônica ø44 mm x 1 com injetores duplos
Parece que a Z650RS saiu de um portal do tempo dada sua identificação com a primeira Z da Kawasaki. Seu projeto é eficiente e muito estiloso
SUAVIDADE A Z650RS permite passeios tranquilos, mas não decepciona quem quer emoção
Além do design, o subchassi da RS é menos inclinado que na Z900 para deixar o banco reto
AKawasaki, até agora, tinha a Z650 como sua principal arma no segmento de média cilindrada, uma naked com a estética de estilo “sugomi” ao lado de suas irmãs peladas de maior e menor cilindrada, e agora o line up vai crescer com a Z650RS, com a qual a Kawasaki pretende ofuscar os saudosistas dos modelos clássicos da marca.
Para a Kawasaki, a Z1 foi um modelo-chave. A primeira moto de quatro cilindros da marca criou escola no começo dos anos 1970. Seu propulsor de quatro tempos com duplo comando de acionamento de válvulas do cabeçote era algo nunca visto até então em uma moto de produção em larga escala, algo reservado aos modelos de competição que colocava tecnologicamente a fábrica japonesa na liderança do setor.
Como não poderia deixar de ser, a esta primeira Z1 com motor e 900 cm3 seguiram-lhe uma série de modelos com diferentes cilindradas. No Japão, a Z1 nasceu com 750 cm3 por razões legais, mas para outros países ocidentais era necessário uma moto com menor capacidade, e, em 1976, nasceu a Z50, uma moto baseada na irmã maior, com o mesmo motor de quatro cilindros em linha, comando DOHC e potência de 66 cv a 8.500 rpm.
Quando nasceu a Z900RS, a Kawasaki teve que fazer mais do que adaptar a estrutura mecânica de sua naked ao estilo mais tradicional. Não só trocou a carroceria, mas também acrescentou detalhes como aletas nos cilindros e substituiu outros componentes. O resultado foi aplaudido por todos, não obstante o sucesso comercial foi arrefecido pelo preço superior ao modelo standard.
O painel de mostradores redondos e de ponteiros é bem vintage
O tanque em formato de gota é estreito e permite bom encaixe das pernas
A ergonomia da Z650RS é bem acertada
A fábrica de Akashi repete a operação, mas, tomando como base a Z650, voltou a seguir a mesma linha da década de 1970, quase meio século depois. Num primeiro olhar, temos que reconhecer a similaridade entre os modelos. Efetivamente a Kawa resgatou também o mesmo verde de sua antecessora, uma opção para aumentar o preço nessa versão.
A nova Z650RS mecanicamente é muito similar à Z650, sobre a qual foram feitos alguns ajustes. O motor de dois cilindros paralelos recebeu algumas modificações em sua eletrônica para potencializar o torque desde as 3.000 rpm e em toda a faixa de média rotação. Ele também recebeu mudanças pra se adequar às normas Euro5, o que, segundo a fábrica, também reduziu o consumo a algo próximo dos 24 km/l; em nosso primeiro contato fizemos 20,8 km/l.
Há outros detalhes que potencializam a pilotagem urbana mais tranquila como a cobertura do ventilador do radiador que dirige o ar quente para baixo, reduzindo o calor no piloto quando está parado em semáforos, por exemplo. As tampas do motor dos dois lados ficaram mais planas e contextualizam o design da década de 1970, assim como a capa do escape que o deixa com perfil mais plano. A embreagem também é assistida e deslizante.
Assim como o motor, o chassi também recebeu certas alterações. Ele continua a ser de treliça tubular tipo Diamond, com o motor fazendo parte da estrutura, e pesa só 13,5 quilos. O ângulo de cáster de 24° e a distância entre-eixos de 1.405 mm asseguram uma boa agilidade.
A principal mudança está no subchassi, menos inclinado do que na Z650, deixando a traseira mais plana e harmoniosa com o estilo, além de reduzir a sua altura em relação ao solo. Os garfos de suspensão são os mesmos, convencionais e o amortecedor central é fixado diretamente na balança.
Os discos de 300 mm da roda dianteira e o de 220 mm da roda traseira não seguem o desenho tipo onda, como é habitual nas motos da Kawa, para realçar seu estilo, assim como as rodas de liga leve com desenho de raios finos, o que reduz o peso e ajuda a melhorar a dirigibilidade.
É no conjunto que a RS mais de diferencia da Z650, pois o tanque de 12 litros em forma de lágrima, o banco plano, as tampas laterais e a rabeta são similares aos modelos originais. A posição de pilotagem é mais relaxada por conta do guidão mais largo e 20 mm mais alto.
1 O farol redondo em LED é característico 8
A lanterna e a rabeta são minimalistas 5 7
O banco reto oferece bom nível de conforto
3
4
O espaço do garupa é mais limitado
7
Trava de capacete ao estilo antigo
O slider para o eixo da roda dianteira é acessório
O escape ganhou design de acabamento reto, mais discreto
Os 820 mm de altura do assento em relação ao solo não são pouco, mas seu formato e a posição do corpo permitem apoiar os pés no chão, mesmo com altura mediana. De qualquer forma, há uma opção de banco com 20 mm a menos.
O tanque é bem estreito na parte de trás, o que permite segurá-lo firme com as pernas, e as pedaleiras têm coxins para minimizar alguma vibração que o motor de dois cilindros com defasagem de 180° no virabrequim e eixo balanceiro possa gerar.
Á sua frente, o painel clássico com dois relógios analógicos e uma tela digital central com as informações complementares fi nalizam o design retrô da Z650RS.
A Z650RS apresenta uma imagem mais tranquila que a versão tradicional e tem no uso urbano uma de suas grandes virtudes, é como um peixe na água. Em nosso primeiro contato, tivemos a oportunidade de curtir, se é que se pode dizer isso, congestionamentos do centro da cidade de Marselha, na França, e ela nos demonstrou muita habilidade para serpentear entre os carros e rodar à velocidade de pedestre sem problemas, sem esquentar as pernas nos semáforos.
O motor se prota muito bem em baixa rotação, não vibra, e a embreagem tem acionamento dócil, o que melhora sua eficiência no ambiente urbano. A Z650RS oferece uma boa aceleração nas arrancadas e suas suspensões são suficientemente suaves para passar pelas irregularidades sem saltos e sem acabar com as costas arcadas
A eletrônica é restrita ao ABS, isso exige confiança e habilidade com o acelerador em piso liso.
A Kawasaki Z650RS evidentemente é destinada ao uso tranquilo, ao motociclista que busca conforto e facilidade na pilotagem com estilo. Deverá fazer mais sucesso onde as primeiras Z1 foram estrelas, mesmo assim ela é atraente e tem história.
A Z650RS é uma moto ágil, seu motor tem ótimo regime de média rotação e potência adequada para a cilindrada. As suspensões são confortáveis, mas também admitem uma pilotagem mais agressiva e alegre sem reclamar; resumindo, é uma moto versátil.
Ao contrário da irmã Z900RS, que é bem mais cara que a standard, a Z650RS tem preço mais próximo da Z650 e custa 8.399 ou 8.550 dependendo da cor, enquanto a naked sugomi custa 7.399 euros.
A Z650RS está bem próxima da vesão standard, o chassi a deixa ágil segura e estável em qualquer velocidade. Suas limitações aparecem quando você força nas frenagens, por conta das bengalas, porém as críticas são poucas, porque ela acelera e freia bem.
A Kawasaki fez uma moto vintage estilosa de bom comportamento e preço justo.
As rodas de raios finos também remetem aos anos 1970
•
•
• Frenagens fortes
As pinças do freio dianteiro são axiais, mas suficientes
Bicilíndrico I arrefecido a líquido 8 válvulas I câmbio 6 marchas
Cilindrada 649 cm³ Potência máxima 68 cv a 8.000 rpm Torque máximo 6,5 kgf.m a 6.700 rpm Diâmetro x curso do pistão 83 mm x 60 mm Taxa de compressão 10,8:1 Quadro Treliça em aço Cáster n.d. Trail n.d.
Suspensão dianteira Garfo telescópico Suspensão traseira Monoamortecida com ajuste de pré-carga da mola Freio dianteiro Discos de 300 mm com pinça de 2 pistões e ABS Freio traseiro Disco de 220 mm, pinça de 2 pistões e ABS
Modelo do pneu Dunlop Roda dianteira 120/70-17 Roda traseira 160/60-17
Comprimento • 2.065 mm Entre-eixos • 1.405 mm Altura do assento • 820 mm Largura • 800 mm Tanque • 12 litros Peso (seco) • 187 kg
Preço: 8.399 euros
Kawasaki • KLX110R
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I SOHC I 2 válvulas 4 marchas, transmissão por corrente I carburador
CILINDRADA 112 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 7,3 cv a 7.500 rpm TORQUE MÁXIMO 0,82 kgf.m a 4.000 rpm QUADRO Backbone em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Tambor FREIO TRASEIRO Tambor
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 4 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I carburador
CILINDRADA
449 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO Perimetral em alumínio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 4 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
249 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO
Perimetral em alumínio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 4 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
249 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO Perimetral em alumínio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 4 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 449 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO Perimetral em alumínio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 4 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 449 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO Perimetral em alumínio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Bicilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 399 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 48 cv a 10.000 rpm TORQUE MÁXIMO 3,9 kgf.m a 8.000 rpm QUADRO Treliça em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 649 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 68 cv a 8.000 rpm TORQUE MÁXIMO 6,7 kgf.m a 6.500 rpm QUADRO Treliça em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Tetracilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 16 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 636 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 130 cv a 13.500 rpm TORQUE MÁXIMO 7,2 kgf.m a 11.000 rpm QUADRO Perimetral em alumínio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Tetracilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 16 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 998 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 203 cv a 13.200 rpm TORQUE MÁXIMO 11,7 kgf.m a 11.400 rpm QUADRO Longarina dupla em alumínio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 296 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 40 cv a 11.500 rpm TORQUE MÁXIMO 2,6 kgf.m a 10.000 rpm QUADRO Backbone em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 649 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 67 cv a 8.500 rpm TORQUE MÁXIMO 6,2 kgf.m a 7.000 rpm QUADRO Tipo diamond em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 649 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 67 cv a 8.500 rpm TORQUE MÁXIMO 6,2 kgf.m a 7.000 rpm
QUADRO Tipo diamond em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Tetracilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 16 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 1.043 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 120 cv a 9.000 rpm TORQUE MÁXIMO 10,4 kgf.m a 7.500 rpm QUADRO Tubo duplo em alumínio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Tetracilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 16 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 1.043 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 120 cv a 9.000 rpm TORQUE MÁXIMO 10,4 kgf.m a 7.500 rpm
QUADRO Tubo duplo em alumínio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
A Royal Enfield apresenta a herança incomparável do motociclismo. Não apenas por ser a marca mais antiga do mundo em produção contínua, mas também por ser a protagonistade uma história que já conta com mais de 120 anos de evolução e transformação. A marca teve sua primeira motocicleta produzida em 1901, desenhada por R. W. Smith e Jules Gotiet. O motor Minerva de 1,5 cv montado à frente da coluna de direção contava com uma longa correia de couro que fazia transmissão à roda traseira. Desse momento em diante, novos modelos vêm sendo desenvolvidos com o mesmo objetivo: feitos para quem aprecia se conectar
com a própria liberdade. Um estilo que resgata a estética clássica das motocicletas e a sensação inconfundível de se viver como se deve cada caminho, muito além do destino por si só. Foi assim que nasceu o Motopurismo — simplicidade aliada a produtos de altíssima qualidade. Sem elitismo ou modismo. Apenas a experiência em pilotar uma máquina leve, robusta e atemporal. Essa é a filosofia que faz parte da essência da companhia e transforma a empresa em uma referência para quem sabe que uma vida bem vivida só é possível em cima de uma motocicleta Royal Enfield.
• Motor 411 cm³
• Potência 24,5 cv a 6.500 rpm
• Torque 3,3 kgfm a 4.250 rpm
CONTINENTAL GT
• Motor 648 cm³
• Potência 47,7 cv a 7.250 rpm
• Torque 5,3 kgfm a 5.250 rpm
• Motor 349 cm³
• Potência 20,5 cv a 6.500 rpm
• Torque 3 kgfm a 4.000 rpm
METEOR 350
• Motor 349 cm³
• Potência 20,5 cv a 6.500 rpm
• Torque 3 kgfm a 4.000 rpm
INTERCEPTOR 650
• Motor 648 cm³
• Potência 47,7 cv a 7.250 rpm
• Torque 5,3 kgfm a 5.250 rpm
Conheça a Hunter 350, a nova moto de entrada da Royal Enfield que logo estará por aqui e promete fazer barulho pelo bom pacote técnico e preço acessível
BAUBETA Fotos ROYAL ENFIELDFomos até Bancoc, na Tailândia conferir o lançamento global da Royal Enfield Hunter 350, o que para nós brasileiros, é uma avant-première, visto que aqui no Brasil, a Classic 350 vai chegar antes da Hunter, que já está em processo de homologação, mas deve ser lançada até o início de 2023.
Os indianos devem ter escolhido a cidade de Bancoc por ser um dos mais importantes centros econômicos da Ásia. Uma metrópole cosmopolita e que tem milhares de motocicletas circulando por suas ruas dividindo espaço com carros, tuc-tucs, ônibus e caminhões.
Apesar da importância do mercado de casa (Índia) para a Royal Enfield, o trânsito maluco de suas cidades seria enlouquecedor para nós pilotos fazermos um test ride como esse, afinal a quantidade de veículos e o tipo de tráfego por lá (confuso e complexo) impediriam de ter uma verdadeira experiência de pilotagem sobre a Hunter 350.
A Hunter tem atitude e uma relação íntima com as motos inglesas e japonesas da década de 1960. Suas linhas arredondadas lembram a Triumph T120 Bonneville ou Suzuki T500, por exemplo, para não me alongar. Os rebaixos do tanque para o encaixe das pernas são bem marcados e as tampas laterais da moto seguem as linhas arredondadas.
Seguem o esquema farol e lanternas circulares para valorizar sua proposta. O toque de modernidade é comandado pelas cores e grafismos bastante vanguardistas, mais valorizados com o
preto que impregna o restante da motocicleta, incluindo as rodas de liga leve. A Royal acertou nas combinações da Hunter 350.
O motor da Royal Enfield Hunter é o mesmo que equipa a linha Meteor e Classic 350 (que deve chegar por aqui em setembro). Monocilíndrico de 349 cm³, duas válvulas, refrigeração a ar e óleo e capaz de render 20,2 cv a 6.100 rpm e 2,7 kgf.m a 4.000 rpm de potência e torque máximos, respectivamente.
Foram feitos ajustes na injeção e ignição do motor, que juntamente com o escape mais curto, dão outro tom, também no ronco grave, e principalmente, na pegada inicial ao se girar o punho da direita. A entrega é mais rápida e pungente no início das acelerações, pelo torque abundante em baixa, o que permite rodar sem tantas trocas de marcha, principalmente no tráfego urbano..
Já recebemos algumas indagações do tipo: “um motor de 350 cm³ que não passa de 120 km/h, como pode? Ou: uma 350 cm³ com 20,2 cv é muito pouco. Essas questões não são absurdas, mas é preciso abrir a mente e compreender a proposta desta motocicleta.
Segundo o próprio CEO da Royal Enfield, Siddhartha Lal, a Hunter 350 vai ser a porta de entrada para a marca, não só como a moto mais acessível, mas principalmente como uma motocicleta fácil de ser pilotada, dócil e muito eficiente no tráfego urbano. O que pude comprovar na prática.
A Hunter 350 é bonita e eficiente, mas é preciso compreender sua proposta
Dita e absorvida a proposta da moto, é possível deixar a emoção de lado e aceitá-la assim como ela é, para avaliá-la sem os paradigmas de um motociclista que exige desempenho acima de tudo.
A pegada do motor, “apesar” dos 20,2 cv, tem personalidade graças às modificações feitas na ignição e injeção eletrônicas. No test ride noturno pela cidade de Bancoc, e depois pelas ruas em dia comum, dividindo espaço com outros milhares de veículos, a Hunter se mostrou eficiente, não importa a marcha em que estiver, pois ela não exige muitas trocas. Se você precisar de resposta, basta acelerar que o motor vai empurrar com decisão.
A pequena ponteira que sai ao lado da roda traseira em posição baixa, emite um som rouco e grave muito bacana e entusiasmante, e resta saber se será aprovada por aqui no quesito emissão de ruídos.
O câmbio de cinco marchas é bem escalonado e tem engates bastante suaves, mas achei o manete da embreagem um pouco pesado. Um alemão de nosso grupo me perguntou o que tinha achado da embreagem, e ele concordou com minha sensação.
A Hunter tem chassi diferente das demais 350 da marca. Enquanto Meteor e Classic compartilham a estrutura de berço duplo seccionado em duas partes que vão aparafusados ao motor com coxins de borracha, na Hunter a viga superior é mais parruda, e a parte inferior do que seria a segunda secção do berço do chassi de suas irmãs
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1 Vários são os acessórios disponíveis para a Hunter, a pequena bolha e o navegador Tripper são dois exemplos 2 Os punhos são iguais aos da Meteor 3 O pequeno alforge rígido faz parte da lista de acessórios que a Royal Enfield vai ter à disposição para seus clientes que querem dar um toque pessoal ao design de sua Hunter. Embora não seja novidade para a marca oferecer esse tipo de produto, na categoria em que a Hunter vai concorrer é um diferencial
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As duas versões, têm oito opções de cores ao todo
1 Os espelhos na ponta do guidão são acessórios
2 Haverá vários tipos de banco também
não existe, pois o motor faz parte da estrutura.
Esta composição foi desenhada para baixar a posição do motor, o que, aliado às rodas de aro de 17 polegadas e menor ângulo de cáster, permitiu centralizar e baixar o peso para ter o centro gravitacional também mais próximo do chão, o que é imperativo para ter uma motocicleta mais ágil e fácil de manobrar.
O resultado prático da nova estrutura elaborada para a Hunter é muito eficiente, a moto é leve, muito fácil de pilotar e o ótimo ângulo de esterço facilita as manobras entre os carros, inclusive em trajetos mais apertados.
As suspensões combinam o par de bengalas de 41 mm de diâmetro, sem regulagens e 130 mm de curso na dianteira, com dois amortecedores que dão 102 mm de curso à roda de trás, e neles há seis níveis de regulagem na pré-carga das molas. O conjunto tem boa capacidade de absorção de impactos e bom equilíbrio entre conforto e esportividade.
A Royal Enfield tem um objetivo claro desde o início do projeto: a Hunter deve ser uma moto de fácil condução, ágil e de beleza diferenciada na categoria, uma moto que possa atrair novos motociclistas pela facilidade na pilotagem e cativá-los, pelo apelo visual.
A posição de pilotagem é muito importante não só para facilitar a condução, mas também para aumentar o nível de segurança na pilotagem. Se você levar essa realidade para o piloto iniciante, recém-habilitado ou o piloto que vai sair do mundo do scooter e abraçar uma motocicleta pela primeira vez, entenderá que esses fatores podem ser de-
cisivos na decisão de compra.
A ergonomia da Hunter 350 é bem acertada, o corpo ereto com os braços semiflexionados e a proximidade do guidão favorecem qualquer tipo de manobra, principalmente as de baixa velocidade e em espaço apertado.
A distância do banco ao chão de 790 mm facilita o apoio dos pés e gera mais confiança, principalmente para os menos experientes.
No concorrido trânsito da cidade de Bancoc, a Hunter me permitiu serpentear com facilidade entre todo tipo de veículo e, se fosse necessário, poderia pilotar quase sem trocas de marcha.
O sistema de freios da Hunter 350 é composto por um disco de 300 mm na roda dianteira, mordido por uma pinça de dois pistões. Atrás o disco mede 270 mm e tem pinça de pistão único. Os dois canais são assistidos por ABS e seu funcionamento é bastante eficiente. O ABS traseiro é um pouco alarmista e, em determinadas situações, entra em ação precocemente. Mas o conjunto em si transmite bastante segurança e não exige muita força no manete que, por sua vez, oferece bom tato nas frenagens.
A versão Retro é a mais simples. Rodas raiadas, freio traseiro a tambor e ABS só na dianteira
A Hunter tem seu foco na pilotagem urbana, mas não se resume somente a isso
Cilindrada 349 cm³
Potência máxima (etanol) 20,2 cv a 6.100 rpm
Torque máximo (etanol) 2,7 kgf.m a 4.000 rpm
Diâmetro x curso do pistão 75 mm x 85,8 mm
Taxa de compressão 9,5:1
Quadro Tipo diamond em aço Cáster n.d. Trail n.d.
Suspensão dianteira Garfo telescópico de 41 mm de diâmentro com 130 mm de curso
Suspensão traseira Biamortecida com 90 mm de curso, com regulagem de pré-carga da mola
Freio dianteiro Discos de 300 mm, pinças axiais de 2 pistões e ABS
Freio traseiro Disco de 260 mm, pinça de 1 pistão
Modelo do pneu Ceat
Roda dianteira 110/70-17
Roda traseira 140/70-17
Comprimento
• 2.055 mm
Entre-eixos • 1.370 mm
Altura do assento • 790 mm Largura • 800 mm
Tanque • 13 litros Peso (seco) • 177 kg
ESGUIA
A Hunter tem boa ergonomia e é muito amigável na pilotagem
POSITIVO
• Agilidade
• Ergonomia PODERIA
SER MELHOR
• Manete de embreagem pesado
A Royal Enfield tem bem claro o caminho a seguir em sua jornada e ele claramente está focado em novos motociclistas e motociclistas que querem migrar das motos de pequena cilindrada e fazer upgrade por um modelo maior.
A Hunter 350 vai ser a moto mais barata do lineup da Royal e certamente fará muito barulho e arrebanhará não só novos motociclistas, eu diria que pode atrair até quem busca uma moto de média/baixa cilindrada de estilo para o dia a dia com custo-benefício excelente. Embora o preço não tenha sido divulgado nem para a Europa, podemos imaginar algo em torno de R$ 20 mil.
Outro diferencial que a Royal oferece a seus clientes é a possibilidade de customização de suas motos com acessórios originais. Para a Hunter também haverá uma série de equipamentos para embelezá-la. Eu aposto em seu sucesso.
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar e óleo I OHC I 2 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 349 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 19,9 cv a 6.100 rpm TORQUE MÁXIMO 2,8 kgf.m a 4.000 rpm QUADRO Tipo diamond em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico I 4T I arrefecimento a ar e óleo I SOHC I 4 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
648 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 47 cv a 7.250 rpm TORQUE MÁXIMO 5,3 kgf.m a 5.250 rpm QUADRO Berço duplo em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I SOHC I 2 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
411 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 24,5 cv a 6.500 rpm TORQUE MÁXIMO 3,3 kgf.m a 4.250 rpm QUADRO Meio cavalete duplex em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS comutável
Bicilíndrico I 4T I arrefecimento a ar e óleo I SOHC I 4 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 648 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 47 cv a 7.250 rpm TORQUE MÁXIMO 5,3 kgf.m a 5.250 rpm QUADRO Berço duplo em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Royal Enfield • Meteor 350
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar e óleo I OHC I 2 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 349 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 19,9 cv a 6.100 rpm TORQUE MÁXIMO 2,8 kgf.m a 4.000 rpm QUADRO Berço semi duplo em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
A conexão com o futuro move os caminhos da Shineray do Brasil e se funde com a história de sucesso de seus 17 anos de operação no país. Foi uma das primeiras marcas a trazer modelos elétricos para o país, o que comprova seu pioneirismo mundial.
Tecnologia, economia e qualidade são os pilares que norteiam o trabalho no parque fabril da montadora, a única do segmento de duas rodas fora da Zona Franca de Manaus. Localizada no Complexo Industrial de Suape, em Pernambucoum dos principais hubs de negócios do Norte e Nordeste -, tem capacidade para produzir até 700 mil unidades por ano.
Além de soluções para a mobilidade urbana, as motos entregam design, tecnologia e diversão ao pilotar, provando que é possível desbravar e encarar as ruas de todo o Brasil sem perder o estilo. A Shineray do Brasil oferece um dos mais diversificados portfólios do país; patinetes, bicicletas, quadriciclos, scooters, cicloelétricos, ciclomotores, motocicletas elétricas e a combustão todas a pronta-entrega.
A Shineray vem superando os desafios e segue investindo no desenvolvimento de novos modelos, com motos de cilindrada mais alta a combustão para ampliar seu lineup e assim oferecer mais opções aos fãs da marca.
O esforço da Shineray tem dado resultado, em 2022 a marca já é a terceira montadora que mais vende motos no país. Em 2023 a Shineray vai continuar a investir em novas lojas, peças e no
pós-vendas para oferecer ainda mais qualidade, segurança e tecnologia para seus clientes, consolidando sua posição no Brasil.
Afinal, também acreditamos que a vida é muito melhor sobre duas rodas.
• Motor 123,6 cm³
• Potência 6 cv a 7.500 rpm
• Torque 0,9 kgf.m a 6.000 rpm
Um dos modelo mais vendidos da montadora, a JET 125X é ideal para quem precisa se deslocar com agilidade no ambiente urbano. Ela é supereconômica, faz até 50 quilômetros por litro e, com o tanque de três litros, tem exelente autonomia. A JET 125X também se destaca pelo baixo peso (85 kg a seco) e pelas dimensões compactas, o que a coloca entre as motos preferidas por quem está começando a pilotar. Ela é equipada com freios combinados, embreagem centrífuga semiautomática, tem protetor de escape cromado, piscas dianteiros em LED, farol direcional e porta capacete.
A SHE-S solidificou o posto da Shineray como referência nacional em eletrificação, aumentando o lineup de modelos com zero emissões, movidos a energia limpa. A SHE-S combina o prazer de pilotar à economia e à sustentabilidade. O seu motor de 3.000W de potência é capaz de atingir 79,5 km/h de velocidade máxima e sua bateria de lítio de 72v 35ah é removível e pode ser recarregada em apenas três horas em tomada comum. A bateria permite 2,5 mil ciclos ou seja, sete anos de uso. A SHE-S ainda pode rodar com bateria extra para aumentar sua autonomia.
• Motor Brushless • Potência de 3000w • Autonomia de 75 km por bateria
• Motor 149 cm³
• Potência 10,3 cv a 7.500 rpm
• Torque 1,4 kgf.m a 6.000 rpm
O lançamento da Jef 150s, no 2º semestre de 2022, selou o retorno da Shineray do Brasil ao nicho de 150 cilindradas, após um hiato de três anos sem presença no segmento. O modelo tem pegada street, é uma moto leve, rápida e resistente para atender às duras exigências das grandes cidades. A Jef 150s tem
velocidade máxima de 120km/h, câmbio de cinco marchas e partida elétrica. As cores disponíveis são vermelha e preta, e sua chegada ao mercado marca a nova fase de expansão do portfólio da montadora com motos de maior cilindrada para abarcar, principalmente, a alta demanda do mercado do Sudeste.
Com um estilo trail, visual diferenciado e boa potência, a SHI 175 é o único modelo do mercado brasileiro que oferece essa cilindrada. Mais alta, a moto é preparada para enfrentar as pistas mais irregulares, mas sem abrir mão do conforto e do visual com design inovador. Seu desempenho atende tanto os consumidores do on-road quanto os do o -road. A SHI 175 alcança 110 km/h de velocidade máxima, tem embreagem manual e partida elétrica e a pedal. Os faróis, setas e lanternas do modelo são em Full LED, e tem duas opções de cores: vermelha com preta e preta com detalhes em cinza chumbo.
• Motor 123,7 cm³
• Potência 7,2 cv a 7.500 rpm
• Torque 0,8 kgf.m a 6.000 rpm
Cheia de estilo, a Shineray Worker 125 foi feita para as ruas e caiu no gosto do motociclista brasileiro consagrando-se pelo estilo retrô com detalhes esportivos. A Worker tem ótimo custo-benefício oferecendo muito conforto e comodidade. As atualizações do modelo 2023 deixaram o modelo mais moderno e funcional. A Worker agora ganhou novas suspensões. O freio a disco e o amplo bagageiro se somam à porta USB que compõem um pacote completo e funcional para quem utiliza a moto no dia a dia. A Worker também tem amplo espectro de cores para a escolha do cliente.
Marca investe pesado em tecnologia para colocar novos modelos no Brasil. O principal alvo para seu crescimento é o Estado de São Paulo
AShineray inicia o ano de 2023 com novas motos em seu lineup. A marca investe em motos de maior cilindrada e a chegada da Jef 150s, lançada em julho, marca o retorno da fabricante sediada em Cabo do Santo Agostinho, em Pernambuco, ao segmento das City de 150 cm³. Ela chegou para disputar em um segmento que vende cerca de meio milhão de motocicletas ao ano.
A nova Shineray Jef 150s é movida por um mo-
tor monocilíndrico que entrega 10,3 cv de potência a 7.500 rpm e 1,4 kgf.m de torque em 6.000 giros.
O motor da Jef 150s tem alimentação por carburador, comando OHC de duas válvulas, arrefecimento a ar e câmbio de cinco velocidades. Segundo a Shineray, a JEF 150s atinge velocidade máxima de 120 km/h e tem capacidade de carga declarada de 150 quilos, incluindo o condutor. Ela dispõe de partida elétrica e a pedal, um recurso interessante para o caso de panes elétricas.
A fábrica informou que a ciclística da motocicleta é composta de chassi tipo diamond em aço, garfos telescópicos convencionais na dianteira e monoamortecedor na traseira. O sistema de freios é composto por um disco na roda dianteira e tambor na traseira com funcionamento combinado.
Na parte visual, a nova moto da Shineray tem um design moderno, com linhas esportivas arrojadas, rodas de liga leve, setas em LED e um farol com lâmpadas halógenas, cujo desenho remete ao da Haojue DR 160.
As cores da Jef 150s são preta e vermelha, e o preço sugerido é de R$ 12.990. O valor não considera impostos e taxas da região onde a máquina será comercializada. O preço da Jef 150s é competitivo comparado ao das principais rivais e ela tem potencial para agradar e ter boa aceitação do público.
Outra novidade que comprova a mudança de chave da Shineray para motos de maior cilindrada, e que já pode ser encontrada em suas lojas pelo Brasil, é a SHI 175. A moto trail da marca começu a ser comercializada em outubro ao preço de R$ 13.990. A SHI 175 é a aposta da marca para um dos segmentos mais versáteis que existem, o das dual purpose de entrada.
A SHI 175 chama atenção por conta de seu farol em LED, cujo visual remete a modelos da linha GS, da BMW Motorrad. A função de movê-la fica a cargo de um motor monocilíndrico carburado de 173,6 cm³ com refrigeração a ar, capaz de entregar 14.2 cv de potência a 8.000 rpm e 1,42 kgf.m de torque a 6.500 rpm. Segundo a Shineray, a moto alcança velocidade máxima de 110 km/h.
1 O design da Jef 150s é arrojado e agrada 2 O painel mescla contagiros analógico e display digital 3 A lanterna traseira é em LED, assim como as setas
Assim como o farol, a lanterna e os indicadores de direção também são em LED. Ela ainda dispõe de partida elétrica, freios à disco com sistema combinado e suspensões dianteiras convencionais com sanfonas para proteger os garfos contra a sujeira no caso do off-road.
A Shineray SHI 175 ainda vem com rodas raiadas de 19 polegadas na frente e 17 atrás, calçadas com pneus de uso misto nas medidas 90/90 e 110/90, respectivamente. Seu painel tem um visual simples, com velocímetro e conta-giros analógicos, indicador de marcha e algumas luzes espia.
A trail está disponível em duas combinações de cores: preta com detalhes em cinza e vermelha com preta. Segundo a Shineray, a chegada da SHI 175 reforça um dos principais objetivos comerciais da montadora brasileira, que é expandir seu share em São Paulo, o maior mercado de duas rodas do país.
Como parte desta estratégia, a marca inaugurou recentemente uma concessionária na cidade de Santo André, sendo a 4ª loja da Shineray no estado de São Paulo. A nova unidade, primeira no ABC Paulista, fica na Avenida. Dom Pedro II, 308 - Jardim, Santo André, e traz o conceito Electric de identidade visual das outras lojas já em funcionamento. Ela conta com toda a linha de produtos da marca – elétricos, à combustão e a linha Kids, além de oferecer serviços de atendimento ao cliente e venda de peças.
De janeiro a novembro, a Shineray do Brasil emplacou mais de 20 mil unidades em todo o país, e a expectativa da marca é ampliar, em até cinco anos, de 2% para 5% as suas vendas no mercado paulista.
A Shineray segue firme com a expansão em São
Paulo aonde inaugurou sua quinta concessionária no bairro do Pacaembu, na Zona Oeste da capital paulista. Segundo a marca, já são oito lojas próprias no país, cinco em São Paulo, uma em Fortaleza e duas no Recife. O plano de expansão da rede continuará em 2023.
A fabricante diz que as novas lojas em SP serão instaladas na capital, região metropolitana e áreas estratégicas para oferecer produtos, infraestrutura na rede de concessionárias e rede de assistência técnica, suprindo as necessidades dos clientes no pós-venda. A expectativa da montadora é aumentar sua participação, principalmente no mercado paulista.
“Com o crescimento de nossa rede de lojas próprias, identificamos a necessidade de expandir também o portfólio para oferecer diversos tipos de experiência ao consumidor. Fizemos um teste em 2019, com este nicho de 150 cilindradas, e agora voltamos com força total para este mercado, oferecendo produtos com tecnologia, design e excelente custo-benefício, que é nossa marca registrada”, afirma o diretor de Supply Chain da Shineray do Brasil, Thomas Edson.
A Shineray também anunciou mais uma nova concessionárias no estado de São Paulo. O novo ponto de vendas fica no bairro do Pacaembu, em São Paulo, e se junta ao do ABC Paulista, mais precisamente no município de Santo André. Ambas carregam o selo da linha Shineray Electric e reúnem todo o portfólio da marca, tanto de elétricos quanto de modelos à combustão.
Segundo a Shineray, as duas novas lojas em SP representam um investimento superior a R$ 600 mil em menos de um mês, reforçando a es-
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1 A SH 175 de frente lembra as motos da família GS da BMW
2 As linhas são arrojadas e as setas tem personalidade, são vazadas no centro
3 O farol tem clara inspiração de design nos que equipam as motos alemãs da BMW
tratégia para aumentar sua participação e o número de vendas no estado, um dos principais mercados de motos do país.
“Temos investido continuamente em pesquisa e desenvolvimento de produtos, paralelamente à ampliação da nossa rede de vendas em locais estratégicos no estado de São Paulo. Tudo para melhorar a experiência do consumidor, que hoje encontra na Shineray um dos mais diversificados portfólios de motos do mercado brasileiro. Também continuamos atentos às principais tendências do mercado de duas rodas mundial e seguiremos de olho nas novidades do setor para continuar aumentando nosso lineup”, comenta Thomas Edson, diretor de Supply Chain da montadora.
Atualmente a Shineray é a terceira marca que mais vende motos no Brasil: são mais de 20 mil unidades emplacadas de janeiro a novembro, segundo a Fenabrave.
Recentemente o lineup da marca recebeu um incremento, com a chegada de novos modelos à combustão (a trail SHI 175 e a Jef 150s), e elétricos, como a linha de scooters SE.
Motor monocilíndrico I OHC 2 válvulas I 5 marchas
Cilindrada 149 cm3
Potência 10,3 cv a 7.500 rpm
Torque 1,4 mkgf a 6.000 rpm
Câmbio 5 marchas
Freios Disco dianteiro / Tambor
MEDIDAS
Comprimento • 1.990 mm
Largura • 770 mm Altura • 1.100mm Entre-eixos • 1.330 mm Peso • 121 kg
Motor monocilíndrico I OHC
2 válvulas I 5 marchas
Cilindrada 173,6 cm3
Potência 14,2 cv a 8.000 rpm
Torque 1,4 mkgf a 6.500 rpm
Câmbio 5 marchas
Freios Dois discos
MEDIDAS
Comprimento • 2.080 mm
Largura • 860 mm Altura • 1.270m Entre-eixos • 1.365 mm Peso • 137,5 kg
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I OHC I 2 válvulas 4 marchas, transmissão por corrente I carburador
CILINDRADA 47,9 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 2,7 cv a 8.000 rpm TORQUE MÁXIMO 0,26 kgf.m a 6.000 rpm QUADRO Monobloco SUSPENSÃO DIANTEIRA Garfo Telescópico SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Tambor
• Jet 50 2X
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar, OHC I 2 válvulas 4 marchas, transmissão corrente I carburador
CILINDRADA
47,9 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 2,7 cv a 8.000 rpm TORQUE MÁXIMO 0,26 kgf.m a 6.000 rpm QUADRO Monobloco SUSPENSÃO DIANTEIRA Garfo Telescópico SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Tambor
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar, OHC I 2 válvulas 4 marchas, transmissão corrente I carburador
CILINDRADA 49,4 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 2,7 cv a 8.000 rpm TORQUE MÁXIMO 0,25 kgf.m a 5.000 rpm QUADRO Monobloco SUSPENSÃO DIANTEIRA Garfo Telescópico SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Tambor FREIO TRASEIRO Tambor
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I OHC I 2 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I carburador
CILINDRADA 173,6 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 14,2 cv a 8.000 rpm TORQUE MÁXIMO 1,43 kgf.m a 6.500 rpm QUADRO Berço duplo em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Garfo Telescópico SUSPENSÃO TRASEIRA Monoshock FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
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Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I OHC I 2 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I carburador
CILINDRADA 149 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 10,3 cv a 7.500 rpm TORQUE MÁXIMO 1,4 kgf.m a 6.000 rpm QUADRO Tipo diamond em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Garfo Telescópico SUSPENSÃO TRASEIRA Monoshock FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Tambor
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I OHC I 2 válvulas 4 marchas, transmissão por corrente I carburador
CILINDRADA 123,6 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 6 cv a 7.500 rpm TORQUE MÁXIMO 0,9 kgf.m a 6.000 rpm QUADRO Monobloco SUSPENSÃO DIANTEIRA Garfo Telescópico SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Tambor
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar, OHC I 2 válvulas 4 marchas, transmissão corrente I carburador
CILINDRADA 123,6 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 6 cv a 7.500 rpm TORQUE MÁXIMO 0,9 kgf.m a 6.000 rpm QUADRO Monobloco SUSPENSÃO DIANTEIRA Garfo Telescópico SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Tambor
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I OHC I 2 válvulas 4 marchas, transmissão por corrente I carburador
CILINDRADA
123,6 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 7,2 cv a 7.500 rpm TORQUE MÁXIMO 0,8 kgf.m a 6.000 rpm QUADRO Tubular em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Garfo Telescópico SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Tambor
Motor elétrico indutivo Brushless na roda traseira I 2.000 W
POTÊNCIA MÁXIMA
2.000 W
Tubular em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Garfo Telescópico SUSPENSÃO TRASEIRA Monoshock FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco PESO 74 Kg
QUADRO
Motor elétrico indutivo Brushless na roda traseira I 2.000 W
POTÊNCIA MÁXIMA
2.000 W
Tubular em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Garfo Telescópico SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco PESO 85 Kg
QUADRO
Motor elétrico indutivo Brushless na roda traseira I 3.000 W
POTÊNCIA MÁXIMA
3.000 W
Tubular em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Garfo Telescópico SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco PESO 85 Kg
QUADRO
Motor elétrico indutivo Brushless na roda traseira I 3.000 W
POTÊNCIA MÁXIMA
3.000 W
Tipo Diamond em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Garfo Telescópico invertido SUSPENSÃO TRASEIRA Monoshock FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco PESO 83 Kg
QUADRO
Motor elétrico indutivo Brushless na roda traseira I 2.000 W
POTÊNCIA MÁXIMA
2.000 W
Monobloco em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Garfo Telescópico SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco PESO 86 Kg
QUADRO
Motor elétrico indutivo Brushless na roda traseira I 2.300 W
POTÊNCIA MÁXIMA
2.300 W
Monobloco em aço SUSPENSÃO DIANTEIR Garfo Telescópico SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco PESO 84 Kg
QUADRO
Motor elétrico indutivo Brushless na roda traseira I 3.000 W
POTÊNCIA MÁXIMA 3.000 W
QUADRO
Tubular em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Garfo Telescópico SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco PESO 123 Kg
Motor elétrico indutivo Brushless na roda traseira I 350 W
POTÊNCIA MÁXIMA 350 W
QUADRO
Tubular em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Garfo Telescópico SUSPENSÃO TRASEIRA Monoshock FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco PESO 36 Kg
Representante das marcas Suzuki, Haojue, Kymco, Hisun e Zontes no Brasil, a JTZ Motors atua no Brasil há 30 anos, foram mais de 800 mil motocicletas produzidas na fábrica instalada no Polo Industrial de Manaus (PIM) e milhares de apaixonados pelas duas rodas conquistados. Com modelos que marcaram gerações e criaram um estilo de vida único, para diversos estilos de clientes, sempre prezando pela qualidade e durabilidade de cada produto.
A Suzuki dispensa apresentações, é referência em qualidade e desempenho de suas motocicletas não só no Brasil, mas em todo o mundo.
A Suzuki Haojue teve seu início em uma joint venture com a Suzuki, produzindo as motocicletas
de baixa cilindrada da gigante japonesa, como Burgman e Intruder 125. Tornou-se uma das maiores produtoras de motocicletas da China, e veio ao Brasil através da JTZ Motors em 2017 para proporcionar motocicletas de baixa cilindrada de qualidade e ótimo custo-benefício. Com o crescimento do segmento de scooters no Brasil, a Kymco também se juntou ao grupo em 2017. É a maior produtora de scooters e líder em vendas em Taiwan pela qualidade e excelente desempenho de seus modelos.
Por fim, em 2022 a JTZ Motors anunciou oficialmente a vinda da Hisun, fabricante de quadriciclos e UTVs, e da Zontes para o Brasil, com motocicletas premium de média cilindrada.
SRAD para os mais íntimos, a GSX-R1000R sustenta com maestria os três pilares de uma motocicleta esportiva: correr, curvar e frear. Foi desenvolvida pensando na combinação confiabilidade/ durabilidade, para entregar precisão e desempenho ao piloto que desejar dominar as ruas e as pistas. É também equipada com a mais avançada suspensão Showa BFF e BRFC Lite e um motor DOHC VVT com 4 cilindros e refrigeração líquida que entrega 202 cv de potência a 13.200 rpm.
• Motor 999,8 cm³ • Potência 202 cv a 13.200 rpm • Torque 12 kgf.m a 10.800 rpm
A nova Hayabusa traz um design mais moderno, mas sem perder a sua essência. O lendário motor continua com quatro cilindros em linha de 1.340 cm³ e refrigeração líquida, já o chassi foi atualizado para tornar-se uma força central superior e uma base mais segura, de manuseio ágil e controle preciso. E agora o modelo conta com um novo painel em TFT, iluminação full LED e uma coleção robusta de sistemas eletrônicos para alçar voos ainda mais emocionantes.
• Motor 1.340 cm³
• Potência 190 cv a 9.700 rpm • Torque 15,3 kgf.m a 7.000 rpm
É o primeiro lançamento da Haojue desenvolvido em parceria com a JTZ Motors, e por isso a DK160 entrega desempenho, agilidade e praticidade para enfrentar o dia a dia no trânsito das cidades brasileiras. Seu motor entrega 15cv de potência a 8.000rpm, e possui tecnologias para garantir zero vibrações, mais eficiência no trânsito e economia de combustível. Além disso, possui bagageiro e um painel digital completo, com indicador de marchas e indicador de nível de bateria para facilitar seus dias.
• Motor 162,4 cm³ • Potência 15 cv a 8.000 rpm
• Torque 1,43 kgf.m a 6.500 rpm
• Motor 162 cm³ • Potência 15 cv a 8.000 rpm
• Torque 1,43 kgf.m a 6.500 rpm
Desenvolvida para ser ágil e eficiente no dia a dia, mas sem abrir mão do conforto e da tecnologia, a DR160 conta com iluminação Full LED, suspensão dianteira invertida, amortecimento central e freios a disco nas rodas traseira e dianteira. Se você não prestar atenção, não consegue ver que se trata de uma motocicleta de 160 cilindradas, seu design é poderoso e convence em todos os tipos de ocasiões. É imponente, agressiva e perfeita para o seu dia a dia.
Já imaginou ter o melhor dos dois mundos em uma motocicleta? A AK550i proporciona o conforto e a praticidade de uma scooter e o desempenho de uma verdadeira esportiva. Seu motor bicilíndrico DOHC, de refrigeração líquida, entrega 51cv de potência. A AK550 ainda possui sistema keyless, iluminação Full LED e aquecedor de manoplas para deixar as suas viagens ainda mais luxuosas.
• Motor 550 cm³
• Potência 51 cv a 7.500 rpm
• Torque 5,2 kgfm a 5.500 rpm
A Zontes é uma empresa focada na inovação do mercado, com alta tecnologia incorporada em suas motocicletas e preocupação com o meio ambiente. Foi fundada em 2003 pelo grupo Tayo Motorcycle Technology e essa busca por inovação já garantiu mais de 400 patentes registradas. Suas fábricas possuem diversos processos
robotizados, sempre prezando pela alta qualidade, tecnologia e durabilidade de seus produtos. As motocicletas da Zontes chamam a atenção pelo seu design marcante e futurista, além claro, do desempenho de seus motores e as diversas tecnologias embarcadas para proporcionar experiências únicas de condução.
Com clara inspiração em sua primeira bigtrail, a DR 800 Big, a V-Strom 1050XT tem design sóbrio, moderno e clássico ao mesmo tempo
ASuzuki V-Strom está completando 20 anos de seu lançamento mundial em 2002. Por aqui ela chegou em 2003 e teve relativo sucesso, já que na época as superesportivas eram as motos da vez no segmento de alta cilindrada. O grupo JTZ, responsável pelas motos da Suzuki no Brasil, optou por trazer para o país duas versões de 650 cm³ e uma da V-Strom 1050, a versão XT. Na Europa, a XT é a versão intermediária das 1050 cm³.
Os tempos mudaram e hoje o segmento das maxitrail é, de longe, o que mais vende motocicletas no Brasil, claro, falando em motos de alta cilindrada. Hoje a concorrência aumentou enormemente e a V-Strom enfrenta motos já consagradas como BMW R 1250 GS, Honda Africa Twin e Triumph Tiger 1200, que oferecem alguns diferenciais tecnológicos e várias versões em cada uma delas. Mas a V-Strom também tem suas virtudes para agradar quem gosta desse tipo de motocicleta.
O design da V-Strom 1050XT é bem conservador, ao contrário da tendência atual, onde as linhas e vincos com ângulos bem marcados estão presentes em quase todas as peças aparentes de suas concorrentes, e a Suzuki optou por um design menos rebuscado e que remete à sua primeira moto com o bico sob o farol, a DR 800 Big, onde sua lateral aparece bem limpa e lisa, sem esse tipo de linhas na renovada versão 1050 XT. Inclusive seu farol voltou a ser quadrado, com clara ligação ao passado.
O banco bipartido com dois níveis tem diferentes texturas em seu acabamento e a assinatura V-Strom no assento do garupa. Ele é bastante amplo e confortável, mas poderia ter uma camada de espuma um pouco mais generosa.
Em particular, a moto deste teste de cor branca e laranja é muito bonita e chamativa, e lembra a cor utilizada pela McLaren/Marlboro quando as marcas de cigarro ainda eram patrocinadoras do esporte, do que eu gostei.
A construção da V-Strom está baseada em um chassi do tipo dupla viga em alumínio, que suporta a balança da suspensão traseira no mesmo material; esses componentes ajudam a conferir maior rigidez ao conjunto e a conter o peso total da moto, que é de 247 quilos totalmente abastecida para rodar.
Na dianteira a Suzuki instalou bengalas KYB com tubos de 43 mm de diâmetro totalmente reguláveis com 160 mm de curso; atrás a suspensão tem monoamortecedor, sendo possível regular a pré-carga da mola através de um manípulo de fácil acesso. O curso é de 159 mm. As rodas são raiadas com 19 polegadas na dianteira e 17 atrás, calçadas com pneus sem câmara de uso misto Bridgestone Battlax Adventure A41 de medidas 110/80 e 150/70 respectivamente.
O comportamento dinâmico da V-Strom 1050XT é favorecido pela boa ergonomia ao guidão. Apesar do tanque parecer grande à primeira vista, ele é bem estreito no encaixe das pernas e isso favorece a pilotagem. Os pilotos mais baixinhos podem sentir que o guidão fica um pouco mais baixo, forçando a posição do corpo para frente, o que pode se tornar cansativo para eles. Os 855 mm da altura do banco ao chão podem ser reduzidos em 20 mm com o ajuste do banco do piloto, assim as paradas são facilitadas na hora de apoiar os pés no chão.
A V-Strom tem comportamento mais limitado no off-road. As suspensões poderiam ter curso maior que os 160 mm e o ABS da roda traseira deveria poder ser desligado
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No asfalto a V-Strom se comporta muito bem, contornando curvas com bastante precisão
As suspensões têm boa capacidade para enfrentar qualquer tipo de terreno com boa dose de conforto, mas para rodar no off-road poderiam ter um curso maior.
Embora os 160 mm de curso na dianteira e 159 mm da traseira não sejam pouca coisa, suas concorrentes diretas têm entre 30 e 40 mm a mais, por exemplo, a BMW R 1250 GS tem 190 mm e 200 mm respectivamente e a Triumph Tiger 1200 GT 200 mm nas duas rodas). Uma diferença que, a depender do caminho no fora de estrada, pode fazer muita diferença na absorção dos impactos e superação de obstáculos.
Por outro lado, o comportamento dinâmico da V-Strom no asfalto é irretocável, e ela oferece bastante conforto e muita confiança para contornar curvas com bastante inclinação e sem chacoalhos. É verdade que ela demanda um pouco mais de força para levá-la para a trajetória que você quer, do que, por exemplo é preciso com uma Tiger 1200, mas a diferença não a desabona, apenas a caracteriza. Os pneus Bridgestone Battlax Adventure têm boa aderência, mas são um pouco limitados no off-road, principalmente se houver lama no caminho.
Como o próprio V do nome indica, o motor de 1.037 cm³ tem a composição de seus dois cilindros em V a 90°, com comando duplo DOHC no
cabeçote, oito válvulas de funcionamento variável e refrigeração líquida. Esta versão do motor recebeu algumas alterações na eletrônica e na alimentação com remapeamento e agora rende 107 cv a 8.500 rpm (antes eram 101 a 8.000 rpm), e o torque é de 10,5 kgf.m a 6.000 rpm.
O motor desta V-Strom tem excelentes respostas ao giro do acelerador. Você sente o bom torque desde baixa rotação e, à medida que o giro sobe, ele vai empolgando. Ele não chega a ser eletrizante na pegada, mas é muito competente e seu desempenho é mais do que suficiente para transmitir agradável sensação ao acelerá-la. Em baixa rotação este motor transmite um pouco de vibração, que vai se atenuando conforme a rotação vai subindo, assim em marchas alta e a baixa velocidade você participa da pulsação dos dois cilindros em V a 90°, que, por sua vez, demonstram bom poder de retomada nessa situação.
Os três modos de pilotagem (A, B e C) atuam na velocidade de abertura das borboletas da injeção de combustível, onde A oferece respostas mais rápidas e, para mim, de melhor sensação, e o modo C funciona como o modo rain em outros modelos, onde as respostas são bem mais lentas para aumentar a segurança em pavimentos escorregadios.
Todos eles atuam também nos parâmetros de controle de tração e ABS que é do tipo cornering, que pode atuar com a moto inclinada em curvas.
1 A ponteira de escape é grande e esconde boa parte da roda 2 A regulagem do para-brisa exige sair da moto para acessar a alavanca do ajuste 3 A regulagem da pré-carga da mola traseira é bastante simples, basta girar o manípulo na lateral da moto
A eletrônica da V-Strom é baseada em uma IMU de seis eixos e garante bastante segurança na tocada
O motor de 1.037 cm³, segundo a Suzuki, é capaz de rodar na faixa dos 20 km/l, o que lhe renderia 400 quilômetros de autonomia, mas rodando com a V-Strom no modo empolgação a marcação de consumo instantâneo no painel foi de apenas 14 km/l. Nesse caso, com os 20 litros de capacidade do tanque de combustível seria possível rodar apenas 280 quilômetros até o próximo abastecimento do tanque.
Os freios da V-Strom 1050XT têm duplo disco de 310 mm com pinças radiais de quatro pistões na roda dianteira e atrás o disco mede 260 mm e sua pinça é de pistão único. O sistema mostrou boa pegada. O freio dianteiro não tem uma pegada inicial imediata, mas tem boa potência e se mostrou bastante efi ciente. O ABS funcionou de maneira bem previsível na roda dianteira, mas mostrou-se um pouco intrusivo em demasia na roda de trás.
Uma grande desvantagem da V-Strom em relação a suas concorrentes no off-road é a impossibilidade de desligar o sistema ABS da roda traseira, condição importante para uma melhor pilotagem e maior diversão na terra.
Entre os componentes eletrônicos que a V-Strom 1050XT oferece podem-se destacar: a iluminação total LED, a IMU (Unidade de Medição Inercial) de seis eixos que permite o comando dos três modos de entrega de potência e ABS cornering e controle de tração.
Mas há outras tecnologias em favor do usuário como o assistente de subida (Hill Holder), piloto automático, um sistema que evita o levantamento da roda traseira nas frenagens em descida e uma tomada USB no painel e outra de 12V sob o banco.
Sem dúvida esta V-Strom é uma motocicleta bem equipada, virtuosa na dirigibilidade e esperta nas respostas do motor. O desgin digamos mais conservador é ponto a seu favor. Ela tem estilo mais clássico e me agradou bastante, principalmente com essa combinação de cores.
Apesar de ser bem equipada, o painel ainda é em LCD (a versão DE que tem o painel de TFT não vem para o Brasil) e o ABS não pode ser desligado, condição que a deixa atrás da concorrência, mas os R$ 85.900 praticados pelas concessionárias até a fi nalização desta edição ainda me parecem justos.
1 O controle de tração pode ser desligadoo, permitindo as derrapagens controladas 2 O banco poderia ter uma camada de espuma mais generosa 3 Detalhe da iluminação total LED 2 3
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MOTOR
Tipo
Bicilíndrico em V a 90°
Arrefecimento A líquido
Válvulas 8
Alimentação Injeção eletrônica
Cilindrada 1.037 cm³
Diâmetro x curso do pistão 100 x 66 mm
Taxa de compressão 11,5:1
Potência máxima 107 cv a 8.500 rpm Torque máximo 10,5 kgf.m a 6.000 rpm
Embreagem Multidisco banhada a óleo Câmbio 6 marchas
Secundária Corrente
CHASSI
Tipo Tipo dupla trave em alumínio
Balança Balança de alumínio Cáster/trail 25° / 109 mm
Dianteira Garfo telescópico invertido Curso 160 mm
Regulagens Totalmente ajustável
Traseira Monoamortecida Curso 159 mm
Regulagens Pré-carga da mola
Dianteiro Dois discos de 310 mm
Pinças Radiais monobloco de 4 pistões e ABS Traseiro Disco de 260 mm Pinça Monobloco de um pistão e ABS
Modelo Bridgestone Battlax Adventure A41 Dianteiro 120/80-19 Traseiro 150/70-17
Comprimento 2.265 mm Largura 940 mm Entre-eixos 1.555 mm Altura do assento 850 mm
Distância mínima do solo 160 mm
Capacidade do tanque 20 litros
Peso aprox. (em ordem de marcha) 247 kg
Capacidade máxima de carga 210 kg
Potência específi ca 103,18 cv/l
Relação peso-potência 2,30 kg/cv
Relação peso-torque 23,52 kg/kgf.m
Consumo/autonomia média 18,5 km/l / 370 km
RENDIMENTO 10%
Velocidade máxima 9
Aceleração 8,75
Retomada 8,5
MOTOR 15%
Entrega de potência 8,5
Resposta ao acelerador 9 Nível de vibração 8
Aspereza 9
TRANSMISSÃO 5%
Tato e precisão do câmbio 8,5 Relação de marchas 9
COMPORTAMENTO 20%
Estabilidade em retas 9
Estabilidade em curvas 9
Precisão da direção 9
Agilidade 8,5
Suspensões 8,5 Suspensões com garupa 8,5 Distância livre do solo 8
Comportamento frenagem 9
FREIOS 10%
Potência 8,75 Dosagem 8,75
USO DIÁRIO 20%
Facilidade para manobrar 8,5
Posição de pilotagem 9
Conforto do piloto 8,75
Conforto do garupa 9 Sensação de qualidade 9 Prazer ao pilotar 9 Autonomia 8 Equipamentos 9 Acabamento 9
ECONOMIA 20%
Preço de aquisição 8,75 Garantia 8 Consumo médio 8,5
Média final técnica 8,66
As respostas do motor em V a 90° da V-Strom 1050XT são bem intensas, mas não exageradas, e a vibração em baixa rotação pode incomodar, mas não é preponderante.
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AV-Strom 1050XT é uma moto muito bacana, bem completa e oferece bastente tecnologia para o usuário. Tem boa ergonomia e é bastante confortável, mas é verdade que ainda tem algumas defasagens em relação a suas concorrentes diretas. Por exemplo, a possibilidade de desligar o ABS para a pilotagem no off-road faz grande diferença na pilotagem no fora de estrada em relação à concorrência, mas como a maioria dos proprietários não faz uso da moto no off-road mais pesado, isso não seria um grande problema. O painel em LCD também é outro ponto negativo, afinal todas as demais têm o equipamento de série. Mesmo assim, os R$ 85.900 do preço praticado pelas concessionárias parecem bem equilibrados com o que ela oferece. Embora a V-Strom não seja uma daquelas motos que inebriam pelos atributos dinâmicos, ela é bem legal, uma boa opção para quem busca uma moto de respeito sem se incomodar com os componentes a menos.
Tetracilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 16 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 749 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 114 cv a 10.500 rpm TORQUE MÁXIMO 8,26 kgf.m a 9.000 rpm
QUADRO Dupla trave em alumínio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Tetracilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 16 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 999 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 150 cv a 10.000 rpm TORQUE MÁXIMO 11,01 kgf.m a 9.500 rpm QUADRO Dupla trave em alumínio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Tetracilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 16 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
999 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 202 cv a 13.200 rpm TORQUE MÁXIMO 12 kgf.m a 10.800 rpm QUADRO Dupla trave em alumínio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Tetracilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 16 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
1.340 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 190 cv a 9.700 rpm TORQUE MÁXIMO 15,3 kgf.m a 7.000 rpm
QUADRO Dupla trave em alumínio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico em V I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 645 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 71 cv a 8.000 rpm TORQUE MÁXIMO 6,32 kgf.m a 6.500 rpm QUADRO Dupla trave em alumínio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico em V I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 645 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 71 cv a 8.000 rpm TORQUE MÁXIMO 6,32 kgf.m a 6.500 rpm QUADRO Dupla trave em alumínio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico em V I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 1.037 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 107 cv a 8.500 rpm TORQUE MÁXIMO 10,5 kgf.m a 6.000 rpm QUADRO Dupla trave em alumínio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I OHC I 2 válvulas
5 marchas, transmissão por corrente I carburador
CILINDRADA 149 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 11,27 cv a 8.000 rpm TORQUE MÁXIMO 1,16 kgf.m a 6.000 rpm
QUADRO Tipo diamond em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com CBS FREIO TRASEIRO Disco com CBS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I OHC I 2 válvulas
5 marchas, transmissão por corrente I carburador
CILINDRADA 149 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 11,27 cv a 8.000 rpm TORQUE MÁXIMO 1,16 kgf.m a 6.000 rpm QUADRO Tipo diamond em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com CBS FREIO TRASEIRO Disco com CBS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I OHC I 2 válvulas
5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
162,4 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 15 cv a 8.000 rpm TORQUE MÁXIMO 1,43 kgf.m a 6.500 rpm QUADRO Tipo diamond em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com CBS FREIO TRASEIRO Tambor com CBS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I OHC I 2 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
162,4 cm³
15 cv a 8.000 rpm TORQUE MÁXIMO 1,43 kgf.m a 6.500 rpm
POTÊNCIA MÁXIMA
QUADRO Tipo diamond em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com CBS FREIO TRASEIRO Disco com CBS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar SOHC I 2 válvulas transmissão tipo CVT I carburador
CILINDRADA 124 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 8,4 cv a 8.500 rpm TORQUE MÁXIMO 0,92 kgf.m a 6.000 rpm QUADRO Underbone em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com CBS FREIO TRASEIRO Tambor com CBS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I SOHC I 2 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 149 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 11,27 cv a 8.000 rpm TORQUE MÁXIMO 1,16 kgf.m a 6.000 rpm QUADRO Tipo diamond em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com CBS FREIO TRASEIRO Tambor com CBS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I SOHC I 2 válvulas 4 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 113 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 9 cv a 7.500 rpm TORQUE MÁXIMO 0,92 kgf.m a 4.500 rpm QUADRO Monobloco em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com CBS FREIO TRASEIRO Tambor com CBS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I SOHC I 2 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 149 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 12 cv a 8.000 rpm TORQUE MÁXIMO 1,24 kgf.m a 6.000 rpm QUADRO Tipo diamond em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Tambor
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I DOHC I 2 válvulas transmissão tipo CVT I injeção eletrônica
CILINDRADA 150 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 10,8 cv a 7.000 rpm TORQUE MÁXIMO 1,17 kgf.m a 5.000 rpm
QUADRO Underbone em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com CBS FREIO TRASEIRO Tambor com CBS
• AK 550i
Bicilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I DOHC I 8 válvulas transmissão tipo CVT I injeção eletrônica
CILINDRADA 550 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 51 cv a 7.500 rpm TORQUE MÁXIMO 5,1 kgf.m a 5.500 rpm
QUADRO Dupla trave em alumínio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Este ano a Triumph completou 120 anos de história na fabricação de motocicletas, as quais se tornaram referência no mundo quando se fala de design, tecnologia e que são caracterizadas pela qualidade no acabamento em cada um de seus modelos. A Triumph também completou 10 anos de sólida operação no Brasil. A marca passou a produzir suas motocicletas em Manaus com a tradicional e
reconhecida qualidade nas mais de 40 mil unidades produzidas, que lhe rendeu, além de vários prêmios, uma legião de clientes e amigos aficionados pelas motocicletas da marca. Por isso a Triumph é um sucesso de vendas no Brasil. Quando se fala de motos emblemáticas é preciso destacar alguns dos modelos que conquistaram muitos motociclistas e se impuseram como destaque no mercado nacional.
Os engenheiros da Triumph superaram o grande desafio de deixar a Tiger 800 ainda melhor e mais sedutora. A nova Tiger 900 chegou significativamente mais leve que os modelos anteriores e com motor mais potente e elástico. Uma longa lista de inovações foram incorporadas além dos sistemas e controles eletrônicos que ajudam a aumentar o desempenho e a segurança na pilotagem. Um bom exemplo é o painel em TFT de sete polegadas com Sistema de Conectividade My Triumph que, permite atender chamadas telefônicas, navegar pelo Google e controlar uma câmera GoPro.
• Motor 888 cm³ • Potência 95 cv a 8.750 rpm • Torque 8,8 kgf.m a 7.250 rpm
A Tiger 1200 foi totalmente reprojetada, do chassi ao espelho retrovisor tudo nela é novo. Ela nasceu para ser a moto adventure mais potente e ágil do mundo, além de oferecer diferentes versões para atender qualquer tipo de utilização. O tradicional motor de três cilindros e 150 cv ganhou a inovadora tecnologia T-Plane que deixou suas respostas otimizadas, tanto para a pilotagem on-road quanto no o -road. A Triumph também incorporou o que há de mais moderno em tecnologia; dos diferentes modos de pilotagem aos freios Brembo Stylema com ABS otimizado par curvas, controle de tração e radar de ponto cego, ao painel em TFT de sete polegadas com conectividade e as opções de tanques de combustível de 20 e 30 litros. Definitivamente a Tiger 1200 subiu o nível da concorrência.
• Motor 1.160 cm³ • Potência 150 cv a 9.000 rpm • Torque 13 kgf.m a7 .000 rpm
• Motor 675 cm³
• Potência 128 cv a
• Torque 7,3 kgf.m a 11.700 rpm
Desde seu lançamento em 2004 a Rocket lll causou pela imponência de suas formas e do motor. Em 2021 a Rocket 3 R ganhou nova versão para dar sequência ao legado de sucesso que a norteia. Agora chegou a Rocket 3 GT na cor preta (Sapphire Black) que amplia a família Rocket no Brasil. As duas compartilham o insano motor de três cilindros de 2.500 cm³ (o maior construído em série para motocicletas), capaz de entregar 167 cv a 6.000 rpm e 22,5 kgf.m a 4.000 rpm de potência e torque máximos respectivamente, é monstruoso. O sistema de escape foi desenvolvido para otimizar o fluxo de gases e também para enobrecer o desenho do escape e para tornar o ronco único e sedutor. O conforto da Rocket 3 foi projetado para que piloto e garupa rodem muitos quilômetros sem sentir cansaço. Na versão GT o assento do garupa tem um sissybar para o apoio lombar. Piloto automático, guidão mais longo, embreagem assistida e aquecimento de manoplas, oferecem ao piloto conforto extra. A assistência eletrônica com modos de pilotagem, ABS, controle de tração e componentes de alto desempenho nas suspensões e freios garantem alto nível de segurança.
Em 2013, chegou ao Brasil a Daytona 675R e, em março do ano seguinte, a Daytona 675, um pouco mais simples e acessível. A Daytona 675R ganhou dois prêmios de revistas especializadas no seu primeiro ano no Brasil.
A versão que chegou ao Brasil foi a evolução da primeira, totalmente remodelada, a moto manteve o tradicional propulsor de três cilindros com a potência ampliada em 3 cv, atingindo 128 cavalos. O novo chassi melhorou a distribuição de peso da motocicleta e seu visual ganhou novas linhas, o escape foi reposicionado e o conjunto ótico foi renovado. A Daytona ficou mais leve (184 kg) e novos componentes, como as suspensões, resultaram em uma moto mais rápida, segura e fácil de pilotar. Referência absoluta no segmento, a Daytona 675R definiu novos padrões para as superesportivas, vencendo muitas corridas pelo mundo com personalidade e seduzindo admiradores com seu som diferenciado dos três cilindros e comportamento excepcional na estrada.
• Motor 2.458 cm³
• Potência 167 cv a 6.000 rpm
• Torque 22 kgf.m a 4.000 rpm
Em 2023 chegam as novíssimas Street Triple em três versões e com muitas melhorias para satisfazer todos os amantes das motos Naked de alto desempenho. A Street Triple já era uma moto de desempenho e ficou muito melhor. As atualizações no motor saíram do campeonato mundial de Moto2. As modificações deixaram o motor de 765 cm³ com 120 cv a 11.500 rpm na versão R, e com 130 cv a 12.000 rpm nas versões RS e Moto2 Edition (as duas primeiras vem para o Brasil). O chassi e as suspensões também ganharam upgrade, na versão R são Showa totalmente reguláveis e nas versões RS e Moto2 Edition o con-
junto é Öhlins também ajustáveis. O mesmo nível de desempenho e qualidade foi utilizado nos freios, a versão R tem pinças radiais de quatro pistões e as versões RS e Moto2 têm as pinças Stylema, ambas da Brembo. A eletrônica também é de última geração e inclui modos de pilotagem dinâmicos, embreagem assistida, shift assist mais preciso, ABS cornering e controle de tração, todos melhorados.
• Motor 765 cm³ • Potência 130 cv a 12.000 rpm • Torque 8 kgf.m a 9.500 rpm
A Tiger Sport 660 marca a entrada da Triumph no segmento crossover de média cilindrada. Com configuração inovadora e altamente eficiente, ela tem design moderno, esportivo e com personalidade para seduzir os amantes da estrada. O motor de três cilindros tem ronco característico e alto desempenho, os 81 cv a 10.250 rpm comprovam que ela nasceu para ser referência do segmento. São dois modos de pilotagem (Road e Rain) e painel em TFT colorido com conectividade ao App My Triumph. O controle de tração comutável e o ABS de série são aliados da segurança. A Tiger Sport 660 chegou para arrebentar.
• Motor 660 cm³ • Potência 81 cv a 10.250 rpm • Torque 6,4 kgf.m a 6.250 rpm
A Bonneville T100 é histórica, chegou com a Triumph no Brasil em 2012, e foi a primeira das clássicas da marca comercializada no país, antes da febre mundial pelas clássicas e da própria Triumph investir em tantos novos modelos de visual retrô. Aos poucos, a presença das clássicas nas concessionárias brasileiras foi crescendo. Chegaram outros importantes modelos, como Thruxton, T 120, Bobber e Scrambler, todas com qualidade, tecnologia embarcada e desempenho ímpar. Essas motos conquistaram as telas do cinema e motociclistas mundo afora. A nova cor Meridien Blue/Tangerine vai fazer a Bonneville arrasar.
• Motor 900 cm³
• Potência 65 cv a 7.400 rpm
• Torque 8 kgf.m a 3.750 rpm
A Triumph renovou suas grandes aventureiras com a missão de combater sua concorrente direta e líder no segmento, BMW R 1250 GS: a briga agora fica mais interessante
Já trouxemos aqui a experiência de Pablo Berardi no lançamento internacional da família Tiger 1200 e suas impressões no trajeto que fizeram em Portugal, que passou por estradas e serras cheias de curvas, mas também contemplou estradas de terra e até um circuito de off-road, montado exclusivamente para o test ride.
Por aqui, eu participei do lançamento das Tiger 1200 em Minas Gerais, que teve o mesmo perfil do realizado em Portugal, só não andamos em um circuito de off-road. Partimos de Belo Horizonte com destino a Tiradentes por estradas vicinais e serras cheias de curvas e fizemos também um trecho de terra de aproximadamente trinta quilômetros e pude testar tudo, ou pelo menos quase tudo.
À Diferença da Europa, onde há mais versões da Tiger 1200, a sucursal brasileira decidiu enfocar três delas. A GT Explorer é a única com rodas de liga leve, na dianteira ela tem 19 polegadas de diâmetro e 18 na traseira. A GT é a mais baixa, não só pelas duas polegadas a menos de sua roda dianteira, mas também pelo menor curso de suas suspensões (200 mm em ambas contra 220 mm da versão Rally).
O foco da GT é o asfalto e a grande autonomia, embora possa encarar estradas de terra com boa desenvoltura. Essa versão que chega ao Brasil tem todos os acessórios da Rally Explorer, como radar de ponto cego, piloto automático, quickshifter, sistema de controle de pressão dos pneus, punho e bancos aquecidos, faróis adaptativos em curvas, assistente de subida, protetores de motor, tanque e cárter, além de toda a eletrônica e o tanque de 30 litros que oferece autonomia de até 600 quilômetros, segundo a fábrica.
As novidades tecnológicas que a marca inglesa adotou trasnformaram completamente as Tiger 1200
Se você é do tipo de motociclista que curte fazer muitos quilômetros, a versão Rally é a sua pedida, mas prepare-se, ela é alta e vai exigir cautela para montar e descer do assento e colocar os pés no chão. Para a maioria dos biotipos, será com um pé só, mas isso não é um problema, afinal é uma moto construída para se destacar no off-road.
Em todas elas a ergonomia é bem acertada, inclusive para rodar no off-road, de pé sobre as pedaleiras, e o nível de conforto sentado no banco também é muito bom.
As suspensões Showa semiativas se ajustam de acordo com o modo de pilotagem selecionado e a carga que você vai levar. É possível também ajustá-las independentemente dos modos, com perfil voltado do conforto ao esportivo. Se no asfalto elas se saem bem, mantendo a moto muito estável com uma capacidade de contornar curvas de dar inveja a muitas naked, na terra, rodando no modo off-road, percebi que com valas e obstáculos mais rústicos é necessário ajustar separadamente as suspensões para não ter batidas no seu fim de curso.
O sistema de freio que equipa estas Tiger é do tipo combinado e assistido por ABS cornering. Ele é potente e muito eficiente, e os dois discos de 320 mm de diâmetro mordidos pelas pinças radiais de quatro pistões Stylema da Brembo têm excelente pegada e ótimo tato.
O que me desagradou em algumas ocasiões é o sistema combinado, porque em determinadas situações quis controlar a moto com o freio traseiro e, como ele “divide” a força com as pinças dianteiras, isso acabou atrapalhando a manobra e é preciso se acostumar com o sistema. Já o ABS não é muito invasivo e, quando é acionado não causa incômodo nas frenagens mais fortes.
O tradicionalíssimo motor de três cilindros inglês foi reconstruído e melhorou em tudo, inclusive ele ficou dez quilos mais leve. Nele a Triumph introduziu a tecnologia T-Plane, como é nas Tiger 900, onde a ordem de explosão dos cilindros foi defasada para melhorar seu rendimento em baixa e média rotações, algo parecido com as motos com motor em V. Com essa tecnologia, o som do motor também ficou mais rouco e entusiasmante, porém o nível de vibração também aumentou.
Realmente esse novo motor de três cilindros é eclético, suave se você tratar o acelerador com carinho, mas se você puser peso no punho para valer, vai perceber que ele tem fôlego e lá próximo das 5.000 rpm começa a brincadeira de gente grande, e é preciso agarrar o guidão se você quiser continuar na tocada e ver até onde ele vai.
Os 200 km/h chegam rapidamente com a moto totalmente sob controle e aprumada. As respostas do motor e seu ronco fazem esquecer o maior nível de vibração.
A Triumph por enquanto só trará as Rally Pro e Explorer. Da versão GT, só a Explorer (com tanque de 30 litros).
Agora a Tiger 1200 Rally tem muito mais afinidade com o off-road
1 No belo painel em TFT há de se buscar as informações que você quer no display 2 O manuseio da eletrônica é bastante simples 3 O botão dos modos de pilotagem é na mão direita 4 O freio de pinças radiais é potente 5 O eixo cardã deixa de ser monobraço
1
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1 As Tiger vem com os suportes para top case e malas laterais 2 As aletas do tanque foram redesenhadas para desviar o calor do motor 3 Detalhe do amortecedor eletrônico
Chegamos a Tiradentes por uma pequena estrada pavimentada por pedras tipo paralelepípedos, mas disformes e bem menores daqueles que conhecemos, e não é que em trecho de aclive tive que parar a moto e mudar para o modo off-road, pois nessa condição ela não passava dos 20 km/h, e o piso não era tão escorregadio assim, o que achei estranho.
O belo painel em TFT é bonito e tem todo tipo de informação, que pode ser acessado pelo joystick do punho esquerdo, mas as informações principais são de velocímetro, conta-giros e indicador de marcha. Se você quiser colocar outras informações no painel, como autonomia ou do percurso, deve navegar pelo menu e selecionar as informações que quer no display. Não achei muito prático, acho que nesse quesito eles deveriam ter pensado diferente, porque ficar procurando as informações enquanto pilota desvia a atenção.
Uma coisa ficou bem clara: a família Tiger está muito melhor de se pilotar e conferem mais emoção também, o que agora parece aproximá-las da queridíssima BMW R 1250 GS. Vamos ver como elas serão recebidas por você, motociclista.
Os preços no Brasil foram determinados da seguinte maneira: a Tiger Rally Pro tem preço sugerido de R$ 104.990, a GT Explorer R$ 111.990 e Rally Explorer R$ 119.990. Bastante competitivos se comparados aos preços da marca alemã.
A Tiger 1200 se comporta muito bem sobre a terra e asfalto. O ronco e a pegada do motor empolgam
• Motor
• Leveza PODERIA SER MELHOR
• Informações do painel
Tricilíndrico paralelo I arrefecido a líquido 12 válvulas DOHC I câmbio 6 marchas
Cilindrada 1.160 cm³ Potência máxima 150 cv a 9.000 rpm Torque máximo 13 kgf.m a 7.000 rpm Diâmetro x curso do pistão 90 mm x 60,7 mm Taxa de compressão 13,2 :1 Quadro Treliça em ço tubular Cáster 23,7° Trail 112 mm
Suspensão dianteira Garfo telescópico invertido totalmente ajustável eletronicamente Suspensão traseira Monoamortecida totalmente ajustável eletronicamente Freio dianteiro Disco de 320 mm com pinças raidias de 4 pistões e ABS cornering Freio traseiro Disco de 282 mm, pinça de 1 pistão e ABS
Modelo do pneu Metzeler Tourance Next Roda dianteira 120/70-19 (GT) 90/90-21 (Rally) Roda traseira 150/70-18 (GT E Rally)
Comprimento • 2.270 mm Entre-eixos • 1.560 mm Altura do assento • 875 mm Largura • n.d. Tanque • 30 litros (Explorer) Peso (OM) • 249 kg
Preço: R$ 111.990 (GT) / R$ 119.990 (Rally Exp.)
Bicilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I SOHC I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
1.200 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 78 cv a 6.100 rpm TORQUE MÁXIMO 10,8 kgf.m a 4.000 rpm
QUADRO Berço duplo em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor
FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I SOHC I 8 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 900 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 65 cv a 7.400 rpm TORQUE MÁXIMO 8,1 kgf.m a 3.750 rpm
QUADRO Berço duplo em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I SOHC I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
1.200 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 80 cv a 6.550 rpm TORQUE MÁXIMO 10,8 kgf.m a 3.500 rpm QUADRO Berço duplo em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Tricilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I DOHC I 12 válvulas 6 marchas, transmissão por cardã I injeção eletrônica
CILINDRADA
2.458 cm³
165 cv a 6.000 rpm TORQUE MÁXIMO 22,3 kgf.m a 4.000 rpm QUADRO Full alumínio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
POTÊNCIA MÁXIMA
Tricilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I DOHC I 12 válvulas 6 marchas, transmissão por cardã I injeção eletrônica
CILINDRADA
2.458 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 165 cv a 6.000 rpm TORQUE MÁXIMO 22,3 kgf.m a 4.000 rpm QUADRO Full alumínio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I SOHC I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
1.200 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 90 cv a 7.250 rpm TORQUE MÁXIMO 11,2 kgf.m a 4.500 rpm QUADRO Berço duplo em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
•
Bicilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I SOHC I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
1.200 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 100 cv a 7.250 rpm TORQUE MÁXIMO 11,4 kgf.m a 4.250 rpm QUADRO Berço duplo em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I SOHC I 8 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 900 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 65 cv a 7.400 rpm TORQUE MÁXIMO 8,1 kgf.m a 3.750 rpm QUADRO Berço duplo em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Tricilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 12 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 765 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 123 cv a 11.750 rpm TORQUE MÁXIMO 8,1 kgf.m a 9.350 rpm
QUADRO Viga de alumínio de perfil duplo SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Tricilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 12 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 660 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 81 cv a 10.250 rpm TORQUE MÁXIMO 6,7 kgf.m a 6.250 rpm QUADRO Tubular em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
•
Tricilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 12 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
888 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 95 cv a 8.750 rpm TORQUE MÁXIMO 8,7 kgf.m a 7.250 rpm QUADRO Tubular em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Tricilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 12 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
888 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 95 cv a 8.750 rpm TORQUE MÁXIMO 8,7 kgf.m a 7.250 rpm QUADRO Tubular em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
•
Tricilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 12 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 888 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 95 cv a 8.750 rpm TORQUE MÁXIMO 8,7 kgf.m a 7.250 rpm QUADRO Tubular em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Tricilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 12 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
888 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 95 cv a 8.750 rpm TORQUE MÁXIMO 8,7 kgf.m a 7.250 rpm QUADRO Tubular em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Tricilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 12 válvulas 6 marchas, transmissão por cardã I injeção eletrônica
CILINDRADA 1.160 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 150 cv a 9.000 rpm TORQUE MÁXIMO 13,2 kgf.m a 7.000 rpm QUADRO Tubular em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Tricilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 12 válvulas 6 marchas, transmissão por cardã I injeção eletrônica
CILINDRADA
1.160 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 150 cv a 9.000 rpm TORQUE MÁXIMO 13,2 kgf.m a 7.000 rpm QUADRO Tubular em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Tricilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 12 válvulas 6 marchas, transmissão por cardã I injeção eletrônica
CILINDRADA
1.160 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 150 cv a 9.000 rpm TORQUE MÁXIMO 13,2 kgf.m a 7.000 rpm
QUADRO Tubular em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Tricilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 12 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 660 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 81 cv a 10.250 rpm TORQUE MÁXIMO 6,7 kgf.m a 6.250 rpm
QUADRO Tubular em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Há 10 anos a Triumph Brasil divide com vocês, pilotos, a mesma obsessão pelo motociclismo.
Uma essência que conecta todas as gerações por meio de motocicletas perfeitas com a melhor experiência em todos os momentos.
Como exemplo de perfeição, a nova Tiger 1200 conquistou três grandes prêmios do segmento das duas rodas. Esses prêmios confirmam que a Triumph está no caminho certo ao oferecer a mais completa variedade de motocicletas icônicas e multripremiadas do mercado.
Equipadas com tela TFT de 7”
colorida com conectividade à tecnologias de ponta.
Quer saber mais?
Leia o QR Code para mais informações.
Versões Touring são equipadas com Suporte + Malas laterias + Top box
Opções de tanque de combustível de 20 litros para Rally Pro e 30 litros na Rally Explorer e GT Explorerperfeita para longas viagens.
Saiba mais em: triumphmotorcycles.com.br triumphmotorcyclesbr
A Yamaha chegou ao Brasil em 1970, como a primeira fabricante de motocicletas do país. Sua fábrica está situada em Manaus e a parte administrativa em Guarulhos, num total de cerca de 3.000 colaboradores.
Atualmente, fabrica motocicletas e motores de popa, e comercializa os emocionantes Waverunners.
Participa de importantes competições locais que incentivam o motociclismo, gerando Kando: Motocross, Rally e Yamalube R3 Cup bLU cRU Cup, formando a equipe de fábrica mais vencedora do Brasil. Na náutica, também já conquistou inúmeros títulos nacionais. Conta com a Yamaha Serviços Financeiros para facilitar a acessibilidade aos seus produtos. E, fruto da larga experiência logística no
transporte, em 2017, foi fundada a Yamalog, uma empresa de logística sob medida às necessidades de clientes dos mais diversos segmentos. A fábrica em Manaus busca o menor impacto ambiental na produção dos produtos, e para isso conta com diversas iniciativas de sustentabilidade que estão compartilhadas no vídeo ao lado. Merece destaque o projeto Aterro Zero, onde todos os resíduos sólidos são reciclados, sendo que 30 anos antes o Brasil atingiu a meta global de 50% de redução dos resíduos sólidos, e caminha para atingir a meta de 50% de redução de CO2 Em paralelo, desde 2020, a Yamalube R3 bLU cRU Cup neutraliza o carbono gerado na realização do evento, em parceria com a iplantForest, com o plantio de onze mil árvores.
A melhor opção de scooter 125 cilindradas para quem deseja uma motocicleta prática, cheia de estilo e com tecnologias de modelos maiores. É o mais completo e tecnológico modelo 125 cc dentre as opções de scooters e cub existentes na cilindrada.
A Fluo ABS chegou para mudar o mercado e oferecer o melhor de um jeito simples. Pensada para quem busca se locomover com agilidade e praticidade, mas que espera algo a mais em acabamento, espaço, economia, segurança e tecnologia. Com câmbio 100% automático, a Fluo ABS proporciona uma fácil e divertida pilotagem, e pensando no controle do piloto em diferentes situações, como em piso escorregadio, a Fluo é a única scooter da categoria de entrada com freio ABS de série. Ela também vem equipada com Sistema Stop & Start Inteligente que desliga o motor e religa automaticamente ao acelerar, reduzindo o consumo de combustível e a emissão de poluentes. Tem ainda a função ECO, que informa no
painel o momento de pilotagem com menor consumo de combustível, e o Smart Key, que permite ligar a scooter com a chave no bolso ou na mochila. Seu painel é 100% digital com iluminação azul e a tomada 12 volts garante a praticidade de recarga do celular a qualquer momento. Com um desenho moderno, o farol que equipa o Fluo ABS é em LED, proporcionando ótima iluminação. Já o porta-objetos sob o banco da Fluo ABS, tem 25 litros e comporta um capacete fechado grande e ainda sobra espaço para outros itens do dia a dia. A praticidade está presente também no fácil acesso ao tanque de combustível de capacidade de 4,2 litros, sem a necessidade de levantar o banco. A nova Fluo ABS vem com a maior garantia do mercado, são 4 anos de garantia, e participa do programa de Revisão Preço Fixo Yamaha. O cliente encontra o mesmo preço e padrão de serviço em todas as concessionárias participantes, podendo parcelar em até 6X no cartão de crédito. As duas primeiras revisões têm mão de obra gratuita!
• Motor 125 cm³ • Potência 9,5 cv a 8.000 rpm • Torque 1 kgf.m a 5.500 rpm
A Crosser ABS evoluiu. A moto mais completa e inovadora da categoria ficou mais moderna com novo conjunto óptico, nova lanterna traseira em Led, novo painel totalmente digital e uma tomada 12 volts junto ao guidão. Juntamente com as mudanças que deram à nova Crosser um visual ainda mais atraente e tecnológico, estão todas as qualidades que a tornaram uma referência em agilidade, durabilidade, economia e conforto. O motor durável e econômico de 150 cc, conta com a tecnologia Blueflex, para que o piloto possa abastecer com gasolina, etanol ou ambos.
A Crosser está disponível em duas versões, S e Z. A versão S traz um estilo mais urbano, com o para-lama baixo, próximo ao pneu e motor com acabamento em preto fosco, reforçando a pegada esportiva e mais urbana da moto. Já a versão Z traz inspiração do universo o -road, com o para-lama mais alto, que garante um visual mais radical e aventureiro.
Ambas as versões contam com freio ABS de série, o que evita o travamento da roda dianteira nas frenagens bruscas ou em baixa aderência como dias de chuva, garantindo maior controle na pilotagem.
No pacote de inovações, traz itens exclusivos na categoria como o novo conjunto óptico com projetor de LED, que garante melhor iluminação, lampejador de farol, lanterna em LED, painel multifuncional 100% digital, com relógio, indicador de marchas, conta-giros e função ECO, que indica o momento de pilotagem mais econômico. Sinônimo de conforto na categoria, a Crosser é equipada com assento amplo em dois níveis e guidão com ajuste de altura, assim o piloto conta com a posição ideal de pilotagem. Sua suspensão dianteira de longo curso e a exclusiva suspensão traseira com link, proporcionam ótimo conforto e absorção de impactos, fazendo com que longos trajetos possam ser realizados com maior conforto e controle na pilotagem.
Para provar que, além de uma motocicleta incrivelmente ágil, econômica e reconhecidamente resistente, a nova Crosser também é um bom negócio e um produto de qualidade, a Yamaha oferece garantia de 3 anos.
A Crosser faz parte do programa Revisão Preço Fixo, da Yamaha, na qual, o valor da revisão é o mesmo em todas as concessionárias Yamaha participantes em todo o Brasil.
Para quem busca uma moto para o dia a dia com visual diferenciado, tecnologia e segurança a Fazer FZ15 é perfeita! Com design único e imponente, ela chega com diferenciais que revolucionam a categoria de motos urbanas de baixa cilindrada.
Com ela, a Yamaha estreia uma nova categoria, a premium de motos urbanas de baixa cilindrada. A Fazer FZ15 ABS é completa e tecnológica e com muito valor agregado. Pioneira ao oferecer design e atributos de modelos de maior cilindrada, vem com projetor e lanterna de LED, freio ABS na dianteira, freio a disco nas duas rodas, suspensão monocross, pneus radiais largos e painel completo 100% digital, com relógio, indicador de marchas, conta-giros e função ECO, que indica o momento de pilotagem mais
econômico. Com design esportivo e itens de série inacreditáveis que tornam a pilotagem ágil e fácil, a nova Fazer FZ15 ABS provoca admiração por onde passa. Sua carenagem transmite robustez e imponência, com destaque às linhas agressivas do conjunto óptico, tanque e entradas de ar, que carregam a atitude da família Fazer FZ. São três opções de cores, preta, Midnight Black, azul, Racing Blue e vermelha, Magma Red.
Com garantia de 3 anos e Revisão Preço Fixo Yamaha, a nova Fazer FZ15 carrega a qualidade japonesa Yamaha. Está contemplada no programa de Revisão Preço Fixo Yamaha para que o cliente encontre o mesmo preço do serviço na rede autorizada, garantindo transparência, economia e valorização do modelo.
• Motor 149 cm³ • Potência 12,4 cv a 7.500 rpm • Torque 1,3 kgf.m a 6.000 rpm
Chegou a nova NMAX Connected 160 ABS, a smart scooter da Yamaha. Reforçando o pioneirismo e a diferenciação da família NMAX Series, o modelo de câmbio automático, do tipo CVT, que basta acelerar e aproveitar, traz novidades tecnológicas que o consolidam como o mais moderno e completo da categoria. A começar presença imponente, marcada pelo conjunto óptico com faróis de LED, que garante maior amplitude de iluminação, e lanternas bipartidas também de LED. Já seu acabamento traz refino em cada detalhe e suas cores reforçam a elegância da smart scooter da Yamaha.
Como o próprio nome já indica, NMAX Connected, oferece conectividade via Bluetooth com o aplicativo Yamaha Connect, que tem diversas funções para gerenciar os indicadores de utilização e performance da scooter, programar as manutenções, comparar o modo de pilotagem mais econômico, localizar onde estacionou, receber noti-
ficações de chamadas e mensagens, além de poder marcar e compartilhar nas redes sociais as rotas mais interessantes que experimentou com a NMAX Connected. Mais uma novidade presente na NMAX Connected é o controle de tração, que associado aos freios ABS nas duas rodas, proporciona melhor controle na pilotagem.
A suspensão traseira, com curso de 86 mm, tem agora amortecedores de ajuste manual na pré-carga da mola. São duas posições, basta girar e escolher a mais adequada. Outra excelente novidade que contribui para o controle da NMAX Connected 160 ABS são os novos pneus Pirelli Diablo Scooter, que tem grande durabilidade e excelente aderência.
A nova Yamaha NMAX Connected 160 ABS conta com cores modernas e impactantes, dentre elas uma série especial, cinza fosco (Matt Grey) com grafismo exclusivo, além de 4 anos de garantia e programa revisão preço fixo.
• Motor 155 cm³ • Potência 15,4 cv a 8.000 rpm • Torque 1,4 kgf.m a 6.500 rpm
Edição especial da Yamaha R3 que celebra o legado da marca nas competições. Para comemorar o brilhante currículo da Yamaha na motovelocidade, lançamos no Brasil a edição especial YZF-R3 World GP 60th Anniversary Edition, uma máquina perfeita para o uso diário e que carrega o DNA de mais de 60 anos de competições e vitórias. A marca estreou em grandes prêmios mundiais em 1961, e desde então conquistou mais de 500 vitórias com pilotos como Phil Read, Giacomo Agostini, Wayne Rainey, Eddie Lawson, Jorge Lorenzo e Valentino Rossi. O mais recente piloto a integrar esse esquadrão de elite, é Fabio Quartararo, campeão da MotoGP na temporada 2021.
A Edição Especial tem como destaque a pintura branca associada ao famoso Yamaha Speed Block em vermelho. Vem com o number plate amarelo na parte frontal e para-lama dianteiro na cor vermelha. No tanque, conta com o emblema alusivo ao aniversário, juntamente com uma fai-
xa vermelha também presente nas laterais da rabeta. Ela traz ainda, acabamentos em dourado nas rodas, nos garfos e nos emblemas do diapasão, assim como os das Equipes da Yamaha de fábrica. Os manetes são pretos e há um emblema comemorativo especial na tampa da caixa de ar. Um breve olhar sobre a YZF-R3 já é o suficiente para notar que ela carrega o DNA R Series da Yamaha, presente nas superesportivas YZF-R6 e a YZF-R1. Essa inspiração pode ser notada sobretudo no design da parte frontal da carenagem com os dois faróis e luzes de posição inteiramente em LED, e no duto de entrada de ar em forma de M, inspirado nas YZR-M1 do campeão de 2021, Fábio Quartararo. Esse duto central entre os faróis tem a função de direcionar o fluxo de ar para o radiador, otimizando o sistema de resfriamento do motor. Toda a carenagem foi desenvolvida com a mais alta tecnologia em túnel de vento.
• Motor 321 cm³ • Potência 42 cv a 10.750 rpm • Torque 3 kgf.m a 9.000 rpm
A Yamaha, definitivamente, está mais agressiva em seus lançamentos. A marca eleva o sarrafo em diferentes segmentos, tendo sido assim com o scooter Fluo ABS e agora com a FZ15. Ambos ganharam diferenciais diante da concorrência
Ao contrário do que você pode estar pensando, a Yamaha FZ15 não é uma evolução da Fazer 150, que você já conhece, a FZ é um projeto que partiu totalmente do zero e segue a linha da irmã maior, a Fazer FZ25, de 250 cm³.
Basta uma olhada na nova FZ15 para perceber a semelhança com a FZ25, a Fazer 250, tanto no design das formas como no volume. Ela é mais parruda que a Fazer 150 que você conhece, e o tanque mais alto e mais largo dá a impressão de tratar-se de uma moto maior. Suas linhas angulosas deixaram-na bem atraente e chamativa. O farol segue a linha de outros modelos com o projetor central redondo em LED e DRL (Daytime Running Light). O novo conjunto óptico transmite personalidade forte à frente da moto. Em todas as paradas em semáforos de nosso rolé, era inevitável que os motociclistas que para-
vam a meu lado não perguntassem de que moto se tratava. Não houve um sequer que não tenha se surpreendido com o belo design da FZ15.
O motor é o mesmo da Fazer 150 O coração da FZ15 é o mesmo que o da Fazer que você já conhece, mas recebeu pequenas alterações devido à nova caixa de ar, que é mais generosa, e ao novo sistema de escape, que ganhou uma ponteira bem parecida com a da FZ25. A maior capacidade da caixa e a melhoria no sistema de exaustão dos gases lhe deram um fôlego a mais em relação à Fazer 150, mas os números de potência e torque não foram alterados.
Só para relembrar, a potência do motor monocilíndrico de 150 cm³, comando SOHC, duas válvulas e bicombustível é de 12,2 cv a 7.500 rpm (na gasolina), com torque máximo de 1,3 kgf.m a 6.000 rpm. A diferença do ajuste do motor é percebida principalmente nas acelerações, quando o empurrão do motor mostra um pouco mais de fôlego assim que o acelerador é acionado.
O câmbio de cinco marchas tem encaixes corretos e o escalonamento é ótimo tanto para rodar na cidade quanto para acelerar na estrada. Consegui chegar a 115 km/h na reta e a 121 km/h com ajuda de uma pequena descida, o que me parece de bom tamanho para a cilindrada e proposta da moto.
As suspensões são um show à parte. As bengalas de 41 mm de diâmetro não têm ajustes e são as mesmas que equipam a FZ25, inclusive têm o mesmo curso de 130 mm. Atrás o monoamortecedor oferece 120 mm de curso, trajeto compartilhado com a FZ25 também.
A FZ15 oferece excelente feeling na tocada. Nos trajetos urbanos por onde passamos, ela foi capaz de superar com bastante eficiência a buraqueira, embora suas suspensões tenham se mostrado levemente rígidas nessa circunstância, mas sem comprometer o conforto, só mostrando certo compromisso com a esportividade. Na estrada, a nova FZ15 se mostrou muito divertida e eficaz para contornar as curvas com decisão e firmeza, e os pneus Pirelli Diablo Rosso ll garantem excelente aderência e muita segurança na pilotagem.
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1 O painel é do tipo blackout e tem indicador de marcha e contagiros 2 O tanque está mais alto e parece de moto maior 3 O banco oferece bom espaço e excelente nível de conforto 4 As três opções de cores, preta, azul e vermelha, devem agradar
A posição de pilotagem da FZ15 é bem confortável
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Cilindrada 149 cm³
Potência máxima (etanol) 12,2 cv a 7.500 rpm
Torque máximo (etanol) 1,3 kgf.m a 6.000 rpm
Diâmetro x curso do pistão 57,3 mm x 57,9 mm
Taxa de compressão 9,6:1
Quadro Tipo diamond em aço Cáster n.d. Trail n.d.
Suspensão dianteira Garfo telescópico de 41 mm de diâmentro com 130 mm de curso
Suspensão traseira Monoamortecida com 120 mm de curso, com regulagem de pré-carga da mola
Freio dianteiro Discos de 282 mm, pinça axial de 4 pistões e ABS
Freio traseiro Disco de 220 mm, pinça de 1 pistão
Modelo do pneu Pirelli Diablo Rosso ll
Roda dianteira 110/80-17
Roda traseira 140/60-17
Comprimento • 2.000 mm
Entre-eixos • 1.330 mm
Altura do assento • 790 mm Largura • 780 mm
Tanque • 11,9 litros Peso (seco) • 135 kg
1 O freio dianteiro tem assistência de ABS 2 O freio traseiro não possui ABS 3 O amortecedor traseiro tem regulagem na pré-carga da mola
• Design
• Ergonomia
PODERIA SER MELHOR
• Faltou uma tomada USB
Assim como as bengalas da suspensão dianteira, os discos e as pinças dos freios são os mesmos da FZ25, o que confere à FZ15 uma excelente pegada nas frenagens. O ABS é só na roda dianteira e não é muito intrusivo, permitindo frenagens fortes com segurança em espaço justo. Só é preciso mais sutileza ao acionar o pedal do freio traseiro para evitar o travamento da roda.
A Yamaha está se esforçando para incrementar e melhorar seu line-up, inclusive subindo o sarrafo de alguns segmentos. Foi assim com o Fluo ABS, que se tornou o mais completo da categoria, e agora com a FZ15, que traz para a cilindrada de 150 cm³ a mesma composição utilizada na sua linha FZ25.
Bom para todos os motociclistas que têm mais uma opção diferenciada no segmento das street de baixa cilindrada. Vale o test ride!
Saiba como é o Yamaha FLUO ABS, o novo scooter de entrada da marca
AYamaha nos convidou para o lançamento do FLUO ABS, um scooter de 125 cm3 recheado de equipamentos e tecnologia para se destacar no segmento de entrada.
O segmento dos scooter é um dos que mais cresce no Brasil, representando hoje em dia 9% do total de motocicletas comercializadas. De olho em novos motociclistas que estão querendo deixar seus carros na garagem ou sair do transporte público e assim economizar tempo e dinheiro com mais mobilidade no seu dia a dia, a Yamaha estrategicamente lança o FLUO ABS.
O FLUO ABS está entre o NEO 125 (R$ 11.990) e o NMax (R$ 19.690), seu preço sugerido é de R$ 14.790. Podemos dizer que seus concorrentes mais diretos são Haojue Lindy 125 (R$ 13.484), Honda Biz 125 (R$ 13.110) e Elite 125 (R$ 11.740). Já o PCX CBS com preço de R$ 15.460, depois de adicionados frete e impostos, se descola um pouco. Todos eles têm diferenças entre suas configurações e estilos, mas estão próximos no preço.
O que o FLUO ABS oferece Para se destacar entre as opções existentes no mercado, vários são os diferenciais que a Yamaha implementou que o diferenciam em relação aos concorrentes do segmento de 125 cm³.
As suspensões combinadas com os bons pneus de perfil mais esportivos garantem conforto e segurança
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e estão vestidas com pneus Pirelli Diablo Scooter nas medidas 100/90 na dianteira e 110/80 atrás. Essa foi uma boa solução para ajudar o trabalho das suspensões, já que os pneus mais altos são capazes de absorver parte da trepidação vinda do asfalto e ainda garantir bom desempenho nas curva e frenagens.
O FLUO é compacto, mas ao subir nele você percebe que tem bastante espaço para se posicionar e pilotar com conforto. Quando eu subi e andei os primeiros metros, achei o banco um pouco rígido demais, mas a sensação melhorou durante o trajeto. O banco tem boa camada de espuma e o ressalto que o divide é bem discreto e não atrapalha o reposicionamento do traseiro enquanto você pilota.
1 O painel é digital e bastante simples
2 Botão de acionamento da moto e de abertura do tanque e banco. Sobre eles, a tomada 12V
3 No punho direito, o botão que aciona o sistema Stop Start e interruptor de pisca-alerta
O chassi, como na maioria dos scooter, é do tipo underbone, e, para obter bom espaço sob o banco, o tanque de combustível foi instalado no assoalho, a bateria foi colocada na traseira da moto (na frente da lanterna traseira) e o sistema ABS fica escondido sob o escudo frontal da moto.
Ela tem farol de LED, sistema keyless que automatiza a abertura do banco e a do bocal da gasolina, sistema Stop Start (desliga o motor quando a moto para), modo Eco, que avisa no painel quanto a pilotagem está sendo econômica e, por último, tomada 12 V.
As rodas do FLUO ABS são de 12 polegadas
A posição também é neutra e a altura do guidão bem planejada, a ergonomia foi bem idealizada pelos projetistas da marca dos diapasões para uma pilotagem confortável.
A Yamaha ofereceu este primeiro contato com o FLUO ABS em um kartódromo na cidade de São Paulo. O circuito é sinuoso e seu traçado tem curvas de todo tipo, porém, para deixar o teste mais realista e permitir experimentar melhor as reações das suspensões e freios, foram montadas uma lombada e duas zonas de frenagem (uma seca e outra molhada) para testar o ABS da roda dianteira. Também foi mon-
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6 7 APRESENTAÇÃO Yamaha FLUO ABS
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tado um slalon para sentir a agilidade nos movimentos direcionais do scooter.
O motor de 125 cm³ duas válvulas e refrigeração a ar rende 9,5 cv de potência máxima a 8.000 rpm e 0,7 kgf.m a 5.500 rpm de torque, suficientes para empurrar competentemente os 109 quilos em ordem de marcha. As respostas ao giro do acelerador são bastante rápidas até os 60 km/h aproximadamente, na maior reta do kartódromo cheguei a quase 70 km/h.
Como a maioria dos scooter, a agilidade é o ponto forte. O FLUO também é leve, rápido na mudança de direção e muito ágil. Ele transmite uma ótima sensação de segurança nas curvas, contornando-as com convicção e bem sustentado sobre os pneus.
O ABS dianteiro também mostrou que funciona bem. Nas frenagens que fiz em piso molhado ao entrar em ação, o manete vibra, e de acordo com a exigência do momento, também baixa um pouco. Essa sensação é menor quando se exige da frenagem no seco.
O FLUO ABS me surpreendeu positivamente pelo bom desempenho dinâmico e pelo pacote técnico diferenciado na categoria. Agora a Yamaha oferece um scooter diferenciado de seus concorrentes do segmento de 125 cm³, mais caro, é verdade, mas a diferença pode justificar a exclusividade dos componentes.
4 A lanterna e os piscas usam lâmpadas convencionais
5 O freio traseiro é a tambor
6 O freio dianteiro tem boa pegada e sistema ABS
7 wSob o banco há espaço suficiente para um capacete fechado
Monocilíndrico I arrefecido a ar SOHC I 2 válvulas I câmbio tipo CVT
Cilindrada 125 cm³ Potência máxima (etanol) 9,5 cv a 8.000 rpm Torque máximo (etanol) 1,0 kgf.m a 5.500 rpm Diâmetro x curso do pistão 52,4 mm x 57,9 mm Taxa de compressão 9,5:1 Quadro Tipo underbone em aço Cáster n.d. Trail n.d.
Suspensão dianteira Garfo telescópico (90 mm de curso) Suspensão traseira Monoamortecida com 88 mm de curso, ajuste de pré-carga da mola Freio dianteiro Disco de 200 mm, pinça de pistão único com sistema ABS Freio traseiro Tambor 130 mm Modelo do pneu Pirelli Diablo Scooter Roda dianteira 100/90-12 Roda traseira 110/90-12
• Agilidade
• Desempenho
Comprimento • 1.915 mm
• Câmbio DCT PODERIA SER MELHOR
• Ergonomia
Entre-eixos • 1.280 mm Altura do assento • 780 mm Largura • 685 mm Tanque • 4,2 litros Peso (seco) • 102 kg
PODERIA SER MELHOR
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• Maciez do banco
Preço: R$ 14.790 (+ frete)
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I SOHC I 2 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 149 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 12,2 / 12,4 cv a 7.500 rpm TORQUE MÁXIMO 1,3 kgf.m a 5.500 rpm
QUADRO Tubular em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Disco
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I SOHC I 2 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 149 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 12,2 / 12,4 cv a 7.500 rpm TORQUE MÁXIMO 1,3 kgf.m a 5.500 rpm QUADRO Tubular em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Disco
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I SOHC I 2 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 125 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 11,0 / 11,1 cv a 7.500 rpm TORQUE MÁXIMO 1,2 kgf.m a 6.000 rpm QUADRO Tubular em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com UBS FREIO TRASEIRO Tambor com UBS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I SOHC I 2 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
149 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 12,2 / 12,4 cv a 7.500 rpm TORQUE MÁXIMO 1,3 kgf.m a 5.500 rpm
QUADRO Tubular em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com UBS FREIO TRASEIRO Tambor com UBS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I SOHC I 2 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 149 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 12,2 / 12,4 cv a 7.500 rpm TORQUE MÁXIMO 1,3 kgf.m a 5.500 rpm QUADRO Tubular em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com UBS FREIO TRASEIRO Tambor com UBS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I SOHC I 2 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 149 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA
12,2 / 12,4 cv a 7.500 rpm TORQUE MÁXIMO 1,3 kgf.m a 5.500 rpm QUADRO Tubular em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Disco
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I SOHC I 2 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 249 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 21,3 / 21,5 cv a 8.000 rpm TORQUE MÁXIMO 2,1 kgf.m a 6.500 rpm QUADRO Tubular em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I SOHC I 2 válvulas transmissão tipo CVT I injeção eletrônica
CILINDRADA 125 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 9,5 cv a 8.000 rpm TORQUE MÁXIMO 1 kgf.m a 5.500 rpm QUADRO Underbone SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Tambor
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I SOHC I 2 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 249 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 20,7 / 20,9 cv a 8.000 rpm TORQUE MÁXIMO 2,1 kgf.m a 6.500 rpm
QUADRO Tubular em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Disco
Bicilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 321 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 42 cv a 10.750 rpm TORQUE MÁXIMO 3 kgf.m a 9.000 rpm QUADRO Tubular em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 689 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 74,8 cv a 9.000 rpm TORQUE MÁXIMO 6,9 kgf.m a 6.500 rpm QUADRO Tubular em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Tricilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 12 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 847 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 115 cv a 10.000 rpm TORQUE MÁXIMO 8,9 kgf.m a 8.500 rpm
QUADRO Liga de alumínio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I SOHC I 2 válvulas transmissão tipo CVT I injeção eletrônica
CILINDRADA 125 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 9,8 cv a 8.000 rpm TORQUE MÁXIMO 1 kgf.m a 5.500 rpm QUADRO Underbone SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com UBS FREIO TRASEIRO Tambor com UBS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I SOHC I 4 válvulas transmissão tipo CVT I injeção eletrônica
CILINDRADA 155 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 15,4 cv a 8.000 rpm TORQUE MÁXIMO 1,4 kgf.m a 6.500 rpm QUADRO Tubular em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 321 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 42 cv a 10.750 rpm TORQUE MÁXIMO 3 kgf.m a 9.000 rpm QUADRO Tubular em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Tricilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 12 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 847 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 115 cv a 10.000 rpm TORQUE MÁXIMO 8,9 kgf.m a 8.500 rpm QUADRO Liga de alumínio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I SOHC I 2 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I carburador
CILINDRADA 223 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO Tubular em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Tambor
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I SOHC I 2 válvulas transmissão tipo CVT I injeção eletrônica
CILINDRADA 250 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 22,8 cv a 7.000 rpm TORQUE MÁXIMO 2,5 kgf.m a 5.500 rpm QUADRO Tubular em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico em L I 4T I arrefecimento a líquido I Desmodrômico 8 válvulas I 6 marchas, transmissão por correia I injeção eletrônica
CILINDRADA
1.262 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 158 cv a 9.500 rpm TORQUE MÁXIMO 12,9 kgf.m a 5.000 rpm
QUADRO Tipo treliça em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico em L I 4T I arrefecimento a líquido I Desmodrômico 8 válvulas I 6 marchas, transmissão por correia I injeção eletrônica
CILINDRADA
1.262 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 158 cv a 9.500 rpm TORQUE MÁXIMO 12,9 kgf.m a 5.000 rpm QUADRO Tipo treliça em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico em L I 4T I arrefecimento a líquido I Desmodrômico 8 válvulas I 6 marchas, transmissão por correia I injeção eletrônica
CILINDRADA
1.262 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 152 cv a 9.500 rpm TORQUE MÁXIMO 12,6 kgf.m a 7.500 rpm QUADRO Tipo treliça em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico em L I 4T I arrefecimento a líquido I Desmodrômico 8 válvulas I 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 937 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 111 cv a 9.250 rpm TORQUE MÁXIMO 9,5 kgf.m a 6.500 rpm
QUADRO Liga de alumínio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Tetracilíndrico em V a 90° I 4T I arrefecido a líquido I Desmodrômico, 16 válvulas I 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
1.158 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 170 cv a 10.500 rpm TORQUE MÁXIMO 12,6 kgf.m a 8.750 rpm QUADRO Monocoque em alumínio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico em L I 4T I arrefecimento a líquido I Desmodrômico 8 válvulas I 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 937 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 113 cv a 9.000 rpm TORQUE MÁXIMO 9,8 kgf.m a 7.750 rpm QUADRO Treliça em alumínio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Tetracilíndrico em V a 90º I 4T I arrefecido a líquido I Desmodrômico 16 válvulas I 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 1.103 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 217 cv a 13.000 rpm TORQUE MÁXIMO 12,4 kgf.m a 10.000 rpm QUADRO Monocoque em alumínio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS Bosch Cornering FREIO TRASEIRO Disco com ABS Bosch Cornering
Bicilíndrico em L I 4T I arrefecimento a ar e óleo I Desmodrômico 4 válvulas I 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 803 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 73 cv a 8.250 rpm TORQUE MÁXIMO 6,7 kgf.m a 5.750 rpm QUADRO Treliça em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS Bosch Cornering FREIO TRASEIRO Disco com ABS Bosch Cornering
Tetracilíndrico em V a 90° I 4T I arrefecido a líquido I Desmodrômico 16 válvulas I 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 1.103 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 208 cv a 13.000 rpm TORQUE MÁXIMO 12,6 kgf.m a 9.500 rpm
QUADRO Alumínio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Monocilíndrico I 2T I arrefecimento a líquido 5 marchas, transmissão por corrente I carburador
CILINDRADA 49 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO
Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Monocilíndrico I 2T I arrefecimento a líquido 5 marchas, transmissão por corrente I carburador
CILINDRADA 64,9 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO
Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Monocilíndrico I 2T I arrefecimento a líquido 5 marchas, transmissão por corrente I carburador
CILINDRADA 84,9 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO
Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Monocilíndrico I 2T I arrefecimento a líquido 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica TPI
CILINDRADA 124,8 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 25 cv TORQUE MÁXIMO 2,29 kgf.m QUADRO
Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
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Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 4 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 249,9 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 32 cv TORQUE MÁXIMO 3 kgf.m QUADRO
Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 4 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 249,9 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 32 cv TORQUE MÁXIMO 3 Kgf.m QUADRO Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
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Monocilíndrico I 2T I arrefecimento a líquido I 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica TPI
CILINDRADA 293,2 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 32 cv TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I OHC I 4 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 349,7 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 45 cv TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO
Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
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Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I OHC I 4 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 349,7 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 45 cv TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO
Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 4 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 349 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA n.d. TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO
Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I OHC I 4 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
393,4 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 45 cv TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO
Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Monocilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 4 válvulas 5 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
449,9 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 63 cv TORQUE MÁXIMO n.d. QUADRO
Tubular em aço cromo molibdênio SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco FREIO TRASEIRO Disco
Bicilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 899 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 105 cv TORQUE MÁXIMO 10,2 kgf.m QUADRO Treliça em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico I 4T I arrefecimento a ar I DOHC I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA
1.301 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 158 cv TORQUE MÁXIMO 14,3 kgf.m QUADRO Treliça em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 4 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 373,2 cm³ POTÊNCIA MÁXIMA 44 cv a 9.000 rpm TORQUE MÁXIMO 3,8 kgf.m a 7.000 rpm QUADRO Treliça em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Bicilíndrico I 4T I arrefecimento a líquido I DOHC I 8 válvulas 6 marchas, transmissão por corrente I injeção eletrônica
CILINDRADA 899 cm³
POTÊNCIA MÁXIMA 119 cv a 9.250 rpm TORQUE MÁXIMO 9,3 kgf.m a 7.750 rpm QUADRO Treliça em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Dois discos com ABS FREIO TRASEIRO Disco com ABS
Motor elétrico Bosch na roda traseira I 3.000 W
POTÊNCIA MÁXIMA
7.000 W
QUADRO Dupla viga em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com CBS FREIO TRASEIRO Disco com CBS PESO (1 / 2 BATERIAS) 132 / 147 Kg
Motor elétrico Bosch na roda traseira I 3.000 W
POTÊNCIA MÁXIMA
4.500 W
QUADRO Underbone em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas Convencionais SUSPENSÃO TRASEIRA Duplo amortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com CBS FREIO TRASEIRO Disco com CBS PESO (1 / 2 BATERIAS) 120 / 133 Kg
Motor elétrico Bosch na roda traseira I 3.000 W
POTÊNCIA MÁXIMA 7.000 W
QUADRO Dupla viga em aço SUSPENSÃO DIANTEIRA Bengalas invertidas SUSPENSÃO TRASEIRA Monoamortecedor FREIO DIANTEIRO Disco com CBS FREIO TRASEIRO Disco com CBS PESO (1 / 2 BATERIAS) 132 / 147 Kg
Mesmo com uma queda de 2,74% em relação ao mês anterior, o acumulado do ano segue com tendência de alta
Em outubro, as 120.251 motocicletas emplacadas, segundo o levantamento da Fenabrave, representaram um aumento significativo em relação ao mesmo mês de 2021, quando foram lacradas 97.009 unidades, um aumento de 23,96%. Até o final de outubro, quando fechamos esta edição, foram totalizados 1.106.733 emplacamentos, e a continuar nessa pegada teremos condições de finalizar o ano com mais de 1,35 milhão de unidades, o que colocaria o ano entre os cinco ou seis melhores da história, um claro sinal do fortalecimento do setor motociclístico no Brasil.— ISMAEL BAUBETA
12.766 12.557 1,7 108.557 92.909
12.01111.042 8,8 105.100 89.026
7.485 8.818 - 15,1 78.108 70.343 6º Honda Biz 110i 5.554 5.992 - 7,3 49.089 38.381
7º Honda CB 250F Twister 3.946 3.836 2,9 35.548 34.788
8º Yamaha Fazer FZ25 3.184 3.245 - 1,9 26.956 24.894 9º Yamaha XTZ 250 Lander 2.970 3.216 - 7,7 19.570 16.010 10º Yamaha YBR 150 Factor 2.854 2.709 5,4 30.224 26.554 11º Honda XRE 300 2.291 2.492 - 8,1 23.891 27.595
12º Honda XRE 190 2.256 2.190 3,0 19.724 17.081
13º Yamaha FZ15 1.803 673 167,9 2.476 0
14º Yamaha Fazer 150 1.727 1.580 9,3 18.332 13.468
15º Honda Elite 125 1.601 2.039 - 21,5 19.525 18.835
16º Honda PCX 150 1.309 2.816 - 53,5 26.152 21.461 17º Yamaha XTZ 150 Crosser 1.265 1.822 - 30,6 17.081 25.408 18º Yamaha NMax 1.060 1.139 - 6,9 14.913 14.230 19º Honda ADV 992 1.142 - 13,1 10.596 8.925 20º Yamaha Neo 125 985 899 9,9 9, 6 8.548 10.132
Em outubro a líder Honda diminuiu sua participação em 1,01 ponto percentual, já a Yamaha teve um aumento de 0,74 pp. A Shineray vem mantendo sua terceira colocação com 1,49%.
POS. Marca Outubro/2022 Fecham. 2022 2021 1º Honda 91.436843.182 882.551
Yamaha 19.139 177.758 201.682
Shineray 1.790 18.495 13.766
BMW 1.093 10.294 11.904
Royal Enfield 1.010 8.452 6.539
Haojue 863 6.914 7.506
Kawasaki 770 7.498 8.997
Avelloz 683 6.502 2.978
Mottu 426426 0
Triumph 381 4.251 5.051
Dafra 310 4.793 4.948
Voltz 245 3.909 967
Amazon 200 416 19
Harley-Davidson 178 1.773 2.334
Ducati 114 890 1.060
Suzuki 103 1.101 1.682
Bull 51 708 592 18º Sousa 51461 578 19º KTM 7 162 355 20º Kymco 5 247 514 TOTAL GERAL 118.855 1.098.232 1.154.023
Rio de Janeiro 3207 3.309
Manaus 2474 2.118
Belo Horizonte 1857 2.013
Brasília 1833 1.907
Fortaleza 1644 1.617
Recife 1236 1.270
Belém 1198 1.257
Salvador 1121 1.244
Goiânia 1097 1.196
Teresina 894 1.053
Campo Grande 822 863
Curitiba 771 819
João Pessoa 719 592
Maceió 676 580
Campinas 658 716
Guarulhos 627 648
São Luís 599 554
Cuiabá 597 754
Feira de Santana 597 611
Ribeirão Preto 582 455
Jaboatão dos Guararapes 515 492
Ananindeua 507 482
Porto Alegre 490 505
Sorocaba 486 536
Rio Branco 478 381
Caruaru 451451
São Gonçalo 416 388
Florianópolis 394 395
Parauapebas 390 364
Aparecida de Goiânia 387 410
Arapiraca 383 340
CROSSOVER
Os emplacamentos de motos estiveram estáveis durante os primeiros nove meses de 2022, especialmente nos cinco maiores mercados europeus
Os registros de motocicletas chegaram a 781.824 unidades durante os primeiros nove meses de 2022 em cinco dos maiores mercados europeus (França, Alemanha, Itália, Espanha e Reino Unido), o que implica uma queda de aproximadamente 1,4% em relação ao mesmo período em 2021.
O volume de vendas diminuiu 3,3% (ano a ano) na Itália, onde atingiu 227.400 unidades, na Alemanha foram 173.750 unidades (-0,5%) e na França -7,9%, com 154.660 motos. No entanto, outros mercados, como Espanha, com 135.005 unidades e com alta de 7%, e Reino Unido, com 90.190 motos e acréscimo de 3,5%, compensaram a perda dos outros países.
Já no mercado espanhol, os dados se mostraram melhores do que no resto da Europa. O cidadão espanhol valoriza cada vez mais as vantagens da moto como meio de transporte, o que corresponde às suas necessidades de mobilidade diária. Além disso, continua crescendo o uso da motocicleta para lazer e turismo, que sempre teve grande tradição no país ibérico.
Já nos seis maiores mercados europeus de ciclomotores, ou seja, Bélgica, França, Alemanha, Itália, Holanda e Espanha, o total foi de 206.900 unidades, volume quase igual ao de 2021.
afetado por esses fatores, os dados foram melhores do que no resto da Europa. Esta é uma boa notícia para o setor, mas não podemos perder de vista os grandes esforços que as empresas estão fazendo, assumindo os aumentos de custos causados por todas as dificuldades atuais, fazendo com que não sejam repassados ao consumidor final.
Já o diretor geral da Associação Europeia de Fabricantes de Motos disse que os números de emplacamentos para os três primeiros trimestres de 2022 mostraram que o comércio de motocicletas e ciclomotores nos principais mercados da Europa permaneceram estáveis, apesar dos problemas criados pela escassez de semicondutores e atrasos nas remessas. Podemos ver algumas diferenças entre os mercados nacionais, mas nossos dados preliminares sugerem que as vendas de motocicletas em 2022 serão tão boas quanto em 2021, que foi um ano muito positivo para nossa indústria.
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O secretário-geral da Associação Espanhola de Fabricantes de Motocicletas comentou que o setor permanece estável na Europa, apesar de alguns meses terem sido marcados por falta de abastecimento e dificuldades logísticas. No caso do mercado espanhol, que também foi
O Brasil segue em ritmo positivo com 986.250 unidades licenciadas até setembro de 2022, segundo dados da Abraciclo. Esses dados demonstram que tivemos um crescimento ao redor de 20%, algo muito bom para o nosso mercado. Além disso, se compararmos os números do Brasil com os seis principais mercados europeus, podemos verificar que estamos em um patamar bastante alto, seja em termos de crescimento quanto em volume de vendas. Esperamos que o mercado continue nessa tendência positiva e fechemos o ano com os emplacamentos em alta!
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